Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Marcha de Bolsonaro ao STF

Direto ao Assunto no YouTube: Marcha de Bolsonaro ao STF

O presidente Jair Bolsonaro recebeu um grupo de presidentes de associações de classe de barões da indústria que foram ao Planalto pressioná-lo para fazer o que não pode: flexibilizar a volta ao trabalho para salvar o setor e a economia do desastre antes de passar a pandemia. Resolveu, então, encenar, gravar imagens e sons para transmitir ao vivo em suas redes sociais uma inédita marcha a pé de todos à sede do STF para transferir a pressão para o Judiciário. Uma molecagem, é claro! Ele sabe que o STF já avisou que, pela Constituição, que está acima dele no Estado de Direito, consagra como líquido e certo o direito de governadores e prefeitos de decretarem, ou não, isolamento social, quarentena ou até lockdown. Toffoli recebeu o bando de insensíveis, que nem sequer citaram o recorde de número de óbitos por causa da cofid-19 ontem, e devolveu a bola para o intrometido: a tarefa de juntar Poderes e, entes federativos (União, Estados e municípios) é dele. Cabe-lhe reunir e harmonizar para coordenar a salvação de vidas humanas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Comentário no Jornal da Gazeta: Bolsonaro agride instituições omissas

Comentário no Jornal da Gazeta: Bolsonaro agride instituições omissas

O presidente Jair Bolsonaro não tem papas na língua e diz cobras e lagartos das instituições ditas democráticas como se estivesse em boteco pé de chinelo e assim avança rumo ao autogolpe sem freios. Enquanto isso, as ditas instituições, que deveriam proteger o Estado de Direito, ficam à mercê de sua língua de trapo, pois seus usuários, como Dias Toffoli, se acovardam sem dar nome ao boi.

Para ver comentário no Jornal da Gazeta na quarta-feira 6 de maio de 2020, às 19 horas clique no link abaixo:

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Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro trata público como privado

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro trata público como privado

“Moro, você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”.  Por que a do Rio? “Porque é o meu Estado”. Estas frases constam de uma conversa pelo aplicativo WhatsApp entre o autor, o presidente da República, Jair Bolsonaro, e seu então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que entregou seus aparelhos de telefonia celular aos interrogadores do depoimento prestado sábado na sede da Polícia Federal em Curitiba no sábado 3 de maio. Reveladas com o maior destaque nas edições do dia de todos os meios de comunicação do País, elas expõem com clareza e cinismo uma extrema mistura de público e privado, como nunca talvez antes tenha havido na História. A revelação dessa confissão só se tornou possível porque o decano do STF, Celso de Mello, tirou todo o sigilo do processo de que constam.

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Assuntos para comentário da quarta-feira 6 de maio de 2020:

1 – Haisem – Depoimento de Moro à PF – ‘Você tem 27 superintendências, eu só quero uma, a do Rio’ – O que há, a seu ver, de tão chocante nesta frase que o ex-ministro da Justiça atribuiu ao presidente da República, Jair Bolsonaro e é a manchete de primeira página da edição do Estadão de hoje

2 – Carolina – Você acha que o presidente Jair Bolsonaro cumprirá o prazo de 72 horas, dado ontem pela Justiça do Distrito Federal para que ele explique as mudanças no comando da Polícia Federal

3 – Haisem – Celso de Mello autoriza depoimento de três ministros generais – Que conseqüências práticas, em sua opinião, poderá ter essa decisão do decano do Supremo Tribunal Federal na investigação sobre as acusações feitas por Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro

4 – Carolina – Que resultados poderá ter no inquérito aberto pelo decano do STF, Celso de Mello, a mensagem de WhatsApp exibida ontem pelo presidente Jair Bolsonaro no seu celular que, segundo ele, prova que o Sérgio Moro vazou informação sigilosa à imprensa

5 – Haisem – O que provam, a seu ver, as revelações feitas ontem sobre as agressões de bolsonaristas a profissionais da saúde e jornalistas em manifestações públicas que chegam perto.muito perto, de gabinetes do governo federal

6 – Carolina – Que revelações faz o primeiro editorial do Estadão hoje para justificar o título a respeito do presidente Jair Bolsonaro, Um mau militar

 

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Direto ao Assunto no YouTube: Para Bolsonaro, o público é dele

Direto ao Assunto no YouTube: Para Bolsonaro, o público é dele

“Moro, você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio”, disse o presidente da República, Jair Bolsonaro, a seu ex- ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, conforme revela mensagem por WhatsApp que este entregou à delegada da PF e a três procuradores em depoimento tornado público ontem, a pedido do depoente com a anuência do procurador-geral Augusto Aras e autorização do ministro Celso de Mello, decano do STF. A frase, reproduzida em destaque por todos os meios de comunicação hoje, é completada com o sugestivo e chocante uso do pronome adequadamente possessivo na primeira pessoa do singular: “Meu Estado”. Trata-se da forma mais explícita com que um governante misturou o público, não só do privado, mas com a posse. Uma matéria-prima para o grande cientista social Raimundo Faoro no seu clássico “Os Donos do Poder”. Apesar de as narrativas fascibolsonaropetistas insistirem que o ex-juiz da Lava Jato fracassou como homem-bomba, só essa frase bastaria para definir o depoimento como bombástico. Só não basta porque os eventuais defensores do Estado de Direito contra arreganhos golpistas dele se acovardam. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Artigo da coluna no Grupo Ric de Comunicação: Autogolpe de Bolsonaro em marcha

Artigo da coluna no Grupo Ric de Comunicação: Autogolpe de Bolsonaro em marcha

O Grupo Ric de Comunicação põe à disposição de emissoras de rádio e jornais impressos ou em edição virtual três podcasts de três minutos cada e um artigo por semana. Interessados em publicar este material original deve entrar em contato com mash.leonardo@gruporic.com.br

Autogolpe de Bolsonaro em marcha

José Nêumanne

Com leniência do Exército, parte do Centrão comprada e empresários à espera de ajuda, capitão desafia STF

Exemplos de autogolpes na História não faltam ao ocupante do principal gabinete do Palácio do Planalto professores. Adolf Hitler era primeiro-ministro num cambalacho de partidos na República de Weimar quando mandou pôr fogo no Reichstag (parlamento alemão). E se aproveitou da senectude do presidente Paul von Hindenburg para se tornar o Führer (condutor, em português). Com a condescendência do rei Vittorio Emanuele II, o fascista Benito Mussolini usou pobreza e mágoa da Itália, abandonada pelos aliados ricos que venceram a Grande Guerra, para tomar o poder como duce (guia, em português). Deu na Segunda Guerra Mundial. No Brasil, Getúlio Vargas seguiu seus passos e trocou a presidência constitucional pela chefia da ditadura do Estado Novo, em 1937.

Ignorante em praticamente tudo, o presidente Jair Bolsonaro, investido do maior poder republicano com uma votação com mais de 57,7 milhões de votos no segundo turno, deu a dica que faltava para a marcha que Jânio Quadros tentou encetar em 1961 e malogrou. No meio da maior crise sanitária da História, na perspectiva de uma recessão econômica que superará até o craque da Bolsa de Nova York em 1929 e em plena crise política provocada por ele mesmo com o afastamento de Mandetta e Moro do Ministério, ele confessou que levou o País à iminência de um caos institucional. Proibido de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, órgão do Estado, e não do governo, muito menos da assessoria pessoal do presidente, para o compincha de seus filhotes malandros, Sua Insolência, em pleno isolamento, insultou o ministro do Supremo Tribunal Federal que interrompeu sua tentativa de intervir na polícia judiciária para blindar o clã. Acusou Alexandre de Moraes de ter dado uma “canetada” de natureza política violando a Constituição, que, dias antes, declarou que encarnava.

Ingredientes para o autogolpe não faltam. Militares juram amor à Constituição, mas fazem vista grossa para seus crimes, como a adesão ao comício pedindo “intervenção militar com Bolsonaro já” no Dia do Exército (19 de abril), à frente do QG do Exército. A quebra de hierarquia, violando a Constituição, foi praticamente autorizada pela Força. Enquanto acusava o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de dar golpe e a pandemia da covid-19 planta cadáveres pelo país inteiro, ele começou a comprar à luz do dia próceres do Centrão, com dois objetivos. Um é evitar que com três quintos dos votos em plenário seja votado um dos mais de 30 processos de impeachment na Casa. Tudo indica que conseguirá. O outro, livrar-se e blindar seus três filhos mais velhos, 01, 02 e 03, o trio nota zero, de incriminação na CPMI das fake news e em processos instaurados pelo STF para investigar o “gabinete do ódio”. Por enquanto, não parece fácil. Será?

*Jornalista, poeta e escritor

(Artigo da coluna semanal no Grupo Ric Mais)

Para ler no Site do Grupo Ric Mais clique aqui.

Comentário no Jornal Eldorado: Por que generais se incomodaram

Comentário no Jornal Eldorado: Por que generais se incomodaram

Segundo Moro disse em depoimento, Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Augusto Heleno Ribeiro (Gabinete de Segurança Institucional) e Walter Braga Neto (Casa Civil) estavam presentes quando o presidente ameaçou demiti-lo por resistir a uma troca no comando da PF. Ontem o procurdor-geral da República, Augusto Aras, pediu ao decano do STF, Celso de Mello, para ouvir os três, que, conforme Moro, presenciaram o encontro no dia 23 de abril. O trio tem manifestado revolta contra o ex-juiz da Lava Jato e a assessoria jurídica do Planalto aconselhou silêncio. Se a reunião está gravada e o vídeo for executado, os três generais não poderão mentir. Se isso os incomoda, a futrica vazada na sede do poder da República pegou mal. Mas já deixa claro que Moro disse a verdade. Se tivesse mentido, eles não se incomodariam.

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Assuntos do comentário da terça-feira 5 de maio de 2020:

1 – Haisem – PGR quer ouvir três ministros militares citados por Moro – Esta é a manchete da edição do Estadão hoje – Você já tem algo a dizer sobre as prioridades do procurador-geral da República, Augusto Aras, em que o acusado, o presidente da República, Jair Bolsonaro, não é sequer cogitado para dar seu depoimento

2 – Carolina – Como você interpreta o pedido da defesa do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro para quebrar o sigilo do depoimento que o acusador deu sábado na Polícia Federal de Curitiba

3 – Haisem – Agressão à imprensa é intolerável, diz Defesa – Que comentário você tem a fazer a respeito da nota oficial distribuída ontem pelo ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, sobre a atitude rancorosa e estúpida dos participantes da carreata da morte pró-ditadura e a favor de Bolsonaro

4 – Carolina – Qual é o tom do principal editorial do Estadão hoje, intitulado Selvagens simplesmente, a respeito da agressão do repórter fotográfico Dida Sampaio e do motorista Marcos Pereira, ambos do Estadão e que trabalhavam na cobertura do ato público antidemocrático de domingo 3 de maio

5 – Haisem – O que você argumenta no artigo semanal O contragolpe do capitão de milícias, publicado hoje no Blog do Nêumanne do Portal do

Estadão

– Carolina – Flávio Migliaccio morre aos 85 anos – é o título da primeira página da edição de hoje do Estadão sobre a morte do ator consagrado no cinema e na televisão brasileiros. Que destaque você daria ao fato

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