Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Estadão às 5H: Galhofa no velório

Estadão às 5H: Galhofa no velório

Temer, chefe de um governo morto e insepulto, adotou a galhofa como tom em mais um velório: em pronunciamento pela TV à Nação, disse que fez um acordo com os caminhoneiros que interditam estradas em todo o País, cedendo-lhes os 12 pontos que reivindicaram, mas os pactários não o cumpriram. Alguém precisa avisar a Temer que dos 11 representantes dos irredentos das rodovias 1 não assinou o pacto e 10 não representam mais do que a si mesmos. Portanto, os responsáveis pelo desabastecimento generalizado no País não são “grupinhos radicais”, como ele pontificou, mas passíveis de responder por dois delitos simultâneos – locaute (greve ilícita de patrões) e chantagem (coisa de bandidos). São, portanto, um problema de polícia. Este foi o comentário que fiz no programa Estadão às 5, transmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook às 17 horas da sexta-feira 25 de maio de 2018.

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Estadão Notícias: A festa da derrota

Estadão Notícias: A festa da derrota

Temer armou um circo mambembe para comemorar, de forma absurda, a capitulação do governo à chantagem do locaute dos empresários de transporte rodoviário de cargas, aceitando passivamente o fato de o movimento cometer assim dois crimes de uma vez, congelando o preço do Diesel, e com isso, desmoralizando a política de recuperação da Petrobrás, e retirando as empresas dos vencedores da reoneração das folhas de pagamento, além de outras benesses absurdas. Isso tudo foi feito sem nenhuma garantia de que a contrapartida, que não seria o fim do movimento ilegal, mas uma trégua de 15 dias para tudo voltar a ser como dantes no “cartel” de Abrantes, fosse concretizada. Isso tudo ao custo de R$ 5 bilhões enquanto dure seu desgoverno. Este meu comentário está no Estadão Notícias, no ar no Portal do Estadão desde 6 horas de sexta-feira 25 de maio de 2018.

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Comentário no Jornal da Gazeta: A culpa dos políticos

Comentário no Jornal da Gazeta: A culpa dos políticos

Verdadeiros vilões do caos são os políticos, não Parente e Petrobrás

(Comentário no Jornal da Gazeta quinta-feira 24 de maio de 2018)

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Comentário no Jornal Eldorado: Pé na cova

Comentário no Jornal Eldorado: Pé na cova

Ao ceder à chantagem do locaute dos transportadores rodoviários de cargas, o falecido, mas ainda não sepultado, governo Temer submeteu a Nação a dois crimes de uma vez ao altíssimo custo de R$ 5 bilhões a serem pagos ao longo dos sete meses de seu apodrecimento, que ainda teremos de suportar. O ex-vice imitou a antecessora, Dilma Rousseff, ao congelar o preço do óleo Diesel, e superou seu parceiro do MDB José Sarney, ao protagonizar a corrida aos postos de gasolina e o desabastecimento geral em troca de uma trégua de 15 dias, que ninguém pode garantir se será mantida. Além disso, desmanchando a política de preços da Petrobrás, completou a obra da destruição de nossa maior estatal iniciada pelos seus antigos aliados do PT de Lula e Dilma.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na sexta-feira 25 de maio de 2018, às 7h40m)

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OU clique no link abaixo e, em seguida, no play:

https://soundcloud.com/jose-neumanne-pinto/neumanne-2505-direto-ao-assunto

Para ouvir Revanche, com Lobão, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=1Xk-E46A9QY

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Abaixo, os assuntos do comentário da sexta-feira 25 de maio de 2018-05-25

1 – Haisem “Acuado, governo vai subsidiar diesel e greve é suspensa” é a manchete do Estadão hoje. Quem ganhou e quem perdeu com o acordo que foi feito depois de quatro dias de paralisação dos caminhoneiros nas estradas e dois de negociações entre ministros de Temer e os chamados líderes dos que promoveram o protesto?

SONORA_PADILHA 2505

2 – Carolina Se o governo comemorou tanto o resultado final da negociação que os ministros anunciaram em entrevista coletiva convocada já tarde da noite, por que Temer, o chefe de todos eles, ausentou-se do anúncio do que foi resolvido?

SONORA_GUARDIA 2505

3 – Haisem Em que momento o Poder Legislativo exerceu na crise sua condição de representante da cidadania no processo decisório nacional no período em que a Nação se sentiu assustada e perplexa diante da perspectiva de afundar num caos inédito na História recente do Brasil?

4 – Carolina Nestes dias você insistiu muito na tecla de que o componente que mais pesa no custo do óleo diesel, no qual se concentrou o tal acordo para o fim do movimento, do ICMS, que é estadual. Por que em nenhum momento da crise nenhum governador apareceu para assumir algum tipo de responsabilidade e o governo federal não deu essa informação nem convocou uma reunião deles para assumir sua parcela na solução?

5 – Haisem O que a Nação pode esperar para daqui a 15 dias quando a trégua implorada pelo governo e aceita pelos líderes do tal movimento acabar e outra volta à normalidade terá de ser negociada?

6 – Carolina Por que o Poder Judiciário, que tem assumido protagonismo evidente nas decisões republicanas, simplesmente saiu do ar, só merecendo o registro da fofoca de um vazamento de uma conversa flagrada entre os ministros do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e Celso de Mello?

7 – Haisem Durante toda esta semana, as notícias davam conta de uma greve de caminhoneiros. Você diria que esse movimento teve alguma semelhança com os movimentos paredistas históricos, como as greves dos metalúrgicos do ABC, que participaram da derrubada da ditadura militar?

8 – Carolina Que momento histórico testemunhado em sua vida, então, lhe veio à memória nestes últimos dias de caos e capitulação?

SONORA Lobão Revanche Felipe de Assis

https://www.youtube.com/watch?v=1Xk-E46A9QY

Podcast Estadão Notícias: O alto custo do ICMS

Podcast Estadão Notícias: O alto custo do ICMS

Os caminhoneiros têm razão em protestar contra aumentos diários de diesel, mas, ao contrário do que imaginam, a principal culpada pela situação não é a política de preços da Petrobrás, que está saneando a empresa quebrada pelo populismo ensandecido do PT et caterva. O que mais pesa na formação desses preços são os impostos, mas zerar a Cide de nada adianta, pois sua participação é milimétrica. O peso maior é do ICMS dos Estados. O Rio de Janeiro, com a alíquota mais alta, chegando até a 36%, é o caso mais absurdo, pois, ainda assim, o Estado quebrou por roubalheira e má gestão. No entanto, o governo federal age na base do improviso e os governadores fingem que não é com eles para não perder votos. Assim, o impasse continua. É este meu comentário no Estadão Notícias, que está no ar no Portal Estadão desde 6 horas da quinta-feira, 24 de maio de 2018.

Para ouvir clique no link abaixo:

http://brasil.estadao.com.br/blogs/estadao-podcasts/estadao-noticias-o-quanto-a-prisao-de-azeredo-vai-atingir-alckmin/

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique no link abaixo:

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