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Comentário no Jornal Eldorado: Rio, corrupção sem fim

Comentário no Jornal Eldorado: Rio, corrupção sem fim

A Operação Furna da Onça, da Polícia e do Ministério Público Federais, é novidade da crônica da corrupção sem fim a que tem o Rio de Janeiro tem sido submetido. Já são dez os deputados estaduais presos, juntamente com o ex- chefe dos procuradores do Estado Cláudio Melo. O ralo pelo qual escorre a dinheirama tem que caber mais de R$ 500 milhões, subtraídos da saúde, da educação e do combate ao crime organizado, que assola a antiga Cidade Maravilhosa. O legado do emedebista Sérgio Cabral é uma lembrança permanente de que a população fluminense, e de resto o povo brasileiro, não pode se esquecer para escolher novos gestores públicos e não condescender com delinquência dos que a furtaram.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na sexta-feira 9 de novembro de 2018, às 7h30m)

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Assuntos para o comentário da sexta-feira 9 de novembro de 2018

 

1 – Haisem – Depois de tudo de superlativo que já foi revelado pelo estoque de crimes cometidos pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, você ainda contava com a possibilidade de se espantar e se assustar com o que foi revelado pela Operação Furnas da Onça ontem?

 

2 – Carolina – O que mais o espanta: o surgimento de mais denúncias, como estas da Operação Armistício da Polícia Federal, apontando recebimento de propinas da Odebrecht pelos senadores Romero Jucá e Renan Calheiros, além do ex-senador Gim Argello, que está preso, ou a desenvoltura com que os outros dois continuam agindo e conspirando no plenário do Senado Federal?

 

3 – Haisem – Você acha que foi adequada a atitude do presidente Michel Temer ao aproveitar a abertura do Salão do Automóvel para anunciar mais uma medida provisória para ajudar as montadoras com renúncia fiscal a menos de dois meses do fim de seu governo e com duração prevista até a terceira gestão depois da dele?

 

4 – Carolina – Você acha que o começo do combate à criminalidade deve ocorrer mesmo com o endurecimento das penas dos crimes, como propôs o futuro ministro da Justiça, o juiz Sérgio Moro, na pauta que cumpriu ontem em Brasília nos escritórios destinados à transição entre os governos?

 

5 – Haisem – Em que a aceitação pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, da indicação da bancada ruralista para o Ministério da Agricultura da deputada Tereza Christina contraria os pilares de seu futuro governo conforme foram anunciados na campanha e no período posterior à eleição?

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6 – Carolina – O que pode ter, a seu ver, motivado o senador derrotado na reeleição Roberto Requião a sugerir um projeto de lei com o objetivo exclusivo de expor dois dos principais ministros do futuro governo federal, Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Sérgio Moro da Justiça?

 

7 – Haisem – Qual a sua principal observação a fazer sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski de levantar a muitíssimo longeva censura imposta ao jornal O Estado de S. Paulo sobre a Operação originalmente definida como Boi Barrica, que investiga suspeitas de ilícitos na gestão de empresas dirigidas por Fernando, filho do ex-presidente José Sarney?

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8 – Carolina – O que de tão original e tão gracioso há na entrevista desta semana de seu Blog do Nêumanne com o professor da Universidade Estácio de Sá, escritor publicado e premiado no exterior e popularíssimo colunista de etimologia da revista Caras Deonísio da Silva?

Comentário no Estadão Notícias: Montadoras mandam no Brasil

Comentário no Estadão Notícias: Montadoras mandam no Brasil

A indústria automobilística manda no Brasil desde que Juscelino Kubitschek cometeu o erro fatal de substituir a opção pela rodovia, transformando a malha ferroviária em sucata nos anos 50. Desde então, o Estado brasileiro tem sido refém das montadoras, não apenas, mas principalmente no governo Lula, levando o ex e o principal lobista do setor industrial, Mauro Marcondes, para a cadeia em Brasília. E agora Temer exagerou ao decretar novas prebendas para ela, ao estendê-las a menos de dois meses de aliviar a Nação com sua retirada da Presidência, anunciando-as para até 2030, por mais 12 anos, ou seja, três futuros mandatos presidenciais, sem consultar o próximo e primeiro deles. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de sexta-feira 9 de novembro de 2018.

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Comentário no Estadão Notícias: Não largam o osso

Comentário no Estadão Notícias: Não largam o osso

O quiproquó instalado em Brasília depois da decisão do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de extinguir o Ministério do Trabalho pode ser comparado a uma espécie de show de horror no festival do “não largo o osso, o osso é meu”. A pasta divulgou uma nota, ao mesmo tempo oficial e apócrifa, como se a houvesse assinado o prédio projetado por Niemeyer, deus da arquitetura comunista, alegando que tem 88 anos de serviços prestados, mas omitiu o fato de que tais serviços se têm limitado aos chefões sindicais e burocratas da repartição, que se refestelam do regabofe. De Getúlio à reforma trabalhista do deputado Djalma Marinho, o trabalhador só é chamado a pagar a conta com seu suor. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 8 de novembro de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: Senado canalha, safado, sem vergonha

Comentário no Jornal Eldorado: Senado canalha, safado, sem vergonha

Em vez de Talleyrand e Einstein, gênios cujas frases famosas citei para definir Lula e o PT, para comentar pacto de patifes entre STF e Senado, celebrado pelos presidentes Dias Toffoli e Eunício Oliveira, recorri à sabedoria de minha avó Nanita, segundo quem “um homem de bem pode falhar, mas um canalha nunca falha”, e ao comentário que Rômulo Silva, um dos 63.546 (até agora) inscritos em meu canal no Youtube, fez a um vídeo que ali postei sobre o Dia Nacional dos Canalhas e que serve como uma luva para resumir a atuação da chamada Câmara Alta (cada vez mais baixa): “Canalha, safado, sem vergonha”. Já que ia cuspir na cara do povo, aproveitou para beliscar Bolsonaro. Nojo!

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quinta-feira 8 de novembro de 2018, às 7h30m)

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Segue a lista que prometi dos senadores que votaram a favor e contra o infame projeto do reajuste do STF:

Lista da votação no Senado do reajuste para STF

Votaram a favor do reajuste:

  • Acir Gurgacz (PDT-RO)
  • Aécio Neves (PSDB-MG)
  • Ângela Portela (PDT-RR)
  • Antonio Anastasia (PSDB-MG)
  • Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
  • Armando Monteiro (PTB-PE)
  • Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
  • Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
  • Cidinho Santos (PR-MT)
  • Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Dalirio Beber (PSDB-SC)
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP)
  • Edison Lobão (MDB-MA)
  • Eduardo Amorim (PSDB-SE)
  • Eduardo Braga (MDB-AM)
  • Eduardo Lopes (PRB-RJ)
  • Fernando Coelho (MDB-PE)
  • Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
  • Hélio José (PROS-DF)
  • Ivo Cassol (MDB-RO)
  • Jorge Viana (PT-AC)
  • José Agripino (DEM-RN)
  • José Amauri (Pode-PI)
  • José Medeiros (Pode-MT)
  • José Serra (PSDB-SP)
  • Otto Alencar (PSD-BA)
  • Paulo Bauer (PSDB-SC)
  • Paulo Rocha (PT-PA)
  • Raimundo Lira (MDB-PB)
  • Renan Calheiros (MDB-AL)
  • Roberto Rocha (PSDB-MA)
  • Romero Jucá (MDB-RR)
  • Rose de Freitas (PODE-ES)
  • Sérgio Petecão (PSD-AC)
  • Tasso Jereissati (PSDB-CE)
  • Telmário Mota (PTB-RR)
  • Valdir Raupp (MDB-RO)
  • Vicentinho Alves (PR-TO)
  • Walter Pinheiro (Sem partido-BA)
  • Wellington Fagundes (PR-MT)
  • Zeze Perrela (MDB-MG)

Votaram contra a proposta:

  • Airton Sandoval (MDB-SP)
  • Cristovam Buarque (PPS-DF)
  • Fátima Bezerra (PT-RN)
  • Givago Tenório (PP-AL)
  • José Pimentel (PT-CE)
  • Lídice da Mata (PSB-BA)
  • Lúcia Vânia (PSB-G)
  • Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
  • Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
  • Regina Sousa (PT-PI)
  • Reguffe (Sem partido-DF)
  • Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
  • Roberto Requião (MDB-PR)
  • Ronaldo Caiado (DEM-GO)
  • Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
  • Wilder Morais (DEM-GO)

*O senador José Maranhão (MDB-PB) se absteve.

Assuntos para o comentário da quinta-feira 8 de novembro de 2018

1 – Haisem – Eis a manchete do Estadão hoje: “Senado ignora Bolsonaro e dá reajuste de 16% para o Judiciário”. O que justifica a decisão do Senado de aprovar a reivindicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal para aumentar seus vencimentos, que servem de limite mais alto para servidores, para 39 mil reais por mês, com prejuízo de 4 bilhões por ano para nós?

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2 – Carolina – Em que o depoimento, feito em delação premiada, do empreiteiro Marcelo Odebrecht à juíza Gabriela Hardt, substituta de Sérgio Moro na 13.ª Vara Federal de Curitiba, segundo o qualreformas do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo, estavam ligadas à ‘pessoa física’ do ex-presidente Lula, pode ajudar ou prejudicar o réu?

3 – Haisem – Por que essa grita toda no Ministério do Trabalho, que se manifestou em nota oficial apócrifa, e de grande parte da imprensa e da intelligentsia brasileiras, contra a decisão do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de extinguir a pasta?

4 – Carolina – Mas você não acha que, para sermos justos, temos de comentar também outras reclamações feitas em outras repartições públicas na Esplanada dos Ministério que foram atingidas pela decisão do futuro presidente de eliminar várias pastas e, com isso, atingir o número, que era de 15 e agora passou a ser 17?

5 – Haisem –E dá para omitir o auê em torno das relações exteriores, que têm agitado freneticamente as salas, corredores e escadas do Itamaraty desde que Bolsonaro tem disparado palpites sobre sua área e antes de o presidente eleito nomear o novo chanceler?

6 – Carolina – Será que você se arriscará a dar um palpite a respeito de, afinal de contas, quando será que o presidente eleito Jair Bolsonaro e seu superministro da Economia, o economista Paulo Guedes, que ele mesmo chama jocosamente de “posto Ypiranga”, afinarão suas declarações a respeito da momentosa, polêmica e difícil reforma da Previdência, hein?

7 – Haisem –O que você tem a comentar a respeito do desempenho da chamada esquerda brasileira na última eleição e que rumos você acha que ela deverá tomar para se oporem ao governo que seus militantes, derrotados nas urnas, desqualificam como neofascista e até nazista?

8 – Carolina – “Trump sofre derrota na Câmara e ganha no Senado”, registra título na primeira página do Estadão hoje. Que consequências para para a geopolítica e especialmente a economia mundial, o que nos afeta e por isso também nos interessa muito de perto, terá o resultado das eleições parlamentares nos Estados Unidos de anteontem?

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro e a Constituição

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro e a Constituição

Celebração do 30.º aniversário da Constituição foi um show de hipocrisia, cinismo e fantasia, pois a aniversariante não tem nada de “cidadã”, como a definia um de seus autores, Ulysses Guimarães, mas um manual de autodefesa de uma classe politica safada e corrupta, tendo sido a mãe de todas as crises do Brasil e uma madrasta para a democracia, que vive sob sua égide. De todos os oradores salvou-se o presidente eleito, Jair Bolsonaro, que faz muito bem em nos ensinar que há três nortes, mas o texto que rege o Estado de Direito é o único norte verdadeiro para ele. Se não o fizesse, sofreria uma saraivada de acusações caluniosas de que a golpeou com a ajuda de quase 58 milhões de cidadãos.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quarta-feira 7 de novembro de 2018, às 7h30m)

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Assuntos para o comentário da quarta-feira 7 de novembro de 2018

1 – Haisem – A Constituição da República merece todas as loas e salamaleques com que foi tratada ontem na solenidade para comemorar seus 30 anos de existência pelas mais altas autoridades dos três poderes ou foram só palavras, como o povo diz, da boca pra fora?

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2 – Carolina – Que motivos seis deputados e três senadores do PT têm para apresentar um pedido ao Conselho Nacional de Justiça tentando impedir que o juiz federal Sérgio Moro assuma o cargo de ministro da Justiça para o qual será nomeado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro?

3 –  Haisem – Na concorrida entrevista coletiva do futuro ministro da Justiça ontem na sede da Justiça Federal em Curitiba, Sérgio Moro anunciou a montagem um esquema de operações especiais para combater a corrupção e o crime organizado, seguindo o exemplo da Lava Jato. Será mesmo necessária essa anunciada perpetuação da ação por ter sido ela principalmente muito bem-sucedida ou apenas porque é popular?

4 – Carolina – O juiz Sérgio Moro foi, a seu ver, convincente ao justificar para os cerca de 60 jornalistas presentes a sua entrevista suas atitudes em relação ao julgamento e à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou ficou algum detalhe mais para ser esclarecido?

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5 – Haisem – Você acha que o futuro ministro da Justiça terá razões e força para mandar para o Congresso Nacional renovado um projeto de lei que dirima de vez a questão, que divide o Supremo Tribunal Federal ao meio, da autorização para juízes decretarem cumprimento da pena após condenação em segunda instância?

6 – Carolina – Você acha que, na condição de ministro da Justiça, o juiz Sérgio Moro terá força e prestígio para conseguir fazer aprovar no Congresso as célebres dez medidas de combate à corrupção, já propostas no Congresso, mas desvirtuadas na votação a que foram submetidas?

7 – Haisem – Você acha que os parlamentares tiveram razões para se queixarem da ênfase dada pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que ele fez questão de mostrar com a repetição da palavra “previdência”, e também que os congressistas precisam de uma “prensa” para aprovarem essa reforma, que é vital, urgente e mal amada?

8 – Carolina – Você acha que será uma boa ideia reconduzir o emedebista alagoano Renan Calheiros à Presidência do Senado, hipótese que recebeu, ao que tudo indica, sinalização positiva do senador eleito pelo PSL de São Paulo Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito?

Comentário no Estadão Notícias: Uma ideia de jerico

Comentário no Estadão Notícias: Uma ideia de jerico

Simples possibilidade de o senador Renan Calheiros, do MDB de Alagoas, voltar a ocupar a presidência do Senado, fortalecida pela admissão do senador Flávio Bolsonaro, já é bastante para advertir para as enormes dificuldades que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, terá para negociar com o Congresso a pauta com a qual obteve sua vitória. Pois a biografia do parlamentar o identifica como o mais habilidoso e traiçoeiro dos representantes da velha politica que o povo decidiu afastar das decisões do Legislativo. A tarefa a ser cumprida exige o isolamento do mais notório camaleão da Esplanada dos Ministérios aos limites de seu pequeno Estado nordestino, onde reina com o filho governador. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de quarta-feira 7 de novembro de 2018.

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