Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto, 23 de maio de 2013.

A morte de Ruy Mesquita é uma baixa na luta pela manutenção das instituições em nossa democracia, na qual o governo é unívoco, a oposição não funciona e a imprensa assume, sozinha,  a defesa da cidadania.

E tem mais:

Comissão da Verdade ganha força ao fazer revelações importantes – torturas em 1964 e em territórios universitários e mentira da Marinha -, mas enfraquece ao pedir a revogação da anistia, que não é seu papel.

Direto ao Assunto, 22 de maio de 2013.

O presidente do STF perdeu mais uma boa ocasião de ficar calado, pois, como chefe de um Poder, não pode se dar ao luxo de falar mal de outro, como cidadão comum, nem em eventos acadêmicos.

E tem mais:

Multidões nas filas da Caixa por causa de boato de fim de bolsa família revela ministra irresponsável, presidente oportunista e a dependência da população da ajuda e dos políticos em sua concessão.

Direto ao Assunto, 21 de maio de 2013.

Com o empenho que Serra indica estar entrando na campanha de Aécio para eleição presidencial de 2014, talvez melhor slogan seja “O PSDB desunido será sempre vencido.
E tem mais:
Com os tucanos estaduais reclamando da desorganização municipal e os petistas da Prefeitura reclamando do corpo mole da PM, Virada Cultural é um evento impoliciável.

Direto ao Assunto, 20 de maio de 2013.

Agora presidente nacional do PSDB, Aécio Neves tenta reabilitar FHC. Tarde demais. Desunidos, tucanos se preparam para mais uma derrota para o PT.

E tem mais:

Dilma inaugura o mais caro estádio das Copas, Mané Garrincha, inacabado, em Brasília, onde não existe nem existirá futebol, e se queixa dos pessimistas.

Direto ao Assunto, 18 de maio de 2013.

É bom Gilberto Carvalho ir ao Senado explicar sua tentativa de interromper investigação que Dilma mandou abrir sobre Rosemary Noronha. Mas ele poderá ser cobrado?

E tem mais:

Renan Calheiros garantiu que a MP dos Portos foi a última votada a toque de caixa pelo Senado. Será? Certo é que o Congresso não é repartição comandada por Dilma.

Direto ao Assunto, 17 de maio de 2013.

Oposição faz obstrução à votação da privatização dos portos, que defendia quando estava no governo, só porque o PT, que a criticava na oposição, luta por ela no governo. Isso é que é esquizofrenia!

E tem mais:

Do alto do poder presidencial, Dilma elege como rival número um parlamentar que nunca se destacou pela estatura moral nem política: Eduardo Cunha. E desce do pedestal para uma rinha no rés do chão.

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