Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

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Comentário no Direto da Moviola do Estadão no Ar: A ditadura e o crime

Comentário no Direto da Moviola do Estadão no Ar: A ditadura e o crime

A entrevista que o repórter José Louzeiro fez com o primeiro bandido famoso da classe média no Rio, Lúcio Flávio Vilar Lírio, que utilizou um tipo de código de ética na vida do crime, fez história na imprensa brasileira e ele logo a publicou num best-seller: o livro Lúcio Flávio – Passageiro da Agonia. Hector Babenco, que nasceu na Argentina, naturalizou-se brasileiro só para atender ao apelo ético do roteiro. A fita, arrasa-quarteirão à época do lançamento, em 1978, foi incluído na programação da TV Brasil, à noite, Oportunidade para conferir o que escreveu Luiz Carlos Merten no Caderno 2 do Estadão: “nas entrelinhas, expõe a ligação dos porões da ditadura com o crime organizado”. Um  feito!

(Comentário no Direto da Moviola do Estadão no Ar da Rádio Estadão na terça-feira 14 de março de 2017, às 7h50m)

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Comentário no Direto da Estante do Estadão no Ar: O avesso da utopia

Comentário no Direto da Estante do Estadão no Ar: O avesso da utopia

Acaba de ser lançado no Brasil o livro do russo Ievguêni Samiátin Nós, que fala da distopia, o contrário da utopia, estilo literário de clássicos como 1984 e A Revolução dos Bichos, de George Orwell,  Fahrenheit 451 (1953), de Ray Bradbury e A Laranja Mecânica (1962), de Anthony Burgess. Escritor, editor e dramaturgo crítico do regime soviético, Zamiátin viu sua obra ser censurada e só foi publicada em 1924, nos Estados Unidos, quando um manuscrito cruzou a cortina de ferro e foi traduzido. No futuro distante de Nós, a pequena fração da população que sobreviveu a uma guerra se submeteu ao Estado Único, uma ditadura totalitária que supre as necessidades do povo e suprime seus direitos.

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(Comentário no Direto da Estante do Estadão no Ar da Rádio Estadão na segunda-feira 13 de março de 2017, às 7h56m)

 

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Comentário no Direto da Estante no Estadão: Utopia, lugar nenhum

Comentário no Direto da Estante no Estadão: Utopia, lugar nenhum

A contratação do goleiro Bruno pelo Boa Esporte é a própria negação da sociedade ideal imaginada pelo pensador britânico Thomas Morus que há 501 anos publicou um clássico do pensamento político e filosófico, popular até hoje e que virou uma categoria da sociologia, A Utopia, obra em dois volumes, escrita originalmente em latim. Primeiro lançamento da coleção Clássica da Editora Autêntica, o livro está chegando às livrarias num momento de turbulência política e recessão econômica no Brasil, exatamente o que não existe na ilha modelar imaginada pelo autor – uma sociedade em que tudo pertence a todos e a busca do bem comum é lei. Como diz ironicamente o título, lugar nenhum.

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(Comentário no Direto da Estante no Estadão no Ar da Rádio Estadão na segunda-feira 13 de março de 2017, às 7h52m)

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Comentário no Direto da Coxia no Estadão no Ar: A crise vai ao teatro

Comentário no Direto da Coxia no Estadão no Ar: A crise vai ao teatro

Em reportagem de capa do caderno Divirta-se do Estadão hoje lemos que a 4ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo traz espetáculos de seis países inéditos na cidade, além de uma série de debates e ações pedagógicas. Consolidada no calendário cultural da cidade, a MITsp chega à 4ª edição mais enxuta. A causa da redução é a crise atual no País, que também virou o mote da programação. Com viés crítico, a mostra – que a partir da próxima 4ª-feira 15 de março ocupa diversos teatros de São Paulo – aposta em espetáculos que, tanto no formato como no tema, dialogam com a realidade do Brasil. As atrações incluem dez peças de seis países – com destaque à obra do libanês Rabih Mroué.

(Comentário no Direto da Coxia no Estadão no Ar da Rádio Estadão na sexta-feira 10 de março de 2017, às 7h50m)

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Comentário no Direto da Coxia do Estadão no Ar: Valjean de volta

Comentário no Direto da Coxia do Estadão no Ar: Valjean de volta

Um dos musicais mais badalados do mundo, Os miseráveis, de Alain Boublil e Claude-Michel Shonberg, baseado no romance de Victor Hugo estreou sexta-feira 10 no Teatro Renault, na Brigadeiro Luiz Antônio. Em 1985, os franceses Alain Boublil e Claude-Michel Schönberg levavam aos palcos ‘Les Misérables’, uma adaptação do romance publicado em 1862 pelo escritor Victor Hugo. A partir dali, uma das obras mais conhecidas da literatura universal tornou-se, também, um dos musicais mais aclamados e longevos de todos os tempos. Prova disso é que a peça foi traduzida para 22 idiomas e vista por mais de 70 milhões de pessoas ao redor do mundo. Isso explica a expectativa em torno da reestreia.

(Comentário no Direto da Coxia do Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na sexta-feira 10 de março de 2017, às 7h55m)

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Comentário no Direto do Palco no Estadão: Entre guitarras e vozeirões

Comentário no Direto do Palco no Estadão: Entre guitarras e vozeirões

O Rock in Rio anunciou na noite de ontem, de uma só vez, dois pesos-pesados para a edição de 2017. Guns N’ Roses e The Who serão as bandas encarregadas de encerrar as atividades do Palco Mundo, o principal do festival, na noite de 23 de setembro. Axl Rose voltará ao Brasil um ano depois da turnê realizada ao lado dos integrantes da formação clássica Slash e Duff McKagan. Não irei ao Rio porque não aprecio grandes aglomerações e confesso que temo um pouco andar por lá no clima de insegurança reinante. Mas Guns e Roses são ótimos. E o Who traz lembranças dos anos 60, mas é melhor comemorar o feito do Roberto Medina sem ter de me deslocar à cidade do Rock. Pelo menos é o que me parece.

(Comentário no Direto do Palco no Estadão no Ar da quarta-feira 8 de março de 2017, às 7h57m)

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Ouça Sweet child o’ mine com Guns and Roses:

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