Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Comentário no Estadão Notícias: Malas, meias e cuecas

Comentário no Estadão Notícias: Malas, meias e cuecas

Nem as agências criadas para proteger o cidadão do poder econômico, empresarial e político escapam do criminoso aparelhamento pelos ocupantes do poder. A invasão começou em 2002 como resultado de um tête-à-tête de José Dirceu e Valdemar Costa Neto e ainda está em plena vigência com o célebre Boy fazendo parte da entourage mais próxima da candidatura do tucano Alckmin à Presidência: dos 40 dirigentes das oito agências em atividade, 35 foram indicados pelos partidos e sob seus olhos fechados desfilam bilhões de reais de dinheiro sujo em malas, meias e cuecas. Não se trata de incompetência, é corrupção mesmo. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar no Portal do Estadão desde as 6 horas da sexta-feira 27 de julho de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: Sujos e mal lavados

Comentário no Jornal Eldorado: Sujos e mal lavados

O flagrante publicado no alto da primeira página do Estadão hoje, de lado a lado, é o símbolo da tragédia a ser vivida pelo povo brasileiro na próxima eleição presidencial. Alckmin, no centro da mesa, é ladeado pelos chefões das quadrilhas partidárias que apoiarão sua campanha e fornecerão a maior parte de seu enorme tempo no horário nada gratuito em rádio e televisão. Ali reúne-se a comissão de frente da escola de samba grêmio recreativo mal lavados da República oficial. Ausentes estão os sujos, que já nem são mais suspeitos, como os condenados Jefferson e Paulinho. Bem que Moro avisou que a eleição nos frustrará.

dajul27

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107.3 na sexta-feira 27 de julho de 2018, às 7h30m)

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Para ouvir Palpite Infeliz, de Noel Rosa, com Aracy de Almeida, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=7v864cmZNYg

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Abaixo, os assuntos para comentário da sexta-feira 27 de julho de 2018

SONORA Palpite infeliz Aracy de Almeida

https://www.youtube.com/watch?v=7v864cmZNYg

1 – O que mais chamou sua atenção ao ler as notícias sobre a celebração do acordo dos sujos com os mal lavados em torno da candidatura do tucano Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, à Presidência da República, dando atenção especial aos componentes da mesa da celebração?

2 – Não há, a seu ver, uma hipótese, por mais otimista que possa parecer à primeira vista, de que todos esses condenados e suspeitos, ou pelo menos alguns deles, sejam inocentes injustamente acusados?

3 – O empresário Roberto Giannetti da Fonseca, mais recente membro da entourage próxima do tucano e cria do ex-governador, João Doria, e que acaba de ser incluído em buscas e apreensões determinadas pelo juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, responsável pela célebre Operação Zelotes, que apura crimes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, CARF, não compareceu à cerimônia?

4 – A que conclusões você chegou depois de ler o noticiário sobre a intervenção do juiz Sergio Moro no Forum do Estadão e Unibes sobre A Reconstrução do Brasil anteontem?

5 – Será que o apoio declarado do PDT de Luppi e Ciro à candidatura à reeleição de Márcio França, ex-vice de Alckmin e do Partido Socialista Brasileiro, servirá para selar a adesão do PSB à chapa de Ciro?

6 – Ao comparecer à celebração do acordo de seu partido, o PDT, com o governador em São Paulo, o candidato Ciro Gomes tentou justificar seu palpite infeliz de que, se eleito presidente, mandaria soltar Lula e poria promotores e juízes na “caixinha”. Dá para acreditar?

7 – Por que de repente brotou do anonimato a flor do vice ideal na pessoa do empresário mineiro Josué Gomes da Silva, assediado por Lula, Ciro e, por fim, apresentado como candidato a vice de Alckmin pelo eminente prócer do tal do Centrão, Paulinho da Força, e por que ele não deu bola?

8 – Em que depoimento mais recente colhido pelo delegado da Polícia Federal, Cleyber Malta, responsável pelo inquérito que investiga possível cobrança de propinas do presidente Michel Temer em troca de favorecimento para as empresas Rodrimar e Libra, em concessõe no Porto de Santos e doadoras das campanhas políticas do emedebista?

No Blog do Nêumanne: O Congresso é dos marajás

No Blog do Nêumanne: O Congresso é dos marajás

Com um quarto dos deputados e o presidente da República servidores, lobby dos marajás do serviço público manda no Congresso, impede as reformas e escraviza os pobres brasileiros, incluídos barnabés

Quando o presidente da Constituinte, da Câmara e do partido no governo, o então PMDB e hoje MDB, Ulysses Guimarães, batizou a Constituição de “cidadã”, o velho timoneiro não se referia à cidadania em geral. Mas a brasileiros de primeira classe, detentores de privilégios no Estado estroina dos marajás. Desde sua promulgação pelo Congresso, que não fora eleito para produzir uma Carta Magna na qual todos os brasileiros fossem iguais perante a lei, o documento, aguardado à época da ditadura militar como se pudesse vir a ser a panaceia universal dos problemas nacionais, dividiu a Nação em duas bandas. De um lado, os que podem tudo e, do outro, os que sobrevivem do que podem, quase sempre pouco, muitas vezes nada.

Esta realidade, paradisíaca para os mandatários dos Poderes Executivo e Legislativo e os potentados apadrinhados do Judiciário, vem ao longo do tempo restaurando a escravidão, desta vez multirracial. Nela o Brasil real sustenta o outro, um país oficial insensível, corrupto e impune, à custa de sangue, suor e lágrimas. Tudo isso acaba de ser revelado numa crua e muito corajosa iniciativa do jornalismo brasileiro: a série Eleições 2018. Os donos do Congresso, do Estadão/Broadcast, iniciada com a reportagem intitulada, na manchete de primeira página deste jornal de domingo 22 de julho de 2018, Servidores têm maior e mais poderosa bancada na Câmara. Essa casta, e não a massa dos funcionários antigamente chamados de “barnabés”, que pertencem à banda espoliada, acaba de enterrar as votações das reformas propostas pelo governo, em particular a da Previdência, e de patrocinar o assalto de R$ 100 bilhões das pautas-bombas no Congresso.

Segundo reportaram Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli, da sucursal de Brasília, “a bancada do funcionalismo público na Câmara age sem alarde, mas é considerada atualmente o lobby mais poderoso do País”. Seu poder é inusitado: “dos 513 deputados, 132 são servidores – um em cada quatro”. E não servem: servem-se!

Já na primeira página o leitor deste jornal foi informado de que esse lobby voraz e implacável está longe de obedecer a qualquer proporcionalidade do conjunto da sociedade: ele “representa 11,5 milhões de pessoas, ou 5,5% da população”, revela a reportagem. E em nome do amplo espectro ideológico da política, “do PT ao PSDB, passando por PSOL e DEM”, dinamitou, além da reforma da Previdência, as tentativas de salvar as contas públicas de sua sanha com a reestruturação das carreiras, que limitaria o salário inicial da maioria das corporações que o mantêm. Une políticos e burocratas suspeitos de grossa corrupção e juízes que a combatem, mas não abrem mão de auxílio-moradia e outros absurdos.

Ninguém tem peito para enfrentá-lo. Um exemplo claro disso percorre o noticiário político desde sempre e particularmente nestes dias em que se disputam eleições gerais, principalmente a que levará ao trono presidencial o novo ungido do povo e é vendida como a solução final do voto legítimo.

Assim como a esdrúxula, enxundiosa e monstruosa Constituição de 1988, que consagrou a nova nobreza, espera-se que dela surja alguém que evite a dilapidação do erário com uma varinha de condão que elimine a necessidade urgente de rolar até a eternidade uma dívida que se torna impagável. Há uma miríade de pretendentes ao cargo de mago da Corte. Mas nenhum deles ergueu um dedo para recriminar os agentes dessa enfermidade institucional de gravidade mortal que aumentou as despesas do Orçamento sem apontar a fórmula mágica para pagá-las.

Lula, favorito nas pesquisas, está preso e é inelegível, mas nenhum “supremo” magistrado do império do faz de conta bate o martelo para pôr fim à farsa de sua pretensão. Bolsonaro, o deus ex machina dos nostálgicos da ditadura militar, faltou às sessões da derrama fiscal alegando que tinha mais o que fazer em palanques.

O tucano Alckmin mandou às favas não apenas os escrúpulos, como dizia o coronel Passarinho, corneteiro da fanfarra armada, mas o discurso com que seu partido disputou a última eleição presidencial, fingindo combater a corrupção enquanto se lambuzava no melado jogado pelos adversários aos cães. Em troca de pratos de lentilhas, a serem servidos no horário nada gratuito no rádio e na TV, trocou alianças com condenados do mensalão, Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson, e suspeitos do petrolão, Kassab, Paulinho da Força e o time de Temer, o presidente mais impopular da História. É o mal lavado compartilhando o cocho dos sujos.

Entre os expulsos da comilança, Marina esgueira-se nas sombras, pretendendo ser lembrada assim que for esquecida. Meirelles, favorito de Lula do PT e queridinho do mercado, parece disputar votos na Tailândia, escondido numa caverna. E Ciro, o coronel de Pindamonhangaba e do Ceará, investe contra o “baronato”, insulto a que os verdadeiros barões do Estado podre apelam para confundir e, com isso, assumir o que ainda restar de migalhas do queijo em decomposição.

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), dos poucos porta-vozes assumidos da bancada dos mandarins de estatais e autarquias, disse que “talvez o governo a tenha subestimado”. Temer, que, aliás, é funcionário público e nessa condição goza das benesses da aposentadoria de luxo paga pelos pobretões e desempregados, entre outras vítimas, inventou uma intervenção militar na Segurança do Rio apenas para não herdar o ônus desse desengano.

Nada podemos fazer nós outros, que pagamos as contas dos furtos da Petrobrás, da merenda escolar e da máfia dos vampiros e o mico de não escaparmos de ver o maganão petista José Dirceu, torso nu ao sol, sem algemas nem tornozeleiras, numa praia baiana, mercê de ex-serviçal que ainda lhe serve na cúpula da Justiça (?). Dormimos indignados e acordamos omissos, definiu, sem felicidade nenhuma, o político Eduardo Jorge. E o que mais?

Jornalista, poeta e escritor

(Publicado na Pag. 2A do Estado de S. Paulo da quarta-feira 25 de julho de 2018)

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Comentário no Jornal Eldorado: O cangaciro está de volta

Comentário no Jornal Eldorado: O cangaciro está de volta

Ciro Gomes, o “coroné” de Sobral nascido em Pindamonhangaba, SP, não se emenda. Em entrevista a uma emissora de Alagoas prometeu que, se eleito, mandaria promotores e juízes para sua “caixinha” (ele sabe que a palavra é sinônima de propina na gíria?) e mandaria soltar Lula e que só ele pode fazer isso, afrontando a Justiça, a democracia e a lei. Como de hábito, atribuiu a própria mancada à imprensa, que a reproduziu sem alterar uma palavra pronunciada, alegando que o contexto foi omitido. Que contexto? O único contexto que há é: ele falou besteira, foi reproduzida e tenta renegar a própria língua. Arre, égua!

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quinta-feira 26 de julho de 2018, às 7h30m)

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Ou clique no link abaixo e, em seguida, no play:

https://soundcloud.com/jose-neumanne-pinto/neumanne-2607-direto-ao-assunto

Para ouvir Sober, de e com Demi Lovato, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=vORIohoI4m0

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Abaixo, os assuntos do comentário da quinta 26 de julho de 2018

SONORA Sober Demi Lovato

https://www.youtube.com/watch?v=vORIohoI4m0

1 – Quantas vezes ainda nesta campanha perguntaremos se “vale a pena ver de novo” Ciro Gomes dizer um monte de asneiras, a imprensa as reproduzir e ele dizer que não foi entendido, que o contexto não era bem esse e que a culpa é toda e unicamente da imprensa?

SONORA CIRO, a mesma de ontem

2 – Na discussão a respeito de lugar de ladrão é na cadeia no debate de ontem cedo no Fórum Estadão-Unibes A Reconstrução do Brasil quem tinha razão: o juiz Sérgio Moro, que reconhece que só prender corrupto não acaba com a corrupção, ou o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que aproveitou, então, para praticamente defender que não vale a pena prender?

SONORA- 01 MORO CORRUPÇÃO

3 – Que contribuição o entrevistado de sua série Nêumanne entrevista, em seu blog, trará ao ouvinte da Eldorado a respeito da contravérsia sobre a possibilidade de prender condenado em segunda instância?

4 – Em que o ministro do dito Ministério Extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, ajudou combater a violência com a participação no mesmo debate de ontem de manhã do mesmo Fórum do Estadão/Unibes?

5 – É justa a gozação inevitável depois da constatação de que o dr. Dênis Furtado, que se autodenomina Dr. Bumbum, prestou serviços à Presidência da República por menos de um mês na gestão de Dilma Rousseff e foi afastado depois de reclamações a seu respeito que, contudo, não foram suficientes para interromper sua carreira de picaretagem, em que colecionou dívidas e agora está preso por uma cliente ter morrido depois de operada por ele?

6 – Você acha que a decisão do Facebook de retirar páginas do Movimento Brasil Livre a pretexto de combater fake news nas redes sociais é correta ou pode caracterizar algum tipo nefasto de censura?

7 – Pelo que a seleção brasileira jogou na Copa do Mundo da Rússia, a CBF fez bem em manter Tite no comando da seleção brasileira?

8 – Em que o susto produzido pela internação da atriz e cantora americana Demi Lovato pode ajudar no combate ao vício do consumo de drogas?

Comentário no Estadão Notícias: PT com Ortega

Comentário no Estadão Notícias: PT com Ortega

Não se pode, de fato, esperar um resultado positivo da pressão que o governo brasileiro tem feito em Manágua para obter esclarecimentos que são necessários e até urgentes das autoridades da Nicarágua a respeito da morte da médica pernambucana Rainéya Lima, fuzilada quando dirigia o caso de volta para casa, mas é preciso que aja com firmeza protestando e pressionando. O presidente Temer age corretamente quando diz que o Brasil não descansará enquanto não for informado das circunstâncias do atentado e a sociedade chocada com a brutalidade do episódio e com o cinismo do tiranete Daniel Ortega, cujo governo é contestado no país e fora, está chocada com o apoio dos aliados do PT. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde as 6 horas da quinta-feira 26 de julho de 2018.

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Comentários no Estadão às 5: Lugar de ladrão é na cadeia

Comentários no Estadão às 5: Lugar de ladrão é na cadeia

Prisão de corrupto não é suficiente para combater a corrupção. Neste ponto, o juiz Sérgio Moro e o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira concordaram no debate do Fórum Estadão na Unibes na quarta-feira 25 de julho. Mas o advogado aproveita o truísmo para defender a tese esdrúxula de que não adianta punir corruptos depois de terem cometido o delito, omitindo, de forma sibilina, que, no Estado de Direito, aplica-se pena para punir, não apenas para combater, pelo delito cometido. O advogado José Paulo Cavalcanti Filho, que fez parte da Comissão de Notáveis nomeada por Tancredo Neves para fazer um projeto para a Constituição, que terminou sendo deixada de lado pela Constituinte, explica, em entrevista no Blog do Nêumanne, por que condenados em segunda instância, como Lula, devem cumprir pena após condenação em segunda instância. Este foi um dos comentários meus no Estadão às 5, programa da TV Estadão, com ancoragem de Emanuel Bomfim, transmitido do estúdio no meio da redação do jornal e retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook na quarta-feira 25 de julho de 2018, às 17 horas.

Para ver o vídeo clique no link abaixo:

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https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/cadeia-para-corruptos/

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