Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube [21/01/20]: Gilmar protegerá Greenwald?

Direto ao Assunto no YouTube [21/01/20]: Gilmar protegerá Greenwald?

PGR denunciou Glenn Greenwald pelo furto do sigilo do aplicativo Telegram de agentes da lei, entre as quais o ministro Moro, para alimentar o veneno do conta-gotas acionado pelo site The Intercept Brasil tentando desmoralizar e compremeter Lava Jato em sua operação no combate à corrupção. A expectativa é que o ianque, que responde nos EUA por crimes de pornografia e sonegação de impostos, use blindagem propiciada pelo ministro do STF Gilmar Mendes, a pretexto de liberdade de expressão. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Nesta quarta-feira no Estadão: A máscara de Lula cai de novo

Nesta quarta-feira no Estadão: A máscara de Lula cai de novo

Levado a petista por Covas,

Emílio salva Odebrecht

e quase afunda Petrobrás

Lula foi poupado pelo simpatizante Joaquim Barbosa, relator do chamado mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), pela presunção de que não poderia responder por crimes de subordinados, por não ser diretamente responsável por suas nomeações. A Ação Penal 470 condenou apenas bagrinhos sem mandato e poupou chefões políticos das próprias penas após indulto da companheira “presidenta” Dilma Rousseff e do perdão subsequente da maioria dos ministros da dita Suprema Corte.

Citado em delações premiadas de corruptores e corruptos de vários escalões, o ex-presidente foi condenado em três instâncias por nove a zero e confinado numa sala de hospedagem de agentes da Polícia Federal (PF) em Curitiba até ser liberado dessa privação por 6 dos 11 ministros do STF. Desde sempre, insistiu e o faz até hoje, mais preso no próprio apartamento luxuoso de São Bernardo do Campo do que na sala de Estado Maior, o chefão dos três mandatos e meio dele próprio e do poste Dilma, que elegeu e reelegeu, este ainda garante ser inocente. Para tanto, recorre ao artifício da presunção de inocência, que perdeu na condenação em segunda instância, depois resgatada pelos amigões das altas instâncias judiciais, e da perseguição política dos inimigos do povo atribuindo-se a própria condição de “mais honesto do Brasil”. As investigações da Operação Lava Jato, chefiadas pelo procurador Deltan Dallagnol, e as condenações do ex-juiz Sergio Moro e de sua substituta eventual, Gabriela Hardt, foram jogadas no lixo da mixórdia dos entulhos ideológicos do socialismo de rapina.

A abundância de provas conseguidas por pistas obtidas por ex-executivos das empreitiras, da petroleira estatal e do Legislativo, que delataram comparsas e chefes em troca de alívio de pena, não abalou a férrea convicção de seus devotos domésticos e de além fronteiras. Mas a história implacável não se cansa de produzir mais evidências, apesar de sua liberdade, de que não se aproveita pela reação popular a seu evidente cinismo e pelo ressurgimento de fatos que o fanatismo não logra enterrar.

Para desmascarar Lula, seus acólitos e seus falsos opositores remunerados pelo propinoduto comum se deparam agora com uma reportagem investigativa que desenterra os primórdios do maior escândalo de corrupção de todos os tempos no Brasil. A mesma revista Piauí, insuspeita de culto ao fascismo, a cujos arreganhos o PT atribui a perseguição ao sacerdote supremo de sua seita que perdoa o furto da poupança popular pelas pretensas vantagens usufruídas pelo povo em suas gestões, volta à tona para esclarecer de vez a composição química do veneno das ratazanas da República.

Antes da atuação da Operação Lava Jato, a repórter Consuelo Dieguez havia partido do desabafo do chefão do PcdoB da Bahis Haroldo Lima narrando as votações do Conselho da Petrobrás que deram início ao assalto aos cofres da petroleira estatal (Petróleo depois da festa, de 2012). Mesmo um leitor leigo como o autor destas linhas detectou naquele texto profétio o ácido que levou a enormes pejuízos produzidos pela compra mais que onerosa da refinaria “Ruivinha” da Astra Oil e pelo acordo com acionistas americanos para remunerar seus prejuízos bilionários provocados pela corrupção.

A edição nas bancas da mesma Piauí presenteia leitores com texto de Malu Gaspar narrando em detalhes a anabolização da sobrevalorização dos contratos da Petrobrás e de outras fontes de despesas públicas ao longo dos dois desgovernos de Lula e do um e meio de sua poste. Conforme o relato, o ex-governador paulista Mário Covas, que havia conhecido Lula quando ambos atuavam em favor da candidatura ao Senado de Fernando Henrique pelo MDB, o apresentou ao patriarca da Odebrecht, Emílio. Esta seria a oportunidade que o magnata baiano teria para fugir a uma situação próxima da bancarrota da empresa que havia herdado do pai, Norberto. Manifestada à época em que PT e PSDB fingiam ser adversários (e até inimigos), esta cordialidade figura na pré-história da aliança secreta que tornaria os tucanos beneficiários de propinas distribuídas fartamente entre aliados, como PMDB, PP, PcdoBm PSB e muitos outros aliados.

A narrativa prossegue com a remoção de adversários do empenho do PT de quebrar a Petrobrás para salvar o patrimônio da família do “amigo do meu pai”, como tentou um antigo executivo da petroleira, Rodrigo Manso, substituído por Paulo Roberto Costa, espécie de delator premiado símbolo da devassa da Lava Jato.

Conforme o relato da Piauí, este foi introduzido no roteiro pelo deputado paranaense José Janene, do PP de Paulo Maluf, que morreu no transcurso da devassa, mas deixou indelével sua marca registrada. Quem o introduzira nas tratativas fora José Dirceu, que não foi perdoado pelo STF, assim como Pedro Correa, por terem delinquido cumprindo pena na Papuda. Dirceu hoje goza dos benefícios patrocinados pelo presidente do STF, Dias Toffoli, empregado da vida toda do PT, e, segundo Marcelo, fiho de Emílio, cognominado “amigo do amigo de meu pai” no propinoduto.

A mesma reportagem registra o emprego do ex-sindicalista Frei Chico, irmão do papa do PT, de assessor para desmobilizar greves, de que o que Lula foi acusado por Emílio em delação premiada. E também a adoção desavergonhada propina, ocorrida por decisão de um lobista da Odebrecht, Márcio Faria, ao autorizar pagamento de R$ 8 milhões “não contabilizados” a Pedro Barusco, gerente da área de Renato Duque, tido como homem de Dirceu na diretoria da Petrobrás, e falso “durão”, como mais tarde o comprovaria a Lava Jato.

A história é absurda e porca. É a milésima vez em que falsos heróis do povo, como Lula e Dirceu, são desmascarados em relatos históricos isentos, que põem por terra versões fantasiosas cretinas, como as postas em circulação pelo Vaza Jato do ianque Glenn Greenwald, a serviço do PT. Mas dificilmente produzirá os punitivos efeitos necessários. Infelizmente.

JOSÉ NÊUMANNE PINTO

JORNALISTA, POETA E ESCRITOR

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Direto ao Assunto no YouTube [20/01/20]: Viva Regina Duarte!

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É uma canalhice sórdida de gente que se diz artista, mas não passa de uma choldra sem talento nem tolerância que recebe na Secretaria de Cultura a atriz Regina Duarte, com currículo invejável nas artes cênicas e militância cultural e política com serviços notoriamente prestados à democracia e à lisura que se deve exigir de qualquer cidadão convocado a honrar causas públicas sociais. Sua tarefa é árdua e pesada, e ela precisará de toda a sua têmpera para cumpri-la da forma que dela esperam o governo e a cidadania. Que Deus a inspire sempre. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no YouTube [19/01/20]: Lula e Covas na origem do petrolão

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Sabe aquele codinome de Toffoli no propinoduto da Odebrecht, “o amigo do amigo do meu pai”? A história dessas amizades começou quando o tucano Covas apresentou Lula a Emílio Odebrecht muito antes de o primeiro chegar à Presidência da República. Em relato circunstanciado e de leitura muito agradável na revista Piauí que está nas bancas, Malu Gaspar revela a participação do petista na recuperação da empreiteira baiana, à custa de propinas para o PT e servidores, o que quase levou a Petrobrás à falência. E desmascara a farsa da narrativa da perseguição dele por Moro e pela Lava Jato. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no YouTube [18/01/20]: Goebbels inspira Alvim

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Seguidor de Olavo de Carvalho, apresentado a Bolsonaro pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra, o secretário da Cultura e dramaturgo, prestigiado pelo chefe na live das quintas e demitido por este na sexta, protagonizou o maior vexame da História do Brasil ao plagiar sem citar autor, monstro da propaganda de Hitler, num vídeo abominável, que apresentava projetos de uma guerra cultural louvada pelo presidente na véspera. A boa notícia é que a lambança foi punida com demissão do idiota e Regina Duarte foi sensatamente convidada a assumir o posto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará, espantando o zumbi ressuscitado pelo imbecil, doido ou seja o que de fato for.

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Direto ao Assunto no YouTube [17/01/20]: Toffoli boicota Moro

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Sucesso do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, reduz a criminalidade e, por isso, mata de inveja seus inimigos no STF. Um deles, presidente Dias Toffoli, acatou pedido corporativista da associação de policiais federais e proibiu decreto do MJSP que autorizava Polícia Rodoviária Federal a ajudar PF e MPF em investigações de bandidões do crime organizado e de chefões da corrupção na política e na máquina pública. E, voltando à Operação Calvário, é um absurdo Ricardo Coutinho continuar solto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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