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Comentário no Jornal Eldorado: Vigilância contra impunidade

Comentário no Jornal Eldorado: Vigilância contra impunidade

As tentativas da esquerda de inculpar o presidente Jair Bolsonaro e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pela tragédia da represa da Vale no Córrego do Feijão em Brumadinho sexta-feira só convencem os próprios prosélitos da chamada resistência à democracia, pelo simples fato de ambos estarem no 25.º dia no poder no dia da tragédia. Seja como for, esta catástrofe vai requerer deles atenção redobrada e fiscalização permanente para evitar, primeiramente, que a impunidade que denunciaram no caso de Mariana de três anos atrás se repita agora. E, depois, o que ainda pode ser mais grave, dobrando esforços para que nenhuma das represas, em alto grau de risco no momento, venha a estourar.

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Assuntos para o comentário da segunda-feira 28 de janeiro de 2019

1 – Será que os novos governos de Jair Bolsonaro e Romeu Zema teriam alguma culpa na tragédia de Brumadinho? Que consequências reais para eles terá esse massacre, com 305 desaparecidos em 58 mortos, segundo revela manchete do Estado?

SONORA BOLSONARO BRUMADINHO

2 – A quem atribuir responsabilização pelo assassinato em série de tantas pessoas? Ao corpo técnico da Vale? Aos fiscais de governo e União que não fiscalizaram? Aos deputados estaduais de Minas que se recusaram a tornar mais duras as punições para incidentes do tipo?

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3 – Que contribuição darão para não se repetir a tragédia na mineração em Minas as declarações de PT, Dilma, Gleisi, Renan, Marina?

4 – Não há notícia de crimes similares na Vale à época em que era estatal. Seria o caso realmente, então, de reestatizar a empresa?

5 – A principal notícia política da Folha no domingo foi a de que Léo Pinheiro em sua delação premiada descreveu propina paga ao atual corregedor do Conselho Nacional de Justiça, ministro Humberto Martins?

6 – Você acha que a juíza de Execuções Penais de Curitiba Carolina Lebbos exacerbou ao proibir visitas de Fernando Haddad e pretensos líderes religiosos a Lula na cela de Estado-Maior na PF de Curitiba, onde cumpre pena, motivando mais um recurso de sua defesa à ONU?

7 – O que dizer da declaração da deputada estadual paulista Janaína Paschoal em entrevista ao Estadão de ontem de que no caso da investigação do MPF sobre escândalo do rachuncho da Alerj Flávio Bolsonaro age da mesma forma que Lula e Aécio na Operação Lava Jato?

8 – Para que tópicos você chama a atenção de nosso público para a entrevista da semana em seu Blog do Nêumanne?

Comentário no Estadão Notícias: O país que virou lama

Comentário no Estadão Notícias: O país que virou lama

Três anos depois de haver estarrecido o mundo com a explosão da represa de rejeitos da Vale em Fundão, Mariana, Minas Gerais, o Brasil bate mais um recorde com a tragédia de sexta-feira em Brumadinho, onde se concretizou a metáfora perfeita deste país que virou lama. O drama humano provocado pela lama seca que cimentou centenas de mortos, dos quais só uma parte ínfima será sepultada pelos parentes, supera em dor de famílias atingidas a destruição da memória brasileira no incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro e recentes interdições do tráfego em Brasília e São Paulo motivadas pelo bloqueio de viadutos por falhas estruturais na construção e total falta de manutenção. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de segunda-feira 28 de janeiro de 2019.

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Direto ao Assunto no Youtube: A culpa de Dilma em Brumadinho

Direto ao Assunto no Youtube: A culpa de Dilma em Brumadinho

Reproduzi neste meu vídeo de hoje recados lúcidos e oportunos que recebi de duas amigas, a escritora Ieda Lima e a deputada estadual paulista do PSL Janaína Paschoal, sobre o arrombamento da represa do córrego do Feijão, em Minas. A inscrita Elisa Cysne lembrou o ominoso incêndio do Museu Nacional. E o inscrito Michel Átila me alertou para o cinismo de Dilma, que, a pretexto de liberar FGTS para vítimas, deu à Vale chance de se livrar da punição penal, ao considerar arrombamento de represa “acidente natural”. Assim, ela cometeu, aliás, sincericídio que lembra muito outro, que resultou na Operação Lava Jato. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no Youtube: O crime de Brumadinho

Direto ao Assunto no Youtube: O crime de Brumadinho

O desastre da represa da Vale no córrego do Feijão em Brumadinho não foi acidental nem um corriqueiro crime ecológico, mas uma série de homicídios dolosos que devem ser punidos na forma da lei penal, como pontificou a professora de Direito da USP Janaína Paschoal, deputada estadual de 2 milhões de votos. Será imperdoável se o antecedente de Mariana, sem punições judiciais nem financeiras para seus responsáveis e os agentes do Estado que contribuíram para a catastrofe por ominosa omissão, se repetir. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Nêumanne entrevista Aleluia – 2019/2

Nêumanne entrevista Aleluia – 2019/2

Para jornalista, esquerda não morrerá,

mas por algum tempo será minoria

Autor do livro O Futuro da Internet avisa que Bolsonaro chegou ao poder sozinho, perdeu 10 milhões de votos de um turno para outro, mas a massa está com ele

O jornalista baiano-carioca Hildeberto Aleluia, que atualmente se dedica em tempo integral a ler e escrever sobre o fenômeno da cibernética, que abalou o mercado e, em especial, as empresas de comunicação, diz que no último quarto de século os políticos brasileiros nos têm governado “com a cabeça e os olhos voltados para trás”. O protagonista desta semana da série Nêumanne Entrevista neste blog acha que eles não perceberam a mudança. Segundo Aleluia, “todas as políticas sociais desde o governo FHC estão voltadas para fomentar a miséria.” E dá um exemplo trágico: “Tanto o governo federal quanto os estaduais e os municipais incentivaram e incentivam a natalidade, achando estar apoiando os mais pobres. Estavam e estão criando miseráveis. O bebê de hoje é o arrimo da família pobre”. Para ele, “por formação e conveniências políticas, eles se esqueceram de criar uma nação jovem, preparada e desenvolvida. Aparelharam o principal instrumento para isso: as escolas e a universidade. Enquanto o mundo civilizado está medindo seu PIB em bytes, nossos governos trabalharam pensando na década de 1950, buscando soluções para uma infraestrutura tanto política quanto industrial que não existe mais.”

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