Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Comentário no Jornal Eldorado: Quem é o “amigo do amigo do meu pai”

Comentário no Jornal Eldorado: Quem é o “amigo do amigo do meu pai”

Marcelo Odebrecht entregou à PF e-mail com tratativas sobre hidrelétricas do Madeira, em que se refere ao codinome com sobrecodinome “amigo do amigo do meu pai”. E contou que se trata do advogado-geral da União no governo Lula em 2007, José Antônio Dias Toffoli, atualmente presidente do STF. A acusação junta-se a outras, até agora nunca explicadas por ele, de que teria recebido 35 mesadas de R$ 100 mil egressas de uma conta da mulher e ex-sócia em escritório de advocacia em Brasília, tendo sido, segundo a revista Crusoé, que deu as informações, usadas para pagar pensão à ex-mulher e cobrir suas despesas pessoais, e a citação que travou delação premiada de Léo Pinheiro, da OAS.

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Assuntos do comentário da sexta-feira 12 de abril de 2019

1 – Haisem – Você acha que a revogação dos decretos de Dilma Rousseff que criaram conselhos sociais é uma retaliação na guerra ideológica do presidente Jair Bolsonaro contra o PT ou uma medida correta

2 – Carolina – A vitória do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, nas eleições representam um acerto da política externa do presidente Jair Bolsonaro, muito criticado por ter viajado neste momento

3 – Haisem – Qual é a votação mais importante para o País neste momento na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados: a reforma da Previdência ou a PEC do Orçamento impositivo

4 – Carolina – A perícia da Polícia Federal nos sistemas da Odebrecht que registraram repasses de quase um milhão e meio de reais para codinomes que delatores da empreiteira atribuem ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, e a seu pai, o ex-prefeito do Rio César Maia pode criar algum empecilho para suas carreiras

5 – Haisem – Você se surpreendeu com a notícia de que a justiça eleitoral mineira aceitou denúncia contra o ex´governador do Estado Fernando Pimentel, figura de proa do PT e muito próximo da ex-presidente Dilma

6 – Carolina – Que contribuição importante para as vítimas dos arrombamentos das barragens da Vale em Mariana e Brumadinho, Minas Gerais, deve ser dada pela declaração de um executivo da empresa, Gerd Poppings, de que “já tirou nota zero” em segurança em avaliação interna

7 – Haisem – Que proveito o contribuinte pode tirar ao pagar a viagem de um desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia e de sua mulher, que é juíza para uma estada de três dias, pela qual o casal receberá 7 diárias

8 – Carolina – E por falar em Bahia qual é o político, empresário e intelectual daquele Estado brasileiro que protagoniza a entrevista da semana no Blog do Nêumanne no Portal do Estadão

Nêumanne entrevista Joaci Góes – 2019 (13ª)

Nêumanne entrevista Joaci Góes – 2019 (13ª)

Para Joaci, Bolsonaro já será mais popular

que Lula em 2020

Relator do Código do Consumidor acha que ação moralizadora da Lava Jato e choque de liberalismo produzirão impacto moral e material que porá fim à crise

O político, empresário e intelectual baiano Joaci de Góes prevê que, “como o Bolsa Família deixa de ser do PT e passa a ser do novo governo, Jair Bolsonaro pouco a pouco vai substituindo o Lula na adoração popular, como se verá nas eleições municipais do próximo ano”. Protagonista da sérieNêumanne Entrevista desta semana no Blog do Nêumanne, o presidente da Academia de Letras da Bahia diz também que “o patológico patrimonialismo que se adonou dos recursos oficiais, num nível sem precedentes na História do mundo, responde pela grave crise em que estamos fundamente imersos. Dessa crise sairemos pela ação moralizadora conjunta da Lava Jato com o choque de liberalismo redentor que começamos a experimentar”. E completa: “A percepção de que cadeia é coisa para os três pês – pretos, pobres e putas – levou ao assalto ao erário brasileiro em dimensões estratosféricas. Mais grave ainda foi a sólida aliança que se formou entre a corrupção e a incompetência, levando à lona nossas maiores empresas públicas. O lado positivo desse monumental freio de arrumação é a generalizada compreensão de que a tarefa de produzir cabe ao setor privado, ficando o Estado (…) com o papel de grande agência reguladora da vida em sociedade, assegurando aos mais carentes um piso de renda que lhes assegure o exercício de uma cidadania digna”.

Joaci autografa seu livro Como Governar um Estado - O Caso da Bahia, editado pela Topbooks. Foro: Acervo pessoal

Joaci autografa seu livro Como Governar um Estado – O Caso da Bahia, editado pela Topbooks. Foro: Acervo pessoal

Joaci Fonseca de Góes é bacharel em Direito pela Universidade Federal da Bahia, em 1963, fundou e dirigiu o grupo econômico Góes-Cohabita, dirigiu o jornal Tribuna da Bahia, de que foi proprietário, de 1970 a 1997, quando, o doou aos colaboradores, depois de financeiramente saneado, episódio entre raro e inédito na história da imprensa brasileira. Entre suas realizações, está a Faculdades do Descobrimento (Facdesco), instalada nos municípios de Cabrália e Porto Seguro, que dirigiu até que foi invadida e teve destruídos os seus livros pelos índios, diante da omissão da Funai. Eleito para a Constituinte de 1988, foi autor do artigo 165, parágrafos 5.° e 7.°, combinados com o artigo 35 das Disposições Transitórias, que obriga o Orçamento da União a obedecer a critérios demográficos na aplicação dos recursos regionais. As lideranças nordestinas, mas deixaram que o dispositivo constitucional, considerado por Rômulo Almeida a maior conquista do Nordeste em todos os tempos, virasse letra morta. Foi o relator do Código de Defesa do Consumidor, diploma legal que, sancionado em setembro de 1990, entrou em vigor em março de 1991.
Conferencista, orador e articulista, Joaci publicou os seguintes ensaios: Inveja Nossa de CadaDia, Como lidar com ElaAnatomia do Ódio; A Força da Vocação para o Desenvolvimento dasPessoas e dos Povos; (As) 51 Personalidades (mais) Marcantes do Brasil; As Sete Pragas do BrasilModerno; Como Governar um Estado – O Caso da Bahia. Assina uma coluna semanal no jornalTribuna da Bahia, é comentarista da Rádio Metrópole e consultor educacional das Obras Sociais Irmã Dulce. Ocupa a cadeira n.º 7 da Academia de Letras da Bahia, que tem como patrono José da Silva Lisboa, visconde de Cairu, e como fundador o gramático Ernesto Carneiro Ribeiro, que teve entre seus alunos Castro Alves, Rui Barbosa e Euclides da Cunha. Casado com Lídice Ferraz de Góes, tem dois filhos: Joaci Góes Filho, empresário, e Alex, cantor e compositor e dois netos

Nêumanne entrevista Joaci

 

Para Joaci, "a sólida aliança que se formou entre a corrupção e a incompetência levou à lona nossas maiores empresas públicas." Foto: Acervo pessoal

Para Joaci, “a sólida aliança que se formou entre a corrupção e a incompetência levou à lona nossas maiores empresas públicas.” Foto: Acervo pessoal

Nêumanne – Seu livro Como Governar um Estado – O Caso da Bahia, editado pela Topbooks, deveria ser adotado como uma espécie de vade mecum para qualquer gestor estadual no Brasil. Das lições que o senhor dá nele, quais são, a seu ver, as mais urgentes a seremadotadas no Brasil de hoje?

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Direto ao Assunto no Youtube: Imposto único, não; pelo amor de Deus!

Direto ao Assunto no Youtube: Imposto único, não; pelo amor de Deus!

É assustadora a hipótese de Marcos Cintra, secretário da Receita Federal, implementar a ideia, que sempre manteve em sua vida pública, mas nunca teve poder para impô-la, do imposto único, que, no fundo, no fundo, não passa de uma CPMF (lembra-se dela?) anabolizada? É preocupante que Paulo Guedes, chefe dele, ou outra pessoa qualquer do governo não o tenha persuadido a adiá-la mais uma vez, de preferência sine die, para não desorganizar toda a economia, enquanto a realmente urgente reforma da Previdência para equilibrar as arrombadas contas públicas padece no Congresso e os parlamentares suspeitos de corrupção estão doidinhos por alguma coisa que tire o foco de outras medidas altamente relevantes, no caso o pacote anticrime de Moro contra a corrupção e o crime organizado. O desemprego está mesmo aumentando e a economia precisa ser destravada, e já! Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Fuzilamento do músico não foi acidental, general!

Comentário no Jornal Eldorado: Fuzilamento do músico não foi acidental, general!

Causa armamentista cala Bolsonaro, Witzel e Crivella sobre vergonhoso fuzilamento do músico Evaldo Rosa pelas costas, desarmado, sem passagem pela polícia e sem ter recebido ordem para parar seu carro alvejado por 80 balas disparadas de uma patrulha despreparada de militares do Exército responsáveis pela guarda da Vila Militar, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio. A Justiça Militar os mantém presos, como devia ser, mas o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, definiu equivocadamente o episódio como “lamentável acidente”. Lamentável é pouco e acidente, errado: não se disparam 80 projéteis por acaso ou “fatalidade”, como dizem interessados em abafar massacre.

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Assuntos para o comentário da quinta-feira 11 de março de 2019

 

1 – Haisem – A que conclusões você chega quanto ao silêncio de Jair Bolsonaro, Wilson Witzel e Marcelo Crivela e à canhestra reação do comando militar do Sudeste agora que a Justiça Millitar determinou que nove dos militares que fuzilaram o músico em Guadalupe continuem presos

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2 – Carolina – O que motivou e que consequências podem ter a declaração do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, a respeito das milícias nas comunidades do Rio de Janeiro

 

3 – Haisem – O que você acha que a sociedade brasileira espera que seja a sentença do juiz federal de Juiz de Fora que determinará o destino do ex-filiado do PSOL Adélio Bispo de Oliveira que tentou matar à faca o então candidato favorito à Presidência da República em 6 de setembro de 2018

 

4 – Carolina – Que razões teve a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para recorrer da decisão “de ofício” do ministro do STF Luis Roberto Barroso de arquivar inquérito sobre as razões do desembargador do TRF 4 Rogério Favreto para soltar Lula em julho de 2018

 

5 – Haisem – O que pretende a força-tarefa da Lava Jato para pedir o aumento de pena de Lula no processo em que é acusado de aceitar reformas do sítio de Atibaia em troca de favorecimento às empreiteiras ofertantes, Odebrecht e OAS

 

6 – Carolina – A que desdobramentos pode levar a determinação pelo juiz Sérgio Roberto Emílio Louzada, da Segunda Vara da Fazenda do Rio para bloquear R$ 38 milhões do ex-procurador-geral da Justiça Cláudio Lopes

 

7 – Haisem – Em que as primeiras medidas anunciadas pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, diferem do estilo de administrar adotado por seu antecessor, Vélez Rodríguez, e a que destino elas podem conduzi-lo

 

8 – Carolina – Havia algum motivo especial para em meio às tragédias do Rio de Janeiro nestes últimos dias a Assembleia Legislativa do Estado dar a seus membros o direito a prisão especial e porte de armas

Comentário no Estadão Notícias: STF se une para blindar colegas

Comentário no Estadão Notícias: STF se une para blindar colegas

Há uma lenda urbana segundo a qual o STF tem dois lados: o mau de Toffoli, Lewandowski, Gilmar, Marco Aurélio e Celso e o bom de Cármen, Fachin, Fux, Barroso e Alexandre, com Rosa no centro. Nunca caí nessa. Quando se trata de se blindarem a si mesmos e, por extensão, a colegas da cúpula do Judiciário, todos se unem contra os rigores da lei. Isso explica o arquivamento “de ofício” determinado pelo citado Barroso do inquérito que investigava o desembargador Favreto, que tentou soltar Lula contrariando decisões colegiadas. Mas a procuradora-geral Dodge recorreu. Ainda bem. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 11 de abril de 2019.

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Comentário no Estadão às 5H: 100 dias entre fé e frustração

Comentário no Estadão às 5H: 100 dias entre fé e frustração

Um dia antes de completar cem dias de governo, Jair Bolsonaro se credenciou para obter do Congresso aval para sua reforma da Previdência com a aprovação da PEC de sua equipe pelo relator na CCJ e partirá para a Comissão Especial com esse trunfo. Maior expectativa popular ainda é pela prioridade que deve ser zero de sua gestão, o pacote anticrime de Moro. Já pode comemorar os bons resultados dos leilões de privatizações comandados por Salim Mattar e pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Enquanto isso, o ministro da Educação, Abraham Weinstraub, parece disposto a repetir a malograda luta contra moinhos de vento do comunismo travada pelo antecessor, Vélez Rodríguez. Este é um dos meus comentários no Estadão às 5, ancorado por Pedro Venceslau e transmitido por YouTube, Twitter e Facebook do estúdio da TV Estadão na redação do jornal na quarta-feira 10 de abril de 2019, às 17 horas.

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