Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Senador prefere Moro em 22

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Senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR), cuja emenda para limitar poder do STF foi derrotada no plenário do Senado por uma aliança entre esquerda, Centrão e governo Bolsonaro, disse que Moro teria tudo para ser o melhor ministro para substituir o decano Celso de Mello em novembro de 2020. Mas preferia que ministro da Justiça se apresente como opção para eleição presidencial em 2022. Em entrevista ao Blog do Nêumanne, reproduzida no site Estação Nêumanne (www.neumanne.com), ele contou ainda detalhes do acordão entre Alcolumbre, Maia, Toffoli e Bolsonaro, que também derrubou até agora instalação da CPI do Lava Toga, mas permitiu funcionamento de uma CPI para constranger a Lava Jato. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

Para ler a entrevista com o senador

Oriovisto Guimarães , clique aqui.

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Nêumanne entrevista Oriovisto Guimarães

Nêumanne entrevista Oriovisto Guimarães

Senador prefere Moro

candidato em 2022

a ministro do STF

Para Oriovisto, sua PEC para limitar STF foi arquivada por PT, Centrão, Renan e Bolsonaro e há pacto entre presidente, Maia, Toffoli e Alcalumbre

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) disse que, se dependesse da sua vontade, “Sergio Moro não iria para o Supremo Tribunal Federal, ele seria candidato à Presidência da República e faria um bem muito maior a este país”. Protagonista da série Nêumanne Entrevista desta semana, ele atribuiu a derrota de uma emenda constitucional de sua autoria reduzindo o poder autocrático de ministros do Supremo Tribunal Federal, e dando-lhes prazo para concluir pedidos de vista, a uma fantástica e inusitada aliança. “Pela primeira vez eu vi o PT, o Renan Calheiros e o Bolsonaro trabalhando juntos, unidos com o mesmo propósito, para a derrubada da PEC 82/2019. Foi muito interessante ver o líder do governo, senador Fernando Bezerra, dizer: ‘O governo Bolsonaro recomenda o voto contra’. O PT também orientou todos os seus senadores a não votarem. E ainda ver o senador Renan Calheiros fazendo discursos enfáticos contra a PEC, defendendo a tese de que era uma interferência de um Poder sobre o outro”. E afirmou ainda: “O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nas Páginas Amarelas da revista Veja que esse acordo entre os três Poderes existe. Destacou que é o grande conciliador e construiu um pacto de governabilidade. Se esse pacto de governabilidade é contra o interesse público ou não, os próximos meses e anos é que vão dizer. Por enquanto, fica por conta da nossa maldade antever o resultado desse pacto, mas que ele existe, ele existe”.

Nascido na cidade de Batatais, no interior de São Paulo, Oriovisto Guimarães se mudou ainda criança, com sua família, para Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná. Os estudos e o trabalho desde cedo estiveram presentes em sua vida. Aos 17 anos, independente da família, Oriovisto mudou-se para Curitiba. Prestou vestibular para Ciências Econômicas e Engenharia Civil na Universidade Federal do Paraná e foi aprovado em ambos os cursos. Na universidade, Oriovisto já ganhava a vida dando aulas particulares de Matemática e Física nos cursos preparatórios para vestibulares.

Oriovisto apresentou emenda constitucional para limitar poder tirânico do STF, mas não conseguiu três quintos para sua aprovação. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Oriovisto apresentou emenda constitucional para limitar poder tirânico do STF, mas não conseguiu três quintos para sua aprovação. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Anos depois, formou-se em Economia. No momento, viu a oportunidade de abrir a própria escola. Em 1972, com colegas professores, fundou o Curso Positivo. O projeto educacional foi ampliado com a criação de escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio. Nos anos 80, Oriovisto fundou a Universidade Positivo e foi o primeiro reitor, cargo que ocupou durante 11 anos. Na mesma década o grupo expandiu-se e fundou a Positivo Informática, a maior indústria brasileira de computadores.

Em 2006 foi homenageado com a cadeira de número 6 da Academia Paranaense de Letras. Em 2012 deixou a presidência do grupo. Em 2018, aos 72 anos, filiado ao partido Podemos, assumiu um novo desafio: trabalhar pela transformação da forma como a política é feita no País. Foi eleito senador pelo Estado do Paraná com 2.957.239 votos.

Oriovisto com o colega senador e ex-governador do Estado do Paraná (que ambos representam) Álvaro Dias., líder do Podemos, pelo qual ele se elegeu Foto: Assembleia Legislativa do Paraná

Oriovisto com o colega senador e ex-governador do Estado do Paraná (que ambos representam) Álvaro Dias., líder do Podemos, pelo qual ele se elegeu Foto: Assembleia Legislativa do Paraná

Oriovisto quer, sobretudo, que os políticos não tenham privilégios como aposentadorias especiais; regalias absurdas, foro privilegiado e, principalmente, que os congressistas deixem de negociar seus votos em troca de cargos em empresas estatais e cumpram seu papel essencial de fiscalizar o governo e simplificar a legislação que regula a vida dos brasileiros. As reformas tributária, da Previdência, do Judiciário e política são atualmente seu foco do mandato.

Nêumanne entrevista Oriovisto Guimarães

Nêumanne – A seu ver, os 11 votos que impediram a aprovação de sua PEC do Visto e da Liminar, que reduziria o poder do Supremo Tribunal Federal (STF), evitarão para sempre, sempre, amém, a aceitação pelo Senado Federal da necessidade de algum tipo de controle sobre a dita suprema Corte, que não exerce a autonomia, mas a tirania de seu poder?

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Direto ao Assunto no YouTube: Democracia, refúgio de corruptos

Direto ao Assunto no YouTube: Democracia, refúgio de corruptos

No século 18, Samuel Johnson escreveu que “o patriotismo é o último refúgio de um canalha”. No século 21, nos está sendo revelado a cada dia que democracia fica muito próxima de demagogia e rima com hipocrisia. Isso explica a CPI da Lava Jato na Câmara, os esforços para não instalar a CPI do Lava Toga no Senado e os discursos nojentos de Raquel Dodge e Celso de Mello na despedida dela como procuradora-geral da República numa sessão do STF presidida por Dias Toffoli, cujo irmão ela tentou poupar no despacho ao relator da Lava Jato, Edson Fachin, a quem ela recomendou que protegesse os dois padrinhos de sua eventual permanência na PGR: além dele, o presidente da Câmara, Rodrigo Botafogo Maia. Parodiando Johnson, a democracia é o refúgio do corrupto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Comentário no Jornal Eldorado: A CPI da Lava Jato

Comentário no Jornal Eldorado: A CPI da Lava Jato

Os bandidos desmascarados e os ocultos, que ainda temem ser descobertos, já têm quórum na Câmara dos Deputados para, pelo menos, instalar uma CPI. É o que se percebe ao tomar conhecimento da última novidade: a fresquíssima comissão de inquérito para apurar “crimes” eventualmente cometidos por agentes da lei da mais bem-sucedida operação de combate à corrupção da história: a Operação Lava Jato. Além de conviver com o incômodo de ter sua intimidade no aplicativo Telegram divulgada diariamente pela IntercePT Brasil e seus cúmplices brasileiros, eles serão submetidos ao vexame do depoimento embaraçoso na Câmara. É o Brasil.

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Assuntos para comentário da sexta-feira 13 de setembro de 2019

1 – Haisem – Quais são os resultados que você espera dos trabalhos da CPI da Lava Jato

2 – Carolina – Que assuntos tão graves e sigilosos você acha que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, tinha para tratar em jantar secreto com os senadores petistas Jaques Wagner e Humberto Costa

3 – Haisem – Você ficou emocionado com o discurso de despedida da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ontem no Supremo Tribunal Federal

SONORA_DODGE 1309

4 – Carolina – Você não vai aproveitar seu comentário para cumprimentar o decano do Supremo, Celso de Mello, pelo discurso que fez na despedida da procuradora-geral, Raquel Dodge

SONORA_MELO 1309

5 – Haisem – Você daria a medalha de benemérito do mês ao ministro do STF Gilmar Mendes por ter concedido ontem habeas corpus aos empresários cariocas Miguel Skin e Gustavo Estellita na área de fornecimento de equipamentos e material hospitalar para a saúde publica do Rio

6 – Carolina – Você não vai mandar felicitações ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pelo serão a que se submeteu para tentar aprovar pleito grato a seus nobres colegas

7 – Haisem – O que você acha que pode haver por trás dessa história fantástica da tentativa de envolver o deputado Hélio Negão, da intimidade da família Bolsonaro, num inquérito da Polícia Federal do Rio

8 – Carolina – Qual será seu spoiler da série Nêumanne entrevista em seu blog nesta sexta-feira

TRILHA DE SPOILER

 

Comentário no Jornal da Gazeta: Gilmal, padroeiro dos vampiros

Comentário no Jornal da Gazeta: Gilmal, padroeiro dos vampiros

O ministro do STF Gilmar Mendes se diz garantista dos direitos individuais dos cidadãos, mas atua como “santo” padroeiro protetor dos vampiros cretinos e canalhas que ficam milionários furtando verbas públicas destinadas a equipamentos de saúde e hospitais públicos do Estado do Rio de Janeiro. Hoje soltou dois destes, acusados pelo MP na Operação SOS e condenados pelo juiz da Lava Jato, Marcelo Bretas, Miguel Skin e Gustavo Estellita. Será que esse senhor nunca vai perceber o tamanho do mal que faz, a po9nto de merecer ter o prenome trocado para Gilmal?

Para ver no Jornal da Gazeta da quinta-feira 12 de setembro de 2019, às 19 horas, clique no link abaixo:

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Direto ao Assunto no YouTube: Fundo Eleitoral obsceno

Direto ao Assunto no YouTube: Fundo Eleitoral obsceno

O Centrão e a esquerda chantageiam o governo para mandar verba estratosférica de R$ 3,7 bilhões para financiar campanhas eleitorais municipais que nunca custaram tanto antes no Brasil. Tinha fixado o total em R$ 1,75 bilhões, o que já era absurdo, mas agora se dispõe a mandar a dinheirama pedida pelos chefões das organizações partidárias criminosas para não ter boicotados seus pleitos no Legislativo. A sociedade precisa se organizar para impedir que essa corrida pelas quantias bilionárias seja detida  em plena crise, em que se exige sacrifício de  desempregados e desvalidos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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