Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto

Podcast Estadão Notícias: Traição à pátria

Podcast Estadão Notícias: Traição à pátria

Pronunciamento da “presidenta” nacional do PT, Gleisi Hoffmann – para a TV A-Jazira é muito grave, sim, mas não por se dirigir aos árabes como aliados do partido e do preso comum Lula, mas por integrar campanha de petistas contra o Brasil e nossas instituições. Mais grave do que isso é o boicote ao combate à corrupção por parte das bandas sadias de Policia Federal, Ministério Público e Justiça em primeira e segundo instâncias, movido pelo partido que ela preside, pelo presidente Temer, seu governo e seu partido, e outros condenados e suspeitos de várias legendas, que assediam de forma hostil, estúpida e, sobretudo, golpista ministros que compõem o lado bom do STF, particularmente as duas únicas damas do colegiado, Cármen e Rosa. Este é o comentário que fiz para o Podcast Estadão Notícias, que está no ar desde quinta-feira 19 de abril de 2018, às 6 horas.

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Comentário no Jornal Eldorado: Só para ricos

Comentário no Jornal Eldorado: Só para ricos

O STF não é o último bastião do cidadão, mas, sim, a última garantia do bandido abonado. Isso está ficando claro no julgamento do habeas corpus do ícone da corrupção na ditadura militar, Paulo Maluf. Nele o advogado Kakay agradeceu aos ministros da “Corte” por terem, em teoria, salvado a vida do “paciente”. Enquanto Gilmar Mendes considera juiz que ouve o clamor popular covarde, Lewandowski disse que numa crise como a atual é preciso ter mais piedade para litigantes como o milionário, apoiando voto de Toffoli, que, mais uma vez, como bom ex-advogado dos corruptos do PT, deixou claro que o que compromete um acusado não é sua folha corrida na polícia, mas seu saldo no banco. Está por um fio o princípio igualitário da Justiça no combate à corrupção em primeira e segunda instâncias graças ao qual prisão não deixou de ser exclusiva para pretos, pobres e prostitutas.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quinta-feira 19 de abril de 2018, às 7h40m)

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https://soundcloud.com/jose-neumanne-pinto/neumanne-1904-direto-ao-assunto

Para ouvir Abrete Sesamo, com Or Ramón Márquez, clique no link abaixo:

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Abaixo, os assuntos do comentário

 

1 – Haisem Que sinais relevantes o Supremo Tribunal Federal transmitiu à sociedade brasileira no julgamento do habeas corpus pedido pela defesa de Maluf no plenário ontem?

 

2 – Carolina O que dizer da atitude do decano do STF, ministro Celso de Mello, que esperou dez anos para decidir um processo criminal e terminou mandando arquivar o caso?

 

3 Haisem – Por que a presidente do STF, Cármen Lúcia, pediu à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, “clareza” sobre o pedido de impeachment de Gilmar Mendes?

 

4 – Carolina O que José Dirceu pretende pedindo ao Supremo Tribunal Federal garantia de liberdade depois de julgados seus recursos no Tribunal Regional Federal?

 

5 – Haisem O que significa na vida real a negação mais uma vez pela 8.ªTurma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região  de Curitiba dos recursos dos recursos pedidos pela defesa de Lula?

 

6 – Carolina A juíza Carolina Lebbos, da Vara de Execuções Penais, em Curitiba, fez bem ou fez mal em negar a possibilidade de visita do Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel a Lula?

 

7 – Haisem O que a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse de tão ofensivo sobre as instituições republicanas no pronunciamento à TV árabe Al-Jazora para a Procuradoria-Geral da República instaurar procedimento preliminar para abrir ou não inquérito a respeito?

SONORA_GLEISI VÍDEO

 

8 – Carolina Em que os depoimentos da família Torrealba, proprietária do grupo Libra, concessionário do Porto de Santos, pode mudar o destino do inquérito da Polícia Federal sobre o tal do quadrilhão do MDB?

 

SONORA Abrete Sésamo Oro Ramón Márquez

https://www.youtube.com/watch?v=2hNa07lPHJ0

No Estadão desta quarta-feira: A verdade dos fatos contra lorotas no STF

No Estadão desta quarta-feira: A verdade dos fatos  contra lorotas no STF

“Diálogo” proposto por Marinho para evitar vitória de Bolsonaro é AI-5 pela impunidade

Há quem maldiga a exposição das sessões plenárias do Supremo Tribunal Federal (STF) – televisionadas pela TV Justiça e retransmitidas pelos emissoras de all news na íntegra e com trechos em canais abertos – como uma violação da discrição, que se deveria sobrepor à exibição sem pudor da Justiça. Mas, com a relevância das decisões tomadas nessas sessões, a transparência de debates e votos de seus membros é gênero de primeira necessidade na democracia brasileira. O que não quer dizer que seus componentes não se devam resguardar com um mínimo de pudor, nem sempre praticado como teria de sê-lo.

À exceção de Rosa Weber, que não se expõe além dos votos que profere na chamada Suprema Corte, seus dez colegas – uns mais, outros menos, reconheçamos – reclamam do excesso de trabalho interno, mas fazem palestras bem remuneradas e tocam negócios afortunados, apesar de receberem vencimentos usados como teto no serviço público. Incluindo aí o presidente da República. Nessas ocasiões públicas, não se eximem de proclamar seus pontos de vista, antecipando-se a votos futuros, nem sempre coerentes com decisões pretéritas. Da mesma forma, frequentam convescotes aos quais comparecem advogados de réus de causas em julgamento, abrindo-lhes as portas de seus gabinetes e até elogiando-os em suas perorações.

Com o fito de desqualificar agentes, procuradores e juízes federais de primeira e segunda instâncias, fiel à sua pose de rei de Roma, o ministro Gilmar Mendes, por exemplo, definiu o ex-deputado José Roberto Batochio, do PDT, como vítima de assédio moral desses colegas dele da Justiça. A citação não foi apenas imprópria, mas também falsa. Na verdade, o “jurista”, citado como mártir, havia abandonado a defesa do condenado Antônio Palocci porque este queria fazer delação premiada, contra a vontade do seu defensor. Na ocasião, o mesmo ministro acusou seus atuais inimigos de ocasião de corrupção e práticas de tortura. usuais na ditadura.

Para apoiar suas diatribes, Sua Excelência, que se diz “supremo”, adotando o título da instituição, recorreu a uma conclusão não confirmada pelos fatos. Na acusação furiosa ao instituto usado em democracias mais sólidas e antigas do que a nossa, acusou juízes, procuradores e policiais de prenderem acusados para deles arrancarem confissões. Segundo dados da Lava Jato, porém, 84% das delações premiadas foram obtidas pela operação de cidadãos livres.

No caso, mentiu o ministro ou mente a força-tarefa. Qualquer das hipóteses é gravíssima e merece reparação. Contra o ministro pesa, além de acusar e ofender sem apresentar provas, indiscrição sobre a vida amorosa de seus desafetos.

Na troca de gentilezas entre ministros soit-disant garantistas e advogados de réus abonados, Ricardo Lewandowski chegou a elogiar o francês do citado dublê de advogado e político Batochio, que cometeu pelo menos um erro grave em citação que fez do advogado de Luís XVI, Malesherbes. Em três linhas, o pedetista citou um verbo inexistente, “prener”, quando deveria ter usado prendre. Vovó diria que “ele poderia ter dormido sem essa”.

Tudo isso, porém, não passa de lana caprina se comparado à frequência do citado Mendes em ágapes de Temer, investigado pela terceira vez em cabeludas suspeitas sobre a autoria de um decreto de concessões para operar no Porto de Santos. Uma das empresas beneficiadas, a Libra, deve R$ 2,7 bilhões à estatal que administra o terminal. E ainda usufrui o privilégio de não ter a dívida cobrada, mas tornada objeto de uma arbitragem sem fim, por mercê de medida provisória anterior, que, de acordo com o Ministério Público Federal, foi inspirada pelo próprio Temer e por Eduardo Cunha. Os mesmos acusadores garantem que a empresa doou R$ 1 milhão ao partido do presidente, proibido por lei de aceitar doações de concessionários.

Menos ético ainda é o lobby que o Partido dos Trabalhadores (PT) e o presidente têm feito para mudar a jurisprudência, fixada em 2016, autorizando prisão após segundo instância, conforme reportagem publicada sexta-feira 13 de abril neste jornal, da lavra de Andreza Matais e Ricardo Galhardo.

O pior é que a notícia do acordão foi confirmada na ocasião pelo presidente do PT e seu candidato ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, em entrevista à Rádio Eldorado. Este reconheceu que, na companhia de Gilberto Carvalho – o “seminarista” da lista de propinas da empreiteira Odebrecht (pivô do escândalo de corrupção que levou o ex-presidente do Peru Pedro Pablo Kucynski a deixar o governo) –, visitou os ministros do STF Gilmar Mendes (sempre ele!) e Alexandre de Moraes para recomendar a mudança da jurisprudência que autoriza a prisão pós-segunda instância. Contou ainda que estabeleceram esse “diálogo” para impedir que Jair Bolsonaro ganhe a eleição presidencial.

Deus do céu! O PT, que insiste em apresentar como candidato o presidiário mais popular do Brasil, condenado em primeira e segunda instâncias e com habeas corpus negados por unanimidade no Superior Tribunal de Justiça e por maioria no STF, apela para o tapetão para impedir que o povo eleja quem quiser presidente. Se o ministro Mendes se assusta tanto com o fantasma do Ato Institucional n.º 5 (AI-5) dos militares, não seria o caso de ter alertado seus interlocutores sobre a natureza autoritária de sua proposta infame? Só que, naquela ocasião, o Estado noticiou que Mendes visitara Temer para lhe propor nomear Alexandre de Moraes ministro da Defesa e, assim, abrir vaga no STF e garantir o voto de desempate a favor das calendas do “trânsito em julgado”.

Felizmente, Moraes publicou domingo artigo na Folha de S.Paulo em que assevera: “Condenações em 2.º grau devem ser respeitadas; a possibilidade de execução provisória de pena fez evoluir o combate à corrupção”. Eureka! Será que a verdade vencerá as lorotas?

José Nêumanne

*Jornalista, poeta e escritor

(Publicado na Página 2 do Estado de S. Paulo da quarta-feira 18 de abril de 2018)

 

Podcast Estadão Notícias: Encenação fora da lei

Podcast Estadão Notícias: Encenação fora da lei

Como direita e centro acham, estupidamente, que direitos humanos são assuntos exclusivos da esquerda, comissão temática do Senado mandou 11 senadores da oposição minoritária encenarem uma inspeção nas condições carcerárias em que vive o presidiário mais popular do Brasil, Lula, em Curitiba. Dessa forma, o condenado por crimes comuns de corrupção passiva e lavagem de dinheiro viola a pena de prisão fechada, transformando a própria cela em comitê de campanha ilícita para presidente da República e a sede da Polícia Federal no Paraná em puxadinho de quartel general da minoria de esquerda. Este foi meu comentário no Podcast Estadão Notícias, no portal do Estadão desde as 6 horas da quarta-feira 18 de abril de 2018, também com notícias sobre a condenação do tucano Aécio Neves pela Primeira Turma do STF por crimes de corrupção e obstrução de justiça.

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Comentário no Jornal da Gazeta 1: Esquerda contra a lei

Comentário no Jornal da Gazeta 1: Esquerda contra a lei

Esquerda se mobiliza para violar isolamento de Lula preso

(Comentário no Jornal da Gazeta 1 terça-feira 17 de abril de 2018)

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Comentário no Jornal da Gazeta 1: Sujeitinho sem futuro

Comentário no Jornal da Gazeta 1: Sujeitinho sem futuro

Aécio réu dificulta futuro de tucanos e candidatura de centro.

(Comentário no Jornal da Gazeta 1 terça-feira 18 de abril de 2018)

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Sujeitinho sem futuro

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