Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

BLOG

Direto ao Assunto no YouTube: Censura rápida, recuo lerdo

Direto ao Assunto no YouTube: Censura rápida, recuo lerdo

No dia seguinte ao do recuo, definido por meu compadre José Roberto Guzzo como “sórdido, covarde, humilhante, sem um fiapo de argumento, sem um átomo de ideia” da decisão de censurar O Antagonista e a revista Crusoé (com esse de safado), que foi executada com a rapidez de uma punga, por Heil Alexandre Hitler de Moraes, relator do infame decreto fake de Dias Toffoli, os editores continuam mantendo interditada a reportagem que consagrou o dito advogado-geral de Lula como “o amigo do amigo de meu pai” nas redes sociais. Afinal, a medida contrária é lenta. E continua sendo defendida pelo presidente do SS-TF, para quem censura só há quando a posteriori, negando o verbete do “pai dos burros”, que, pelo visto, não exerce sobre ele o legal pátrio poder. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

Para ouvir clique no link abaixo e, em seguida, no player:

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Nêumanne entrevista Edilson Martins – 2019 (14ª)

Nêumanne entrevista Edilson Martins – 2019 (14ª)

Para ex-Pasquim, Lula preso

prova vitalidade da democracia

Jornalista diz que postagens em redes sociais são predominantemente lixo, inclusive as dele, esta é a era da estupidez planetária e quem quer credibilidade, por óbvio, não as procura

“Lula preso, apesar do desconforto de parte do STF e do STJ, de diferentes corporações, e Temer na fila da cadeia são provas da vitalidade atual da democracia brasileira. Da independência dos Poderes. Até quando nunca se sabe, num país  onde as experiências democráticas são pontuadas, interrompidas, por golpes de Estado”, pontifica Edilson Martins, jornalista, pioneiro em cobertura de ecologia e especialista em Amazônia na última resposta na edição desta semana da série Nêumanne entrevista. O colunista no lendário Pasquim, mítico jornal dito nanico, pioneiro em alternativa à chamada grande imprensa, é impiedoso com a nova versão daquela aventura editorial ao declarar: “nenhuma revolução, até hoje, foi mais democrática, mais contundente, mais desestabilizadora. Que o digam os jornalões. Elas estão promovendo a sacralização dos idiotas, dos imbecis, elevando à condição de filósofo um contador de lorotas, transformando farsantes em celebridades. O idiota tem à mão um jornal, uma rádio, uma TV, é acessado em todo o planeta. Ele deita e rola. O “efeito manada”, antes provincial, municipal, eventualmente nacional, agora é universal. Estamos vivendo o primado da estupidez planetária. Quem quer credibilidade não vai às redes. Por óbvio.”

Edilson trabalha há mais de 40 anos em jornalismo e cinema documental sobre a questão amazônica e a temática indígena. Foto: Acervo pessoal

Edilson trabalha há mais de 40 anos em jornalismo e cinema documental sobre a questão amazônica e a temática indígena. Foto: Acervo pessoal

Edilson Martins é jornalista, escritor e documentarista. Recebeu o prêmio Vladimir Herzog. Trabalhou como repórter especial no Jornal do Brasil, na revista Manchete e foi um dos colunistas do Pasquim. Criou a primeira coluna de ecologia – meio ambiente – na grande imprensa do País, Páginas Verdes. É autor de oito livros, dois de ficção, Makaloba e Bediai – O Selvagem e o Voo das Borboletas Negras. O livro Nossos Índios Nossos Mortos vendeu 400 mil exemplares, certamente um dos mais vendidos no País tratando da questão indígena. Nasceu no Acre, mas vive no Sul/Sudeste desde os 18 anos. O documentário Chico Mendes – Um Povo da Floresta, que tem sua direção e produção, foi um dos mais exibidos na primeira metade dos anos 1990 em todo o Ocidente. Trabalha há mais de 40 anos com a questão indígena, com a Amazônia e, principalmente, com a questão ambiental.  Prepara mais uma série para a televisão sobre a Amazônia. Foi amigo pessoal de Chico Mendes,  Orlando Villas-Bôas, dom Pedro Casaldáliga, Darcy Ribeiro e Apoena Meirelles.

Nêumanne entrevista Edilson Martins

Nêumanne – Recentemente, em entrevista a nosso colega Augusto Nunes na Rádio Jovem Pan, Jair Bolsonaro disse que se pudesse faria do filho Carlos ministro, pois foi ele que o levou à vitória no pleito presidencial. Esse é um, digamos, “mito” das redes sociais. Como “rato” do Facebook e congêneres, o senhor concorda com a assertiva do presidente e com o comportamento que ele tem adotado de governar apenas para o que prometeu a seus devotos em posts no Twitter? 

Leia mais…

Comentário no Jornal Eldorado: Toffoli: liberdade é relativa

Comentário no Jornal Eldorado: Toffoli: liberdade é relativa

Para enfrentar a tempestade de críticas iniciada com sua decisão estapafúrdia de criar um atalho à Constituição para permitir que o Estado julgador também seja parte e acusador, o presidente do SS-TF, Dias Toffoli, começou uma cruzada (no sentido original da palavra) pública contra a geração de ódio na sociedade pela liberdade de expressão. Apesar de não haver palavra no sistema jurídico brasileiro que sustente a afirmação de que este direito não seja absoluto por muitas vezes ferir a própria Constituição, demonstração pública de má-fé e ignorância, que exige de sete membros da instituição que preside alguma providência para deter sua insânia antes de afundarem na vergonha geral.

Após receber de Dodge aula sobre ilegalidade de seu decreto, Toffoli investiu contra liberdade de imprensa, ao estilo PT. Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão

Após receber de Dodge aula sobre ilegalidade de seu decreto, Toffoli investiu contra liberdade de imprensa, ao estilo PT. Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão

Para ouvir clique no play abaixo

Ou clique aqui e, em seguida, no play.

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

Assuntos do comentário da quinta 18 de abril de 2019

 1 – Haisem – Que autoridade e conhecimento tem Dias Toffoli para atribuir à liberdade de expressão a geração de ódio na sociedade

 2 – Carolina – Que resultado poderá dar o novo pedido de explicações que o ministro do STF Edson Fachin fez diretamente ao relator do inquérito, Alexandre de Moraes, para blindar os membros da Corte e seus familiares

 3 – Haisem – Em que muda a nota oficial de Bolsonaro com a explicação dada depois de sua divulgação nas redes sociais pelo porta-voz do Planalto, general Rêgo Barros?

 4 – Carolina – Quais os efeitos produzidos até agora nos ânimos dos chefes dos Poderes da República pela censura decretada por dois ministros do STF sem que os outros ainda se tenham posicionado a respeito

 5 – Haisem – Qual sua opinião sobre o aumento de 10 centavos decretado pela Petrobrás para o óleo Diesel e a reação que poderá gerar greve dos caminhoneiros com eventual crise como a de maio do ano passado

SONORA_CASTELLO BRANCO 1804

 6 – Carolina – Depois de mais uma prova de fragilidade e desarticulação da base do governo na CCJ da Câmara que conseqüências poderá ter a votação da reforma da Previdência para o futuro

SONORA FRANCIS 1804

 7 – Haisem – O que poderá mudar o destino penal do ex-presidente Temer a descoberta feita pelo Ministério Público da pessoa que tentou fazer um depósito de 20 milhões para a Argeplan do coronel Batista Lima em agência perto da sede de sua empresa em pleno mês da última eleição

 8 – Carolina – Quem é, o que faz e como pensa a pessoa que protagoniza a edição desta semana da série Nêumanne entrevista no seu blog

No Estadão: Nunca houve milícias “do bem”, general

No Estadão: Nunca houve milícias “do bem”, general

Construtora dos prédios que desabaram

é criminosa, como a Máfia e a Camorra

O desabamento de dois prédios na Comunidade da Muzema, no Rio, começou, realmente, com um imprevisto: o índice pluviométrico deste início de abril surpreenderia até o gênio da música popular Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, que registrou, em antológica gravação com Elis Regina, “as águas de março fechando o verão”. Mas estas jamais poderiam ser usadas como pretexto pelo prefeito Marcelo Crivella. Qualquer pré-adolescente em qualquer região do Brasil hoje é avisado por um simples aplicativo no celular sobre vinda de chuva com muita antecedência. A falta dessa informação na ex-Cidade Maravilhosa é um sinal absurdo de incapacidade gerencial.

No entanto, por uma questão de justiça, não se pode negar que o problema dos deslizamentos de barrancos nos morros que cercam o Rio, origem da tragédia e da fama de sua deslumbrante paisagem urbana na harmonia de mar e montanha, vem de priscas eras e do longevo abandono da cidade – e do País – pelo Estado corrupto, estroina e imprevidente. Começa, de verdade, na invasão da então capital federal pelos soldados da República chegados de Canudos, na Bahia, aonde foram massacrar os desvalidos do sertão, que, fiéis ao fanático cearense Antônio Vicente Maciel, o Conselheiro, foram confundidos com revoltosos monarquistas, assim como hoje quem apoia o governo federal é chamado de fascista e quem a este “resiste”, de comunista. Sem lar nem dinheiro, eles se instalaram nas encostas que descem até perto da praia, por falta de condições financeiras para ter habitação decente em local seguro.

A desgraça dos soterrados dos desabamentos resulta, em primeiro lugar, do ominoso déficit habitacional brasileiro neste país do faz de conta. Os mesmos políticos que garantem o direito de todos à moradia roubam os cofres de todos e constroem as próprias fortunas sacando do erário verbas públicas que poderiam financiar casas dignas para cidadãos decentes, que pagam escorchantes impostos para tanto.

O segundo capítulo dessa tragédia carioca, com correspondente relevante em várias metrópoles, ergue-se sobre alicerces em outra ignomínia praticada pelo Estado brasileiro – União, unidades federativas e municípios –, qual seja, o absoluto abandono desses mesmos pobres sem moradia à anomia (ausência de governo) generalizada. Ao subir o morro para construir ou comprar seu barraco, o pobre assume a condição de ter negados água encanada, esgoto, rede elétrica e, sobretudo, o direito de viver em paz honestamente, como pretendia. Sem o conforto da civilização, vivida abaixo, ao alcance de seus olhos, no “asfalto”, conjunto de bairros com direito aos confortos e à proteção do Estado contra os fora da lei.

O único direito a que o “favelado” tem acesso é o de ter seu território sido batizado de “comunidade”, em vez de “favela” (denominação de um arbusto seco da paisagem sertaneja de que voltou, depois de reprimir o levante do beato). Como se isso bastasse. Seja qual for o nome, mais de um século depois do conflito ele não apenas tem de conviver com criminosos perigosos que administram o tráfico de entorpecentes e de armas, como também de deles depender para levar a mulher à maternidade, o filho ao hospital e outras rotinas que os gestores públicos lhe negam.

Antes de Crivella assumir a parte que lhe cabe no latifúndio desse erro, convém admitir que a atividade que vende “edifícios de areia”, como definiu um vizinho diante da tragédia da Muzema, o antecede. As tais milícias não surgiram para fazer o bem, como declarou o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva. Mas, sim, como uma atividade mafiosa, criada a pretexto de combater o traficante inimigo. Quem entende sabe. Caso do juiz Walter Maierovitch, que as definiu como sendo “organizações criminosas de matriz mafiosa, que difundem, como a Cosa Nostra, o medo para obter controles de territórios e social.”

A atividade adquiriu, assim, força nos Poderes da República. Segundo Maierovitch, conhecedor da Camorra italiana, “quem tem controle social influencia nas eleições. Como frisou o escritor e jornalista siciliano Gaetano Sciascia, ao difundir o terror essas organizações impõem à comunidade dominada a ‘solidariedade pelo medo’. Isso ocorre porque não confiam nas autoridades.” Ou seja, o prefeito, o governador do Estado, os presidentes da Assembleia Legislativa (Alerj) e da República não são os únicos a serem apontados como responsáveis – culpados seria exagerado – pela tragédia, que nada tem de acidental.

Crivella defendeu-se apelando para o registro das autuações e da interdição dos prédios que ruíram, como se a prefeitura nada tivesse que ver com o fato de eles terem sido construídos. Wilson Witzel passou o pano, como se diz na gíria, sobre a própria gestão, esquecendo a inércia de suas polícias na repressão às milícias, que cobram “proteção”, lucram com caça-níqueis proibidos e vendem água, gás e gambiarras de eletricidade e TV por assinatura. E ainda concorrem com o mercado imobiliário construindo edifícios a preços “módicos” sem “luxos” como habite-se e segurança.

Isso acontece com ajuda da dita, e nunca feita, “justiça”. Segundo o UOL, o embargo à obra de outro edifício na Muzema, Figueiras de Itanhangá, pedido pela Procuradoria-Geral do município, teve liminar negada pela 20.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, em processo relatado pela juíza Marília de Castro Neves, autora, em 2017, de polêmica mensagem nas redes sociais em que descreveu a vereadora Marielle Franco como “engajada com bandidos” e “eleita pelo Comando Vermelho”.

Bolsonaro calou sobre a tragédia. Carlos, seu filho e vereador no Rio, empregou Márcio Gerbatim, suspeito de ligações com milícias e ex-marido da mulher de Fabrício Queiroz, de quem o próprio presidente disse saber que “fazia rolo” e que foi assessor de outro filho, o senador Flávio, na Alerj.

José Nêumanne Pinto

Jornalista, poeta e escritor

Para ler no Portal do Estadão clique aqui.

Comentário no Jornal Eldorado: Quanta burrice, meu Deus!

Comentário no Jornal Eldorado: Quanta burrice, meu Deus!

O relator do decreto do presidente do STF, Dias Toffoli, tentando evitar críticas aos 11 ministros, agora nobres impunes, da Corte, Alexandre de Moraes cometeu vários erros na censurar à revistaCrusoé e o site O Antagonista, expondo incultura. Escreveu Cruzoé, com . Confundiu expressão com informação, pois se trata de uma notícia, não de um comentário. Enfim, abusou do latim para preservar a “honra” do colega e terminou por expô-lo ainda mais, pois a truculência despertou a atenção geral para o material censurado. A informação de que o ofendido atendia pelo codinome de “amigo do amigo do meu pai” no propinoduto da Odebrecht bombou geral. Quanta e nada santa burrice!

Para ouvir clique no play abaixo:

Ou clique aqui e, em seguida, no play.

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique aqui.

 

 

 

Assuntos para comentário da terça-feira 16 de abril de 2019

1 – Haisem – O que justifica a decisão tomada ontem pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, para proibir a publicação pela revista Crusoé do site O Antagonista do documento da Polícia Federal relacionando presidente Dias Toffoli no propinoduto da empreiteira Odebrecht

2 – Carolina – A declaração da ministra Cármen Lúcia de que “cala-boca” já morreu” ainda está valendo ou caiu em desuso depois da censura imposta por Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Já se sabe o que ela achou disso

3 – Haisem – Manchete diz que “projeções mostram PIB negativo no primeiro trimestre”. E agora, José?

4 – Carolina – Que prejuízos terá a votação na Comissão de Constituição e Justiça sobre a constitucionalidade, ou não, da reforma da Previdência, depoois de outra, sobre o Orçamento impositivo, ter furado a fila

SONORA_FRANCISCHINI 1604

5 – Haisem – Qual a importância histórica da decisão da Justiça de tornar réu o ex-governador de São Paulo e ex-presidenciável do PSDB Geraldo Alckmin, o Santo do propinoduto da Odebrecht

6 – Carolina – Roberto Castelo Branco disse ontem em Brasília que ainda há decisão a ser tomada pela Petrobrás a respeito do reajuste do Diesel, mas a empresa “é livre”. Afinal, os caminhoneiros ganharam ou não a parada

7 – Haisem – O que você tem a comentar sobre a decisão do Museu da História Nacional de se recusar a sediar a entrega do prêmio de Personalidade do Ano a Jair Bolsonaro

8 – Carolina – Além de chorar, o que há a dizer sobre o incêndio da Notre-Dame de Paris

SONORA_MACRON 1604

 

Comentário no Jornal Eldorado: Suspeito cancela Lava Toga

Comentário no Jornal Eldorado: Suspeito cancela Lava Toga

Do seu ponto de vista pessoal, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) tem bom motivo para cancelar de vez a perspectiva de a Casa aprovar a instauração da CPI dita da Lava Toga: o TRE de seu Estado arquivou duas ações por caixa 2, mas o MPE conseguiu encaminhá-las para o STF, que agora o tem ao alcance da pancada de seu martelo. Para alívio de vários senadores, caso de Flávio Bolsonaro, filho do presidente, a decisão pode servir de modelo para o esquecimento de outras iniciativas que inquietam os 11 membros do prédio ao lado na Praça dos Três Poderes, a sede do próprio STF, alvo de processos de impeachment que o jurista Modesto Carvalhosa tenta convencer o Senado a abrir.

Para ouvir clique no play abaixo:

Ou clique aqui e, em seguida, no play.

Para ouvir no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, clique no link abaixo:

https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/investigado-cancela-lava-toga/

Assuntos para comentário de segunda-feira 15 de abril de 2019

 1 – Haisem – Você concorda com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quando ele se proclama conciliador entre os poderes republicanos ao não autorizar o funcionamento da CPI da Lava Toga

 2 – Carolina – Quais são, a seu ver, as chances de o Congresso Nacional vir a proibir, como tem sido prometido, mas nunca cumprido, o foro de prerrogativa de função que tem tornado os parlamentares brasileiros inimputáveis

 3 – Haisem – O que produziu o deslizamento de terras depois dos temporais que caíram no Rio, até agora com dez mortes, nos últimos dias da semana passada de dois edifícios na Comunidade da Muzema, que, segundo as autoridades policiais, é dominada por uma milícia

 4 – Carolina – Depois do episódio da intervenção no aumento anunciado pela Petrobrás para o óleo Diesel para evitar mais uma crise provocada por obstrução das estradas por caminhoneiros em maio, qual é, em sua opinião, o Jair Bolsonaro de verdade: o parlamentar intervencionista por 30 anos ou o candidato e presidente empossado, que se proclama liberal em economia

 5 – Haisem – Quem tem razão: o presidente de Israel, Reuven Rivlin, e o Museu do Holocausto criticaram declaração de Bolsonaro de que se pode perdoar o Holocausto, mas nunca esquecer, ou o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelem, que o apoiou

 6 – Carolina – O que motivou a Advocacia-Geral da União a dar parecer favorável à abertura de inquérito por Dias Toffoli, inquérito a ser relatado por Alexandre de Moraes para investigar e punir críticos do STF

 7 – Haisem – Por que o presidente Bolsonaro não extingue essa obrigação legal absurda de garantir pagamento de oito assessores, inclusive dois seguranças, e despesas de viagem de ex-presidentes da República

 8 – Carolina – Qual foi a boa e qual a má notícia do futebol neste Domingo de Ramos, que abre a Semana Santa

Página 25 de 128«...5101520...2324252627...3035404550...»
Criação de sites em recife Q.I Genial