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Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Aras acusa Pazuello para livrar Bolsonaro

Direto ao Assunto no YouTube: Aras acusa Pazuello para livrar Bolsonaro

1 – O PGR Augusto Aras pediu ao STF autorização para investigar Pazuello para livrar o presidente, que é o verdadeiro omisso no combate à crise sanitária provocada pela pandemia da covid-19; e o intendente incompetente da Saúde se mandou para o Amazonas. 2 – A política armamentista da famiglia Boçalnaros é covarde e produz tragédias. 3 – Lewandowski autoriza entrega de provas criminosas de celulares hackeados de autoridades para a defesa de Lula. 4 – Alexandre de Moraes nada apresentou até agora de concreto para deter o gabinete do ódio no Planalto. 5 – Faustão se aposentará em dezembro. 6 – São Paulo faz 467 anos de existência. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Artigo no Blog do Nêumanne: O inferno é aqui e Bolsonaro é seu capetão

Artigo no Blog do Nêumanne: O inferno é aqui e Bolsonaro é seu capetão

José Nêumanne

Covid bate recordes de casos e óbitos, Congresso folga para eleger presidentes, STF suspende sessões, povo não pode ir às ruas, desemprego cresce e presidente vai a treino do Flamengo

Atrasado em relação a Reino Unido, União Europeia, Argentina, México, Chile, Israel e Índia, entre muitos outros países, o Brasil começou a vacinar profissionais da saúde, idosos em asilos, indígenas, quilombolas e penetras da elite governante no domingo 17. O governador de São Paulo, João Doria, saiu na frente, (1) porque tinha a Coronavac, sino-brasileira, com aplicação autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por cinco a zero; e (2) porque a Índia não entregou antes 2 milhões de doses da AstraZeneca-Oxford fabricadas pela Serum. Espumando de ódio, o presidente Jair Bolsonaro proibiu ministros de negociarem com paulistas e mandou polícia, órgãos de “inteligência” (aliás, burrice) e engavetadores amigos devassarem eventuais ilícitos do produtor do imunizante disponível, o Butantan, com 119 anos de ótima reputação.

Da justificada euforia pela ressurreição da esperança o cidadão brasileiro passou a soluçar de pânico ante a iminência de faltarem insumos para a produção em território nacional, com a insuficiência do produto imunizante: 10 milhões de doses para 212 milhões de habitantes. A incúria é recente. No ano passado, o atual governo negociou com a Pfizer, presente em EUA, Reino Unido, Europa, Israel, etc., 70 milhões de doses para 2021. Mas a compra não foi feita. E o Brasil perdeu lugar na fila, apesar dos alertas da própria farmacêutica para a elevada demanda pelo imunizante na pandemia. Em sua costumeira lorota de caixeiro viajante da “pílula do câncer”, o capitão cloroquina disse que quem quiser vender ao Brasil ofereça o produto. Agora quem paga a conta sabe que foi oferecido e recusado. A prioridade de gastos públicos no Brasil é comprar votos nas eleições para as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado. Prioritário é o ódio preconceituoso do chefe do governo e de seu gado, que se deixa contaminar pelos perdigotos do “mito” (ou “minto”) perverso. Jamais a imunidade de rebanho, que poderá devolver a normalidade perdida ao povo, mero alvo teórico do populismo obscurantista.

A experiência brasileira recente em imunização data de 1962, no governo Jango Goulart, que declarou guerra à varíola, erradicada do território nacional desde 1973, em plena repressão do governo Emílio Médici, no recrudescimento da ditadura militar. Desde então, Ernesto Geisel, João Figueiredo, José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva, Dilma Rousseff, Michel Temer e, agora, Jair Bolsonaro caíram na lorota, cara aos chefões das organizações partidárias, de que melhor seria comprar vacinas baratas no exterior do que produzi-las no Instituto Butantan, de São Paulo, e na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio. Enquanto isso, bilhões de dólares eram queimados no furto organizado dos governos petistas, cuja impunidade é garantida pelo populismo de direita do gabinete do ódio do capitão de milícias.

Justiça seja feita: o mundo todo passou a depender das poderosas indústrias farmacêuticas das populosíssimas China e Índia. E o Brasil, a mendigar a boa vontade das duas potências farmacêuticas, pois seus laboratórios de genéricos, criados com a quebra de patentes capitaneada pelo engenheiro-economista José Serra na gestão tucana, nada podem fazer, já que não produzem o procuradíssimo ingrediente farmacológico ativo (IFA). Nem detêm – ora direis, quem sabe até quando – a transferência tecnológica do IFA pela Sinovac e pela filial chinesa da britânica AstroZeneca. Os defensores da compra de vacinas baratas na China e na Índia se escafederam, escapando da justa fúria dos entes queridos dos mais de mil brasileiros que morrem por dia de covid enquanto seu IFA não vem. Na série Nêumanne Entrevista, publicada no Blog do Nêumanne do portal do Estadão, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta batizou de imunização “aos soluços”. Ou seja: chega vacina, aplica vacina, vacina acaba, para vacinação até chegarem novas doses, etc. A quem perde entes queridos por falta de vacina resta soluçar de dor e saudade.

Em Manaus e Porto Velho, brasileiros morrem afogados no seco. O intendente incompetente da Saúde, general Eduardo Pesadelo, refugiou-se às margens do Amazonas, com data incerta para voltar ao gabinete, para tentar fugir da mira do protetor-geral da famiglia Bolsonaro, Augusto Aras. Este pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigá-lo por omissão criminosa pela falta de oxigênio. O petista baiano, que deve o cargo ao chefe do carregador de doses, ainda não foi informado (talvez porque tenha notório ódio à comunicação da verdade) de que o sinistro da doença apenas obedece a ordens expressas e públicas do capitão terrorista.

Deputados federais e senadores só pensam naquilo: a composição das Mesas que dirigem as Casas que, só em teoria, representam o povo. O chefe do governo conta com a eleição de dois paus-mandados. Um é o deputado Arthur Lira, figurão do Centrão e fiel anspeçada de Eduardo Cunha, o Caranguejo do propinoduto da Odebrecht, hoje cumprindo pena por furto qualificado. Contra ele, Baleia Rossi, do MDB, é frequentador assíduo de beija-mãos no palácio. E o senador Rodriguinho Pacheco enfrenta Simone Tebet, que se declara contra o impeachment de Bolsonaro, invocando o “sentimento do povo”, que não pode sair à rua na pandemia.

Ainda assim, o caloteiro, que não pagou as doses confiscadas do Butantan, as únicas disponíveis no Brasil até a chegada das adquiridas do laboratório Serum, abusa do recesso da cúpula do Judiciário, fingindo ser Caronte, o canoeiro que atravessa o Hades, rio da morte. Em plena alta do desemprego na recessão, gazeou o expediente em dia útil, invadindo na sexta-feira 22 o treino do Flamengo, imaginando-se acima do bem na condição de agente do mal. Por enquanto, panelaços e carreatas correspondem à queda da popularidade nas pesquisas. E, sobretudo, o mais importante: o pato pateta não conta mais com o patrão, Donald Trump, para dar aval ianque ao planejado autogolpe. Mais do que qualquer outro breve contra a ditadura da crueldade negacionista, pesará até 2022 Joe Biden na Casa Branca, fiel da balança de freios e contrapesos da ótima democracia.

*Jornalista, poeta e escritor

(Publicado no Blog do Nêumanne na segunda-feira 25 de janeiro de 2021)

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Comentário no Jornal Eldorado: Impeachment de Bolsonaro na ordem do dia

Comentário no Jornal Eldorado: Impeachment de Bolsonaro na ordem do dia

A epidemiologista Lígia Bahia, da Fiocruz, que envasará e depois produzirá a vacina da parceria Oxford-AstraZeneca, que vendeu 160 milhões de doses ao governo brasileiro, engajou-se no impeachment do capetão sem noção, assunto mais comentado no País agora. 2 – O infectologista Pedro Hallal, da Universidade de Pelotas, atribuiu, em carta à revista Lancet, 150 mil mortes ao chefe do governo federal, número que supera 56.311, média brasileira da população mundial. 3 – Presidente e três ex-presidentes da Academia de Medicina declaram guerra em artigo ao vírus, à ignorância e aos inimigos internos. 4 – Brasil pode ter vacinação interrompida por preferir comprar remédios mais baratos a produzi-los nos governos Medici, Figueiredo, Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma, Temer e, principalmente, Bolsonaro.

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Assuntos para comentário da segunda-feira 25 de janeiro de 2021

1 – Só se fala no impeachment de Bolsonaro – Este é o título do post registrando o vídeo de seu canal no YouTube no Blog do Nêumanne no Portal do Estadão. Quais as chances de essa constatação se tornar algo de mais concreto no Congresso Nacional neste fim de recesso

2- Bolsonaro tem menos apoio que os antecessores – Este é o título de chamada no alto da primeira página do jornal. Em que esta constatação altera e explica a predominância do noticiário que dá conta do crescimento da onda de impeachment que toma conta do País

3 – O que você vislumbra de mais chocante no caso da adolescente que matou com um tiro na cabeça outra menina, de quem se dizia a melhor amiga, em condomínio de luxo em Cuiabá em julho passado

4 – Aras pede ao Supremo Tribunal Federal investigação contra Pazuello – Este foi o título de chamada de primeira página na edição do Estadão de ontem. O que teria mudado a postura do procurador-geral da República em relação à gestão do governo federal no combate à pandemia

5 –Com número limitado de doses, prefeitos disputam vacinas – Esta é a manchete de primeira página da edição impressa do Estadão de hoje. Seria o caso de dizer que esta notícia dar conta de que nem o inferno é o limite para nossos políticos eleitos democraticamente pelo povo que os elege

6 – Fiocruz deve ter insumo de vacina só em 8 de fevereiro – Este é o título de uma chamada de primeira página no Estadão de ontem. Quais os motivos e conseqüências desta notícia sobre a campanha de imunização contra a covid-19

Direto ao Assunto no YouTube: Só se fala no impeachment de Bolsonaro

Direto ao Assunto no YouTube: Só se fala no impeachment de Bolsonaro

1 – A epidemiologista Lígia Bahia, da Fiocruz, que envasará e depois vai produzir a vacina da parceria Oxford-AstraZeneca, que vendeu 160 milhões de doses ao governo brasileiro, engajou-se no impeachment do capetão sem noção, assunto mais comentado no País agora. 2 – O infectologista Paulo Hallal, da Universidade de Pelotas, atribuiu, em carta à revista Lancet, 150 mil mortes ao chefe do governo federal, número que supera 56.311, média brasileira da população mundial. 3 – Presidente e três ex-presidentes da Academia de Medicina declaram guerra em artigo ao vírus, à ignorância e aos inimigos internos. 4 – Brasil pode ter vacinação interrompida por preferir comprar remédios mais baratos a produzi-los nos governos Medici, Figueiredo, Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma, Temer e, principalmente, Bolsonaro. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Enfim, as esperadas vacinas da Índia

Comentário no Jornal Eldorado: Enfim, as esperadas vacinas da Índia

A Índia usa o fornecimento de vacinas de forma diplomática, para reforçar sua força na Ásia, e a relação com países vizinhos teve prioridade “Valorizamos nossa parceria com o Brasil”, disse o embaixador em Brasília,  Suresh Reddy  . O Brasil recebeu o aval de exportação logo depois de asiáticos, africanos e do Oriente Médio, sobre os quais a Índia deseja ampliar sua influência. Por isso, diplomatas do primeiro escalão do governo indiano têm viajado para fazer a entrega dos lotes pessoalmente. Não deixa de ser alvissareiro o acesso de mais 1 milhão de brasileiros à imunização, mas continua a bagunça generalizada que torna o combate à pandemia do Brasil a menos organizada do mundo e de nossa “imunização aos soluços”, como como definiu Luiz Henrique Mandetta na série Nêumanne Entrevista, já no Blog do Nêumanne.

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Assuntos para comentário da sexta-feira 22 de janeiro de 2021

1 – Índia envia ao País dois milhões de doses da vacina de Oxford – Esta é a manchete da primeira página da edição impressa do Estadão hoje. Em que essa decisão interfere na eventual paralisação da imunização no Brasil por falta de insumos egressos da China

2 – Fura-filas viram alvos do Ministério Público em seis Estados – Este é o título de chamada de primeira página do jornal do dia. Para que essa notícia chama a sua atenção interrompendo a plena da onda de felicidade que varreu o País por causa da abertura da imunização, que traz a esperança da volta da normalidade perdida na pandemia

3 – Empresários cobram vacina e criticam o governo – Este é outro título no alto da primeira página do Estadão hoje. A cobrança e as críticas são justas ou não passam de “injusta” implicância com o governo federal de Jair Bolsonaro

4 – ‘Apesar da proliferação de defensores da ditadura, (ainda) vivemos um sistema democrático’, diz procurador ao pedir arquivamento de inquérito da PF contra advogado que criticou Bolsonaro – Este é o título de chamada na edição de política do Portal do Estadão. Você acha que a frase é correta ou apenas otimista

5 – Augusto Aras e o seu “estado de defesa”: ouça no “Estadão Notícias” – Este é o título de chamada de capa do Portal do Estadão. De que se trata

6 – Cantanhêde: “Há motivos de sobra para impeachment, mas faltam condições” – Este é o título de chamada de capa do noticiário do Portal do Estadão. O que você acha dessa constatação da colunista

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro decretou caça ao Butantan

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro decretou caça ao Butantan

1 – O presidente proibiu ministros de manterem contato com Doria e determinou devassa de eventuais falhas de licitação feitas pelo Butantan, que produziu os 6 milhões de doses de vacina, pelos quais ele nada pagou, usados no fictício plano de imunização do general Pesadelo. 2 – O ineficiente Estado brasileiro é o único responsável pelos abomináveis casos de fura-fila registrados pelo País afora. 3 – Diplomatas norte-americanos dizem que não há uma só verdade na carta do capetão sem noção ao presidente Joe Biden. 4 – Procuradores federais contestam adesão de Aras ao autogolpe do caloteiro-mor do Brasil. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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