Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

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Comentário no Jornal da Gazeta 2: Lulismo em xeque

Comentário no Jornal da Gazeta 2: Lulismo em xeque

Palocci e urnas podem desmentir teor e tamanho real do lulismo

(Comentário no Jornal da Gazeta 2 quinta-feira 11 de outubro de 2018.

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Comentário no Jornal da Gazeta 1: Lula, candidato oculto

Comentário no Jornal da Gazeta 1: Lula, candidato oculto

Campanha do PT virou 180 graus, mas candidato ainda é Lula

(Comentário no Jornal da Gazeta 1 quinta-feira 11 de outubro de 2018)

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Estadão Notícias: Hóspede mal educado

Estadão Notícias: Hóspede mal educado

O genial roqueiro britânico Roger Waters, remanescente da banda de rock psicodélico Pink Floyd, comportou-se como hóspede mal educado ao ofender 50 milhões de eleitores que sufragaram o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, do PSL, chamando-o de “neofascista”. De forma irresponsável, o astro acendeu o estopim de uma bomba ao estimular as torcidas do #Elenão e do Fora PT, impondo a 50 mil pessoas no Allianz Parque, que foram apreciar sua música magnífica, em discurso político atabalhoado e de consequências imprevisíveis no atual ambiente de conflito e polarização radical das últimas três semanas da disputa presidencial. Recebeu, por isso, uma vaia espetacular e inédita. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 11 de outubro de 2018.

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Comentário no Estadão Notícias: Cara nova do Congresso

Comentário no Estadão Notícias: Cara nova do Congresso

Contrariando vários analistas, inclusive este que lhes escreve, o eleitor que compareceu de forma ordeira e pacífica às urnas no domingo impôs sua vontade às cúpulas dos partidos que fizeram de tudo para reeleger seus membros e outros suspeitos de terem participado das grandes roubalheiras dos escândalos mensalão e petrolão. Disso resultou uma renovação, inesperada até para os institutos de pesquisa, no Congresso, em especial na Câmara, que, como várias vezes já adverti aqui, detém maior poder de governar do que o presidente da República, seja ele qualquer um dos dois que passaram para o segundo turno. Esse novo panorama anima quem quer permanência do combate à corrupção. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quarta-feira 10 de outubro de 2018.

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Comentário no Estadão Notícias: E a tal da governabilidade, hein?

Comentário no Estadão Notícias: E a tal da governabilidade, hein?

De repente, há um apelo generalizado por um tal pacto de governabilidade, a ser adotado pelos dois candidatos que venceram o primeiro turno e agora disputam o segundo na eleição presidencial daqui a 19 dias – Jair Bolsonaro, do PSL, e o codinome de Lula, Fernando Haddad, do PT. Essas pessoas parecem não perceber que a causa principal da falta de condições para o que eles chamam de governabilidade não está na presidência da República, mas principalmente na pulverização dos partidos políticos na Câmara dos Deputados, que passaram de 28 para 30 nesta eleição, e na forma como são eleitos os mandatários republicanos no Brasil com campanhas biliardárias e fraca Justiça Eleitoral. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde as 6 horas da terça-feira 9 de outubro de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: aprimorando a democracia

Comentário no Jornal Eldorado: aprimorando a democracia

A moda do momento no Brasil é desqualificar o primeiro turno da eleição presidencial a pretexto de condenar a radicalização entre esquerda e direita dos dois mais votados e que, por isso, estão no segundo turno. Esta é uma crítica de pessoas autoritárias e preconceituosas que se sentem acima do bem e do mal para julgar quem pode, ou não deve, presidir a República nos próximos quatro anos. A democracia brasileira só amadureceu e se fortaleceu com a disputa de um pleito que, ao contrário de muitos anteriores, não foi deturpado nem fraudado por campanhas bilionárias, práticas de estelionato explícito e outros vícios que, estes sim, prejudicam o Estado de Direito em nome de nobres conceitos, que não se realizam.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na segunda-feira 8 de outubro de 2018, às 7h30m)

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Assuntos do comentário da segunda-feira 8 de outubro de 2018-10-07

 

1 – Haisem – Durante toda a campanha eleitoral que está em curso políticos que sentiam o cheiro da derrota, jornalistas brasileiros ou estrangeiros apressados em seus julgamentos e intelectuais decretaram que a disputa a ser decidida nas urnas era entre direita e esquerda. Computados os votos do primeiro turno, o candidato tido como nazifascista teve m48,26% dos votos. Isso quer dizer que metade do povo brasileiro é radical de direita?

SONORA BOLSONARO PT

 

2 – Carolina – O fato de ter chegado a menos de dois pontos porcentuais da vitória em primeiro turno assegura o triunfo no segundo turno para o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ou, ao contrário disso,  o descredencia para ganhar a eleição e governar o Brasil a partir de 1.º de janeiro de 2019?

 

3 – Haisem – Como saem dessa refrega eleitoral emocionante instituições tidas como pétreas na política brasileira como o horário eleitoral obrigatório no rádio e na televisão, o fundo partidário e a Presidência da República, cujo ocupante não apenas não teve um candidato para chamar de seu, tornando-se, ao contrário, um peso para qualquer pretendente?

 

4 – Carolina – Que destino terá o PSDB, que, até a última eleição, disputou voto a voto a presidência da República com o PT e nesta apresentou um candidato que teve quase todo o tempo do horário do rádio e da TV e uma coligação enorme e terminou em quarto lugar com pífios 4% dos votos e com desempenho humilhante no Estado que governou, São Paulo?

 

5 – Haisem – A que a estratégia de Lula de impor a própria candidatura, apesar de ser inelegível por ser ficha-suja e estar condenado e preso,  conduziu o futuro de seu partido, o PT, depois do massacre sofrido nas eleições municipais de 2016?

SONORA HADDAD DEMOCRATAS

 

6 – Carolina – Quem estava certo de que bastaria concorrer para garantir o foro privilegiado com a reeleição e terminou com a notícia amarga de que não voltará ao Congresso Nacional em 1.º de janeiro próximo e terá de conviver com o risco de responder na Justiça comum por eventuais deslizes na área criminal?

 

7 – Haisem – Como saiu desta eleição a reputação dos sempre requisitadíssimos institutos de pesquisa de intenções de voto, na sua opinião?

 

8 – Carolina – Quais são os campeões de votos que chamaram sua atenção nas disputas pelos governos estaduais, para o Senado Federal e para a Câmara dos Deputados?

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