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Comentário no Jornal Eldorado: Por que Levy caiu

Comentário no Jornal Eldorado: Por que Levy caiu

O economista tido como neoliberal Joaquim Levy não caiu da presidência do BNDES por causa de suas ligações profissionais com Sérgio Cabral ou Dilma Rousseff, do PT, pois tanto quem o indicou, Paulo Guedes, como quem o nomeou, Jair Bolsonaro, sabiam delas havia muito tempo e, se erraram ao nomeá-lo, maior erro seria mantê-lo depois de cinco meses e meio de gestão. A demissão de Marcos Pinto, o advogado acusado de ser petista que provocou a renúncia do ex-presidente, foi apenas um pretexto para o fato óbvio de que este, e não o outro, se recusava terminantemente a entregar a documentação necessária para provar o que o País todo sabe: o desvio de R$ 400 bilhões de dinheiro do contribuinte para enriquecer empresários amigos do regime petista e tiranos que os antigos donos do regime admiram tanto.

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Assuntos para comentário da segunda-feira 17 de junho de 2019

1 – Haisem – O presidente Jair Bolsonaro errou ao nomear Joaquim Levy para presidência do BNDES ou ao reduzir sua gestão a cinco meses e meio, ao desautorizá-lo demitindo o diretor Marcos Pinto sob alegação de ser petista ou, em qualquer dos casos, errou Paulo Guedes que o indicou

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2 – Carolina – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se disse perplexo com a demissão de Levy, o mercado reagiu mal, o reputado jornal britânico Financial Times publicou que saída  é preocupante sinal de intervenção no governo na economia e os funcionários do banco desconstrução da instituição. Há razões objetivas para essas reações negativas

3 – Haisem – Ao dizer que confia em seu ministro da Justiça, Sérgio Moro, mas só confia 100% na própria mãe, que contribuição nova à discussão sobre as revelações do site The Intercept Brasil traz o presidente Jair Bolsonaro

4 – Carolina – O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, contrariando os analistas jurídicos dos meios de comunicação, mas em sintonia com a população que ovacionou Moro e Bolsonaro no Estádio Mané Garrincha na quarta-feira, tem razão ao dizer que não há como provas nulas anularem condenações do processo do tríplex

5 – Haisem – O que você acha de ver os grandes jornais deste domingo confirmando comentário que você fez aqui há uma semana sobre o risco que correm os inimigos de Moro e da Lava Jato na tentativa óbvia de destruir sua reputação estarem cometendo o erro básico de não lhe dar outra saída que não seja a política

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 6 – Carolina – Qual o sinal dado pela maior descoberta de gás da Petrobrás desde o pré-sal em em Alagoas e Sergipe a ponto de corresponder a um terço da produção total do derivado de petróleo no País

7 – Haisem – Você ficou chocado com a notícia dada este fim de semana que o Ministério Público de Minas atribui o aumento da fortuna do curandeiro João Teixeira de Faria em R$ 100 milhões com ganhos auferidos ilicitamente com extorsão e lavagem de dinheiro

8 – Carolina – Como você explica o sucesso extraordinário da edição desta semana de sua série Nêumanne entrevista em seu blog

Direto ao Assunto no YouTube: Levy já vai tarde

Direto ao Assunto no YouTube: Levy já vai tarde

Colega ilustres têm criticado Bolsonaro pela demissão tida como ideológica do advogado Marcos Pinto e, em consequência, do então presidente do BNDES, Joaquim Levy. Mas, na verdade, não há nada de ideológico na decisão. A expectativa com a presença do ex-ministro da Fazenda de Dilma no banco era de que abrisse a caixa preta do favorecimento com crédito do banco público a juros privilegiadíssimos de amigos do PT e aliados no Brasil e ídolos adorados por eles em ditaduras no exterior, o que o indicado por Paulo Guedes se recusou a fazer ao longo (e põe longo nisso) de cinco meses e meio de gestão. Portanto, trata-se de uma queda merecida. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Nêumanne entrevista Di Franco (2019 – 22ª)

Nêumanne entrevista Di Franco (2019 – 22ª)

Corrupção e incompetência

foi binômio do governo Lula,

diz Di Franco

Para jornalista, tentativas de politizar condenação do petista são ridículas e insustentáveis e ela mostra que o Brasil mudou de patamar e justifica seu otimismo

O professor da Universidade de Navarra, na Espanha, Carlos Alberto Di Franco acha que “Lula foi o responsável direto pela montagem da maior pilhagem da nossa História. O projeto de perpetuação de poder foi estrategicamente montado sob o guarda-chuva da corrupção. É um case único no mundo. Lula se corrompeu e foi corruptor.” Articulista do Estado, o protagonista da série Nêumanne entrevista no Blog prevê que “Brasil vai demorar muitos anos para superar o tsunami petista. Corrupção e incompetência. Trata-se do binômio que marcou o governo Lula. As tentativas de politização da sua condenação são ridículas e insustentáveis. Sua condenação e de seus aliados mostra que o Brasil mudou de patamar e justifica o meu otimismo.” Sobre a atuação dos meios de comunicação no atual momento político Di Franco tem opinião severa e serena: Não podemos viver de costas para a sociedade real. Isso não significa ficar refém do pensamento da maioria. Mas o jornalismo, observador atento do cotidiano, não pode desconhecer e, mais que isso, confrontar permanentemente o sentir das suas audiências. A verdade, limpa e pura, é que, frequentemente, a população tem valores diferentes dos nossos.”

Para Di Franco, papel fundamental da imprensa para democracia depende de coragem e humildade para fazer autocrítica. Foto: Hélvio Romero/AE

Para Di Franco, papel fundamental da imprensa para democracia depende de coragem e humildade para fazer autocrítica. Foto: Hélvio Romero/AE

O paulistano Carlos Alberto Di Franco é bacharel em Direito. Especialista em Jornalismo Brasileiro e Comparado. Doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, na Espanha. Diretor do programa Estratégias Digitais para Empresas de Mídia (ISE). Professor convidado da Facultà di Comunicazione Sociale Istituzionale (Roma). Professor do Curso de Jornalismo Aplicado do Grupo Estado. Diretor da Di Franco, Consultoria em Estratégia de Mídia. Consultor de Empresas Informativas. Consultor do Grupo O Estado de S. Paulo. Presidente do Conselho Diretor do CEU- ISE Business School. Membro do Conselho Consultivo do Grupo Rede Amazônica de Televisão. Membro do Conselho do Grupo AJ Vierci (jornal Ultima Hora, Telefuturo), do Paraguai. Membro do Conselho da Fundação São Paulo. Articulista de O Estado de S. PauloO Globo (Rio de Janeiro), Gazeta do Povo (Curitiba), Estado de Minas (Belo Horizonte), Grupo Gazeta (Vitória), Diário do Nordeste (Fortaleza), O Liberal (Belém) e de diversos jornais brasileiros. Membro do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Membro do Comitê Editorial da Associação Nacional de Jornais (ANJ). Membro do Conselho Editorial da Revista Comunicación y Sociedad (Pamplona, Espanha). Membro da Academia Cristã de Letras. Autor de Jornalismo, Ética e Qualidade (Editora Vozes, São Paulo), La Noticia Sembrada (Editora Istmo, do México), Jornalismo como Poligrafia (Porto, Portugal), O Futuro da Informação na América Latina (Buenos Aires). Coautor de Papel da Polícia na Sociedade Democrática (Ed. Mageart. São Paulo). Coordenador do livro Agenda Brasil – Perspectivas para a Próxima Década (Ed. Manole, São Paulo). Coautor do Tratado de Direito Constitucional (ED. Saraiva, São Paulo).

Nêumanne entrevista

Carlos Alberto Difranco

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Direto ao Assunto no YouTube: Greve geral, uma ova!

Direto ao Assunto no YouTube: Greve geral, uma ova!

O que se viu na sexta 14 de junho nas ruas e praças do Brasil não foi um movimento de trabalhadores contra a reforma da Previdência ou o que quer que fosse, mas uma farsa que faz parte do Festival de Mentiras que Assola o País, capitaneado pela esquerda, em especial o PT, que sofreu uma derrota massacrante nas urnas em outubro e tenta sabotar a vontade popular no voto para promover o fiasco dos vencedores e voltar a saquear os cofres da República. Deste festival também faz parte a forçação de barra nos noticiários da televisão, em especial a Globo, usando informações hackeadas criminosamente e distorcidas para comprometer agentes da lei responsáveis pelo combate ao crime organizado e à corrupção no Brasil, como denunciou em brilhante artigo à revista Crusoé do site O Antagonista o professor Modesto Carvalhosa. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no YouTube: Crime do hacker contra Moro é grave

Direto ao Assunto no YouTube: Crime do hacker contra Moro é grave

Sílvio Meira, expert em tecnologia de informação, me disse qe invasão dos celulares de Moro, Dallagnol e outras autoridades que combatem corrupção no Brasil foi planejada e executada por muita gente especializada, ao custo de muito dinheiro e dificilmente será desvendado e punido. Após divulgação dessas evidências, Bolsonaro defendeu seu ministro da Justiça e até o maior inimigo da Lava Jato, Gilmar Mendes, do STF, se tocou, assim como seu colega Marco Aurélio Mello, reconheceu a dificuldade de a cúpula da Justiça cancelar a condenação de Lula no caso do tríplex. Direto ao ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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