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Direto ao Assunto

Comentário no Youtube: Um marreteiro na Alerj

Comentário no Youtube: Um marreteiro na Alerj

Fabricio Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, enfim, deu as caras, não ao MP, ao qual deve explicações, após ter faltado a 4 intimações, mas a Débora Bergamasco, do SBT, a quem contou que compra, conserta e revende automóveis na Alerj e que está defecando sangue por sofrer de um câncer no intestino. Se era para dar essa desculpa amarela, nao precisava ter saido do esconderijo. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva–se no meu canal e, se clicar no sininho, será informado quando gravar e publicar os próximos. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais!

Comentário no YouTube: Como são feitos ministros do STF

Comentário no YouTube: Como são feitos ministros do STF

Existe no STF uma porta dos fundos pela qual entram ministros que consagram e perpetuam nepotismo, compadrio e patrimonialismo na cúpula do Poder Judiciário, cujos maiorais se consideram detentores do Poder Moderador, herdeiros do imperador. É o caso de Marco Aurélio Mello, filho de Plínio Affonso, sobrinho de Arnon Affonso e primo em primeiro grau de Fernando Affonso, que o nomeou para STF. E, last but not least, pai de Letícia, feita desembargadora pela caneta da petista Dilma Rousseff. Se gostar deste video, dê um like, inscreva-se no meu canal e clique no sininho para ser informado quando publicar próximos. Direto ao assunto, inté e Deus é mais.

Artigo no Estadão desta quarta-feira: No Supremo pela porta dos fundos

Artigo no Estadão desta quarta-feira: No Supremo pela porta dos fundos

Patrimonialismo impede

a morte da velha política na cúpula do Judiciário

 

A lambança do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello a poucos minutos do expediente de fim de ano do Poder Judiciário, ao tentar soltar 169 mil presos condenados pós-segunda instância, entre eles Lula, despertou mais uma vez a fúria popular. E com ela emergiu também a criatividade das fórmulas desejadas para substituir a atual indicação de seus componentes pelo presidente da República, com aval do Senado Federal após sabatina. Eleição direta dos ministros, concurso público para admissão e indicação por notáveis ou mesmo associações da classe jurídica são, entre elas, as mais citadas.

Como dizia minha avó, “devagar com o andor, que o santo é de barro”. E seguindo instruções de Jack, o Estripador, “vamos por partes”. Quem tem conhecimento mínimo do resultado de eleições diretas, principalmente para ocupantes de colegiados, como o Congresso Nacional, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais, não pode nutrir a mínima esperança de que o voto direto livre os tribunais superiores dos vícios de sempre com a escolha dos mais sábios e mais justos. Concurso público pode escolher mais membros com mais conhecimentos para lidarem com informações sobre determinada área, mas não há prova, oral ou escrita, que escolha entre os pares o mais habilitado a dirimir questões sobre a adequação de determinada lei ao texto constitucional vigente. Não há notáveis ou instituições isentas da interferência de lobbies e que tais na escolha de um profissional para ocupar um cargo de tal relevância e que representa o mais elevado posto na carreira de um profissional do Direito.

A vida do protagonista citado no início deste texto dá a oportunidade de indicar caminhos mais seguros para levar gente mais capacitada e equilibrada para ocupar o topo. Marco Aurélio Mello é o exemplo perfeito de como o patrimonialismo atravessou incólume todas as tentativas de superá-lo e resiste, como entulho, no terreno das instituições republicanas, acentuando suas imperfeições e demolindo a reputação de seus agentes. Ele entrou na carreira pública como procurador na Justiça do Trabalho, invenção de Getúlio Vargas depois da Revolução de 1930, para funcionar como elo no aparelho de poder de um tipo de populismo latino-americano, o trabalhismo. Uma espécie de fascismo cucaracho, também estrelado por Juan Domingo Perón, na Argentina, e Haya de la Torre, no Peru.

O cargo não foi obtido por concurso público, mas por nomeação patrocinada pelo pai, Plínio Affonso de Farias Mello, patrono até hoje reverenciado no ambiente do sindicalismo patronal como uma espécie de benemérito da classe dos representantes comerciais. O prestígio de Plínio Mello era tal que o último presidente do regime militar, João Figueiredo, manteve aberta a vaga no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro para o filho dele, Marco, completar 35 anos, em 1981, e com isso cumprir preceito legal para assumi-la. O prestígio paterno levou-o ao Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, onde Fernando Affonso Collor de Mello o encontrou para promovê-lo – tcham, tcham, tcham, tcham! – para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Marco Aurélio Mello é o exemplo perfeito de como o patrimonialismo atravessou incólume todas as tentativas de superá-lo e resiste, como entulho, no terreno das instituições republicanas, acentuando suas imperfeições e demolindo a reputação de seus agentes.

Marco Aurélio Mello é o exemplo perfeito de como o patrimonialismo atravessou incólume todas as tentativas de superá-lo e resiste, como entulho, no terreno das instituições republicanas, acentuando suas imperfeições e demolindo a reputação de seus agentes.

Neste caso, em que se entrelaçam parentela, compadrio e interesses corporativos, Fernando merece citação especial, pois seu avô materno, Lindolfo Collor, revolucionário de 1930, foi ministro do Trabalho. É também uma história com marcas de chumbo e sangue: Arnon, pai do ex-presidente, irmão de Plínio e tio de Marco Aurélio, atirou em Silvestre Péricles de Góes Monteiro, seu inimigo em Alagoas, no plenário do Senado e matou, com uma bala no coração, o acriano José Kairala, que entrou na tragédia como J. Pinto Fernandes, citado no último verso do poema Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade: “que não tinha entrado na história”. É um caso comum na era dos “pistolões” e pistoleiros.

No STF Marco Aurélio sempre foi voto vencido e um espírito de porco até que encontrou um rumo depois que a ex-presidente Dilma Rousseff nomeou sua filha Letícia desembargadora no Tribunal Regional da 3.ª Região, no Rio, demonstração de como o nepotismo se perpetua. Foi desde então que o campeão das causas perdidas abraçou cruzadas que atendem aos interesses petistas e aos de nababos da advocacia de Brasília, que defendem a troco dos dólares que ganharão, quando for, se é que vai ser, extinta a jurisprudência que autoriza a prisão de condenados em segunda instância. Foi em nome dela que cometeu o tresloucado gesto.

O antagonista no episódio, Dias Toffoli, presidente do STF, mas adepto da mesma cruzada, até tentou ser juiz por concurso, mas foi reprovado em dois. Como defensor de José Dirceu e do PT e advogado-geral da União de Lula, contudo, ascendeu ao cargo que hoje ocupa. O posto, aliás, já tinha pertencido antes, com graves danos para a Constituição, rasurada por ele na ocasião do impeachment de Dilma, a Ricardo Lewandowski. Este foi nomeado pelo quinto constitucional para o Tribunal de Alçada Criminal por indicação de seu então chefe, Aron Galant, prefeito de São Bernardo do Campo. Extinto o órgão, foi transferido para o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e chegou ao STF por mercê de suas ligações de compadrio e amizade com o casal Marisa e Lula da Silva. O monturo patrimonialista só será desmanchado se forem fechadas a porta dos fundos do STF, pela qual entram os quintos, e a Justiça trabalhista.

Este conto de trancoso terá um final feliz se loucuras como a de Marco Aurélio e do desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, em Porto Alegre, não forem sequer tentadas. Toffoli marcou a sessão plenária do STF para decidir sobre a jurisprudência da possibilidade de prisão em segunda instância para 10 de abril. Mas só haverá solução final se Bolsonaro e Moro levarem à aprovação do Congresso uma lei para determiná-la. O resto é lero.

 José Nêumanne Pinto

JORNALISTA, POETA E ESCRITOR

Comentário no Youtube: 72 partidos tentam entrar na vida do crime

Comentário no Youtube: 72 partidos tentam entrar na vida do crime

Mesmo com o advento próximo da cláusula de barreira e a proibição de financiamento de campanhas por empresas, 72 novas organizaçóes criminosas partidárias tentam registro na Justiça Eleitoral. O esforço da bandidagem para tomar conta dos cofres da viúva é absurdo. E conta com a ajuda corporativista da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que dispara pareceres contra reforma trabalhista para garantir privilégios de casta dos marajás, à qual ela pertence. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal e, se clicar no sininho, será informado quando publicar os próximos. Feliz Natal! Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais.

Comentário no Youtube: Por um Natal de 2019 mais feliz do que este

Comentário no Youtube: Por um Natal de 2019 mais feliz do que este

Nesta véspera de Natal, reclamo do presente mais que bilionário que chefões da politica se deram a si mesmos com campanhas eleitorais acima de nossas posses; e também desejo a quem se interessar possa, que, sob nova direção, compreendamos que todos estamos no.mesmo barco e não podemos naufragar, sabotando o barco e o capitão, escolhido pela maioria de nós para comandar a nau com prudência, probidade, sabedoria, conhecimento e firmeza. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, clique no sininho para ser avisado quando publicar os próximos e bola pra frente. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais.

Comentário no Youtube 2: Olho vivo e língua ligeira

Comentário no Youtube 2: Olho vivo e língua ligeira

Kassab avisou que vai deixar o cargo ate ser inocentado. Estarei de olhos abertos e cobrarei o cumprimento do compromisso no ministério agora e na secretaria do Doria. Se se esquecer, levará pau. Estou também alerta para o anúncio da ministra da Agricultura de Bolsonaro, Teresa Cristina, de suspender fiscalização diária de frigoríficos. Que moda é essa, deputada? Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal e clique no sininho para ser avisado quando publicar os próximos. Direto ao assunto, inté e Deus é mais!

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