Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro desafia democracia

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro desafia democracia

Ao aderir a dois atos exigindo “intervenção militar com Bolsonaro”, com Ato 5 para fechar Congresso e STF, e não condenar agressões a profissionais de saúde em protesto silencioso e jornalistas que faziam no exercício da profissão, o presidente Jair Bolsonaro dirimiu dúvidas de que se dispõe a, no mínimo, limitar o exercício da autonomia garantida pela Constituição de instituições. que podem impor limites ao poder presidencial. Ao liderar a marcha sobre o STF para pressionar seu amigo Dias Toffoli a ceder a seu capricho contra isolamento social para conter velocidade do contágio da covid-19 num momento crítico de aumento de número de casos e de óbitos, avançou além de qualquer limite sem que nenhum dos ditos guardiões do Estado de Direito tenha impedido sua invasão, como disse que faria o desembargador Walter Maierovitch a respeito da inércia covarde desses frouxos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro adota toma lá dá cá

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro adota toma lá dá cá

Sob pressão de aliados e após sofrer sucessivas derrotas políticas no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro começou na quarta-feira, 6 de maio, a distribuir cargos aos partidos do Centrão, em troca de votos no Congresso, ressuscitando a velha prática do “toma lá, dá cá”. No casamento de papel passado, a primeira legenda a ser contemplada foi o PP de Paulo Maluf, símbolo máximo da corrupção na política, que nomeou um indicado de Arthur Lyra para o dirigir o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), autarquia com orçamento de R$ 1 bilhão neste ano. Assim, traiu eleitores aos quais prometeu uma nova política sem barganha de cargos públicos por apoio no Legislativo, o capitão da “nova política” restaurou a indústria das secas, que começou a funcionar há 100 anos na gestão do paraibano Epitácio Pessoa.

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Assuntos para comentário da quinta-feira 7 de maio de 2020:

1 – Haisem – Centrão recebeu cargos e já vota com o governo – diz título de chamada no alto da primeira página do Estadão de hoje. Que movimento fez o presidente da República, Jair Bolsonaro,  para assumir esta volta explícita à República de coalizão e que conseqüências ele terá em seu capital eleitoral

2 – Carolina – Bolsonaro dá aval e Congresso libera reajuste para servidor – esta é a manchete da edição de hoje do Estadão. Em que esta notícia contraria a política econômica liberal do governo e confronta o lema eleitoral do mais Brasil e menos Brasília da tal da nova política

3 – Haisem – Qual é sua opinião sobre o discurso do presidente Dias Toffoli abrindo a sessão ordinária do Supremo Tribunal Federal de ontem desagravando a imprensa três dias depois das agressões de domingo a repórteres fotográficos e motorista na cobertura do ato antidemocrático com participação do presidente Jair Bolsonaro de domingo passado

4 – Carolina – Com 4.552 registros a mais, total de mortes em casa aumenta 14% no País – O que esta manchete do Portal do Estadão de hoje revela, a seu ver, sobre as conseqüências da indiferença do presidente Jair Bolsonaro em relação ao contágio do novo coronavírus no Brasil

5 – Haisem – O governo alega ‘assuntos sensíveis’ e pede para não entregar vídeo da reunião – O que, a seu ver, esta notícia publicada em primeira página no Estadão de hoje revela sobre a disposição do governo federal em ajudar ou atrapalhar o inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal para investigar acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro

6 – Carolina – Brasil põe região em risco, diz Argentina – É título de outra chamada de primeira página no Estadão hoje. Que conseqüências práticas terá essa afirmação do presidente argentino, Alberto Fernández, sobre o cotidiano do cidadã9o brasileiro depois que passar a tempestade perfeita da pandemia e das crises econômica e política sob a égide de Jair Messias Bolsonaro

 

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Direto ao Assunto no YouTube: Marcha de Bolsonaro ao STF

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O presidente Jair Bolsonaro recebeu um grupo de presidentes de associações de classe de barões da indústria que foram ao Planalto pressioná-lo para fazer o que não pode: flexibilizar a volta ao trabalho para salvar o setor e a economia do desastre antes de passar a pandemia. Resolveu, então, encenar, gravar imagens e sons para transmitir ao vivo em suas redes sociais uma inédita marcha a pé de todos à sede do STF para transferir a pressão para o Judiciário. Uma molecagem, é claro! Ele sabe que o STF já avisou que, pela Constituição, que está acima dele no Estado de Direito, consagra como líquido e certo o direito de governadores e prefeitos de decretarem, ou não, isolamento social, quarentena ou até lockdown. Toffoli recebeu o bando de insensíveis, que nem sequer citaram o recorde de número de óbitos por causa da cofid-19 ontem, e devolveu a bola para o intrometido: a tarefa de juntar Poderes e, entes federativos (União, Estados e municípios) é dele. Cabe-lhe reunir e harmonizar para coordenar a salvação de vidas humanas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Comentário no Jornal da Gazeta: Bolsonaro agride instituições omissas

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O presidente Jair Bolsonaro não tem papas na língua e diz cobras e lagartos das instituições ditas democráticas como se estivesse em boteco pé de chinelo e assim avança rumo ao autogolpe sem freios. Enquanto isso, as ditas instituições, que deveriam proteger o Estado de Direito, ficam à mercê de sua língua de trapo, pois seus usuários, como Dias Toffoli, se acovardam sem dar nome ao boi.

Para ver comentário no Jornal da Gazeta na quarta-feira 6 de maio de 2020, às 19 horas clique no link abaixo:

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Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro trata público como privado

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro trata público como privado

“Moro, você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”.  Por que a do Rio? “Porque é o meu Estado”. Estas frases constam de uma conversa pelo aplicativo WhatsApp entre o autor, o presidente da República, Jair Bolsonaro, e seu então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que entregou seus aparelhos de telefonia celular aos interrogadores do depoimento prestado sábado na sede da Polícia Federal em Curitiba no sábado 3 de maio. Reveladas com o maior destaque nas edições do dia de todos os meios de comunicação do País, elas expõem com clareza e cinismo uma extrema mistura de público e privado, como nunca talvez antes tenha havido na História. A revelação dessa confissão só se tornou possível porque o decano do STF, Celso de Mello, tirou todo o sigilo do processo de que constam.

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Assuntos para comentário da quarta-feira 6 de maio de 2020:

1 – Haisem – Depoimento de Moro à PF – ‘Você tem 27 superintendências, eu só quero uma, a do Rio’ – O que há, a seu ver, de tão chocante nesta frase que o ex-ministro da Justiça atribuiu ao presidente da República, Jair Bolsonaro e é a manchete de primeira página da edição do Estadão de hoje

2 – Carolina – Você acha que o presidente Jair Bolsonaro cumprirá o prazo de 72 horas, dado ontem pela Justiça do Distrito Federal para que ele explique as mudanças no comando da Polícia Federal

3 – Haisem – Celso de Mello autoriza depoimento de três ministros generais – Que conseqüências práticas, em sua opinião, poderá ter essa decisão do decano do Supremo Tribunal Federal na investigação sobre as acusações feitas por Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro

4 – Carolina – Que resultados poderá ter no inquérito aberto pelo decano do STF, Celso de Mello, a mensagem de WhatsApp exibida ontem pelo presidente Jair Bolsonaro no seu celular que, segundo ele, prova que o Sérgio Moro vazou informação sigilosa à imprensa

5 – Haisem – O que provam, a seu ver, as revelações feitas ontem sobre as agressões de bolsonaristas a profissionais da saúde e jornalistas em manifestações públicas que chegam perto.muito perto, de gabinetes do governo federal

6 – Carolina – Que revelações faz o primeiro editorial do Estadão hoje para justificar o título a respeito do presidente Jair Bolsonaro, Um mau militar

 

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Direto ao Assunto no YouTube: Para Bolsonaro, o público é dele

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“Moro, você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio”, disse o presidente da República, Jair Bolsonaro, a seu ex- ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, conforme revela mensagem por WhatsApp que este entregou à delegada da PF e a três procuradores em depoimento tornado público ontem, a pedido do depoente com a anuência do procurador-geral Augusto Aras e autorização do ministro Celso de Mello, decano do STF. A frase, reproduzida em destaque por todos os meios de comunicação hoje, é completada com o sugestivo e chocante uso do pronome adequadamente possessivo na primeira pessoa do singular: “Meu Estado”. Trata-se da forma mais explícita com que um governante misturou o público, não só do privado, mas com a posse. Uma matéria-prima para o grande cientista social Raimundo Faoro no seu clássico “Os Donos do Poder”. Apesar de as narrativas fascibolsonaropetistas insistirem que o ex-juiz da Lava Jato fracassou como homem-bomba, só essa frase bastaria para definir o depoimento como bombástico. Só não basta porque os eventuais defensores do Estado de Direito contra arreganhos golpistas dele se acovardam. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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