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Direto ao Assunto

Comentário no Estadão Notícias: As veredas da impunidade

Comentário no Estadão Notícias: As veredas da impunidade

O ministro Nefi Cordeiro, do STJ, mandou soltar oito funcionários da Vale que foram presos sob a acusação de culpa no arrombamento da barragem do Córrego do Feijão da empresa em Brumadinho. Neste ínterim, uma análise feita por técnicos da Fundação SOS Mata Atlântica, coordenada por Malu Ribeiro, atestou a morte do Rio Paraopeba. Isso ocorre três anos depois do assassinato do Rio Doce pela lama que desceu da barragem do Fundão da Samarco em Mariana, nas mesmas Minas Gerais, sem que até hoje ninguém tenha passado um dia na cadeia nem pagado um centavo de multa para reparar a ignomínia. Então, as veredas da impunidade são mais longas do que o trajeto da lama. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 28 de fevereiro de 2019.

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Comentário no Jornal Eldorado: Não foi fatalidade, não

Comentário no Jornal Eldorado: Não foi fatalidade, não

A colisão entre dois trens de subúrbio da Super Como incêndios no Museu Nacional e no CT do Flamengo e arrombamentos das barragens de Minas, colisão de trens da SuperVia na estação de  São Cristóvão, no Rio, não foi fatalidade, mas tem culpadosia, que transitavam na direção de Marechal Deodoro na movimentada estação de São Cristóvão na manhã de quarta-feira, 27 não pode ser definido como uma fatalidade a exemplo do que já tem acontecido com incidentes similares, como os incêndios do Museu Nacional e do CT do Flamengo, todos no Rio. Da mesma forma como o arrombamento das barragens da Samarco em Mariana e da Vale em Brumadinho, a morte do maquinista Rodrigo Assunção não resultou de um acidente natural, mas, sim, de incúria, desleixo e incompetência da empresa, cuja acionista majoritária é a Odebrecht, comprometida no escândalo de corrupção devassado pela Lava Jato.

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Assuntos para o comentário da quinta-feira 28 de fevereiro de 2019-02-28

 

1 – Haisem – O que há de comum entre a colisão de trens de subúrbio da Supervia na Estação de São Cristóvão no Rio ontem, os incêndios do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista e do CT do Flamengo e os arrombamentos da Samarco e da Vale em Minas?

 

2 – Carolina – O que ainda dizer da revelação feita pelo jornal O Globo de que a OAS pagou 125 milhões de reais de propinas a 21 políticos, entre os quais Rodrigo Maia, José Serra, Jaques Wagner, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral?

SONORA_CABRAL 2802 B

 

3 – Haisem – Em mais um recuo, o Ministério de Educação desistiu de pedir às escolas que filmassem crianças cantando o Hino Nacional. Você diria que o ministro Vélez Rodríguez tem convicções tênues ou está a fim de causar, seja qual for o motivo?

 

4 – Carolina – A agência de risco Moodys rebaixou a nota da avaliação da Vale por causa do desastre de Brumadinho, o STF mandou soltar os funcionários da Vale que estavam presos e a SOS Mata Atlântica divulgou o atestado de morte do Rio Paraopeba. O que há de comum entre essas notícias?

 

5 – Haisem – Qual é a pedra de toque da entrevista da semana no Blog do Nêumanne com o jornalista e poeta baiano Fernando Coelho?

 

6 – Carolina – Enfim, há algo a comemorar na economia, o lucro de 28 bilhões de reais da Petrobrás após 4 anos de prejuízo?

 

7 – Haisem – O que há de mais errado na notícia de que o candidato do PSDB apoiado pelo PT à presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Cauê Macris, repassou 266 mil reais do dinheiro arrecadado para a campanha para uma empresa da qual é acionista?

 

8 – Carolina – Por que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo trancou ação contra Fernando Haddad por corrupção e lavagem de dinheiro pelo pagamento de dívidas de campanha com caixa 2?

 

Direto ao Assunto no YouTube: Cabral entrega figurão do Judiciário

Direto ao Assunto no YouTube: Cabral entrega figurão do Judiciário

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral assumiu perante o juiz Marcelo Bretas que é viciado em dinheiro e contou como administrou o propinoduto sob suas ordens. Na condição de réu confesso, contou como o chefe de sua Casa Civil, Régis Fitchner, nomeou o cunhado, Marco Aurélio Bellize, ministro do Superior Tribunal de Justiça, inaugurando o fogo na canjica do Judiciário. E revelou que 78 executivos da Odebrecht omitiram em suas delações premiadas a história de como a empresa ganhou a concorrência da reforma do Maracanã e, depois, ficou com o controle da empresa proprietária da arena. Se gostou deste vídeo, dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho para receber aviso quando gravar os próximos e compartilhe-o em Twitter e Facebook. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Cabral bagunça o coreto

Comentário no Jornal Eldorado: Cabral bagunça o coreto

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral, réu confesso da Operação Lava Jato, confessou os próprios crimes e arrastou na mesma rede instituições e personagens que antes pareciam imunes à grande devassa. Ao delatar Sérgio Fichtner, que ele chamou de seu “primeiro ministro”, expôs o flanco de um ilustre membro do topo do Judiciário, o cunhado de Fichtne Marco Aurélio Bellize, promovido ao Superior Tribunal de Justiça, e abriu a temporada de caça a morcegões daquele Poder. E, ao denunciar pagamento de propina na reforma do Maracanã pela Odebrecht, expôs o flanco, que já tenho aqui denunciado, das “omissões premiadas”, pois nenhum dos 78 delatores da empreiteira tocou no assunto na delação.

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Assuntos para comentário de quarta-feira 27 de fevereiro de 2019

1 – Haisem – O que há de mais revelador no que foi revelado da confissão espontânea que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral fez ao Ministério Público

SONORA CABRAL 2702 D

2 – Carolina – O que há de novo no que Cabral revelou sobre Régis Fichtner, de quem você tem falado bastante já há algum tempo e o que isso pode trazer de novo nas investigações sobre corrupção no Brasil

3 – Haisem – Quais são os objetivos de Cabral com essa inesperada confissão

4 – Carolina – Lula negou que incitou invasão do triplex no Guarujá de que é acusado de ser proprietário, apesar da gravação de uma frase explícita num discurso

5 – Haisem – Manchete do Estadão hoje: “PF vai apurar vazamento de investigações da Receita”. O que isso tem a ver com telefonema de Bolsonaro a Gilmar Mendes, um dos investigados

6 – Carolina – Que mitos, a seu ver, foram desfeitos depois dos episódios do último fim de semana nas fronteiras da Venezuela com Brasil e Colômbia

7 – Haisem – Como o ministro da Educação, Vélez Rodríguez, está se saindo depois de ter sugerido filmagens repetindo slogan de Bolsonaro na campanha

8 – Carolina – De que adianta o ministro da Educação Véloez Rodríguez se desculpar por ter chamado brasilei9ros que viajam para o exterior de canibais

SONORA VELEZ 2702A

Comentário no Estadão Notícias: Um trapalhão na educação

Comentário no Estadão Notícias: Um trapalhão na educação

O ministro Ricardo Vélez Rodríguez deu mais uma pincelada no autorretrato de trapalhão na educação, ao produzir a enésima batatada na condução de uma pasta que demanda competência no desempenho e postura serena num governo que se propõe a corrigir os erros cometidos no passado pela militância esquerdista do PT. Ele mandou um e-mail a escolas públicas e privadas do País sugerindo que seus diretores e servidores reunissem os alunos em fila diante da bandeira para cantar o Hino Nacional e depois gravassem mensagens em vídeo para encaminhar aos burocratas que ele nomeou para o ministério tecendo loas ao Brasil “novo” e recitando slogan de campanha de Bolsonaro. Depois, recuou. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quarta-feira 27 de fevereiro de 2019.

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Estadão às 5H: Desatrelado de Trump

Estadão às 5H: Desatrelado de Trump

Ao protagonizar a decisão do Grupo de Lima de manter o esforço internacional para influir na redemocratização da Venezuela sem invadir seu território nem interferir em seus assuntos internos, o governo de Jair Bolsonaro desmanchou o atrelamento automático à política externa do governo Trump, o que agora se revela um mito. Embora a iniciativa da oposição a Maduro ter malogrado na tentativa de entregar alimentos e remédios ao humilhado e faminto povo da Venezuela, além de não provocar um número significativo de desertores nas forças militares e milicianos do ditador bolivariano, os fatos do fim de semana provocaram a atitude desumana do tirano ao comemorar seu “triunfo”. Este é um dos comentários que fiz no Estadão às 5, programa ancorado por Gustavo Lopes e retransmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal por YouTube, Twitter e Facebook, na terça-feira 27 de fevereiro de 2019, às 17 horas.

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