Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Comentário no Jornal Eldorado: Povo vence lobbies de capote

Comentário no Jornal Eldorado: Povo vence lobbies de capote

A vitória espetacular de capote – 26 a 13 – na Comissão Especial da Reforma da Previdência do relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) ainda não é definitiva, mas serve como bom estímulo para continuar a luta na decisão definitiva no plenário. Isso deveu-se, como definiu o colunista Celso Ming no Estadão, ao xeque mate do tal presidencialismo de coalizão, que começou na nova composição da Câmara e na vitória de Bolsonaro nas eleições de outubro passado. Para isso tem dado contribuição decisiva a argumentação lógica e plana do ministro da Economia, Paulo Guedes. Este momento serviu para afastar do caminho alegações destrambelhadas de lobbies dos privilegiados e a insignificância da esquerda com seu discurso fantasioso e faccioso que não mobiliza mais como no passado. Viva e avante!
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Assuntos para comentário da sexta-feira 5 de julho de 2019

1 – “Previdência passa em comissão, mas lobbies pressionam por alterações”, diz a manchete do Estadão hoje. A vitória da reforma da Previdência por 36 a 13 na comissão especial justifica o otimismo demonstrado pelo mercado financeiro na bolsa de valores

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2 – Será que o ministro da Economia, Paulo Guedes, não exagerou quando disse que “somos 200 milhões de trouxas explorados

3 – A seu ver, foi adequada a intervenção de Bolsonaro pedindo apoio da bancada ruralista para abrandamento de regras para policiais

4 – O que se pode deduzir da declaração de Bolsonaro segundo a qual a evitar vitória da esquerda na Argentina é mais importante do que na Venezuela

5 – Por que você acha que o senador Jaques Wagner se disse arrependido da lei da delação premiada depois da carta do delator de Lula Léo Pinheiro à Folha de S.Paulo

6 – Você se surpreendeu com a notícia de que Sérgio Cabral disse ao juiz Marcelo Bretas que informou a Lula e a Eduardo País de que tinha conseguido 2 milhões de dólares para rei Arthur financiar compra de votos para a escolha do Rio para a Olimpíada de 2016

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7 – Você acha que Carlos Bolsonaro tem razão ao considerar o suicídio do empresário Sadi Gitz numa solenidade com as presenças do governador de Sergipe e do ministro de Minas e Energia pode mesmo ter sido falha da segurança da Presidência da República

8 – O que há de bombástico e importante na entrevista no Blog do Nêumanne esta semana com o jurista paranaense René Ariel Dotti, que trabalhou como auxiliar da acusação contra Lula no processo do tríplex, contratado pela Petrobrás

Comentário no Estadão Notícias: O cinismo de Jaquinho

Comentário no Estadão Notícias: O cinismo de Jaquinho

Poucos petistas teriam o cinismo e a coragem do senador Jaques Wagner de declarar, como o fez, que se arrepende de ter ajudado a aprovar a lei que permitiu a delação premiada no Brasil, seguindo exemplos de países como Estados Unidos e Itália. A declaração exibe em toda a sua extensão a falta de decoro total do Partido dos Trabalhadores. Preste atenção: ele não se mortifica pelos crimes que o PT cometeu, mas, sim, por ter permitido que os agentes da lei os desmascarassem. E esse cidadão é senador da República! Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da sexta-feira 5 de julho de 2019.

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Nêumanne entrevista René Ariel Dotti (2019 – 25ª)

Nêumanne entrevista René Ariel Dotti (2019 – 25ª)

Lula é ladrão junto

a nosso povo crucificado,

ataca jurista

Professor Dotti acha que Lula livre lembra queremismo getulista, com a diferença de que PT exercitou terror ao atacar críticos, em vez da verdade que defendem

Para o advogado da Petrobrás na ação contra Lula no caso do triplex do Guarujá, René Ariel Dotti, “o bordão ‘Lula livre’ nos remete ao queremismo e à canção carnavalesca: “Bota o retrato do velho outra vez/ Bota no mesmo lugar/ Bota o retrato do velho outra vez/ Bota no mesmo lugar/ O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar.Protagonista desta semana da série Nêumanne Entrevista, o professor Dotti foi fundo: “Lula é um dos ladrões reencarnados que está exposto perto da cruz do povo brasileiro. Morrer a própria morte por suas mãos, isso nunca! Matar, sim!  Morrer não é preciso!  Viver é preciso!”. Conhecido pelo destemor na defesa de presos políticos à época da ditadura militar, o jurista paranaense citou: “No excelente e corajoso livro Corrupção da Inteligência Flávio Gordon demonstra, à evidência, como o PT se organizou, se preparou e dominou o Estado, manipulou mídias, anarquizou as fontes de criação das universidades, produziu uma novilíngua de comunicação, desqualificou a crítica honesta atacando o crítico, e não a verdade que ele defende; exercitou o terror.”

Dotti, advogado da Petrobrás, fala no julgamento dos recursos de Lula na 8.ª Turma do TRF 4 em Porto Alegre, tendo ao fundo o advogado do réu, Cristiano Zanin. Foto: TRF 4

Dotti, advogado da Petrobrás, fala no julgamento dos recursos de Lula na 8.ª Turma do TRF 4 em Porto Alegre, tendo ao fundo o advogado do réu, Cristiano Zanin. Foto: TRF 4

René Ariel Dotti nasceu em 1934, e faz questão de contar, a 200 metros do local onde foi armado o altar onde o papa João Paulo II rezaria missa na primeira visita à sua cidade natal, Curitiba, em 1990. Casado desde 1989 com Rosarita, tem duas filhas — Rogéria, professora de Direito Penal, e Cláudia, veterinária — e quatro netos. Destacou-se profissionalmente como advogado de presos políticos que defendia na Justiça Militar, sendo o caso mais notório o que ficou conhecido como Novembrada. É professor titular de Direito Penal da Universidade Federal do Paraná. Atuou como auxiliar de acusação, contratado pela Petrobrás, na ação em que o ex-juiz Sergio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por haver se beneficiado de propinas para adquirir e reformar apartamento tríplex na praia das Astúrias, no Guarujá. Autor de vários artigos publicados no Brasil e no exterior, destaca, entre outros livros, ter publicado Proteção daVida Privada e Liberdade de Informação (Revista dos Tribunais, 1980) e Bases e Alternativas para o Sistema de Penas (Revista dos Tribunais, 1998).

Nêumanne entrevista René Ariel Dotti

 

Nêumanne – O senhor atuou como advogado auxiliar da acusação nos processos da Lava Jato e, numa sessão de interrogatório do principal réu da ação do triplex do Guarujá, que, segundo o Ministério Público, pertence a Lula, viu-se obrigado a chamar a atenção do chefe da equipe da defesa do ex-presidente petista, advogado Cristiano Zanin Rodrigues, pela forma desrespeitosa como se dirigia ao juiz Sergio Moro, que comandava o interrogatório. O que o levou a tomar essa atitude?

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Direto ao Assunto no YouTube: Léo encalacra Lula de vez

Direto ao Assunto no YouTube: Léo encalacra Lula de vez

A Folha de S.Paulo publicou em manchete hoje a notícia de que recebeu uma carta do empresário Léo Pinheiro da OAS desmentindo em detalhes a versão fantasiosa da defesa de Lula, assumida pelo site The Intercept Brasil do jornalista e advogado militante de esquerda americano Glenn Greenwald, em parceria com a própria Folha e a BandNews. O relato é lógico e vem acompanhado de informações sobre documentação e outros testemunhos colhidos no processo pela PF e pelo MPF, que levaram o juiz da Lava Jato a condenar o petista. Ao dizer que não foi coagido a mentir para prejudicar Lula, o empreiteiro destrói as versões de falta de provas e cumplicidade de Moro. O resto é chicana. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Privilegiados sabotam reforma

Comentário no Jornal Eldorado: Privilegiados sabotam reforma

A reforma da Previdência – seja o projeto de Temer, que foi abandonado, seja o de Paulo Guedes, que está sendo encaminhado na mesma direção, e mesmo o apadrinhado pelos chefões do Congresso, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia – está sendo sabotado mais uma vez pelos descaminhos da força e do poder das castas privilegiadas que detêm o poder de fato. Todos –  do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao relator, Samuel Moreira (PSDB-SP) – têm responsabilidade nisso por não se mostrarem infensos à privilegiatura. No caso do chefe do Executivo, pela reforma especial dos militares e agora pelo patrocínio da causa dos profissionais da segurança, e no do tucano, por se ter obrigado a produzir uma série de modificações no relatório.

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Assuntos para comentário da quinta-feira 4 de julho de 2019

 1 – “Bolsonaro tenta ajudar policiais na reforma e proposta é recusada”, é a manchete do Estadão de hoje. O que esse vaivém do relatório infindável de Samuel Moreira prova definitivamente sobre a submissão aos lobbies invencíveis dos privilégios infindáveis

 2 – Que razões tinha o presidente Bolsonaro para imaginar que a reforma da Previdência seria diferente de “ninguém querer perder nada”.

 3 – Léo Pinheiro, o ex-presidente da OAS, que foi fotografado com Lula na obra do tríplex do Guarujá, que a empreiteira financiou, escreveu da prisão uma carta que a Folha de S.Paulo, parceira de Glenn Greenwald na revelação das mensagens com as quais a defesa do petista tenta constranger os agentes da lei que combatem corrupção, resumiu na manchete de hoje “Nunca sofri coação, afirma empresário delator de Lula”. E agora, Glenn?

 4 – Que esclarecimentos você acha que o Senado da República poderá obter do tal advogado e jornalista americano Glenn Greenwald sobre o momentoso caso das mensagens atribuídas por seu site The Intercept Brasil ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, a procuradores da Lava Jato e outras autoridades do combate à corrupção

 5 – O que poderá haver, além da obviedade, na declaração que o ex-juiz Sérgio Moro de que ele passa e a instituição, no caso o Ministério da Justiça, fica

 6 – Você se surpreendeu com a notícia dada em primeira página do Estadão segundo a qual “’Pacto’ entre os Poderes acaba em cinco semanas”

 7 – O que, a seu ver, levou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a autorizar abrir uma CPI sobre “fake news”, como sendo a maior prioridade deste momento dramático de tantas prioridades

 8 – O que, em sua opinião, teria levado a Operação Lava Jato a abrir novo inquérito sobre propina de 13 milhões e meio de reais atribuídos ao ex-presidente da Braspetro Sérgio Machado

Comentário no Jornal da Gazeta: Suspeitos fingem julgar Moro

Comentário no Jornal da Gazeta: Suspeitos fingem julgar Moro

Tentativas da esquerda de constranger Sérgio Moro com revelações do Intercept de pretensas mensagens de Telegram de autoridades do combate à corrupção na CCJ da Câmara só serviram para afundar ainda mais no descrédito popular esquerda encalacrada em processos de corrupção da Lava Jato.

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