Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Comentário no Jornal Eldorado: Relato detalha crimes de Bolsonaro

Comentário no Jornal Eldorado: Relato detalha crimes de Bolsonaro

Além de infringir a Lei do Impeachment, Bolsonaro cometeu crimes contra a saúde (charlatanismo, infração de medida sanitária e epidemia), a administração (prevaricação), a paz (incitação ao crime) públicas e contra a humanidade. Segundo documento de juristas entregue à CPI, há “farto material probatório”  para responsabilizar criminalmente o presidente Jair Bolsonaro e os integrantes de seu desgoverno. Os signatários são Miguel Reale Jr, Sylvia H. Steiner, Helena Regina Lobo da Costa e Alexandre Wunderlich. O documento é atende a requerimento do senador Alessandro Vieira atestando que ‘não são poucas as situações que merecem o aprofundamento das investigações pelos órgãos de controle do Estado brasileiro, assim como são bastante evidentes as hipóteses reais de justa causa para diversas ações penais.

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Assuntos para comentário na quinta-feira 16 de setembro de 2021-09-16

1 – À CPI, juristas listam crimes que Bolsonaro teria cometido – Este é o título de uma chamada no alto da primeira página da edição impressa do Estadão em 16 de setembro de 2021 – Que crimes são esses e que possibilidades há de eles virem mesmo a ser punidos, em sua opinião

2 – Partidos se unem para financiar atos pró-impeachment – Este é o título de outra chamada no alto da primeira página do jornal desta quinta-feira. Até que ponto esse decisão poderá, a seu ver, garantir o sucesso das próximas manifestações de rua da oposição, ao contrário do que houve em domingo 12 último

3 – Vacina e máscara reduzem morte pela variante delta – Este é o título de uma chamada na primeira página do Estadão de hoje.  Em que essa constatação poderá tornar possível a normalização da vida do povo e a retomada da economia em crise

4 – Produção nacional de remédio contra câncer corre risco de apagão – Esta é a manchete de primeira página do jornal do dia. O que mais essa tragédia sanitária no Brasil vem nos revelar numa hora em que a pandemia da covid-19 ainda nos preocupa tanto

5 – Câmara retoma quarentena após 2026 – Este é o título da principal notícia da página A10 da editoria de Política no jornal que está circulando. O que você acha que justificaria a insistência do Centrão contrariando o regimento da Câmara para impor uma medida que já foi derrotada na votação do novo Código Eleitoral

6 – Indicação de André Mendonça subiu no telhado? Ouça – Este é o título de chamada de capa no portal do Estadão que está circulando.   O que está provocando essa reversão de expectativas e quais são as possibilidades de haver uma substituição na sucessão de Marco Aurélio de Mello na cúpula do Poder Judiciário, anunciada no Estadão Podcast

 

Direto ao Assunto no YouTube: Prevent e Queiroga: uma desgraça atrás da outra

Direto ao Assunto no YouTube: Prevent e Queiroga: uma desgraça atrás da outra

1 – Após publicação de dossiê sobre falsificação de registros de mortes por covid-19 pelo plano de saúde #preventsenior, executivo foge da da CPI. 2 – Depois de propagar que o Brasil tem vacinas de sobra, ministro da Saúde, #marceloqueiroga, negou doses para municípios vacinarem jovens sadios. 3 – Decisão desumana, tomada em nome de leitura errada de comunicado da OMS, foi tomada pela idiotização do Ministério da Saúde, diz Vecina. #joseneumannepinto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Pacheco, pá de cal na MP da Mentira

Comentário no Jornal Eldorado: Pacheco, pá de cal na MP da Mentira

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, devolveu a medida provisória que alterava o marco civil da internet e dificultava a remoção de conteúdo nas redes sociais. A decisão anula os efeitos da mudança editada pelo chefe do Executivo para agradar a seguidores que tiveram conteúdos retirados das redes. A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, também suspendeu a eficácia da MP, numa ação que tramita na Corte. A rejeição pelo Congresso elimina a possibilidade de Bolsonaro editar uma nova MP com a mesma mudança neste ano. Ou seja, se quiser encaminhar uma proposta, terá de ser por projeto de lei. O PGR AugustoAras deu o sinal de que a devolução poderia ser a saída honrosa de Bolsonaro da iniciativa, que deixou de lhe interessar depois da frustração do autogolpe de 7 de setembro.  E Pacheco, a pá de cal.

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Assuntos para comentário na quarta-feira 15 de setembro de 2021

1 – Pacheco devolve MP que “protegia” fake news – Este é o título de chamada no alto da primeira página da edição impressa do Estadão de 15 de setembro de 2021. Que razões teve o presidente do Senado para demorar  uma semana e meia para tomar uma atitude que deveria ser adotada logo no primeiro dia de sua vigência

2 – ‘Espelho meu, haverá alguém mais indesejado do que eu?’ – Este é o título de seu artigo publicado na página A2 de Opinião do jornal desta quarta-feira. Quem, a seu ver, parodiou a rainha má do conto de Branca de Neve e os sete anões no dia-a-dia da política real no Brasil

3 – Impeachment pode mudar – Este é o título de outra chamada no alto da primeira página do Estadão do dia. Que alterações da lei ´podem ser adotadas na deposição do presidente da República no Congresso Nacional, por proposta da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid no Senado

4 – Polícia política – Este é o título do primeiro editorial da edição do jornal do dia. Que novas ameaças pesam sobre a liberdade do cidadão brasileiro por inspiração do Palácio do Planalto

5 – De ativista anticorrupção a investigado: saiba quem é Marconny Faria, que será ouvido na CPI hoje – Este é o título da chamada de capa do portal do Estadão que está circulando agora. Que novidades importantes para a investigação da venda de vacinas anticovid poderão ser produzidas pelo depoimento desse advogado

6 – Banco Central levará selic ‘aonde precisar’, mercado reduz previsão do PIB – Esta é a manchete de primeira página do jornal de hoje. Quais são as perspectivas para a economia no futuro próximo a partir desta constatação

 

Direto ao Assunto no YouTube: Os sete crimes do capitão

Direto ao Assunto no YouTube: Os sete crimes do capitão

1 – Violação de garantias individuais, epidemia, infração de medida sanitária, charlatanice, incitação ao crime, prevaricação e outros contra humanidade. 2 – Estes são os sete crimes do capitão #jairbolsonaro conforme memorial de juristas liderados por #miguelrealejr. para o relatório da #cpidacovid. 3 – Aras pediu suspensão da MP da mentira ao STF e Pacheco a devolveu para prestarem serviço dando saída honrosa para o #presidentedarepublica. #joseneumannepinto. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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No Estadão desta quarta-feira: “Espelho meu, haverá alguém mais indesejado do que eu?’

No Estadão desta quarta-feira: “Espelho meu, haverá alguém  mais indesejado do que eu?’

José Nêumanne

Para recuperar a paz que jogou no lixo

Bolsonaro recorreu a Temer, o impopular do Brasil

Em 8 de setembro, um dia após bolsonaristas terem ocupado ruas do País e sequestrado o verde-amarelo (apud José Murilo de Carvalho), que a soit-disant oposição lhe presenteou, Jair Bolsonaro parodiou a rainha má perguntando ao espelho: “Haverá alguém mais impopular do que eu?”. Sem resposta dela nem dos sete anões, telefonou ao general Augusto Heleno, que questionou o coronel João Baptista Lima, da PM de São Paulo, e obteve a resposta: “Temer”. Batata, retrucaria, se fosse Nélson Rodrigues. De fato, o antecessor bateu recorde de impopularidade em junho de 2018, com 82%. A própria rejeição, também segundo o Datafolha, foi de 51%, em julho de 2021. “Bateu na trave”, suspirou. E ordenou: “Liga pro Michel, tá o.k.?”.

Até aqui é tudo ficção. Como inteirinha falsa foi a campanha presidencial de 2018, vencida sem que o candidato do PSL participasse de sequer um debate com adversários e dispusesse de ínfimos segundos na propaganda eleitoral. Nesta, aliás, apenas mentiu descaradamente e se comprometeu com o que jamais cumpriria. Absolutamente verdadeiro é que, na semana em que fez mais uma promessa que não pagaria a Belzebu, o chefe do Executivo recorreu ao antecessor para pregar outra patranha: a de que não cumpriria ordens do relator dos processos que pode chamar de seus no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Então, Michel pai ocupou a única cadeira de um jato da FAB movido a querosene pago pelo deserdado pagador de impostos com a companhia isolada de uma folha de papel em que Bolsonaro assumiria a versão presidencial de sua “escolha de Sofia”, com a dúvida sobre que lorota negaria antes: mandar as ordens da Corte para as cucuias ou atuar dentro de quatro das inúmeras linhas da Constituição, mandada às favas, juntamente com os escrúpulos, pelos chefões de todos os Poderes?

Assim, a solidão do ex com a nota das mesóclises evitadas no colete tornou-se o símbolo de inaceitável desaforo de dois chefes de Estado, um ex e outro que se prepara para também vir a sê-lo, cometido contra a bolsa rasgada do cidadão. Mais do que o despoderado feito escriba da nota de salvação, que o exibiu à patuleia, uma vez mais humilhada, sua súbita, surpreendente, inesperada e inusitada tarefa de socorrista das instituições é o retrato do escabroso descaso dos homens públicos em relação ao público propriamente dito. A expressão deve ser entendida, pois, como metáfora da que define a profissão mais antiga… Ou seja, o detentor teórico e retórico do poder é a ficção mais absurda. A menos que o verbo constitucional emanar seja uma peça de péssimo gosto do despudor de políticos como o senador Marcos Rogério, arauto de negociatas de vacinas na CPI da Covid.

O povo, que não apoiou Bolsonaro no dia 7, ao contrário do que apregoam seus bajuladores, deu uma notória banana a quem convocou atos pelo impeachment do mandrião, cuja maior mentira é afirmar que governa o Brasil. Mas ainda não trabalhou um segundo sequer no emprego mais importante da república do faz de conta. E confessa com a maior caradura ao repetir que nada tem que ver com quase 600 mil mortos pela covid-19, 14 milhões de desempregados, a fome dos deserdados, a inflação de dois dígitos, a crise hídrica (negando-se até a alertar). Numa metáfora macabra do número sete, segundo o vulgo conta de mentiroso: o tudo que virou nada no Dia da Independência, o preço da gasolina na bomba, o aumento de 7% do gás de cozinha, etc.

Já é hora, pois, de substituir o lema “ordem e progresso” da bandeira positivista da República pelo “me engana que eu gosto” do autogolpismo negacionista e negocionista atual. Como relatou com simplicidade e sabedoria o filósofo e economista Eduardo Giannetti da Fonseca no clássico Auto-engano. E explicou com profunda clareza na entrevista que reproduzo no Blog do Nêumanne no portal do Estadão. “Bolsonaro promete descumprir ordens judiciais, mas não as descumpre na prática”. Ou seja: ruge como o leão da MGM, mas age como o ratinho esperto Jerry, escondido no buraco pelo qual não passa o gato Tom.

O capitão-terrorista prepara-se para superar todos os futuros colegas ex-presidentes quando passar o bastão adiante em violação da compostura do cargo máximo. Fernando Henrique atua como peru de pôquer, dando palpite sem assumir responsabilidade. Lula disputará a Presidência atropelando as fartas provas de sua atuação no maior escândalo de corrupção da História. Dilma beijará a mão do ex-chefe após levar uma surra vergonhosa na eleição ilícita que disputou para o Senado em Minas mercê de mimo do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

E Temer patrocinou o conchavo sigiloso ao telefone entre o indiciado em quatro processos do STF e um no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o relator deles, Alexandre de Moraes. Cúmplice da decisão espúria de parcialidade do ex-juiz Sergio Moro, acusado de conversar com procuradores. Mas demolidores do óbvio ainda chamam a tríplice aliança telefônica de “diálogo entre Poderes”. Que só pode ter sido, se tanto, um acerto obsceno entre campeões do cinismo implícito.

*Jornalista, poeta e escritor

(Publicado na página A2 do Estado de S. Paulo na quarta-feira 15 de setembro de 2021)

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Comentário no Jornal Eldorado: CGU manda suspender tratoraço

Comentário no Jornal Eldorado: CGU manda suspender tratoraço

Por orientação da Controladoria-Geral da União(CGU), o Ministério do Desenvolvimento Regional suspenderá ou renegociará contratos que somam R$ 3 bilhões destinados à compra de máquinas agrícolas a pedido de deputados e senadores por meio do esquema do orçamento secreto. Uma análise já identificou sobrepreço no valor de R$ 142 milhões. A auditoria da CGU foi instaurada após furo de Breno Pires no Estadão revelar que o desgoverno de Jair Bolsonaro criou o mecanismo de “toma lá, dá cá” para aumentar sua base de apoio no Congresso. À época da revelação, o Planalto a definiu como fake news, mas o desenrolar dos fatos está mostrando que a turma do deixa disso estava completamente errada. Os bolsonaristas Wagner Rosário e Rogério Marinho tiveram que engolir em seco e confirmar a notícia.

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Assuntos para o comentário na terça-feira 14 de setembro de 2021

1 – Governo suspende o “tratoraço” após TCU apontar o sobrepreço – Esta é a manchete de primeira página da edição impressa do Estadão de 14 de setembro de 2021. A que conclusões é possível chegar após essa decisão

2 – Policiais terão financiamento habitacional com subsídio – Este é o título de uma chamada no alto da primeira página do jornal desta terça-feira. Qual é a lógica, na sua opinião, de anúncios de privilégios específicos para grupos especiais na distribuição sem explicações do dinheiro público

3 – Aras pede ao STF suspensão da MP sobre fake news – Este é o título de uma chamada na primeira página do Estadão de hoje. O que o procurador-geral da República achou da medida provisória que proíbe redes sociais de reprimirem a mentira que veiculam que o presidente do Senado fingiu que não viu

4 – Partidos tentam acordo para encher protestos – Este é o título da principal notícia da página A8 da Editoria Política do jornal do dia. Será possível, a seu ver, que as agremiações partidárias superem suas divergências para levarem multidões à rua pelo impeachment de Bolsonaro

5 – Alexandre de Moraes diz que rachadinha “é modalidade ostensiva de corrupção” – Este é o título de chamada de capa do portal do jornal de hoje. Que caso específico levou o ministro do Supremo Tribunal Federal a essa conclusão sobre crime pelo qual são investigados três membros da família presidencial

6 – Juíza arquiva mais uma investigação contra Lula – Este é o título de uma notícia publicada na página A8 da Editoria Política do Estadão que está circulando. O que levou a juíza federal de São Paulo Maria Carolina Akel Ayoub a propalar mais essa sentença liberando o ex-presidente para disputar a eleição presidencial de 2022

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