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Direto ao Assunto

Estadão às 5: Lula vai ter que esperar

Estadão às 5: Lula vai ter que esperar

Dez entre dez juristas insuspeitos garantem que o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, mandou o recurso contra decisão do STF de manter Lula preso para o pleno pelo processo virtual porque sabe que não há possibilidade de mudança na decisão tomada anteriormente pelos mesmos 11 ministros. A defesa de Lula conta com aquela famosa personagem de Nelson Rodrigues, Sobrenatural de Almeida, ou com alguma ausência de ministro que tenha votado com a maioria. Isso coincide com declaração da presidente do colegiado, Cármen Lúcia, de que até deixar a cadeira para Dias Toffoli, que vota pela libertação do petista, não porá na pauta prisão pós segunda instância. Este é um de meus comentários no Estadão às 5, transmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook na terça-feira 28 de agosto de 2018, às 17 horas.

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Comentário no Jornal Eldorado: Ói Lula aí trá vêis

Comentário no Jornal Eldorado: Ói Lula aí trá vêis

O julgamento virtual pelo plenário do Supremo Tribunal Federal de mais um recurso da defesa de Lula contra decisão anterior da mesma Corte sobre idêntico tema pode passar para a História apenas como a última decisão importante na última instância durante a gestão de Cármen Lúcia, que passa no dia 13 de setembro o bastão para o colega Dias Toffoli. É difícil, mas não impossível, que a maioria dos 11 ministros mude radical e subitamente sua decisão de reafirmar a jurisprudência de que condenados em segunda instância – caso do ex, apenado em 12 anos e 1 mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, crimes comuns, em duas instâncias da Justiça – podem continuar presos.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na terça-feira 28 de agosto de 2018, às 7h30m)

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Abaixo, os assuntos do comentário de terça-feira 28 de agosto de 2018

 

1 – Haisem – Decisão do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, de mandar para plenário virtual da Corte mais um pedido de liberdade da defesa para Lula pode mudar o status de cidadania do ex-presidente e alterar as perspectivas da disputa eleitoral?

 

2 – Carolina – Que modificações na prática na eleição presidencial de outubro podem trazer a notícia dada em manchete pelo Estado de S. Paulo segundo a qual “Ministério Púlico acusa Haddad de enriquecimento ilícito por meio de caixa 2”?

 

3 – Haisem – Que fatos concretos dão razão ao candidato do Partido Democrático Trabalhista, Ciro Gomes, à fé cega que ele insistiu ter na abertura das sabatinas de candidatos no Jornal Nacional da Globo ontem, à noite, na presumida inocência do presidente do partido, Carlos Luppi?

SONORA CIRO 2808 LUPI

 

4 – Carolina – Que razões teve a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para denunciar 26 políticos de alto coturno, 25 do Partido Trabalhista Brasileiro e 1 do Solidariedade, acusando-os de formarem uma organização criminosa para assaltar o erário na distribuição de registros de funcionamento para sindicatos?

 

5 – Haisem – Quais as implicações históricas e ideológicas desse processo movido contra Roberto Jefferson, dono do PTB e delator do mensalão, sua filha, Cristiane Brasil, e o deputado Jovair Arantes, que foi figura de destaque no processo de impeachment da ex-presidente petista Dilma Rousseff?

 

6 – Carolina – Que providências você espera do ministro do Trabalho, desembargador aposentado Vieira de Melo, neste caso escabroso?

 

7 – Haisem – Que lições, a seu ver, traz à política e à administração pública nacional a renúncia do senador e candidato à reeleição Romero Jucá, presidente nacional do Movimento Democrático Brasileiro, da liderança do governo no Senado?

 

8 – Carolina – A que conclusões você chega a respeito da notícia de que o Supremo Tribunal Federal adiou para depois das decisões sua momentosa decisão a respeito da constitucionalidade da instituição do frete mínimo, negociada pelo governo Temer com caminhoneiros e transportadoras que bloquearam estradas e provocaram pane seca e crise de desabastecimento de alimentos e derivados de petróleo no meio deste ano?

 

Comentário no Estadão Notícias: Sindicatos de ladrões

Comentário no Estadão Notícias: Sindicatos de ladrões

O escândalo do número absurdo de sindicatos em funcionamento no Brasil, a liberdade com que seus dirigentes manipulam recursos obtidos de impostos ou da cobrança dos sindicalizados e o uso político e pessoal de vantagens e do erário por partidos e famílias de políticos chegaram ao paroxismo com a denúncia da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de que funciona uma organização criminosa no Ministério do Trabalho para tirar vantagem de tudo isso. A notícia explica por que o delator do mensalão, Roberto Jefferson, dono do PTB, chorou e esperneou para manter a nomeação da filha, deputada Cristiane Brasil, ministra e a reação que impediu o despautério. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar desde 6 horas da terça-feira 28 de agosto de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: Vinte anos de propina

Comentário no Jornal Eldorado: Vinte anos de propina

Fora da cadeia, depois de ter sido solto por “benemerência” do ministro do STF Gilmar Mendes, Jacob Barata, o “rei dos ônibus” do Rio, contou pela primeira vez, em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da Operação Lava Jato, que a Federação dos Transportes Públicos do Rio (Fetranspor) paga propinas há 20 anos a políticos do Estado. O caso veio à baila em 1999, quando Sérgio Cabral presidia a Assembleia e Jorge Picciani era seu vice-presidente, mas foi enterrado numa CPI que terminou em pizza. A confissão revela apenas o óbvio, mas em nada altera a situação do empresário, de cuja filha o “supremo” foi padrinho de casamento. E é difícil saber se, afinal, a propina deixou ou deixará de ser paga.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na segunda-feira 27 de agosto de 2018, às 7h30m)

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Abaixo, os assuntos do comentário de segunda-feira 27 de agosto de 2018

1 – Haisem – Você se surpreendeu com a notícia dada nos jornais de anteontem de que Jacob Barata, conhecido como o “rei dos ônibus” do Rio de Janeiro, confirmou em depoimento ao juiz federal Marcelo Bretas que pagou propina a políticos ao longo dos últimos 20 anos?

2 – Carolina – Que novidades há na entrega pela perícia da Polícia Federal ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, de um laudo de 27 páginas sobre e-mails encontrados no computador pessoal ao qual o empreiteiro Marcelo Odebrecht teve acesso depois de sair da prisão em Curitiba para continuar cumprindo sua pena em casa, no Morumbi, em São Paulo?

3 – Haisem – Por falar em Lava Jato, a seu ver, a autorização dada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para a operação continuar por mais um ano é uma forma de lhe dar força ou um anúncio de que ela está chegando a seu capítulo final?

4 – Carolina –  Qual é a importância que você atribui ao fato de um  candidato a vice-presidente na chapa do PT que está sendo preparado para assumir a cabeça da chapa quando o registro da candidatura presidencial de Lula for impugnado ter confundido os verbos caçar com cedilha e cassar com dois esses numa mensagem de internet?

5 – Haisem – Será que é verdade mesmo que o PT emprega “influenciadores digitais” na campanha eleitoral no Piauí, como está sendo noticiado pelo jornal O Globo?

6 – Carolina – Que conseqüências poderá ter na decisão do Tribunal Superior Eleitoral a declaração do relator dos 16 pedidos de impugnação apresentados àquele órgão, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, de que um país cuja jurisprudência mude de acordo com o réu caracteriza um “Estado de compadrio”?

7 – Haisem – O que você acha que o ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, quis dizer quando previu que está para haver mais mortos em confrontos entre as tropas federais da intervenção na segurança do Rio de Janeiro e os bandidos, mas completou que isso não é uma “profecia”, mas, sim, uma “conclusão”? Que diferença faz isso para as vítimas e o Estado?

8 – Carolina – Por que, na mesma solenidade em que se comemorou por antecipação o dia do soldado, que seria sábado, na sexta-feira, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, criticou o que ele chamou de “autoridades locais” por nunca terem tomado atitudes que ajudassem a reduzir os índices de violência nas comunidades?

Comentário no Estadão Notícias: Fora de hora

Comentário no Estadão Notícias: Fora de hora

Os dois principais oficiais na ativa, o ministro da Defesa, general Silva e Luna, e o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, aproveitaram-se da comemoração do Dia do Soldado antecipado para meter o bedelho em assuntos da politica civil. O primeiro concluiu (e não profetizou, segundo ele mesmo) que mais mortes ocorrerão na intervenção militar no Rio de Janeiro, porque agora a polícia está agindo e provocando a reação da bandidagem. E o segundo queixou-se do fato de as autoridades locais nunca terem cuidado direito pelo que tinham de zelar na administração pública, deixando agora às Forças Armadas a tarefa isolada de combater a violência. Não seria isso fora da ordem? Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar no Portal do Estadão desde as 6 horas da segunda-feira 27 de agosto de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: Até lá morreu Judas…

Comentário no Jornal Eldorado: Até lá morreu Judas…

Pelo que se percebe após o anúncio do ministro Luís Barroso, relator do requerimento de registro da candidatura do inelegível, preso e condenado Lula à Justiça Eleitoral, os primeiros dias de campanha no rádio e na televisão ainda o encontrarão em pleno usufruto da dúvida, que não há, de que poderia se candidatar. Sua defesa e o PT recorrerão ao truque de aproveitar o recall que o põe em primeiro lugar nas pesquisas de preferência do eleitorado, para tornar discutível o inexorável: a possibilidade de ele vir a ser eleito, vetada pela Lei da Ficha Limpa, de iniciativa popular e peremptória quando à inelegibilidade. Só depois de instalada a confusão Lula e Haddad virará Lula é Haddad. É fato.

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Abaixo, os assuntos para comentário da sexta-feira 24 de agosto de 2018

1 – Haisem – O relator do requerimento para registro da candidatura de Lula, do PT, à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral, ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, deu prazo para a defesa de Lula contraditá-lo até o próximo dia 30. Isso tornará possível a realização do julgamento, de importância capital nesta eleição, o mais breve possível, para que esse impasse seja, enfim, resolvido?

2 – Carolina – O noticiário produzido ontem contém pelo menos duas afirmações feitas por ministros do Supremo, no caso o relator Marco Aurélio Mello e o decano Celso de Mello, a favor de uma decisão do colegiado daquela Corte a respeito da possibilidade de um réu poder candidatar-se à Presidência, para resolver o registro de outro candidato, o deputado Jair Bolsonaro, do PSL. Será que corremos o risco de ter um candidato impugnado por ser réu, enquanto a Justiça não decide se outro, Lula, condenado em segunda instância, continuar lutando p0or seu registro?

3 – Haisem – O que você tem a comentar sobre o flagrante obtido por um carrapato do Estadão, uma das inovações da cobertura eleitoral de nosso jornal, ao gravar o momento em que o candidato do PSL à Presidência da República, deputado Jair Bolsonaro, perguntou a uma criança no interior de São Paulo se ela sabe atirar?

4 – Carolina – Ainda a respeito do candidato que aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto nas quais é excluído o nome do inelegível Lula, por ter sido condenado em segunda instância por crime comum, o que viola a Lei da Ficha Lima, ou seja, o deputado Jair Bolsonaro, é o caso de lhe perguntar o que acha da decisão anunciada de que ele pode faltar aos debates, notícia que já foi negada, mas sem muita convicção?

5 – Haisem – Por que razões a Polícia Federal acaba de indiciar tanto tempo depois o empresário Joesley Batista, da JBS, os ex-ministros da Fazenda dos governos Lula e Dilma Antônio Palocci e Guido Mantega e o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Luciano Coutinho?

6 – Carolina – No dia em que a Operação Lava Jato foi prorrogada por mais um ano, sua principal estrela, o juiz federal paranaense Sérgio Moro, defendeu a ideia de que os candidatos à Presidência da República deveriam dar sua opinião sobre a autorização para a Justiça prender condenados em segunda instância para começar a cumprir pena?

7 – Haisem – Você concorda com a declaração da presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, de que as instituições estão funcionando normalmente no Brasil, apesar de suas deficiências, que são mais das pessoas que fazem parte delas do que propriamente dessas instituições?

8 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a acusação feita pelo Ministério Público Federal de que o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo Eduardo Bittencourt teria recebido propina de 2 milhões de reais da construtora Camargo Corrêa para atender a seus interesses num julgamento na instituição?

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