Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto no YouTube: Você paga o “Lula livre”

Direto ao Assunto no YouTube: Você paga o “Lula livre”

Com seu principal líder privado de liberdade e presos maiores ex-dirigentes e quase todos os ex-tesoureiros, o PT ainda tem a desfaçatez máxima de produzir 10 mil documentos de provas de que usou dinheiro meu e seu, verbas públicas, do Fundo Partidário, ignomínia que nos faz bancar campanhas de políticos safados ou não, para financiar o movimento “Lula livre”, de interesse exclusivo do ex-presidente e de seus asseclas. E os petistas ainda reclamam de quem critica o partido porque seus principais líderes estão pagando seus crimes cumprindo penas em prisões ou na PF de Curitiba. Direto ao assunto. Inté. Só a verdade nos salvará.

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Comentário no Estadão Notícias: Aécio, FHC, PSDB, que vexame!

Comentário no Estadão Notícias: Aécio, FHC, PSDB, que vexame!

Aécio Neves foi escolhido por 50 milhões de brasileiros para interromper a bandalheira petista no desgoverno federal e derrotado por pequena margem de votos pelo poste de Lula, Dilma Rousseff. Frustrou, contudo, as esperanças de metade do eleitorado da Nação ao fugir covardemente da missão de liderar uma oposição de verdade e, depois, foi pilhado pegando propina no mesmo esquema petista e tornou-se uma vergonha nacional. Ao criticar Bruno Covas por exigir a expulsão dele do PSDB, Fernando Henrique torna-se ele próprio outra encarnação de um partido que teve míseros 4% dos votos da eleição presidencial. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da sexta-feira 12 de julho de 2019.

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Nêumanne entrevista Bruno Dantas (2019 – 26ª)

Nêumanne entrevista Bruno Dantas (2019 – 26ª)

Ministro do TCU diz que

todas as instituições

falharam

em mensalão e petrolão

 

Para Bruno Dantas, do TCU, os escândalos de corrupção “só foram possíveis porque os sistemas de controle foram muito falhos”

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, primeiro a aprovar a decisão de bloquear os bens pessoais de Emílio e Marcelo Odebrecht, ao inaugurar a dissidência de uma decisão contrária do relator, reconheceu que todas as instituições encarregadas de evitar os recentes escândalos de corrupção, como mensalão e petrolão, falharam. O protagonista da série Nêumanne Entrevista desta semana neste Blog do Nêumanne explicou: os casos (que ele chamou de)“macrocorrupção, que nós verificamos, as macroirregularidades que verificamos só foram possíveis porque os sistemas de controle foram muito falhos”. A justificativa para a decisão do colegiado, por 4 a 1, partiu de um pressuposto: “Se você salva a empresa e não tira o dono de dentro dela, na verdade você está premiando quem comandou o crime. Hoje a lei brasileira não prevê uma medida administrativa de obrigatoriedade de o acionista se desfazer das suas ações, da sua participação societária na empresa”, Disse mais: “O Ministério Público (MP) poderia ter feito, lá em 2015 e 2016, quando fez os primeiros acordos de leniência, uma exigência explícita de que as famílias que controlam essas empresas saíssem. E aí, sim, você iria olhar para a empresa com olhos mais impessoais, sem esse gosto de fel, de salvar a empresa e estar salvando também o corrupto”. E completou: “O Brasil não vai suportar ver a sociedade ser punida pela segunda vez. A primeira,quando foi roubada e a segunda, quando as empreiteiras derem um calote nos acordos de leniência e nos danos que eles precisam ressarcir ao erário. Então, a primeira coisa é ir no patrimônio dos acionistas, sócios, donos. Segunda coisa, acho que a AGU, o BNDES, a Caixa Econômica, o Banco do Brasil deveriam, a partir dessas delações que estão sendo feitas, ingressar com ações para desconstituir esses empréstimos”.

O ministro Bruno Dantas, do TCU, foi o mais jovem a chegar a quase todos os cargos que ocupou. Numa época em que os consultores legislativos (servidores de carreira do Senado que prestam assessoramento a todos os parlamentares, independentemente de partido ou ideologia) eram quase todos de idade superior a 50 anos e, por isso, apelidados de “cardeais do Senado”, ele foi aprovado em concurso e tomou posse, em 2003, com 25 anos, o mais jovem da história da carreira, que já existia havia mais de 40 anos.

No Senado, auxiliou na elaboração de projetos importantes e auxiliou atividades de parlamentares de diversos partidos, como Antero Paes de Barros, na CPI do Banestado, José Jorge, na reforma do Judiciário, e Marco Maciel, na Comissão de Constituição e Justiça. Em 2007, com a saída do então consultor-geral, a associação dos consultores mobilizou-se para fazer uma eleição e indicar ao presidente do Senado um nome para a função. Houve apenas dois candidatos e Bruno Dantas venceu com 70% dos votos de seus pares, tornando-se o mais jovem consultor-geral da história do Senado, com 30 anos. A história repetiu-se quando foi eleito pelo plenário do Senado para mandatos no Conselho Nacional do Ministério Público (2009) e no Conselho Nacional de Justiça (2011), quando tinha 31 e 33 anos respectivamente. A chegada no Tribunal de Contas da União com 36 anos seguiu o mesmo script.

Bruno tomou posse no TCU em 2014 e, cinco anos depois, fala de sua experiência no posto: "O Brasil não vai suportar ver a sociedade ser punida pela segunda vez." Foto: Acervo pessoal

Bruno tomou posse no TCU em 2014 e, cinco anos depois, fala de sua experiência no posto: “O Brasil não vai suportar ver a sociedade ser punida pela segunda vez.” Foto: Acervo pessoal

Mas quem vê os êxitos profissionais,acaba não descobrindo as imensas dificuldades que o jovem baiano enfrentou desde que se mudou para Brasília, em 1998. Filho de uma bancária e um pequeno comerciante, chegou à capital porque sua mãe (recém-divorciada) havia sido transferida a contragosto de Feira de Santana para Taguatinga. O início foi difícil, o salário da matriarca era muito baixo para custear as despesas da família. Foram morar numa sobreloja na Praça do Bicalho, em Taguatinga Norte.

No térreo funcionava um bar barulhento que só fechava às 2 da manhã, e era a única hora em que o universitário Bruno Dantas conseguia se concentrar nos estudos. Ia de ônibus para a Universidade Católica de Brasília em Taguatinga Sul, mas sempre sonhou em mudar de vida por concurso público. E conseguiu. Com poucos meses em Brasília, disputou e foi aprovado em concurso público para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Foi empossado com 20 anos. Trabalhava numa cidade-satélite distante chamada Samambaia, ia de ônibus para o trabalho e de lá pegava outro ônibus para a Universidade Católica, em Taguatinga Sul.

A aprovação no concurso do Tribunal de Justiça fez o jovem Bruno Dantas despertar para seu próprio potencial. Ainda na metade do curso de Direito, começou a estudar para concursos públicos que exigiam curso superior. Tentou inúmeros. E foi aprovado em quase todos: delegado de Polícia Federal, Petrobrás, Caixa Econômica Federal, BR Distribuidora, Câmara dos Deputados e Senado.

A convivência com os “cardeais” (os consultores mais experientes) do Senado, fez despertar o interesse pela carreira acadêmica. Fez mestrado e doutorado na PUC-SP sem se afastar do trabalho. Depois fez três pós-doutorados, um na UERJ, outro na Cardozo School of Law, de Nova York, e o último no Instituto Max-Planck, de Luxemburgo. Escreveu ou coordenou mais de dez livros, publicou mais de uma centena de artigos científicos e profere palestras em todo o Brasil. Atualmente é professor de mestrado da FGV Direito-Rio e da Uninove, em SP.

 

 

 Nêumanne entrevista Bruno Dantas

 

Nêumanne – Não tenho muita familiaridade com julgamentos do Tribunal de Contas da União (TCU). Por isso, não estranhe minha pergunta: é incomum nas decisões internas do tribunal reverter um voto vencido em início de uma dissidência que terminou vencendo por 4 a 1, uma goleada, como aconteceu no caso do bloqueio de bens dos empreiteiros Emílio e Marcelo Odebrecht?

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Direto ao Assunto no YouTube: PT: perda total

Direto ao Assunto no YouTube: PT: perda total

O futuro político dos protagonistas da vitória histórica da reforma da Previdência dependerá de fatores fora das paredes da Câmara dos Deputados. O grande vencedor, Rodrigo Maia, uma espécie de técnico do time vencedor, dependerá de uma correção de rumos de sua grei, difícil de ser feita, pois aquele é um clube privado, não uma instituição representativa. Bolsonaro tem seu futuro nas mãos de Paulo Guedes, que poderá fazer do limão da nova Previdência a limonada da retomada econômica. E de Sergio Moro, cujo prestígio popular inabalável poderá levá-lo, dependendo das circunstâncias, ao ápice do poder republicano. O PT continuará apostando em perda total, na desgraça para se dar bem, como de hábito. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Estadão Notícias: PT aposta em nossa penúria

Comentário no Estadão Notícias: PT aposta em nossa penúria

No dia 1.º de maio, Paulinho da Força, do Centrão, disse que era preciso desidratar a reforma da Previdência do 1 trilhão e 200 bilhões de reais para 600 bilhões para evitar a reeleição automática de Jair Bolsonaro em 2022. A economia conseguida na votação em primeiro turno na Câmara dos Deputados, calculada em 744 bilhões, está mais perto dessa meta do que a original. Isso quer dizer que o centrão é um dos vitoriosos da sessãode quarta-feira 10 de julho, junto com o governo e Rodrigo Maia. A esquerda levou um passeio e agora aposta no desastre total, que nos deixaria na penúria.

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