Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Comentário no YouTube: A piada do vigarista a favor da Constituição

Comentário no YouTube: A piada do vigarista a favor da Constituição

A anedota do dia é o documento que o hacker trapalhão Walter Delgati Neto, o Vermelho, mandou seus advogados divulgarem avisando que a segurança de celulares das 967 autoridades dos três Poderes da República, que ele está sendo acusado pela PF de haver invadido, é falho. Em nome da Constituição, que ele defende, imagine só, recomenda mais cuidado. O pândego avisou ainda a quem imaginar que pode mandar apagar os arquivos do Telegram que ele clonou que distribuiu cópias deles entre amigos no Brasil e no exterior. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Um hacker pândego e cínico

Comentário no Jornal Eldorado: Um hacker pândego e cínico

Como de hábito nesta República insana a invasão dos aplicativos Telegram dos celulares de 976 autoridades, agentes da lei e jornalistas envolvidos no combate à corrupção também tem registrado momentos de humor. O protagonista é exatamente o acusado pela Operação Spoofing da Polícia Federal de ter comandado o crime gravíssimo contra a segurança nacional e a privacidade de cidadãos de bem, o estelionatário de Araraquara, Walter Delgatti Neto, o Vermelho. No primeiro depoimento aos policiais disse que não fez a tarefa por dinheiro, mas para favorecer a cidadania com a verdade dos fatos. Agora mandou seus advogados divulgarem um documento em que adverte que entregou cópias do material hackeado a pessoas de confiança no País e fora dele e ainda se ofereceu para dar dicas para aprimorar a segurança dos órgãos de informação e colaborar para uma lei contra crimes cibernéticos.
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Assuntos para comentário da segunda-feira 29 de julho de 2019

1 – A principal notícia de hoje na capa do Portal do Estadão é a de que o hacker Walter Delgatti Neto afirma que deixou cópias das conversas de autoridades fora do País. Em nota, ele também diz se espantar com “a fragilidade do sigilo no Brasil”. Você acha que ele tem, ou não, razão

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2 – Diante de todo o resultado da Operação Lava Jato, com sentenças, penas e devolução de parte do dinheiro roubado, qual a influência no destino do ex-juiz e ministro Sérgio Moro a revelação dada em manchete na Folha de S.Paulo, parceira do site Intercept Brasil, de que ele achava fraca a delação de Palocci

 

3 – Sexta-feira você falou aqui sobre o spoiler que Lula deu sobre supostas mensagens de Moro e Dallagnol por Telegram publicadas pelo site Intercept. E o que você acha do spoiler do presidente Jair Bolsonaro sobre eventual prisão do dono do site, Glenn Greenwald, por causa disso

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4 – O que o Supremo Tribunal Federal pode ter a ver com o hackeamento dos celulares de 976 autoridades dos três Poderes, policiais e jornalistas pelo bando de aloprados de Araraquara

5 – Que grande ajuda pode dar o Congresso Nacional às investigações do crime dos hackers de Araraquara ao instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Operação Spoofing

6 – Que frase citada em reportagem do Estadão com perfil do advogado-geral da União, André Mendonça, pode desqualificá-lo para a função já anunciada por Bolsonaro que ele pode ter no Supremo Tribunal Federal, se for mesmo indicado para o lugar do decano Celso de Melo

7 – Qual é a lógica de, mesmo pagar 23 milhões e 300 mil reais de aluguel por mês para usar uma sede novo, o Conselho Nacional de Justiça, a pretexto de sua distância do STF, após ter gasto 7 milhões de reais com a antiga há apenas três anos

8 – O que justifica, a seu ver, o extraordinário sucesso da entrevista desta semana no Blog do Nêumanne com a procuradora paulista Thaméa Danelon, que já pertenceu à força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo9

Comentário no Jornal da Gazeta: Um hacker contra o crime

Comentário no Jornal da Gazeta: Um hacker contra o crime

Walter Delgatti Neto, acusado pela Polícia Federal de ter invadido aplicativos Telegram de celulares de quase mil autoridades, agentes do Estado e jornalistas, se propõe a colaborar no combate ao crime cibernético. Com uma gorda capivara de golpes que violam vários artigos do Código Penal, ele mandou advogado distribuir documento propondo dar dicas para aprimorar péssima segurança das comunicações entre executivos do governo no País.

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Direto ao Assunto no YouTube: Casa de Lula é cadeia

Direto ao Assunto no YouTube: Casa de Lula é cadeia

Da sala de 15 metros quadrados no 4.º andar da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o presidiário mais famoso do Brasil, Lula, tem usado meios de comunicação a seu dispor, como Folha, El País e Intercept, para levar a cabo seu plano de vingar-se do juiz que o condenou, Sergio Moro, e do procurador que o acusou, Deltan Dallagnol. Para isso conta com a cumplicidade de seus ministros amigos no STF Lewandowski e Toffoli, que derrubaram liminar do colega Fux para permitir a comunicação permanente do petista com aliados fora da grade, caso do advogado que se passa por jornalista americano Glenn Greenwald, dono do site Intercept, no qual destila veneno em gotas. como o que anunciou em spoiler. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Nêumanne entrevista Thaméa Danelon

Nêumanne entrevista Thaméa Danelon

Lava Jato mostrou

que vale a pena ser honesto,

diz procuradora

Thaméa Danelon atribui divulgação de supostas mensagens entre Moro e Dallagnol a tentativa de desmoralizá-los, feita por quem foi ou teme ser punido

Para a procuradora da República Thaméa Danelon, “o ataque cibernético criminoso sofrido por diversos procuradores da República e pelo próprio ex-juiz Sergio Moro denotam tentativas de frear” a Operação Lava Jato. “Mas”, pondera, “tenho certeza que a sociedade brasileira não permitirá que a Lava Jato tenha o mesmo fim da Operação Mãos Limpas, na Itália.” Protagonista da série Nêumanne Entrevista nesta semana, ela acha que “a divulgação desses supostos diálogos objetivava apenas tentar desgastar a imagem do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol, pessoas que, juntamente com outros agentes públicos, foram responsáveis pela operação policial de combate à corrupção mais bem-sucedida de todos os tempos, pois a Operação Lava Jato condenou e prendeu diversos poderosos das áreas política e empresarial envolvidos em práticas ilícitas por muitos anos, bem como devolveu à sociedade mais de R$ 3 bilhões, valores que foram subtraídos dos cofres públicos pela prática de crimes gravíssimos”. Ela criticou ainda a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, de condicionar o compartilhamento de dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Banco Central e da Receita Federal com o Ministério Público e a Polícia Federal, argumentando que “essa rede de compartilhamento de informações é imprescindível para que crimes de lavagem, corrupção internacional e financiamento do terrorismo sejam combatidos.”

Nascida em 2 de junho de 1974, em Santos, Thaméa Danelon é filha de uma pianista e de um advogado ex-corredor de Stock Car de São Paulo. Separados desde cedo, foi criada pela mãe e pelos avós maternos em Santos. Filha única. Estudou em escola francesa de freiras de sua cidade e, como sempre gostou de se expressar em público, e por ter boa oratória, como toda geminiana, era convidada pela madre superiora para realizar a leitura da Bíblia em missas na própria escola.

Thaméa no FBI nos EUA: “A Lava Jato, que devassou o maior esquema de corrupção da humanidade, já devolveu aos cofres públicos mais de R$ 3 bilhões,”. Foto: Acervo pessoal

Thaméa no FBI nos EUA: “A Lava Jato, que devassou o maior esquema de corrupção da humanidade, já devolveu aos cofres públicos mais de R$ 3 bilhões,”. Foto: Acervo pessoal

Por influência de sua mãe, pianista de escolas de balé clássico, cursou balé por oito anos, mas conheceu o karatê aos 11 anos de idade e se apaixonou pelas artes marciais, sendo faixa marrom. Também aprendeu a tocar piano e violão.

Sempre muito estudiosa, aos 17 anos ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Católica de Santos e para conquistar certa “independência financeira” vendia roupas femininas de um amigo que tinha uma confecção. Seu primeiro emprego foi como atendente numa videolocadora, aos 19 anos, local onde conheceu seu primeiro namorado.

Aos 20 anos começou a estagiar no Ministério Público Federal (MPF) e muito se identificou com a carreira de procurador da República, pois “serve à sociedade” em busca de justiça e da diminuição das igualdades sociais. No quarto ano da Faculdade de Direito prestou concurso para analista processual do MPF, cargo de assessoria de procurador, tendo passado em quinto lugar.

Thaméa no Morning Show da Jovem Pan: “partilha dos dados do Coaf é imprescindível para combater crimes de lavagem, corrupção internacional e financiamento do terrorismo. Foto: Acervo pessoal

Thaméa no Morning Show da Jovem Pan: “partilha dos dados do Coaf é imprescindível para combater crimes de lavagem, corrupção internacional e financiamento do terrorismo. Foto: Acervo pessoal

Aos 25 anos foi aprovada no concurso para procurador da República e se mudou para São Paulo. Na nova cidade  deu aulas em universidades e cursos preparatórios para concursos. Como boa descendente de italianos, adora massas, risotos, e cozinhar nos fins de semana para a família. Embora não tenha religião específica, acredita em Deus e tem espiritualidade, crê no poder da oração e da fé. Aos 31 anos casou-se, atualmente é divorciada, e tem uma filha de 9 anos, que diz que “quando crescer será policial federal” (rs).

Mestre em Direito Político e Econômico pelo Mackenzie, foi procuradora-chefe substituta da Procuradoria da República em São Paulo por duas vezes, coordenou o Núcleo de Combate à Corrupção e integrou a força-tarefa da Lava Jato em São Paulo por dois anos. Atualmente trabalha no combate aos crimes financeiros, de lavagem de dinheiro e corrupção e profere aulas e palestras, pagas e gratuitas. Palmeirense roxa, patriota, esperançosa, otimista e contra injustiças, acredita na evolução da sociedade brasileira e na melhora da situação de nosso país.

Nêumanne entrevista

Thaméa Danelon

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Direto ao Assunto no Youtube: Sinhozinho Lula e sua escrava Manuela

Direto ao Assunto no Youtube: Sinhozinho Lula e sua escrava Manuela

Depois de ter dado o spoiler que relatei para meus 261.600 inscritos neste canal na entrevista ao ABC e à Folha em 27 de abril, em menos de um mês Lula fez outro pronunciamento do trono da sala de Estado maior no DPF do Paraná ao advogado e militante da esquerda americana Glenn Greenwald, que se passa por jornalista, em 21 de maio. Não é interessante que 18 dias seu pretenso entrevistador tenha divulgado material do hacker confesso Walter Delgati Neto, o Vermelho, que disse aos agentes da Operação Spoofing ter chegado a ele por intermédio da vice do ex-vice do ex, Manuela d’Ávila? Sinhozinho Lula e sua escrava Manuela. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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