Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Serra, corrupção às antigas

Direto ao Assunto no YouTube: Serra, corrupção às antigas

Enfim, um tucano paulista de altíssima plumagem, o senador, ex-prefeito da capital e ex-governador do Estado José Serra teve R$ 40 milhões em conta bloqueada no exterior em investigação da Operação Lava Jato, atualmente combalida por insuportável pressão de altos dirigentes da República, tais como Jair e Flávio Bolsonaro e o PGR,, Augusto Aras. Sua Excelência cuspiu na memória de Franco Montoro, que o lançou na gestão pública, e no futuro da própria filha, Verônica, tida como de sua maior predieção e sócia na off shore que recebeu, conforme o MPF, as propinas da Odebrecht que provocaram os mandados de busca e apreensão em imóveis da família na sexta-feira 3. Esta é mais uma prova cabal de que tucanos e petistas em matéria de furto do erário não são adversários como querem parecer, mas amigos ocultos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Artigo para a coluna da Ric Mais: Sócios de Bolsonaro para glória da morte, amém

Artigo para a coluna da Ric Mais: Sócios de Bolsonaro para glória da morte, amém

O Grupo Ric de Comunicação põe à disposição de emissoras de rádio e jornais impressos ou em edição virtual três podcasts de três minutos cada e um artigo por semana. Interessados em publicar este material original deve entrar em contato com mash.leonardo@gruporic.com.br

Sócios de Bolsonaro para glória da morte, amém

José Nêumanne

Presidente, Mandetta, Doria, Covas, Witzel e Caiado têm culpas na tragédia da pandemia

Quando se escrever sobre o impacto do novo coronavírus nestes tristes tempos de doença e morte, papel relevante terá um brasileiro, não de herói, mas de vilão: o presidente Jair Bolsonaro. É difícil encontrar nos registros de séculos de civilização tão bizarra obra de barbárie quanto a desse capitão do obscurantismo, que apostou quase 58 milhões de votos no cassino da política em óbitos e na negação total da empatia, da sensibilidade, do amor e do instinto animal da sobrevivência. Entorpecido pelo servilismo ao pajé ianque Donald Trump, messias da picaretagem como código de honra, nosso tosco propagandista de placebos como panacéia em feiras livres embarcou com entusiasmo cego nas práticas cientificamente inócuas de pílula do câncer, cloroquina e contágio do rebanho como poções mágicas para a cura universal da moléstia ignota. Sumo sacerdote de crendices bárbaras de terraplanismo, criacionismo e demonização da vacina que não previne, mas mata, ele investiu em teorias absurdas como a prevenção pelo banho no esgoto e o convívio com a doença como prova de bravura.

A ajuda dada ao microrganismo por sua meta de contaminar 70% da população não tem paralelo nem mesmo com as idiotices de seus comparsas, os ditadores Daniel Ortega, da Nicarágua, Gurbanguly Berdimuhamedow, do Turcomenistão, e Alexander Lukashenko, da Bielorús.

Sua teimosia estúpida o levou à antecipação da guerra eleitoral em dois anos e a se inimizar publicamente com governadores e prefeitos do País todo, que adotaram a estratégia óbvia de reduzir contato social para atenuar contágio viral. Sua obsessiva cruzada contra a vida e em prol da renda terminou por ocultar as participações desses inimigos eleitorais na disseminação do microrganismo. Luiz Henrique Mandetta, o ministro que abateu por ciúme, inveja e cálculo, deixou o Ministério da Saúde como herói e eventual adversário dele no pleito de 2022. Mas sem ter de explicar por que não comprou testes suficientes para repetir o sucesso da Coreia do Sul. João Doria nunca foi cobrado por ter feito o antigo túmulo do samba de Vinicius tornar-se permanente quarta-feira de cinzas da farra das funerárias sambando sobre sepulturas. Como Dória, Bruno Covas, Wilson Witzel e Ronaldo Caiado caíram na cantiga da sereia da abertura das ruas para a tragédia escancarada da crueldade de capitalistas desumanos, Eles e outros, em associação com as ratazanas da elite dirigente do Estado e do rentismo, investiram pesado em sobrepreços em alta e decência em queda vertiginosa.

Como nas priscas eras de El Rey fujão, a Terra de Santa Cruz manteve o protocolo ritual de eliminar pobres e velhos para nutrir maganões da Corte.

*Jornalista, poeta e escritor

 

Direto ao Assunto no YouTube: O falso Jairzinho Paz e Amor

Direto ao Assunto no YouTube: O falso Jairzinho Paz e Amor

Muita gente, bem ou mal intencionada, está deixando de cumprir a responsabilidade republicana de impedir que Jair Bolsonaro cometa novos desatinos que comprometam a vida e a capacidade de sobreviver de mais de 200 milhões de brasileiros, ao cometer, como tem cometido, crimes comuns e de responsabilidade, sendo o pior de todos o de deixar de cumprir seu dever constitucional de coordenar a luta insana para deter o avanço vertiginoso da pandemia de covid-19, que já matou pelo menos 60 mil brasileiros. Mesmo tendo adotado a imitação grotesca de Lulinha, bancando falsamente o Jairzinho Paz e Amor, nada o impede de repetir e criar novas dificuldades para os filhos da Pátria, que ele mente ao dizer que ama. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no YouTube: Aleluia, a vacina vem aí!

Direto ao Assunto no YouTube: Aleluia, a vacina vem aí!

Enfim, em meio à pandemia e ante a perspectiva da recessão econômica, que virá depois dela, uma excelente notícia: o Ministério da Saúde, do ministro provisório, general Eduardo Pazuello, do governo Jair Bolsonaro, anunciou o acordo pelo qual o Brasil está comprando 100 milhões de doses de vacina contra a covid-19, fabricadas num convênio da conceituada universidade britânica de Oxford com o laboratório AstraZeneca. Isso significa uma nova libertação, desta vez do contágio do novo coronavírus, que vem mantendo a população mundial na prática em cárcere privado para evitar o contágio pelo convívio social, única providência reconhecida pela ciência como eficaz para deter o avanço vertiginoso de uma doença que expõe ao risco o colapso mundial dos sistemas públicos de saúde, incluindo nosso SUS, tão criticado, mas também merecedor de crédito geral neste país em que os mais pobres são mais expostos aos males de moléstias contagiosas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 
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Comentário no Jornal Eldorado: A decisão monstruosa do TJ/RJ

Comentário no Jornal Eldorado: A decisão monstruosa do TJ/RJ

Rodrigo Roca e Luciana Pires, substitutos do trapalhão Frederick Wassef na defesa de Flávio, primogênito de Jair Bolsonaro, no processo do peculato na Alerj, convenceram os desembargadores Paulo Rangel e Mônica Tolledo a o mandarem para a segunda instância com base em prerrogativa de função retroativa. Mas o voto contra da relatora, Suimei Cavalieri, basta para tornar possível recurso do MP/RJ com base na jurisprudência firmada no STF de que foro privilegiado só se justifica quando o crime tiver sido cometido no exercício do mandato, estando este em plena vigência, o que mandam a Constituição e a lógica. Por isso mesmo, 12 em 10 juristas de renome e com reputação a zelar consideraram a decisão “teratológica”, ciência da monstruosidade e máximo insulto nos meios jurídicos.

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Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.
 
 
Assuntos para o comentário da sexta-feira 26 de junho de 2020:
1 – A decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro favorecendo o senador Flávio Bolsonaro no inquérito do peculato na Alerj;
2 – Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal a respeito do foro de prerrogativa de função
3 –  Por que tanta gente teme o juiz Flávio Itabaiana
4 – Cinco vez mais mortes por covid depois da flexibilização em São Paulo
5 – Bolsonaro homenageia mortos da covid, mas fala em excesso de preocupação com a pandemia
6 – Carlos Alberto Decotelli, o novo ministro da Educação

Comentário no Jornal da Gazeta: Flávio ganhou, mas levará?

Comentário no Jornal da Gazeta: Flávio ganhou, mas levará?

Substitutos do trapalhão Frederick Wassef na defesa do filho Zero Um do presidente Bolsonaro comemoraram euforicamente a vitória por 2 a 1 no TJ RJ transferindo o foro do inquérito do peculato na Alerj para segunda instância. Mas talvez seja cedo e arriscado, pois jurisprudência do STF garante que foro retroativo não vale, de vez que, encerrada função, prerrogativa não tem razão de continuar.

Para ver comentário no Jornal da Gazeta da sexta-feira, 26 de junho, às 19 horas, clique no link abaixo:

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