Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

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Comentário no Estadão às 5h: Pústula tucana

Comentário no Estadão às 5h: Pústula tucana

Presidente afastado do PSDB e preocupado com a improbabilidade de não se eleger para cargo público nenhum mais na vida, devido às revelações feitas sobre seu caráter desonesto, o senador mineiro Aécio Neves exonerou o presidente substituto de seu partido, o cearense Tasso Jereissati, em nome da isonomia na sucessão dos tucanos, que este disputará com o goiano Marcone Perillo. Encarregou o ex-governador paulista Alberto Goldmann de assumir o lugar até a convenção. Espera-se uma atitude digna do mais velho dos vice-presidentes, o que seria incomum entre seus pares, mas não em sua biografia. O neto de Tancredo serviu da mais sórdida forma possível aos interesses de Michel Temer, mantendo seus aliados no ministério e os afundando junto com o partido no destino inglório reservado ao presidente e ao PMDB em 2018; O avô deve se ter revirado tanto no túmulo em São João del Rey que pode provocar abalos sísmicos. Este é um dos comentários feitos por mim no programa Estadão no Ar, ancorado por Emanuel Bomfim, levado ao ar do estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal e retransmitido por Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na quinta-feira 9 de novembro de 2017, às 17 horas.

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Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Para estancar a sangria

Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Para estancar a sangria

Meu Direto ao Assunto abriu o Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – com comentários sobre o novo diretor da Polícia Federal, procuradora-geral indicando transferência de Cabral para presídio federal; Centrão proclamando a república dos chantagistas; os fantasmas de Ciro e Lula na disputa pela presidência do PSDB; e o cinismo de Wesley Batista na CPI da JBS. Para Eliane Cantanhêde, o novo diretor da PF, que ela antecipou no Portal do Estadao, está dando o que falar. PSDB está acelerando a antecipação da reforma ministerial; e a casa dela sem luz há mais de 30 horas…  Alexandre Garcia destacou Wesley defendendo delatores; que nunca a troca de direção da PF foi tão noticiada; e Guido Mantega mais enrolado. Em Direto da Fonte, Sonia Racy noticiou o a investigação do MP sobre a gestão Doria e aplicação de multas em SP. E, em Perguntar Não Ofende, Marília Ruiz abordou o jogo amistoso entre Brasil X Japão.

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No Estadão desta quarta-feira: Um cometa no abismo do cosmos

No Estadão desta quarta-feira: Um cometa no abismo do cosmos

Neil Ferreira nos priva de um convívio inteligente e feliz, mas fica seu brilho que ilumina

                 Neil Ferreira era um gênio. Ninguém precisa ser um redator de escol nem um publicitário de primeira linha para ter autoridade suficiente para fazer uma sentença tão exagerada e tão decisiva quanto esta. Bastava ser um cidadão comum, um Zé Mané qualquer, um humilde, mas imodesto filho de Deus, como o autor destas linhas de despedida e elogios, para saber que essa frase não é apenas definidora, mas também definitiva. O que dizer do redator premiadíssimo no Brasil e no exterior por seus textos orinais, simples e elegantes? Talvez o máximo de sua obra seja o leão que nas suas mãos virou símbolo do Imposto de Renda. Há no rei dos animais uma identificação com a atividade que desde então ele passou a simbolizar que o cliente – no caso, a Receita Federal, o governo da República, o conjunto de todos os agentes fiscais do Brasil – talvez nem tenha percebido: era típico de Neil esconder a ironia e até o deboche no alarido do óbvio. O felino-mor é majestoso e poderoso e também o rei dos predadores. E o que há de mais predador para o cidadão e consumidor brasileiro do que o bafo do fisco na sua nuca? Essa é a marca do gênio: o leão do Imposto de Renda equivale como ideia perfeita ao garoto da Bombril, criado por seu discípulo Washington Olivetto. Mas o supera numa distinção que consagra a marca. Virou a Brahma que define a cerveja, mesmo a produzida pelo competidor, como no causo de Vicente Matheus agradecendo as Brahmas que a Antarctica lhe teria mandado. Ou o Gillette que deixou de ser um cidadão impresso na embalagem da lâmina de barbear para virar a gilete, substantivo comum feminino dos dicionários. Nem São Lucas, o publicano que se fez evangelista, conseguiu superar a fera no imaginário de todos quantos penam sob as garras dos implacáveis cobradores de deveres fiscais.

                  A diferença do criador do símbolo do soberano da selva que assusta todo brasileiro pagador em dia de suas obrigações é que Neil Ferreira era gente. Esta pode parecer uma obviedade mais ululante do que todas as outras que mestre Nélson Rodrigues, redator de sua predileção, imaginou ou descreveu. Mas não é: Neil não era gente apenas por pertencer ao reino animal e ser um mamífero dotado de capacidade de raciocínio e livre-arbítrio. Era gente no sentido mais comum que existe. Ele era simples, não apenas no sentido de um cara célebre que se destacou dos outros pelo enorme talento individual, mas tratava seus dessemelhantes como se fossem não apenas semelhantes, mas iguais. A simplicidade nele não era hábito comezinho, mas dever de casa permanente. E quando isso se juntava à capacidade de criar, a coisa ganhava uma dimensão que não podia ser comparada com nada. Ou seja, o redator que fazia dupla com o diretor de arte José Zaragoza na badaladíssima DPZ, o mais fulgurante think tank da propaganda brasileira no auge da época em que ainda havia publicidade não apenas como negócio, mas também como arte, empenhava a modéstia como forma muito eficaz de comunicação. Assim, alcançava o panteão de desejos e ambições do homem comum pelo simples fato de ser um deles.

Neil Ferreira

Neil Ferreira

             Neil era um brasileiro indignado, que não contemporizava com nada que ofendesse o rigoroso campo ético no qual atuou a vida inteira como missão máxima. Seu talento inato de vender produtos e ideias com palavras e imagens, uma modalidade estética, se submetia e se completava com o rigor de uma cidadania comprometida com a ética, que não admitia deslizes nem variações. Seu ramo é o negócio de dourar pílula? Neil era inimigo dos placebos e preferia oferecer ouro em pó a seus parceiros, clientes e patrões no trabalho. Punha ao dispor deles um brilho que não ofuscava, mas servia para fazer enxergar melhor tudo o que estivesse ao redor. Agora que não haverá mais oportunidade de ouvir suas ideias do bem nem o papo salpicado de graça e picardia, todos os que convivemos com ele teremos de nos contentar com as lembranças do charme da simplicidade que nos legou num convívio que ele nunca se cansou de tornar cada vez mais profícuo. Ele foi, mas fica. Como um cometa que mergulhou no abismo do cosmos, mas deixou seu brilho em nossas retinas escancaradas.

  • Jornalista, poeta e escritor

(A ser publicado na Pag. Do Caderno 2 do Estado de S. Paulo da quarta-feira 8 de novembro de 2017)

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Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Nação constrangida

Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado: Nação constrangida

Meu Direto ao Assunto abriu o Podcast Comentaristas do Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na terça-feira 7 de novembro de 2017 comentando o constrangimento da Nação ao ouvir Temer apoiar sua versão da investigação recusada pela Câmara no depoimento do ex-amigo Eduardo Cunha, cuja capacidade de inventar e mudar de versões é conhecida de todos; o enésimo apelo à paixão da torcida pelo futebol para livrar a cara do presidente; a força do Boy no Brasil oficial; e mais uma cortina de fumaça para o Congresso fingir que vai apertar os marajás. Eliane Cantanhêde falou dos resquícios do artigo de Fernando Henrique; e da tal reforma previdenciária, que não sai do papel. Alexandre Garcia fez o que chamou de comparaçãozinha entre atentados nos EUA e homicídios por aqui; além de abordar a privatização da Eletrobrás e FHC e o governo. Em Direto da Fonte, Sônia Racy relatou que os agentes do mercado financeiro estranham intervenção no Postalis. E, em Perguntar Não Ofende, Marília Ruiz abordou a seleção de Tite na Europa.

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No Blog do Nêumanne: A pane mental no Texas

No Blog do Nêumanne: A pane mental no Texas

Na ditadura havia crime e corrupção como agora, mas a censura impedia que o País soubesse

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o ataque a tiros que deixou 26 pessoas mortas numa igreja no Texas no domingo, é uma questão de “saúde mental” e o acesso às armas nos EUA não é o problema. Ele também enviou suas condolências aos parentes das vítimas e ressaltou que os EUA “sempre são mais fortes quando estamos unidos”. Se o diagnóstico for certo, seu autor e propagador tem cometido graves erros. De acordo com o despacho da correspondente do Estado, Cláudia Trevisan, as vítimas frequentavam a Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, comunidade de 640 habitantes a 50 quilômetros de San Antonio. O número de mortos representa 4% da população local. Outras 20 pessoas estão em hospitais da região com ferimentos de distinta gravidade. Segundo a polícia, a idade dos mortos varia de 5 a 72 anos.
Salta da frase do republicano a evidência de que ele pretendeu, em primeiro lugar, descaracterizar a chacina como ato terrorista e, em segundo lugar, desconectá-lo da possibilidade de ter resultado da liberdade que qualquer cidadão tem de adquirir armas de fogo no país. Feita no Japão, no outro lado do mundo, contudo, a frase só expressa mesmo a indiferença do chefe de governo da maior potência militar, política e econômica do planeta à morte dos cidadãos, que são o núcleo e a essência da democracia, sob cuja vigência atuam governo e sociedade civil com regras de convívio estabelecidas desde a chamada Revolução Americana, realizada, assim como a Revolução Francesa, no século 18, mas de natureza completamente oposta a esta. Hoje há até mesmo uma tendência dos historiadores e cientistas políticos a marcar uma diferença fundamental entre ela e a Inglesa, do século 17, de um lado, e, de outro, a citada na França e a da Rússia, cujo centenário não foi celebrado na pátria-mãe do socialismo no dizer de Stalin, mas o está sendo por comunistas do resto do mundo.
A insensibilidade do bilionário Trump na chefia da nação foi várias vezes citada em episódios como o da viúva do herói de guerra, que detectou não ódio, mas algo do mesmo gênero – descaso e desinteresse –, no telefonema que o inquilino da Casa Branca lhe deu para, em tese, lamentar a terrível perda. Nem por isso convém desperdiçar a oportunidade de notar e registrar que a forma como o presidente combate o terrorismo é absolutamente inadequada, seja no quesito direitos humanos, seja na eficácia dos métodos empregados para deter o passo dos inimigos.
O mais gélido dos chefes de governo – mas não ele – daria mais valor à perda de vidas humanas do que à natureza do atentado que as vitimou. Há algo que, certamente, escapa à percepção monolítica do mais poderoso político mundial. O assassínio dos ciclistas em Manhattan foi de inspiração terrorista fanática e, como tal, assusta muito, pois demonstra a fragilidade das defesas de uma potência como a americana em relação a esse tipo de prática suicida de inspiração religiosa fundamentalista. Outra coisa é a atitude tresloucada do atirador do Texas, um veterano de guerra, em mais uma demonstração do efeito arrasador das intervenções militares americanas no planeta sobre a população do país. O resultado de ambas, contudo, é devastador, seja pela loucura, seja pelo fanatismo. E o aspecto espetaculoso de chacinas sempre produz um efeito cascata macabro.
Quando comentei no Jornal Eldorado o atentado contra a ciclovia em pleno centro da metrópole das metrópoles, cosmopolita por definição e natureza, critiquei duramente a reação, que considerei inábil e inadequada, de Donald Trump reforçando a ideia de que o melhor caminho para combater o terrorismo é a retaliação, o olho por olho, dente por dente da Bíblia, a lei de talião. Muita gente me criticou mais duramente em respostas nas redes sociais, dizendo que ele está certo e que há que ser duro com o terror. É claro que há que ser duro contra o terror, mas não ser duro de forma indiscriminada contra todos os cidadãos muçulmanos, porque o terror mais comum pode até ter hoje inspiração fundamentalista muçulmana, mas não é só por isso e nem sempre foi assim.
O atentado terrorista de um nacionalista sérvio provocou a 1;ª Grande Guerra Mundial. Os separatistas bascos aterrorizaram a Espanha por anos. Albert Camus escreveu textos antológicos e atuais contra o terror anticolonialista de sua pátria, a Argélia. A retaliação proposta por Trump é estulta por isso tudo e também porque – repito o que disse na rádio e por isso fui repelido – ela parte da ignorância da situação. E joga, sim, gasolina na fogueira. O correto é ser duro contra o terror, mas sem abrir mão da tolerância religiosa, da liberdade individual e de outras conquistas da civilização ocidental. Os ventos fortes que o governo Trump está plantando têm produzido de volta tempestades que atingem cidadãos americanos aleatoriamente, seja por novos atentados terroristas, seja produzidos por loucura pessoal. Não venho aqui afirmar: eu avisei. Apenas reforçar minha opinião de que a truculência covarde do terrorismo aleatório não será contida com a incompetência aleatória de quem usa como arma de guerra apenas o “quem com ferro fere com ferro será ferido”.
Acho também que as condenações que recebi por ter criticado Trump podem dar uma excelente oportunidade para discutirmos essa onda de direita radical que toma conta da política brasileira, como nunca antes tinha acontecido no País. E ela leva ao paroxismo de uma nostalgia da ditadura militar, que sempre chamo de longa noite do arbítrio.
Tive oportunidade de ver análises objetivas, tranquilas e lúcidas produzidas sobre o tema por Fernando Gabeira em seus artigos neste Estado na sexta-feira e no Globo de domingo. Ele mostrou como a insensatez populista, oportunista e criminosa do PT de Lula e Dilma terminou produzindo uma reação inusitada no lado oposto do espectro ideológico por uma direita cega, vingativa e muito pouco inteligente.
Domingo tive a oportunidade de ver na GloboNews que essa direita pouco afeita à lógica e à leitura chama de globolixo, um debate esclarecedor no programa de debates Painel, apresentado por William Waack e com a participação dos intelectuais Roberto Romano e Luiz Felipe Pondé, filósofos, e Luiz Sérgio Henriques, tradutor de Antonio Gramsci, o italiano que fez a cabeça dos comunistas brasileiros dos anos 40 aos 60. Aconselho que esquerdistas, direitistas e liberais lúcidos (que os há) o procurem no Google para assistir e se informar. Aprendi muito no debate.
Em seguida, tive a oportunidade de ver, no mesmo canal, um documentário sobre a brutalidade com que os ditadores militares brasileiros dizimaram, sem nenhum motivo justo ou até lógico, um dos poucos exemplos de capitalismo bem-sucedido nestes tristes trópicos, a Panair do Brasil. Essa obra nefasta do regime autoritário tecnocrático militar levou 5 mil famílias brasileiras ao desemprego. A ditadura reprimiu, torturou e derramou sangue de inimigos e de inocentes. É lamentável que ainda haja quem tenha saudade disso, como se fosse a panaceia para os males trazidos à sociedade brasileira por filhos dessa própria ditadura.
E também que tenha, neste momento de paroxismo da violência e da decadência do Rio levado à disputa da prefeitura daquela cidade em segundo turno por fenômenos da utopia regressiva religiosa de Crivella e da outra do legado revolucionário obsoleto e ineficiente de Freixo. Agora as pesquisas aparecem com a repetição desse mesmo antagonismo apontando um falso, mas perigoso, momento decisivo entre Lula e Bolsonaro. O caminho para escapar dessa assustadora fuga pelo regresso está no abandono da egolatria e da estadolatria e no avanço da sociedade na solução dos problemas, que são imensos. Lembro, como fez Luiz Sérgio Henriques no Painel, o exemplo luminoso do dirigente Lula Maranhão, do Partido Comunista Brasileiro, propondo e fazendo profícuo e democrático diálogo com e entre os cardeais dom Eugênio Sales, conservador do Rio, e dom Paulo Evaristo Arns, progressista de São Paulo.
A diferença mais notória entre a ditadura e hoje é que agora temos violência nas ruas e corrupção na máquina pública. Na ditadura também havia crime comum, mas associado ao pior de todos, a truculência do Estado. O exemplo da Panair, lembrando na canção Conversando no Bar, de Milton Nascimento e Fernando Brant, é apenas um. Os que ora sonham com esse inferno feito paraíso não sabem porque não viveram ou porque, se testemunharam, não ficaram sabendo, por causa da mão pesada da censura.

José Nêumanne
• Jornalista, poeta e escritor
(Publicado no Blob do Nêumane, Política, Estadão, na segunda-feira 6 de novembro de 2017)
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Estadão às 5: Convívio suspeito

Estadão às 5: Convívio suspeito

Eduardo Cunha disse ao juiz Vallisney de Souza Oliveira que o contador Lúcio Funaro mentiu quando contou que Joesley comprou seu silêncio. Tanto a afirmação quanto o desmentido carecem de provas documentais ou de conexão com fatos indesmentíveis. A simples delação e a negativa despida de argumentos e comprovação valem muito pouco. A verdade que sobra disso é que o delator e todos os delatados conviveram para fazer fortunas de forma ilícita. Ou seja: todos são suspeitos de, no mínimo, participarem de ardis e artimanhas para delinquir. Este é um dos assuntos que comentei no Estadão às 5, apresentado por Emanuel Bomfim no estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal e retransmitido na segunda-feira 6 de novembro de 2017, às 17 horas, e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook.

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