Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro não mentiu na ONU

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro não mentiu na ONU

O País e o mundo caem sobre a cabeça de Bolsonaro garantindo que ele foi agressivo no discurso de abertura da 74.ª Assembleia-Geral da ONU. Calma, que o Brasil é nosso, como dizia meu pai. O presidente disse que nossos governos anteriores, ditos socialistas, roubaram bilhões e elogiou o ex-juiz Sergio Moro, que sentenciou o principal responsável pelo saque contra os cofres públicos, Lula, condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro.  Acaso mentiu? Criticou também o ambientalismo radical, adotado como discurso da esquerda depois do fracasso geral da revolução comunista. E não é verdade?
Para ouvir clique no play abaixo:

 

Ou clique aqui e, em seguida, no play.
Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Assuntos para comentário da quarta-feira 25 de setembro de 2019

1 – Haisem – Manchete do Estadão é Bolsonaro vai ao ataque na ONU e rompe tradição do País. Que itens você destacaria no discurso do presidente brasileiro na abertura da assembléia-geral da ONU

SONORA_BOLSO ONU A

2 – Carolina – Que motivos levaram Jair Bolsonaro a citar Cuba e Venezuela no pronunciamento na ONU ontem

SONORA_BOLSO ONU B 2509

3 – Haisem – Em que as prisões de dois hackers de fora de Araraquara nos últimos dias pode estar ajudando a Polícia Federal a desvendar o mistério da invasão dos celulares de mais de 900 agentes da lei e jornalistas e sua conexão com o site Intercept Brasil de Glenn Greenwald

4 – Carolina – A falta da 27.ª assinatura para instalar a CPI do Lava Toga impedirá que o Supremo Tribunal Federal e outras cortes das instâncias superiores sejam investigados, como querem os senadores do Muda, Senado

5 – Haisem – Caem 18 vetos à Lei de Abuso de Autoridade – diz título na primeira página do Estadão de hoje. Que motivos terá tido o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para por em votação os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei contra o abuso de autoridade antes de ele voltar de Nova York

6 – Carolina – Também está na primeira página a notícia: Previdência para no Senado e governo teme prejuízos. Por que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu adiar a votação do relatório do senador Tasso Jereissati para a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Casa para a semana que vem

7 – Haisem – Até que ponto os documentos apreendidos pela Polícia Federal no gabinete do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, poderá influir para pior ou melhor na relação entre Bolsonaro e o Congresso Nacional

8 – Carolina – Câmara dos EUA abre inquérito contra Trump, noticia o Estadão na primeira página. A decisão da presidente da Casa dos Representantes de abrir processo de impeachment contra o presidente dos Estados Unidos foi tomada por birra da oposição ou tem razão jurídica

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro detona na ONU

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro detona na ONU

No discurso de abertura da 74.ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro criticou duramente o socialismo corporativista e de rapina, o indigenismo ultrapassado e o ambientalismo radical, heranças da mauvaise conscience do hipócrita colonialismo falido europeu de Macron, Merkel e companhia bela. Muitos consideraram o pronunciamento impróprio para as Nações Unidas. Mas a instituição que lhe serviu de palco é que é uma excrescência, que não passa mais de um cabide de empregos para esquerdistas destronados e remunerados a peso de ouro por países que nada têm que ver com o desemprego desses almofadinhas. Já passou da hora de acabar com ela, resquício da guerra fria num mundo completamente mudado, que precisa livrar seus membros do altíssimo custo social de suas encenações de diplomacia de plumas e paetês. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

 

Para ver vídeo no YouTube clique no play abaixo:

Para ver  no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Comentário no Jornal Eldorado: Agatha, vítima da incúria geral

Comentário no Jornal Eldorado: Agatha, vítima da incúria geral

Agatha Félix, de 8 anos, é vítima da incúria geral de políticos que usam verbas públicas que deviam ser destinadas à proteção do cidadão pobre para enriquecer ilicitamente e de figurões do Judiciário, como Gilmar Mendes, do STF, que concedem habeas corpus a torto e a direito para privilegiar padrinhos corruptos em nome do garantismo da impunidade. Apontar culpados com dedo em riste para a frente para não disparar no próprio peito em nada resulta de concreto para salvar novos inocentes de balas perdidas ainda não disparadas. Tem muita gente irresponsável tentando lavar as mãos no sangue da inocente do complexo do Alemão.
Para ouvir clique no play abaixo:
Ou clique aqui e, em seguida, no play.
 
Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.
 

Assuntos para comentário da terça-feira 24 de setembro de 2019

1 – Haisem – Dá para falar em exploração demagógica da morte da menina Agatha Félix, de oito anos, que levou um tiro de fuzil nas costas quando estava numa Kombi no complexo do Alemão, no Rio

2 – Carolina – É convincente o pronunciamento que, afinal, foi feito pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, muito tempo depois da morte da menina, até agora não explicada

03_WITZEL_CONFIO TRABALHO POLICIA

3 – Haisem – Que explicação pode ser dada para o fato constatado pelo Estadão de que os casos das cinco crianças mortas em operações policiais e de bala perdida no Rio até agora não terem levado ninguém para a cadeia

4 – Carolina – O que você achou da argumentação usada pelo procurador-geral da República interino, Alcides Martins, para contestar os apelos de inocência dos personagens dos 51 milhões de reais encontrados em notas no apartamento da família Vieira de Lima na Bahia

5 – Haisem – “Toffoli pauta ação que pode anular casos na Lava Jato”, diz chamada de primeira página no Estadão. Por que você acha que o presidente do Supremo Tribunal Federal tem tanta pressa em julgar esse tipo de casos, enquanto deixa outros, como o de suas decisões monocráticas guardados para serem julgados quando der

6 – Carolina – Você acha que a declaração de amizade da autoridade das Nações Unidas dos Direitos Humanos, Michelle Bachelet, basta para justificar os ataques públicos que ela tem feito à Justiça brasileira

7 – Haisem – Que papel relevante a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy tem a cumprir na política brasileira voltando à antiga militância de esquerda e adotando o Lula Livre como lema após ter apoiado impeachment de Dilma Rousseff quando se mudou para o MDB

8 – Carolina – O que os dados de acidentes nas rodovias paulistas acabam de revelar sobre a decisão do presidente Jair Bolsonaro de retirar os radares

Direto ao Assunto no YouTube: A torpe exploração de Agatha

Direto ao Assunto no YouTube: A torpe exploração de Agatha

Agatha, de nove anos, foi baleada pelas costas quando viajava numa kombi no complexo de favelas de Alemão, no Rio. Mais uma vítima de bala perdida na guerra diária entre o crime organizado e o Estado incapaz, com vítimas inocentes no meio do tiroteio. Uma tragédia pessoal, familiar e do País. Aí entram em cena os torpes exploradores das tragédias do Brasil. A Folha abriu sua seção de cartas com um texto furioso de um leitor atribuindo o “assassinato” a Bolsonaro, Moro e Witzel numa tentativa de desgastar a imagem dos governantes. O ministro Gilmar Mendes relaciona o terrível episódio á má política de segurança pública, como se o STF nada tivesse a ver com isso, cabendo culpa apenas ao Poder Executivo. E o faz no Twitter depois de ter dado habeas corpus a empresários que construíram fortunas sob acusação pela polícia e pelo MP de desviarem verbas destinadas a hospitais públicos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

Para ver vídeo no YouTube clique no play abaixo:

Para ver no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Artigo do Blog do Nêumanne: Nova política é a velha disfarçada

Artigo do Blog do Nêumanne: Nova política é a velha disfarçada

Chefe da Casa Civil, líder do governo no Senado e advogado-geral da União, segundo Bolsonaro futuro ministro do STF, são exemplos de práticas antigas disputando fantasia original

O capitão reformado Jair Bolsonaro e o Cabo Daciolo apareceram na disputa presidencial de outubro de 2018 como os únicos candidatos sem capivara pública e notória, entre os suspeitos de terem recebido propinas de empreiteiras em obras públicas no Brasil e no exterior. O bombeiro entrou para o folclore político, como o dr. Enéas e o rinoceronte Cacareco. O oficial, que se havia retirado da tropa de fininho num acordo que incluiu uma votação fajuta no Superior Tribunal Militar (STM) – vide O Cadete e o Capitão, de Luiz Maklouf de Carvalho –, despiu a farda, pôs a gravata de político e se enfronhou no baixo clero para vencer a eleição. Retirado das ruas por uma facada que quase o matou e recorrendo à circunstância para faltar a debates em meios de comunicação, o retirado de 29 anos em práticas parlamentares recebeu votos dos antipetistas e de inimigos da corrupção. Adotou, então, o evangelho da nova política.

Nostálgico da ditadura militar, devoto do coronel Brilhante Ustra, notório torturador da guerra suja, Bolsonaro conquistou um eleitorado fanático pelas redes sociais sob o comando de seu filho Carlos, ocupante licenciado de uma cadeira muito pouco frequentada da Câmara Municipal do Rio. Juntou no mesmo embrulho a economia liberal de Paulo Guedes, a competência demonstrada pelo então juiz Sergio Moro, tornado símbolo nacional da coragem de mandar bandidos de colarinho branco para a cadeia, e o fanatismo ideológico de direita de combatentes na área dos costumes, entre os quais se destacam o chanceler Ernesto Araújo e o ministro da “educassão”, Abraham Weintraub.

Poucos perceberam que, além do próprio chefe do governo, o saco de gatos foi completado com felinos habituados ao aconchego da velha política. Além do Bolsonaro pai, os três filhos na maturidade também são egressos das manhas e manias da Realpolitik tupiniquim. O primogênito Flávio era deputado estadual no Rio, Estado do qual conquistou uma das vagas no Senado. O número 02, Carlos, continua, agora licenciado, fingindo que é vereador na antiga capital federal. E o caçula entre os maduros acaba de completar 35 anos, idade suficiente para almejar o Embaixada do Brasil em Washington. O veterinário gaúcho Onyx Lorenzoni milita no DEM, cujas origens se enraízam na velha Arena, partido fundado para dar “legitimidade” aos governos militares, do qual saíram expoentes “liberais” como José Sarney, Marco Maciel e ACM.

 O presidente do DEM é ACM Neto, prefeito de Salvador, mas, impossibilitado de disputar o governo da Bahia e repetir a saga do avô pelo fato de o esquema que o Malvadeza, que também era Ternura, estar hoje sob controle do petroleiro carioca que ganhou a Bahia, Jaquinho Wagner, e seu manobrado da ocasião, Rui Costa. Ambos ganham quantas eleições disputarem na Boa Terra, onde Neto, que Dilma, com aquela finesse de que só ela seria capaz, apelidou de Tampinha, nem ousa candidatar-se a alçar voos mais altos do posto de que Antônio Carlos Magalhães decolou.

O DEM, como se sabe, é um partido discreto que manda e desmanda na República, com ou sem autorização de Jair Bolsonaro. Seus sobas, em conversas nem sempre reservadas, nem sequer lhe permitem o poder constitucional do veto. Partido insignificante em total de votos na urna, perdendo nesse item para o decadente PT, ocupa os três postos mais importantes da velha República fantasiada de nova. O ponto – aquele funcionário que sopra do poço da orquestra textos para os atores não se esquecerem de dizê-los – dá as ordens do patrão para os subalternos de seu gabinete, vizinho ao do chefe. Dali participou da unção ecumênica de Rodrigo Maia, salvo pelo gongo no fim da fila do voto proporcional para a bancada fluminense na Câmara, com 75 mil votos. Alcunhado de Botafogo, time de sua devoção, ou de Bolinha, por causa das luzidias bochechas que lembram as do personagem da quadrinista americana Marge, Maia atua e fala como se fosse primeiro-ministro de um parlamentarismo inexistente. Escolhido pelo apoio ecumênico de Orlando Silva, do PCdoB, e de bolsonaristas, comandados por Onyx, realiza o sonho de seus ancestrais, do coronelismo patriarcal, sempre aliados do presidente Epitácio Pessoa e homiziados em Catolé do Rocha, de onde mandaram e desmandaram na política provinciana da Paraíba (João Agripino) e do Rio Grande do Norte (Tarcísio, Lavoisier e, por extensão conjugal deste, Vilma). O pai, César Epitácio, foi o mago das finanças do socialista moreno gaúcho Leonel Brizola e desfez a velha aliança de 1930 da chapa Getúlio e João Pessoa para fincar âncora na Guanabara como prefeito do Rio.

Se Onyx foi discreto por interesse na escolha do neto de Felinto Epitácio Maia, despachou a discrição para planejar, patrocinar e realizar a eleição de Davi Samuel Alcolumbre. Como Rodrigo, filiado ao DEM, disputou o lugar que Renan Calheiros tinha amplas condições para vencer. O descendente dos Calheiros, que travaram uma guerra de pistoleiros nos anos 70 do século passado em Murici, no sertão de Alagoas, foi líder de Collor, ministro de Fernando Henrique e Lula e articulador político de Dilma no Congresso, quando o presidiu – currículo que findou sendo fundamental para a derrota na disputa pela presidência do Senado. Perdeu-a para o nada ilustre desconhecido Davi Alcolumbre, que acabava de ser derrotado para governador de seu Estado, o Amapá. Este começara a segunda metade do mandato de senador, conquistado em 2014 com poucas perspectivas de ter qualquer destaque capaz de retirá-lo da sombra.

Escolhido a dedo por Onyx, Batoré (apelido baseado na palavra de origem indígena mba’e, segundo o Houaiss, coisa, e usado para definir pessoa de baixa altura e forte compleição) comandou a eleição fraudulenta (82 votos de 81 senadores) que alijou o alagoano da chefia da Mesa. Mas logo Renan se tornou seu principal espírito-santo, passo que teve num antigo companheiro de MDB do outro, o ex-presidente José Sarney, certamente um competente alcoviteiro. O inimigo sobrevivente do feroz cabo Omena, da PM alagoana, pode ter sido um mestre eficiente ao lhe ensinar como engavetar, em cumplicidade com Roberto Rocha, tucano do Maranhão e relator, a investigação sobre a autoria ignota do voto duplo em processo transmitido ao vivo, em som e imagem, para todo o Brasil.

Atribui-se ao mesmo chefe da Casa Civil a indicação de outro modelo de política antiga a ornar sua sala de troféus no Planalto. O senador Fernando Bezerra Coelho, do MDB, tem também origens oligárquicas, pois descende em linha direta de Duarte Coelho, primeiro capitão-mandatário da capitania hereditária (!) de Pernambuco. É notória sua passagem pelo Ministério da Integração Regional do governo petista de Dilma Rousseff. Sob essa gestão, o Brasil empreendeu a obra mais espúria da História independente. Realizando um sonho alimentado pela emoção do imperador dom Pedro II em visita ao Açude do Cedro, no Ceará, o nordestino Luiz Inácio Lula da Silva empreendeu a transposição do Rio São Francisco para o Semiárido nordestino. Os delatores João Pacífico, da Odebrecht, e Jorge Henrique Marques Valença, da Galvão Engenharia, contaram haver dado propinas de R$ 5,5 milhões ao senador, que fora do grupo de Miguel Arraes, na pessoa do herdeiro socialista do avô, Eduardo Campos, e a seu filho, Fernando Filho. O dinheiro rolou de pai para filho. Mas não a água. A obra, inaugurada por Temer e depois festejada por Dilma e pela turma do “Lula livre”, parou no meio do trajeto, em Sertânia (PE), 202 quilômetros ao sul de Boqueirão, açude que abastece 62 municípios paraibanos, entre os quais o segundo mais populoso do Estado, Campina Grande.

A transposição do Velho Chico é o logro dos logros, festejado pelos sertanejos sedentos. A imagem perfeita para um de seus maiores beneficiários, o senador que ocupa um gabinete pretensamente de líder do governo antipetista e contra a corrupção de Jair Bolsonaro. Mas na prática, por sua atuação, é líder do Senado no governo. Um de seus mais notórios feitos foi uma emenda derrotada na votação da medida provisória da dita reforma administrativa da atual gestão. De sua autoria, o texto tentava impor mordaça a auditores fiscais, mas, mesmo sendo muito popular entre parlamentares temerosos, suspeitos, acusados e condenados do combate à corrupção na Câmara Alta, ela era tão vergonhosa que não passou.

A Realpolitik, dita velha política, continua mandando no Planalto.

  • Jornalista, poeta e escritor

(Publicada no Blog do Nêumanne na segunda-feira 23 de setembro de 2019)

Para ler no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Comentário no Jornal Eldorado: Paulinho conspira contra Moro

Comentário no Jornal Eldorado: Paulinho conspira contra Moro

Depois de inventar uma CPI para investigar uma operação legal feita por agentes do Estado para coibir a corrupção na política e inventar uma lei dita contra o abuso de autoridade para tranquilizar seus suspeitos, acusados e condenados,  o centrão que manda na Câmara e no Senado tem novidade mais funesta. Seu líder mais loquaz, Paulo Pereira da Silva, vulgo Paulinho da Força, anuncia que está sendo preparada uma lei para aumentar de seis meses, atualmente exigidos de quarentena para juízes e promotores, para cinco anos, com objetivo confesso de tirar do ministro da Justiça, Sergio Moro, elegibilidade em 2022.

 

Para ouvir clique no play abaixo:

 

Ou clique aqui e, em seguida, no play.

 

 
Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Assuntos para comentário da segunda-feira 23 de setembro de 2019

1 – Haisem – Por que o líder mais boquirroto do Centrão, Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, do próprio partido Solidariedade, anunciou que o grupo vai propor aumentar a quarentena de juízes e promotores, hoje de seis meses, para, no mínimo, cinco anos

2 – Carolina – O que acontece de importante hoje em relação ao cumprimento de pena de Lula na sala de estado maior da Polícia Federal em Curitiba

3 – Haisem – Qual foi o despacho do procurador-geral da República interino, Alcides Martins, sobre o eventual uso de supostas mensagens divulgadas pelo Intercept Brasil no julgamento da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal sobre condenação de Lula por Sérgio Moro

4 – Carolina – Quais são as novidades reveladas este fim de semana no processo dos hackers de Araraquara que violaram o sigilo telefônico de mais de mil autoridades pela Polícia Federal de Brasília

5 – Haisem – Qual o novo recurso da defesa do senador Flávio Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal para interromper o inquérito a que ele responde no Ministério Público do Rio de Janeiro

6 – Carolina – O que você acha de a alta comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos, a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, declarar que sente pena do Brasil

7 – Haisem – Há alguma razão para juízes ganharem acima do teto de outros funcionários por causa dos inúmeros “penduricalhos”, que os favorecem

8 – Carolina – Por que a morte da pequena Agatha, de 8 anos, por um tiro disparado pela Polícia Militar, segundo a família dela, o que é negado pela PM, prejudica a tramitação do pacote anticrime do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro

SONORA_AVO 2309

Página 20 de 696«...51015...1819202122...2530354045...»
Criação de sites em recife Q.I Genial