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Direto ao Assunto

Comentário no Jornal Eldorado: Mais uma patifaria do TCU

Comentário no Jornal Eldorado:  Mais uma patifaria do TCU

Uma semana antes de entregar a presidência do TCU, Raimundo Carreiro protagonizou a enésima patifaria da grei ao inaugurar a figura esdrúxula do “desimpedimento”, no que foi seguido por Aroldo Cedraz, freguês frequente das delações premiadas de propinas de empreiteiras. Há cinco anos os dois se disseram impedidos para julgar Agaciel Maia e Efraim Morais no processo do escândalo da cibernética no Senado e, na semana anterior à mudança da mesa, a dupla absolveu ex-colegas e ex-chefes adotando essa figura desconhecida no Direito mundial, ao retirar o impedimento. A procuradora do TCU, Cristina Machado, recorreu. Terá êxito?

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Assuntos para o comentário da terça-feira 18 de dezembro de 2018

1 – Haisem – Procuradora do PGR no TCU, Cristina Machado, vai recorrer contra absolvição de Agaciel Maia e Efraim Moraes por causa do desimpedimento de Raimundo Carreiro, então presidente, e Aroldo Ordaz no julgamento na semana passada

2 – Carolina – Decisão do CNJ recriando auxílio-moradia desmoralizará de vez o STF

3 – Haisem – Toffoli marca para abril de 2019 julgamento no STF de autorização para prisão após condenação em segunda instância

4 – Carolina – Ministério Público do Rio de Janeiro investiga Fabrício Queiroz, que vai depor quarta-feira ao MP, entre outros assessores e ex da Alerj , tema de meu artigo no blog A PM do Rio e a família Bolsonaro

5 – Haisem – João de Deus é acusado em mais de 500 ações no Brasil e em mais seis países, mas muitas delas não têm mais como ser investigadas por ter estourado o prazo. Ele se diz ameaçado.

6 – Carolina – Moro diz que decisão autorizando permanência de Cesare Battisti no Brasil no último dia de Lula teve motivos político-partidários.

7 – Haisem – Bolsonaro quer rever a reserva de Raposa Serra do Sol em Roraima

8 – Carolina – Paulo Guedes promete “meter a faca” no sistema S

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Comentário no Youtube: E se pode chamar isso de Justiça?

Comentário no Youtube: E se pode chamar isso de Justiça?

Enquanto anda pelo Brasil pregando a transferência da supremacia do Judiciário para a política, o presidente do STF, Dias Toffoli, pratica mais uma ignomínia ao anunciar para abril de 2019 nova votação plenária para tentar soltar Lula e outros clientes de advogados grã-finos com a exigência de “trânsito em julgado”, ou seja, recursos infinitos, mudando a jurisprudência que permite a tribunais de segunda instância ordenarem o início de cumprimento de penas a condenados em colegiado. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho para ser avisado quando publicar os próximos; e me acompanhe diariamente no Blog do Nêumanne, Política, Estadão (https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/) e no meu site Estação Nêumanne (www.estadao.com); de segunda a sexta feiras, às 6 horas, no Estadão Notícias no Portal do Estadão e, às 7h30m, no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 (eldorado@estadao.com.net); e esporadicamente no Estadão às 5 aqui mesmo no Youtube. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais!

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Comentário no Estadão Notícias: O crime de João sem Deus

Comentário no Estadão Notícias: O crime de João sem Deus

À minha mãe devo a vida e ensinamentos básicos, tais como respeitar a mulher como objeto de amor e fonte de vida. Por isso, considero qualquer violência contra a mulher um crime covarde, abjeto e hediondo. Principalmente quando cometido por homens que já têm mais força física e também exercem poder de qualquer tipo: econômico, político, intelectual ou espiritual. O ex-garimpeiro João Teixeira de Faria, procurado para curar, em nome de Deus, doentes terminais, que não têm mais a que apelar, é acusado de ter abusado de todas essas agravantes ao longo do tempo, tendo sido protegido pela fortuna e pelo prestígio que acumulou em sua atividade, e responderá ao Estado por isso. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da terça-feira 18 de dezembro de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: O poder diabólico de João de Deus

Comentário no Jornal Eldorado: O poder diabólico de João de Deus

A surpresa pela descoberta de que um curandeiro famoso e milionário passou a ser, de repente, acusado de ter abusado de 330 mulheres, entre as quais uma filha, quando ainda criança, não se explica apenas pela credulidade de pacientes, que se submetem por desespero a cirurgias espirituais e outras intervenções, mas também pela impunidade gozada pelos abonados no Brasil. Ainda quando estava foragido das autoridades da polícia e da Justiça, o ex-garimpeiro João Teixeira de Faria movimentou R$ 35 milhões nos bancos, numa amostra do dinheiro e do prestígio com personalidades importantes da cena nacional, que o protegeram de eventuais acusações de vítimas de vários estados e até no exterior.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – segunda-feira 17 de dezembro de 2018, às 7h30m)

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Assuntos para comentário da segunda-feira 17 de dezembro de 2018

1 – Haisem – Quem poderia adivinhar que um curandeiro venerado como João de Deus seria acusado de ataque sexual por mais de 300 mulheres

2 – Carolina – 35 milhões de reais movimentados por João de Deus e Torón tenta minimizar dizendo que só baixou algumas aplicações.

3 – Haisem – PF divulga fotos de 20 eventuais disfarces de Cesare Battisti na investigação para capturá-lo e extraditá-lo para a Itália

4 – Carolina – Fachin disse em entrevista ao Estadão de ontem que STF é muito maior do que o STF. Será?

5 – Haisem – Conforme Estadão, Congresso usa Coaf para coagir Bolsonaro. O caso dá realmente essa oportunidade?

6 – Carolina – Que lições podem ser aprendidas da discordância de Bolsonaro da ideia do filho Eduardo de debater pena de morte

7 – Haisem – Bolsonaro faz bem ou mal em “desconvidar” presidentes de Cuba e Venezuela para sua posse?

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8 – Carolina – Confusão generalizada em Cumbica no fim de semana pode ser prenuncio da volta do Caos Aéreo Nacional, cujo slogan foi o tristemente célebre relaxe e goze de Marta Suplicy?

Comentário no Blog: A PM do Rio e a família Bolsonaro

Comentário no Blog: A PM do Rio e a família Bolsonaro

Na democracia não há cidadão acima da lei ou a salvo de suspeita só por ter chegado à Presidência pelo voto nem ministro da Justiça poupado por ter sido herói popular

A família Bolsonaro constitui um respeitável lar cristão, em que seus membros se amam e se protegem, dando um bom exemplo, que ajudou a eleger o chefe para a Presidência com mais de 57 milhões de votos, em outubro. Nas monarquias isso ajuda a consolidar o prestígio do monarca, dos herdeiros e do próprio regime. Num Estado de Direito republicano, uma família de almanaque dá um charme especial ao chefe do Executivo e isso o ajuda a superar dissabores próprios do poder compartilhado. Foi o caso dos Kennedys de Massachusetts na Casa Branca. Jacqueline Bouvier e seus filhos, parecidos com modelos de propaganda de comida de bebê, compuseram com John Kennedy, senador milionário e católico, uma cena de conto de fadas. Daí a comparação com Camelot,cidade e castelo lendários, sede da corte do rei Artur. Mas os filhos de Jack e Jacquie não eram adultos para interferir em graves decisões públicas a serem tomadas pelo pai, que pôde usufruir a companhia de fofos e inocentes infantes.

Esse não é o caso de Jair Bolsonaro, cercado por um núcleo familiar próximo inédito na História. A influência de Nair de Teffé, primeira-dama do marechal Hermes da Fonseca, sobrinho do marechal Deodoro, que proclamou a República, limitava-se aos salões do Catete. Alzira Vargas, casada com o almirante Amaral Peixoto, apelidado pelo povo de Alzirão, exercia discretíssima influência junto ao pai. Dona Santinha, mulher do marechal Eurico Dutra, nunca foi citada como obstáculo à obsessão que o marido tinha pelo “livrinho”, a mais que liberal Constituição de 1946.

O capitão venceu o pleito presidencial contando com os filhos Eduardo, reeleito deputado federal em São Paulo com recorde de votos; Flávio, deputado estadual no Rio, guindado ao Senado; e Carlos, vereador, que assessorou o pai no comando da comunicação pelas redes sociais.

Eduardo exibiu um boné de campanha de Trump em visita aos Estados Unidos e pôs o pai em saia-justa ao defender a pena de morte, negada em cláusula pétrea na Constituição, como lembrou o presidente eleito. E Flávio entrou no noticiário na contramão, quando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), assessorando a Operação Furna da Onça, que investiga ilícitos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), detectou movimentação financeira atípica de um ex-assessor dele de R$ 1,2 milhão, como informou este jornal. Ou seja, R$ 600 mil entrando e R$ 600 mil saindo. Nada comparável aos R$ 49 milhões constatados no gabinete do presidente, André Ceciliano, do PT, R$ 20 milhões dos quais em nome da secretária. Não se constatou crime. Ainda assim, o Centrão usa o caso para chantagear o pai do ex-patrão do servidor, tentando tornar mais flexível o compromisso deste com os eleitores de não aceitar indicações políticas de partidos, viciados na barganha suja de cargos por apoio.

Há nesse angu um caroço envenenado e descomunal. Fala-se no nepotismo evidente e absurdo que se constata na nomeação de mulher, duas filhas e outros aparentados do tal PM em cargos de confiança e depósitos de até 99% dos vencimentos de alguns assessores, flagrados pelo Coaf nessa movimentação dita atípica. Isso leva a algo mais grave: a prática criminosa de parlamentares da dita “velha política” que engordam a própria renda usando assessores humildes que ganham bem como laranjas.

A deputada estadual paulista Janaína Paschoal, a parlamentar mais votada da História e autora do documento que abriu o impeachment de Dilma Rousseff, afirmou no Twitter que um funcionário da corregedoria da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) contou que servidores que se disponham a denunciar esse esquema são sumariamente demitidos e forçados a devolver aos cofres públicos o que receberam. O maisasqueroso e absurdo nesse esquema é o fato de que cada membro da pouco operosa, mas muito onerosa, casa de leis paulista dispõe de uma equipe de assessoria de 32 funcionários cada. A justificativa, nada justa, de que os legisladores paulista precisam de assessoria técnica para cumprir seu dever se torna um escárnio diante do escabroso achaque a falsos barnabés.

Que tenha sido isso o que aconteceu no gabinete de Flávio Bolsonaro ninguém é capaz de acusar. Mas não há justificativa alguma para o fato de o sargento PM não ter ainda contado quais as razões daquela movimentação toda, que o Coaf estranhou, mesmo sendo ela “plausível”, como disse o ex-patrão. Enquanto isso não for feito, Bolsonaro ficará devendo uma explicação aos milhões de cidadãos que o sufragaram confiando na sua lisura. Sabe-se que, de fato, o presidente eleito decidiu não fazer parte do esquema criminoso que governou o País nas últimas décadas. E ganhou a eleição porque era o único candidato viável ausente das delações premiadas da corrupção generalizada. Mas enquanto Fabrício Queiroz não contar uma história realmente “plausível”, paira no ar a estranha sensação de que não se pode dizer o mesmo quanto ao antigo recurso ao contracheque de assessores (ou ex) ausentes de seu filho Flávio.

Se essa dúvida se comprovar, o máximo que se pode dizer de diferente do esquema do PT, que o capitão humilhou nas urnas, é que esse desviava milhões, enquanto as quantias movimentadas pelo ex-assessor nem chegam perto. Só que, além de nojenta, a “apropriação”, constatada por Janaína em São Paulo e investigada pelos procuradores estaduais do Rio na Alerj, não fica de fora do Código Penal: ao contrário, implica prática de peculato, lavagem de dinheiro e, sim ­- por que não? – corrupção. Mesmo que isso seja revelado no caso da Alerj, o pai de família terá imunidade na Presidência até o fim do mandado. A primeira-dama e os filhos, não.

Vale ainda lembrar que a constatação põe em xeque a imagem de Sergio Moro, que assumirá na próxima quinzena o Ministério da Justiça. Como agirá Moro com a primeira-dama, Michelle, cuja conta pessoal acolheu um cheque de R$ 24 mil? Que atitude terá o juiz que julgou Lula ao lidar com a mulher e os filhos do presidente que o nomeará?

Até agora, o juiz da Lava Jato aposentado não falou a respeito desse assunto e pode dizer que isso não é de sua alçada. Mas o que fará se a história de Fabrício não for tão “plausível” assim e levar o futuro governo a fazer o que Lula recomendou ao Tribunal de Contas da União nas obras da Copa: vista grossa? Será possível apostar no oblívio ao longo dos quatro anos do foro privilegiado do chefe do governo? A aposta nessa saída não dá garantia de sossego, pois nem o PT nem a imprensa o esquecerão. A vista grossa não socorrerá o presidente nem salvará do opróbrio o herói nacional honesto, justo e corajoso que desafiou potentados, cumprindo o dever de impor a lei, de cujo império não escapam milionários de fato nem de votos.

A esta altura, é improvável que o juiz implacável tenha pensado em pegar o chapéu. Mas se extrair um abcesso num dente dói, dói mais não removê-lo. Moro tomou a decisão definitiva ao se aposentar. Se tiver de sair, não será mais juiz. E, assim se tornará o mais óbvio alvo do PT, doido para desmoralizá-lo para, enfim, soltar Lula. O partido não está mais no governo, mas dispõe de muitas flechas de bambu envenenadas para atingir o ex-juiz. Os petistas não estão nem aí para o que é justo ou não. Na falta de um crime, poderão inventá-lo. Nunca lhes faltaram imaginação nem desfaçatez para assim agirem. Poderá restar a Moro deixar o País a pretexto de cursar universidade estrangeira ou fazer novo concurso para voltar à magistratura. Em entrevista a Datena, ele explicou que aceitou o ministério porque “o governo precisa dar o exemplo, não transigir com a corrupção” E, ainda, que sempre temeu que “chegaria um momento e viria uma lei maluca prejudicando todo o trabalho da Lava Jato”. Agora vai ter de descer do salto alto e entender que a responsabilidade do juiz é aplicar a lei, e não influir nas leis. Como cidadão, o esforço que ele tem feito é louvável e, por isso, já entrou para a História do País.

Agora, diante dessa “escolha de Sofia”, resta-lhe decidir o que fará. Se já chegou ao ministério meio torto, ficando se arriscará a deixar de ser herói nacional, que o Brasil tem muito poucos, para ser apenas ministro, que o Brasil já os tem em demasia. Vai depender do sargento da PM do Rio, instituição cuja fama conhece bem. E também sabe melhor ainda que motoristas e personal trainers falam. Se forem presos, dificilmente se calarão. No Brasil a ingratidão é quase tão mal vista quanto o crime. Mas não fazer o que tem de ser feito seria usar paus diferentes para Chicos e Franciscos, um risco mal calculado. Pois já conhece provas de sobra de que os derrotados na eleição terão com ele condescendência zero.

*Jornalista, poeta e escritor

(Publicado no Blog do Nêumanne segunda-feira 17 de dezembro de 2018)

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Comentário no Youtube: STF: chantagem sem contrapartida

Comentário no Youtube: STF: chantagem sem contrapartida

Notícia de que CNJ ainda está para resolver em reunião na terça 18 como fica questão do auxílio-moradia de juízes e promotores esclarece que STF não cumprirá sua parte na chantagem a que submeteu Temer, Câmara e Senado para autorizarem reajuste de vencimentos de seus membros, que produzirá R$ 7 bilhões em nossos bolsos. Que safadeza, hein?! Se gostou deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal e clique no sininho para ser avisado dos próximos a serem publicados; e me encontre diariamente no Blog do Nêumanne, Política, Estadão (https://politica.estadao.com.br/blogs…) e no meu site Estação Nêumanne (www.neumanne.com); de segunda a sexta-feiras, às 6 horas, no Estadão Notícias do Portal do Estadão e, às 7h30m, no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado FM 107.3 (eldorado@estadao.com.net); e esporadicamente no Estadão às 5. Direto ao assunto, inté e Deus é mais!

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