Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro desesperado

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro desesperado

Completamente descontrolado pelo desespero, o presidente Jair Bolsonaro fez um longo, desconexo e surreal discurso à frente do Palácio da Alvorada, que ele apelidou de entrevista, a primeira da história da imprensa que não continha perguntas, mas apenas sua arenga. Depois da comemoração em palácio da Operação Placebo, ele ameaçou os outros poderesw com uma paródia pornográfica do “fico” do príncipe dom Pedro quando as cortes lisboetas tentaram mandá-lo de volta para Portugal. “Acabou, porra”, esbravejou, apoiando seu delírio de onipotência na afirmação de que teria “as armas da democracia”, uma bravata insinuando que teria apoio militar para impedir que o STF investigue o financiamento de suas hostes por empresários para os quais pratica advocacia administrativa no exercício do mais alto cargo da República. Os presidentes do Congresso, Alcolumbre, e da Câmara, Maia, declararam-se vacinados contra esse tipo de golpe de gogó. E a cúpula do Judiciário não parece disposta a se amedrontar com seus grunhidos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal da Gazeta: Planalto festeja devassa de inimigo

Comentário no Jornal da Gazeta: Planalto festeja devassa de inimigo

Palácio do Planalto festejou com estardalhaço busca e apreensão da Operação Placebo nos gabinetes de Witzel, governador do Rio e inimigo de Bolsonaro. Não foi muito esperto. Mas nem isso justifica o fato de o alvo de um inquérito policial sobre roubo em gastos para combater a pandemia não ter nenhuma explicação a dar sobre seu envolvimento em mais um caso de corrupção no Estado.

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Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro festeja Witzel investigado

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro festeja Witzel investigado

Durante investigações de suposta interferência na Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e aliados politizaram Operação Placebo na terça-feira, 26, tendo como alvo o governador do Rio, Wilson Witzel. Autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça, a devassa tem origem em investigação que apura desvios de recursos para atender emergência da covid-19 no Estado e foi interpretada no Planalto como um “troco” ao adversário político. Eufórico, o presidente deu “parabéns” à PF nas redes sociais. A declaração da deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que antecipou operações contra governadores, e publicações nas redes sociais dos filhos de Bolsonaro serviram de pretexto ao governador que se diz alvo de perseguição política. Isso, contudo, não basta para inocentá-lo. Ele tem de, no mínimo, dar explicações. E não deu.

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Assuntos para comentário na quarta-feira 27 de maio de 2020:

1 – Haisem – Governador do Rio é alvo de operação da PF sobre desvios – Esta é a manchete de primeira página da edição do Estadão de hoje – Por que, na sua opinião, as pragas das palavras corrupção e Rio de Janeiro voltam a se encontrar em pleno pico da covid-19 na cidade e no Brasil

2 – Carolina – Aliados de Bolsonaro tratam operação da PF como troco a Witzel em duas batalhas – diz título da capa do Portal do Estadão agora cedo. Você acha que a operação Placebo poderá ser mais uma evidência da interferência política do presidente da República na polícia judiciária

3 – Haisem – Ministro do STF manda Weintraub se explicar à Polícia – diz chamada de primeira página do Estadão de hoje. Afinal,de quantos crimes é acusado o ministro da Educação pelo relator do inquérito das fakenews no Supremo Tribunal Federal, ministro Alexandre de Moraes

4 – Carolina – PGR vai avaliar pedido para investigar portaria das munições – diz título da principal página da Editoria de Política no Portal do Estadão hoje – Você acha que o assunto merece mesmo esse destaque

5 – Haisem – A milícia anunciada por um governo com gângsteres – é o título de seu artigo na Página de Opinião do Estadão hoje. Que aspectos você aborda para fazer essas duas afirmações tão duras

6 – Carolina – Brasil tem mais mortes de covid-19 por dia no mundo – este é o título de chamada de primeira página na edição de hoje do Estadão – Por que você acha que chegamos a esse ponto mesmo tendo todas as vantagens proporcionadas pela posição no planisfério

Direto ao Assunto no YouTube: Robôs de Bolsonaro em risco de extinção

Direto ao Assunto no YouTube: Robôs de Bolsonaro em risco de extinção

Um dia depois de ter comemorado Operação Placebo do MPF e da PF com autorização do STJ, Bolsonaro teve de mover seu mais recente advogadinho particular, o puxa-saco presidencial da república bananeira do Vale do Ribeira, onde ele foi criado, o petista baiano Augusto Aras, para tentar desativar a devassa nos pelotões virtuais (e criminosos) de fuzilamento de reputações de inimigos, decretada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes com quebra de sigilo bancário e fiscal dos financiadores Luciano Hang, Edgar Corona, Rey Bianchi e Winston Lima, aos quais serve como despachante-mor da república do compadrio e apoiadores como Carla Zambelli, Bia Kicis, Sara Winter, Allan dos Santos, Douglas Garcia, do bloco carnavalesco Porão do Dops, Carteiro Reaça e Roberto Jefferson, corrupto e alcaguete do Mensalão do PT e dono do PTB do Centrão, que ele está comprando com cargos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Artigo na página Opinião do Estadão: A milícia anunciada por um governo com gângsteres

Artigo na página Opinião do Estadão: A milícia anunciada por  um governo com gângsteres

Em reunião mafiosa, Bolsonaro avisa

que armará bandos contra seus ‘inimigos’ eleitos

Quando o vídeo da reunião do Conselho de Governo de 22 de abril teve o sigilo levantado, inocentes inúteis adotaram a definição do gabinete do ódio bolsonarista de que a bala de prata teria virado traque junino: “Ufa, a prova material da interferência política de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, denunciada por Sergio Moro, não foi exibida!”.

Nenhum figurão da República deu importância a uma personagem relevante do inquérito, a deputada Carla Zambelli, que havia oferecido uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) ao então ministro da Justiça. Antes de ser divulgado o vídeo, ela definiu: “Moro caiu porque é desarmamentista”. Nem sequer lhe foi dedicado um muxoxo de “tolinha”. Pois não é que a atual pomba-correio do presidente da República na Câmara dos Deputados e na Secretaria Especial de Cultura tinha razão? Meninos, eu vi. Basta ver e ouvir o que seu “mito” que mente disse.

Segue transcrição oficial: “Como é fácil impor uma ditadura no Brasil. Como é fácil. O povo tá dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura”, esbravejou o chefão. E frisou: “Eu peço ao Fernando (Azevedo e Silva, ministro da Defesa) e ao Moro que, por favor, assinem essa portaria hoje”, disse o “senhor Constituição” na reunião em que, ao contrário do agendado, não se discutiu a reconstrução da economia pós-pandemia. A não ser por discursos “kaftianos” (apud Weintraub) do “posto Ipiranga” da economia. Tudo numa linguagem que não foi de prostíbulo de porto nem de botequim pé-sujo, mais respeitáveis, mas das reuniões da Máfia de Chicago, sob o taco de beisebol de Al Capone, durante a Lei Seca nos Estados Unidos.

O “capitão cloroquina” fez aí referências explícitas a dois ministros e sobre elas o advogado-geral da União, José Levi do Amaral Júnior, nem se importou em inventar a mentira deslavada do pito na segurança pessoal, assumida pelos generais palacianos, de que tratava, em linguagem de chulé, de crimes que o procurador-geral da República, Augusto Aras, nem sequer se quis dar ao luxo de ver e ouvir na sessão prévia para as partes. No dicionário limitado de um, União, que inclui o Legislativo e o Judiciário federais, é sinônimo exclusivo de “meu chefe” (que o chama de “meu advogado”). O que é algo de pouca relevância, de vez que este se diz dono da voz do povo. E o outro, ao que parece, não se esforça para investigar algum eventual crime do usuário da caneta BIC capaz de alçá-lo ao “pretório excelso”.

Em 23 de abril, um dia depois, a portaria que Bolsonaro cobrou, e para a qual Zambelli chamou a atenção, foi publicada. O volume autorizado, que era de 200 cartuchos por ano, passou a ser de até 300 unidades por mês, a depender do calibre do armamento. A nobre parlamentar deve estar bem informada sobre o assunto, pois é casada com o coronel da PM cearense Aginaldo de Oliveira, egresso da corporação que pode ter lembrado ao capitão de milícias seus tempos de terrorista condenado e depois absolvido pela Justiça Militar. Então, foi-lhe permitido pelo Exército alterar provas do atentado a bomba que preparava contra quartéis e a adutora do Rio Guandu em sua luta obsessiva para melhorar o próprio soldo. Isso levou o ex-presidente Ernesto Geisel a chamá-lo de “mau militar”. Por sinal, a simpatia do chefe da famiglia Bolsonaro pelo motim recente da corporação do marido da devota fã ficou patente.

É claro que também confessou crime de interferência política, que levou os generais palacianos e o advogado-geral da União a agirem de má-fé, os três primeiros em depoimento no inquérito aberto pelo procurador-geral da República com autorização do STF e o último na defesa oficial do chefe do Executivo nessa mesma investigação.

A confissão de querer armar bandos contra o Estado de Direito foi adicionada à de interferir na polícia judiciária para ajudar o filho 01 e um amigo (Fabrício Queiroz) e à da existência de um serviço clandestino de informação pessoal. Os atos lembram os fasci di combattimento (grupos de combate) do fascismo do italiano Benito Mussolini. Mas pela linguagem usada e pelo passado de quem os comete têm mais que ver com as milícias da periferia do Rio, com as quais o idealizador do armamentismo cobrado de Moro se identifica. Ele saudou o tenente Adriano da Nóbrega, do Escritório do Crime, como herói do Bope, quando este já tinha sido condenado por homicídio. E mandou o filho 01 condecorá-lo com a medalha mais importante do Legislativo fluminense. A esse respeito comentou o citado ministro da Defesa, em abril de 2019: “A milícia começou numa intenção de proteger as comunidades. Na boa intenção. Começou com uma intenção de ajudar, mas desvirtuou. Desvirtuou e são bandos armados”. Que flor de ingenuidade!

Mas mais grave do que isso é que nossos falsos pais da Pátria passam ao largo de óbvias ameaças ao Estado de Direito. Incluindo-se aí as vítimas da milícia chavista de direita: João Doria, Wilson Witzel e Bruno Covas, ungidos da mesma consagração pelo voto popular em que se justifica o capo di tutti capi.

  • Jornalista, poeta e escritor

(Publicado na Página A2 do Estado de S. Paulo da quarta-feira 27 de maio de 2020)

Para ler no Portal do Estadão clique aqui. 

 

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro prega guerra civil

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro prega guerra civil

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro disse que sofreu pressão do presidente Jair Bolsonaro para aprovar a portaria que aumentou em 33 vezes o acesso a munições no País. Ao Estadão, Moro revelou que não se opôs ao presidente para não abrir um novo ‘flanco’ de conflito no momento em que tentava evitar a troca no comando da Polícia Federal, o que ele considera que daria margem para uma interferência indevida no órgão. A pressão de Bolsonaro para armar a população e aprovar a portaria ficou evidente com a divulgação da reunião ministerial de 22 de abril. Com sigilo levantado pelo decano do STF, Celso de Mello, o vídeo mostra Jair Bolsonaro determinando que os ministros Sérgio Moro e Fernando Azevedo (da Defesa) providenciem a portaria que ampliava o acesso a munições. Uma clara conclamação à guerra civil.

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Assuntos do comentário de terça-feira 26 de maio de 2020:

1 – Haisem – Moro diz que assinou portaria que triplicou o acesso a munição por pressão de Bolsonaro – é a manchete do noticiário da Editoria Política no Portal do Estadão hoje – Qual a importância na vida real que você enxerga nesta medida de aparência meramente burocrática

2 – Carolina – Ministros militares agora negociam com o Centrão – Esta é a manchete de primeira página na edição de hoje do Estadão. Que conseqüências para a imagem das Forças Armadas perante a população poderá ter, na sua opinião, uma notícia destas

3 – Haisem –O que você aborda no artigo desta semana no Blog do Nêumanne, sob o título Nada de ideologia, é delinqüência

4 – Carolina – Fora da agenda, Bolsonaro se convida para encontrar Aras – é o título de uma chamada de capa no Portal do Estadão hoje cedo. O que levou Bolsonaro a ser tão gentil e tão intruso nesta visita, hein, Nêumanne

5 – Haisem – Em inquérito sigiloso a Polícia Federal chegou ao vereador Carlos Bolsonaro, o filho dito 02 do presidente, como chefe do esquema criminoso de fakenews investigado por determinação do Supremo Tribunal Federal. Você acha que este inquérito terá condições de avançar nesta pista

6 – Carolina – Militares bolsonaristas espalham ameaças ao Supremo nas redes – noticia o Portal do Estadão na Editoria Política. A seu ver, estas ameaças podem se concretizar em que tipo de conseqüência contra nosso Estado de Direito

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