Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Rápido e grosseiro

Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Rápido e grosseiro

Meu Direto ao Assunto abriu o Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quarta-feira 28 de fevereiro de 2018 comentando a demissão do boquirroto desastrado-geral da Polícia Federal, Fernando “Por què no te callas?” Segovia – pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann; o discurso preconceituoso e grosseiro do mesmo titular da nova pasta; a primeira atitude do interventor militar na segurança do Rio, que começou disciplinando a imprensa na coletiva; a nomeação por Temer do general Joaquim Silva Luna como ministro da Defesa no lugar de Jungmann; Fernando Henrique dizendo no Forum A Reconstrução do Brasil do Estadão que governos fracos nomeiam militares; Nelson Jobim, Eros Grau e Joaquim Falcão culpando os excessos da Constituição vigente pelas frequentes crises institucionais no País; a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pedindo ao STF que autorize a investigar Temer em suposta propina da Odebrecht paga a Padilha e Moreira Franco; e a Câmara dos Deputados abrindo processo por quebra de decoro contra Maluf, Lúcio Vieira Lima, Celso Jacob e João Rodrigues. Alexandre Garcia abordou Galloro no lugar de Segovia na PF; irmão de André Vargas recolhido para cumprir pena; e Rodrigo Maia reconhecendo que é preciso mudar leis penais. Eliane Cantanhêde falou de Jungmann entrando forte na Segurança, com carta branca pra fazer e desfazer; de Segovia, o breve, entrando fraco e caindo fora, sem apoio da corporação, e além de tudo um estabanado; de Galloro, que é de elite e construiu um consenso em torno do nome dele, dentro e fora da P; de Dodge incluindo Temer no inquérito Odebrecht-MDB; do anúncio do índice de empregos pelo IBGE deixando o governo inteiro de vela na mão, rezando; e de Rodrigo Maia reconhecendo que é preciso mudar leis penais. Em Direto da Fonte, Sonia Racy destacou Raul Jungmann demitindo Segovia do comando da PF;

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Comentário no Jornal Eldorado: Uma na foice, outra no martelo

Comentário no Jornal Eldorado: Uma na foice, outra no martelo

No primeiro dia no Ministério da Segurança Pública, Raul Jungmann tomou uma atitude correta e falou uma imensa besteira. Seu primeiro ato administrativo foi demitir o desastrado-geral da Polícia Federal, o notório Fernando “Por què no te callas?” Segovia, que já estava proibido de continuar dizendo asneiras pelo relator dos inquéritos em que Temer é acusado, ministro do STF Luis Roberto Barroso, e p.ela responsável pela auditoria da polícia, Raquel Dodge, procuradora-geral da República. Mas no discurso de posse pisou feio na bola detratando a classe média, ao estilo Marilena Chauí, atribuindo-lhe a contradição de pedir segurança de dia e financiar o tráfico de entorpecentes depois que a noite cai.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quarta-feira 28 de fevereiro de 2018, às 7h30m)

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https://soundcloud.com/jose-neumanne-pinto/neumanne-2802-direto-ao-assunto

Para ouvir Buraco de tatu, com Luiz Gonzaga, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=V-czxPsnAdA

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Abaixo, roteiro dos assuntos do comentário:

Eldorado 28 de fevereiro de 2018

1 Haisem Ao assumir Ministério da Segurança Pública, Raul Jungmann demitiu Segovia da direção-geral da Polícia Federal e nomeia Rogério Galloro para o lugar

SONORA_SEGOVIA POSSE

2 – Carolina Logo ao assumir o Ministério da Segurança Pública, Raul Jungmann disse que a classe média pede segurança durante o dia e sustenta o tráfego comprando drogas à noite.

3 – Haisem Interventor há 12 dias da segurança do Rio, general Braga Netto preferiu por ordem na coletiva da imprensa a anunciar medidas práticas para conter a violência.

SONORA_BRAGA NETTO

4 – Carolina Temer nomeia general Joaquim Silva Luna ministro da Defesa no lugar de Luna

Editorial Retrocesso institucional

A história demonstra que o descuido nessas áreas cobra um alto preço. Assim, é mais que oportuno que o governo federal, que já tem diante de si enormes desafios, não invente novos problemas por força de suas próprias decisões. Com a urgência que o tema requer, o presidente Michel Temer deve nomear um civil para o Ministério da Defesa, acabando com a interinidade do general Joaquim Silva e Luna.

  1. Haisem Fernando Henrique diz no Forum A Reconstrução do Brasil do Estadão que governos fracos nomeiam militares

6 – Carolina Nelson Jobim, Eros Grau e Joaquim Falcão dizem que culpa pelas permanentes crises institucionais decorre dos excessos da Constituição.

7 – Haisem Procuradora-geral da República Raquel Dodge pede ao STF que autorize a investigar Temer em suposta propina da Odebrecht a Padilha e Moreira Franco

8 – Carolina Câmara abre processo por quebra de decoro contra Maluf, Lúcio Vieira Lima, Celso Jacob e João Rodrigues

SONORA Buraco de tatu Luiz Gonzaga

https://www.youtube.com/watch?v=V-czxPsnAdA  Começar do começo

Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Cartão vermelho para Jaquinho

Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Cartão vermelho para Jaquinho

Meu Direto ao Assunto abriu o Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – da manhã de terça-feira 27 de junho de 2014 abordando as seguintes notícias: Jaques Wagner é acusado pela PF de ter recebido R$ 82 milhões em propinas pela demolição e reconstrução da Arena Fonte Nova para a Copa; Raquel Dodge proíbe Fernando Segóvia de ir além das funções administrativas e o ameaça de destituição se se meter em inquéritos da PF, mas libera Temer de ter sigilo quebrado no inquérito do Porto de Santos; o presidente cria Ministério da Segurança Pública e nomeia Raul Jungmann seu primeiro ministro; novo ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, já foi processado pelo TCU; OAB quer explicações dos interventores da Segurança no Rio sobre fichamento em comunidades. PGR suspende acordo de delação premiada de Wesley Batista, da JBS; Eduardo Guardia, número 2 da Fazenda, ganha apoio para ser substituto de Meirelles no ministério; e Kassab pode rever apoio a Alckmin, caso Temer venha a ser candidato. Eliane Cantanhêde comentou a posse de Jungmann na Segurança Publica, marcada para 11 horas da terça-feira 27 no Planalto, com o diretor da PF, Fernando Segovia, sob os holofotes (fica ou sai?); a enorme repercussão da Operação Cartão Vermelho sobre Jaques Wagner, que desfalca banco de reservas do PT; Manoela d’Áavila diz que esquerda precisa se unir, mas em torno de quem?; Temer está rindo à toa com a decisão da PGR de cancelar o acordo de delação de Wesley Batista; e, no final, a notícia que é muito boa para o país, para o governo e para Meirelles. Alexandre Garcia abordou o Ministério da Defesa, enfim com alguém do ramo; Jacques Wagner, o naufrágio do plano B do PT; a OAB e a Lei das Contravenções Penais no Rio. E, em Direto da Fonte, Sonia Racy, contou que o Cade decide na quarta 28 se a Ultragaz pode comprar a Liguigás.

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Comentário no Jornal Eldorado: Fonte de furto

Comentário no Jornal Eldorado: Fonte de furto

A PF indiciou o ex-governador petista da Bahia, que foi chefe da Casa Civil de Dilma e é considerado homem de confiança e peça disponível na candidatura do partido à Presidência este ano, Jaques Wagner, acusando-o de ter recebido R$ 82 milhões em propina de duas empreiteiras baianas, a OAS e a Odebrecht, que demoliram e reconstruíram a Nova Arena Fonte Nova, em Salvador, para o Mundial da Fifa de 2014. Tido como favorito na eleição para governador e disponível para substituir Lula, cuja candidatura deverá ser vetada por ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na segunda instância, passou a ter o futuro como incógnita, a depender da velha e venal Justiça baiana.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na terça-feira 27 de fevereiro de 2018, às 7h30m)

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Para ouvir Fé na luta, com Gabriel o Pensador, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=ZO7ltvOwdJE

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Abaixo, os manchetes dos assuntos tratados no comentário:

  1. Haisem Jaques Wagner acusado pela PF de ter recebido 82 milhões em propinas pela demolição e reconstrução da Arena Fonte Nova para a Copa

SONORA_LUCIANA MATUTINO

2 Carolina Raquel Dodge proíbe Fernando Segóvia de ir além das funções administrativas e o ameaça de destituição se se meter em inquéritos da PF

3 Haisem Temer cria ministério da Segurança Pública e nomeia Raul Jungmann seu primeiro ministro

SONORA_PAROLA 2702

4 Carolina Novo ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna já foi processado pelo TCU

5 Haisem OAB quer explicações dos interventores da Segurança no Rio sobre fichamento em favelas

6 Carolina PGR suspende acordo de delação premiada de Wesley Batista, da JBS

7 Haisem Eduardo Guardia, número 2 da Fazenda, ganha apoio para ser substituto de Meirelles

8 Carolina Kassab pode rever apoio a Alckmin caso Temer venha a ser candidato

SONORA Fé na luta Gabriel o pensador

https://www.ouvirmusica.com.br/gabriel-pensador/fe-na-luta/

No Blog de Nêumanne: Esquerda infame

No Blog de Nêumanne: Esquerda infame

Socialismo de araque protagonizou mais episódios de infâmia do que de grandeza, que só existe na propaganda

Dois comunistas de origem me serviram de exemplo no início de meus 51 anos de jornalismo: J B Lemos e Marco Antônio Tavares Coelho. Os dois se conheceram na flor da juventude em Belo Horizonte, onde o segundo era da alta hierarquia do Partido Comunista Brasileiro (PCB), conhecido carinhosamente como “partidão” ou pejorativamente como “pecebão”, e dirigia o jornal comunista. Só viria a conhecer Marco em pleno arbítrio dos militares de direita, quando ele foi preso, torturado e usado como exemplo de como os torturadores do regime “tratavam bem” suas vítimas. Lemos foi meu primeiro chefe e o grande líder e orientador de toda a minha carreira. Convivemos praticamente como pai e filho. Os dois fizeram escolhas diferentes: Marco foi comunista a vida inteira, aceitando como inevitável o Tratado Ribbentrop-Molotov, pelo qual Stalin concedeu o prazo de que Hitler precisava para combater nos dois fronts. Os profetas do passado dirão que foi a estratégia certa para deter o avanço da tirania nazista pelo mundo. Certo é que nem a denúncia dos crimes de Stalin por Kruschev, logo depois da morte do tirano, esmoreceu o ânimo de Marco.

Lemos, ao contrário, abjurou a fé marxista-leninista na maturidade e sua justificativa adorável e autoindulgente era a de que o jovem que não tinha sido esquerdista não tinha coração, mas, se mantivesse a mesma fé na maturidade, seria um rematado idiota. Mas isso não valia para Marco, pois os dois foram amigos até a morte, primeiro do capixaba Lemos e depois do mineiro Marco, já que sempre foram cordatos, tolerantes e inteligentes. Recorro à assertiva de meu ex-chefe de reportagem na Folha e diretor de redação do Jornal do Brasil para tentar nestas linhas tecer considerações sobre como os grupos ditos progressistas, que ocupavam o lado esquerdo da Assembleia Nacional à época da Revolução Francesa, enquanto os conservadores se sentavam à direita do presidente da sessão, participaram, apesar de suas juras eternas à sublime solidariedade, da História Universal da Infâmia, genial clássico literário do portenho Jorge Luís Borges.

Infelizmente, desde o Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels, de 1848, até hoje, a nobre generosidade socialista nunca saiu do discurso e dos sonhos juvenis, passando a ser impossível servir de guia a gente adulta e lúcida. Não faltam exemplos na História e os primeiros esquerdistas são pioneiros nos piores exemplos de infâmia: o Terror de Robespierre, implacável com o espírito libertário de Danton. O exemplo do século 18 chegou intacto ao século 20, quando o socialismo se definiu como científico após o sucesso dos bolcheviques no golpe militar que Lenine, Trotsky e Stalin aplicaram nos social-democratas de Kerensky na Rússia que virou União Soviética. Eram líderes desumanos e implacáveis no combate à liberdade de opinião, tendo merecido por isso reprimendas de aliados notórios, caso da alemã Rosa Luxemburgo. O terceiro do triunvirato superou os outros com seu ímpeto assassino. Robert Conquest escreveu um clássico da historiografia sobre o império soviético e nele relatou o massacre de 6 milhões de camponeses pela fome na coletivização forçada, por ele imposta. Mas o georgiano não se limitava a ímpetos tirânicos: era um assassino frio e refinado. Cuidou pessoalmente da execução transatlântica de seu camarada, que virou desafeto, Trotsky – da preparação do assassino catalão Ramón Mercader ao desenlace, no México.

Não são escassos os exemplos de stalinistas que se tornaram déspotas liberticidas e assassinos seriais de quem discordasse de sua linha política. O chinês Mao Tsé-tung foi o primeiro de uma lista que abrigou seres abjetos como Pol Pot, no Camboja, Enver Hoxha, na Albânia, e os irmãos Fidel e Raúl Castro, em Cuba. Estes últimos, matadores de liberais, companheiros de jornada, homossexuais e eventuais desafetos, tornaram-se uma espécie de ai-jesus de intelectuais de renome internacional, como o colombiano Gabriel García Márquez, Prêmio Nobel de Literatura e vassalo ideológico de grande valia. A infâmia particular a cargo da esquerda latino-americana deve mais a esses tiranetes boçais do que aos senhores de Moscou. Fidel tratou minuciosamente da execução e, depois, da canonização do argentino Ernesto Che Guevara, que virou símbolo mercadológico da bondade humana, mesmo tendo conduzido os fuzilamentos no paredón da fortaleza de La Cabaña; Esse banho de sangue foi inspirado nas leis bíblicas da vingança de talião do “olho por olho, dente por dente”, que cuspiam na Justiça burguesa e na bondade cristã, o que não afasta muitos clérigos católicos e evangélicos adeptos da chamada Teologia da Libertação.

Os frutos podres do castrismo floresceram na América Latina produzindo morte, inanição e atraso. O PT de Lula e Dilma impôs sua gestão corrupta num Estado de Direito que engatinhava no Brasil, admirando à distância a progressiva marcha da democracia para a tirania na Venezuela sob o bolivarianismo de Hugo Chávez. Este conquistou mentes e corações por culpa da democracia de uma elite apodrecida, cujos líderes espirravam sempre que o presidente americano apanhava um resfriado. A caminhada rumo à ditadura brutal e voraz, hoje sob o comando do primário Nicolás Maduro, tem sido acarinhada e louvada pelos petistas e comunistas de partidecos do Brasil e de outros países sul-americanos, a ponto de nenhum dos líderes produzidos por eles, principalmente Lula, Cristina Kirshner, Evo Morales e Rafael Correa, dirigir uma palavra de simpatia e conforto aos refugiados da fome, da miséria e da doença que passam pelas fronteiras dos vizinhos, em particular Brasil e Colômbia, da mesma forma desvalida como o fazem na Europa os expulsos da guerra civil na Síria. Ao contrário, a esquerda caudatária beija os pés do completo idiota Maduro como o fazia com as fímbrias do dólmã de Fidel.

Li sexta-feira 12 de fevereiro no Estado artigo de Fernando Gabeira –  que foi guerrilheiro e exilado na juventude e amadureceu como político e jornalista desde seu livro O que é isso companheiro?, que inspirou filme –  Ao fazê-lo, ocorreu-me refletir sobre o absurdo do abandono desumano a que estão relegados os fugitivos do empobrecido segundo maior produtor de petróleo do mundo. E, ao pensar no tema, vi-me obrigado a refazer a história da solidariedade do tal socialismo, marchando para a evidência límpida de que a esquerda não é infame apenas por volúpia de poder, desprezo à democracia burguesa ou falta de princípios éticos. No Brasil, seus sequazes são fiéis à história e leais a sua tradição de infâmia.

Infelizmente, não me ocorreu um só exemplo histórico de um regime comunista sob cuja égide um país tenha prosperado. Combalida por anos de ditadura bolchevique, a Rússia deixou de ser União Soviética – na qual nunca se realizou o lema “todo poder aos sovietes” – para se tornar valhacouto do crime internacional, cujos chefões são protegidos pelo ex-agente secreto do regime stalinista Vladimir Putin. É um país próspero e seguro e isso dá longa vida ao governante, como explica o poeta paraibano Astier Basílio, que neste momento mora lá. Enquanto isso, a China não deixou de ser comunista para ir avançando e, assim, ameaçar o lugar de líder econômico, militar e político do planeta, os Estados Unidos dos pais fundadores, pelo “igualitarismo socialista”. Mas usa práticas do tempo dos mandarins, como a semiescravidão e o controle policial restritivo dos movimentos migratórios internos, para os quais são exigidos passaportes.

Meu amigo Lobão Woerdenbag Filho avançou no lema de Lemos para contestar Marco quando garantiu que há dois tipos de petistas, definição que serve para esquerdistas brasileiros em geral: cúmplices dos criminosos que saquearam a República e produziram a maior crise econômica da história ou débeis mentais. Já lhe avisei que faltou uma categoria: a dos jumentos. Neste momento em que a UnB se prepara para ministrar curso sobre o “golpe de 2016”, será incompleto omitir a burrice como força política neste país pobre, que empobrece em todos os sentidos, inclusive no intelectual. Afinal, não se pode desdenhar do ínfimo QI de Dilma como uma das principais causas dos 12,2 milhões de desempregados produzidos em seu desgoverno. E ainda há outra categoria que supera as duas definidas por Lobão e a que faltou: a vocação histórica pela infâmia.

  • Jornalista, poeta e escritor

(Publicado no Blog do Nêumanne na segunda-feira 26 de fevereiro de 2018)

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Estadão às 5h: O rei do roubo

Estadão às 5h: O rei do roubo

A Polícia Federal fez busca e apreensão na casa do ex-governador da Bahia Jaques Wagner, candidato a voltar ao cargo que antes já ocupou ou até ser o vice de Lula, que será impossibilitado de disputar a Presidência por ser ficha suja desde que foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na segunda instância. Ele foi acusado de ter recebido R$ 82 milhões de propinas das empreiteiras baianas OAS e Odebrecht na reforma da Arena Fonte Nova, estádio da Copa do Mundo de 2014 em Salvador. É mais do que foi encontrado no apartamento usado pelo clã Vieira Lima, do MDB, R$ 51 milhões, e acaba com o sonho de paz que PT vinha acalentando depois que as apurações da roubalheira passaram a se concentrar mais nos aliados. Este é um dos comentários feitos por mim no programa Estadão às 5, transmitido do estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na segunda-feira 26 de fevereiro de 2018, às 17 horas.

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