Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Adiar eleições é golpe

Direto ao Assunto no YouTube: Adiar eleições é golpe

O bochicho nos corredores das sedes dos três poderes da República, em Brasília, de conspiradores querendo adiar eleições municipais deste ano para 2022 por causa da pandemia que assola e assusta o Brasil é tão intenso que o ministro do STF e do TSE Luís Roberto Barroso sentiu-se na obrigação de garantir que não há motivo nenhum para esse adiamento, pois outubro ainda está muito longe e há tempo para realizar o pleito. O pretexto é unificar todas as disputas num ano só para economizar. É um motivo cínico, pois, como se sabe, as votações custam cada vez mais. Está na hora de fazer um panelaço unindo todo mundo para forçar o Legislativo a devolver os 19 bilhões de reais de emendas para prefeitos ao Orçamento da União e usar os fundos eleitoral e partidário para financiar o combate à terrível pandemia. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no YouTube: Saúde de Bolsonaro é bem público

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O presidente Bolsonaro disse que não estava contaminado quando cumprimentou 274 manifestantes que participaram de ato apoiando-o e criticando os muito impopulares congressistas e ministros do STF. Verdade! Mas ele não pode ter informação se algum dos cumprimentados também estava imune. A saúde do chefe do governo é bem de interesse público em qualquer regime e ele é quem mais deve zelar por isso. Parlamentares e membros da cúpula do Judiciário merecem rejeição do público: até agora, além de retórica, nenhum deputado ou senador fez nada de útil para resolver a crise sanitária. E o aiatolá Toffoli emulou seus colegas do Irã, que mandaram soltar 85 mil presos. O CNJ, presidido pelo advogadinho do PT, também já recomendou que juízes soltem presos e deu a senha para que advogados de condenados, como Sérgio Cabral, também participem desse hipócrita liberou geral. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Presidente, não acalme, previna!

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No dia em que foi anunciada a primeira morte de brasileiro por comprovada contaminação do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro nomeou primeiro um grupo de 21 ministros e altos dirigentes do governo federal para gerir a crise da pandemia. Foi uma atitude imprópria, pois tudo o que se espera da cúpula federal é que não promova reuniões com muitos participantes, pois este é o pior exemplo a ser dado. Além disso, ele não desistiu de reclamar do que chama de “histeria” a respeito de uma ameaça seriíssima à saúde e à economia da população mundial e da qual, com as deficiências da saúde pública e as fragilidades da economia brasileira, não é prudente que o ocupante do mais alto cargo político do país insista em tranquilizar em vez de preparar para o pior.

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Assuntos do comentário de quarta-feira 18 de março de 2020

1 – Haisem – Você acha que a primeira morte por coronavírus no Brasil influiu na decisão do presidente Jair Bolsonaro de criar uma comissão para cuidar da crise da pandemia, conforme foi anunciado ontem

2 – Carolina – A decisão do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do DEM e médico, de mandar fechar o comércio em seu Estado dá, na sua opinião, razão a Bolsonaro, que acusou os governadores de estarem prejudicando a economia

3 – Haisem – Que lições você acha que o presidente da República pode aprender das decisões tomadas ontem por seus ídolos Donald Trump e Benjamin Netanyahu

4 – Carolina – Qual é sua opinião sobre a decisão do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, de se mudar de casa para o gabinete

5 – Haisem – Você se surpreendeu com a onda de soltura de presos a pretexto de justiça e imunidade, decidida pelo Conselho Nacional de Justiça, presidido por Dias Toffoli

6 – Carolina – Que posição você adotou no artigo Coronavírus, a marcha da insensatez, publicado ontem na página A2, de Opinião, no Estadão

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Comentário no Jornal da Gazeta: Ainda bem que Mandetta fica

Comentário no Jornal da Gazeta: Ainda bem que Mandetta fica

Na entrevista coletiva (excelente iniciativa inusitada) em que ele e seus ministros usaram máscaras cirúrgicas, o presidente Jair Bolsonaro deu uma boa nova: o ministro Luiz Henrique Mandetta foi mantido no combate ao novo coronavírus. Outra não foi nada boa: em vez de convocar meios de comunicação para lutarem todos juntos contra o inimigo comum, reabriu sua velha guerra à imprensa.

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Nesta quarta-feira no Estadão: Coronavírus, a marcha da insensatez

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José Nêumanne

Apoio de Bolsonaro a si mesmo é mais perigoso que tentativa de Collor de evitar impeachment

O apoio do presidente Jair Bolsonaro a si mesmo nas manifestações de rua de domingo 15 de março poderia ser apenas, por si só, ridículo. Mesmo sendo legítimo. E aqui não me refiro a golpe, autogolpe ou simulacro de golpe. Faltam-lhe apoio e base. Em primeiro lugar, porque nada se configura no horizonte que represente ameaça nesse sentido. Desse ponto de vista, os atos seriam inócuos mesmo que tivessem superado em adesão as manifestações de 2013, que foram espetaculares, mas não impediram a reeleição de Dilma Rousseff, codinome de Lula, do PT, na reeleição de 2014. Em segundo lugar, porque o povo, do qual emana todo o poder, exercido em seu nome, tem direito de apoiar e criticar quem quer que seja em qualquer ocasião ou circunstância. E qualquer cidadão brasileiro – o presidente não seria exceção à regra – pode convocar a cidadania a apoiar ou criticar mandatários.

No princípio Bolsonaro limitou-se a compartilhar num grupo de WhatsApp aviso de convocação dos atos. O mundo desabou sobre sua cabeça, dando-lhe razão num argumento: os políticos, de quaisquer partidos e Poderes, têm medo de povo. E não apenas por causa do capitão reformado nem de seu governo. Aliás, os Fundos Partidário e eleitoral e as emendas parlamentares para governadores e prefeitos correligionários de chefões partidários usarem sem fiscalização para financiar eleições municipais em outubro e novembro nunca mereceram oposição cerrada da cúpula do Executivo. Esta tem sido repetidamente cúmplice dessas iniciativas. Onyx Lorenzoni, bolsonarista de primeira hora e ex-chefe da Casa Civil do governo, fez parte da ampla aliança, que incluiu o PCdoB, velho e leal aliado do PT, na eleição de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara. E continua no primeiro escalão como ministro da Cidadania. A pasta é poderosa e administra recursos milionários. Ele ainda lançou outro correligionário do DEM, Davi Alcolumbre, a presidente do Senado, derrotando o emedebista Renan Calheiros em eleição fraudada, na qual 81 senadores votaram e 82 votos foram computados. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, atua como líder do Senado no governo. E pelo menos em teoria o povo se reuniria contra isso.
Portanto, nada há a obstar sequer à convocação explícita do presidente para os atos, da qual depois recuou após constatar o crescimento exponencial de inoculados pelo coronavírus no avião que o levou a um encontro extemporâneo com o presidente dos EUA, Donald Trump, e em aviões de carreira que levavam outros membros do grupo.

O que o torna ridículo é comparecer a atos para apoiar a si mesmo. Nisso lembrou antecedente que poderia ter evitado: o de Fernando Collor convocando o povo para sair de verde-amarelo às ruas e impedir seu impeachment. O povo manifestou-se a favor do oposto, acorrendo às vias públicas vestindo luto, numa clara declaração contra. Não foi o caso desta vez, mas o chefe do governo poderia ter evitado a fria de confraternizar com manifestantes participando de um apoio a si mesmo. Nada disso, contudo, é relevante como o aspecto sanitário lesivo ao povo e a Deus, que ele disse serem os únicos objetos de seu gesto. Por acaso ele não terá jurado lealdade à Constituição? O povo é a primeira vítima de uma eventual catástrofe sanitária a ser produzida pela conjunção perversa da escassa higiene dos chineses governados por uma ditadura comunista, do populismo estúpido da esquerda italiana e da precariedade da saúde pública brasileira. Ninguém precisa ser teólogo para duvidar do princípio universal de quaisquer religiões monoteístas segundo o qual Deus é sempre vida. Isso quer dizer que, em qualquer circunstância, viver, para o cidadão, é um direito acima do de opinar.

Indo ao encontro dos manifestantes à porta do palácio, e ainda levando de testemunha o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, um reles bajulador que teve a audácia de argumentar que tinha ido a palácio para tratar de assuntos particulares, Bolsonaro comprova mais uma vez que governa para seus devotos. E não para todos os brasileiros, como deveria ser. Esse é um grave pecado cívico.

A primeira epígrafe que me ocorreu para este artigo foi o título do célebre tratado histórico sobre guerras escrito por Barbara Tuchman: A Marcha da Insensatez. Mas Aninha Franco me lembrou do último parágrafo de A Peste, de Albert Camus, que aqui cabe como uma luva para encerrar: “Na verdade, ao ouvir os gritos de alegria que vinham da cidade, Rieux lembrava-se de que essa alegria estava sempre ameaçada. Porque ele sabia o que essa multidão eufórica ignorava e se pode ler nos livros: o bacilo da peste não morre nem desaparece nunca, pode ficar dezenas de anos adormecido nos móveis e nas roupas, espera pacientemente nos quartos, nos porões, nos baús, nos lenços e na papelada. E sabia, também, que viria talvez o dia em que, para desgraça e ensinamento dos homens, a peste acordaria seus ratos e os mandaria morrer numa cidade feliz”. Quem quiser que ignore a profecia do Prêmio Nobel de 1957 e espere chegar sua vez.

*Jornalista, poeta e escritor

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Comentário no Jornal Eldorado: Reale e Janaína contra Bolsonaro

Comentário no Jornal Eldorado: Reale e Janaína contra Bolsonaro

É praticamente impossível que procurador-geral da República, Augusto Aras, nomeado por Bolsonaro por indicação de seu amigo Alberto Fraga, atenda ao pedido do jurista Miguel Reale Júnior para o Ministério Pública recorrer ao Supremo Tribunal Federal para formar uma junta médica psiquiátrica para atestar a sanidade mental do presidente da República. Mas a sugestão foi feita no mesmo dia em que a parceira dele no pedido de impeachment de Dilma Rousseff, Janaína Paschoal, pediu o afastamento do capitão do cargo por ter posto em risco a saúde da população ao confraternizar com apertos e toques de mão militantes que foram à manifestação em Brasília contra cúpula do Congresso e do STF e a favor do chefe do Poder Executivo. Que o gesto é indefensável não há dúvida alguma.

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Assuntos do comentário da terça-feira 17 de março de 2020

1 – Haisem – Você acha que realmente seria o caso de convocar uma junta de médicos psiquiatras para avaliar o estado mental do presidente Jair Bolsonaro, como propõe o jurista Miguel Reale Jr., autor em companhia de Janaína Paschoal do impeachment de Dilma Rousseff

2 – Carolina – Será que a citada Janaína Paschoal teve razões para declarar estar arrependida de seu voto em Bolsonaro em emocionado discurso na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

SONORA JANAÍNA

3 – Haisem – Você concorda ou não com a colega Adriana Fernandes em artigo no Estadão de hoje em que defende socorro financeiro do Estado aos pobres nesta crise do coronavírus

4 – Carolina – Você entende por que o presidente da República está incomodado com o protagonismo de seu ministro da Saúde, deputado Luiz Henrique Mandetta, no combate à covid-19 no Brasil

5 – Haisem – Que enfoque você dá a seu artigo desta semana no blog do Nêumanne publicado ontem sob o título O Brasil entregue aos bacilos

6 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a briga entre o governador do Estado de São Paulo, João Doria, e o senador Major Olímpio, do PSL de São Paulo ontem

 

 

 

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