Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro e Centrão imitam o fascismo

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro e Centrão imitam o fascismo

1 – Manobra executada por #arthurlira na #presidencia da #camaradosdeputados retirou quaisquer prerrogativas das minorias da oposição no #regimento, numa repetição fatídica da #leiacerbo, que permitiu ao #partidonacionalfascista, liderado por #benitomussolini, assumir o #poderabsoluto na #italia em #1924, mas não é garantia bastante para impedir que venha a ser usada por #lula, se confirmar a vitória prevista pelo #datafolha. 2 – #flaviobolsonaro invadiu a sessão da #cpidacovid, a que não pertence, para chamar o #relator, #renancalheiros, por ter proposto a prisão de #fabiowajngarten, #exsecretariodecomunicacao da #presidenciadarepublica. 3 – #expresidente da #pfizer, #carlosmurilo, confirmou a presença de #carlosbolsonaro na negociação da compra de #vacinas, confirmando informação de #luizhenriquemandetta em depoimento. #joseneumannepinto. #diretoaoassunto. Inté. E só a verdade salvará as nossas vidas.

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Comentário no Jornal Eldorado: Defensores da própria honra, que honra?

Comentário no Jornal Eldorado: Defensores da própria honra, que honra?

O repórter Breno Pires, da Sucursal do Estadão em Brasília, deu sequência a sua saga na pesquisa do furo espetacular que deu revelando o orçamento clandestino de Bolsonaro e do Centrão, ao pedir acesso a 101 ofícios que revelam as negociações com as quais ficaram acertadas as porções que couberam a 20 senadores. Acredite quem quiser. Todos esses senhores negaram-se a cumprir a lei e o fizeram alegando legítima defesa da honra do Estado e das próprias, de seus familiares. Honra, mas que honra é essa que eles mesmos enxovalham diariamente, inclusive nesse episódio de corrupção explícita que está sendo apelidado de tratoraço e, mais apropriado ainda, de bolsolão? O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, abocanhou 125 milhões, só para ficar em um exemplo.

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Direto ao Assunto no YouTube: Wajngarten mente para defender Bolsonaro

Direto ao Assunto no YouTube: Wajngarten mente para defender Bolsonaro

1 – Em #depoimento execrado pelos membros da #cpidacovid no #senado, o #exsecretariadecomunicacao da #presidenciadarepublica #fabiowainjgarten mentiu descaradamente em nome da verdade para garantir seu lugar de “honra” no coração de #jairbolsonaro. 2 – A #policiafederal pediu para investigar o #ministrodostf #diastoffoli, denunciado em #delacaopremiada do #exgovernadordorio #sergiocabral, e já pode pedir música no #fantastico. 3 – Vinte #senadores negaram-se a atender a pedido do #estadao para revelar a troca de 101 ofícios com #jairbolsonaro para receberem generosas parcelas dos #3bilhões do #orcamentoclandestino para comprar #maquinasagricolas e #asfaltarvias de suas #bases. #joseneumannepinto. #diretoaoassunto.. Inté. E só a saudade salvará as nossas vidas.

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Artigo no Estadão desta quarta-feira: Bolsonaro ostenta lema das milícias

Artigo no Estadão desta quarta-feira: Bolsonaro ostenta  lema das milícias

José Nêumanne

Sorrindo diante do cartaz de CPF cancelado,

presidente mostra de que lado está

Em 23 de abril, em atrasadíssima ida a Manaus, o presidente Jair Bolsonaro posou, sorridente, para fotografia segurando cartaz com os dizeres “CPF cancelado”. Fê-lo ao lado do apresentador do programa de TV Alerta Nacional, Sikêra Jr., e dos ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, da Educação, Milton Ribeiro, e do Turismo, Gilson Machado Neto, líder da banda de forró Brucelose (infecção bacteriana que afeta milhares de pessoas no mundo). A expressão é usada por defensores de policiais que matam suspeitos em operações, como era, à época da ditadura militar, a caveira com ossos em xis usada pelo Esquadrão Le Coq, criado em 1965 para vingar a morte do detetive da Polícia Civil do Rio de Janeiro Milton Le Cocq. Essa scuderie inspirou grupos de extermínio de “bandidos” por policiais, entre os quais o delegado do Dops paulista Sérgio Fleury.

Fernando de Barros e Silva escreveu na revista Piauí o artigo País cancelado, que começa assim: “Jair Bolsonaro seguiu à risca o que se exige da mulher de César. Não basta ser miliciano, tem que parecer miliciano”. Este, segundo ele, seria o estilo “milícia ostentação”. Não que a famiglia presidencial omita que o deputado federal Jair Messias foi ao julgamento do chefe miliciano Adriano da Nóbrega e o homenageou em discurso na Câmara. Sob ordens dele, seu primogênito, Flávio, nomeou para próprio gabinete familiares do acusado de chefiar o Escritório do Crime, empreiteira de assassínios de aluguel. E entregou-lhe a Medalha Tiradentes na cela. Quando Nóbrega foi executado por policiais civis baianos e fluminenses, Flávio, já acusado de extorquir funcionários-fantasmas na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), lamentou a execução do criminoso em aparente queima de arquivo.

A chacina na favela do Jacarezinho, da qual as vítimas dos policiais só foram identificadas três dias depois, foi comemorada pelo presidente e por seu eventual sucessor, Hamilton Mourão. Este Estadão contou, assim que a lista foi revelada, que um terço das vítimas – nove em 27 – não era de réus na Justiça. A Polícia Civil do Rio, notória suspeita de corrupção, saiu pela tangente de que alguns eram por ela investigados. A desculpa – amarela como a cor da Bandeira Nacional, usada como manto protetor por fascistoides que elogiam assassinos e torturadores notórios, caso do coronel Brilhante Ustra – seria a de que eram, no mínimo, suspeitos. Não se sabe se são mesmo ou se passaram a sê-lo depois de fuzilados. Mas sabe-se algo que, ao que parece, presidente e vice desconhecem: o sistema judicial brasileiro não admite a pena de morte. Se nem pela Justiça, imagine por forças policiais.

O jornalista Edilson Martins anotou, em texto no Facebook: “Quem achaca as comunidades, tortura seus moradores, elimina os que se negam a pagar por seus serviços –­ luz, tv, gás, telefone, segurança, entre outros negócios – são as milícias. Estas são lideradas por policiais militares expulsos da corporação, ou ainda na ativa, bombeiros idem, além de policiais civis infratores, e têm parceria com políticos que ajudam a eleger: governadores, deputados federais e vereadores. O atual presidente teve ligações, juntamente com os filhos, com milicianos notórios”. E acrescentou: “Nunca houve megaoperação, em nenhum governo, contra as milícias. Na cidade do Rio elas ocupam e dominam 53% do município. O tráfico controla 15,14% do território da cidade. A favela de Jacarezinho não tem, ou pelo menos não tinha, a presença das milícias”.

Para ilustrar, o colega citou uma frase do patriarca esquerdista Lula a respeito de massacre similar perpetrado sob o comando do aliado Sérgio Cabral, do MDB, ao lado de quem comentou invasão da mesma polícia em 7 de abril de 2007 (há 14 anos): “Nessa ação de vocês no Complexo do Alemão, tem gente que acha que é possível enfrentar a bandidagem com pétalas de rosa ou jogando pó de arroz”. Sobre outro emedebista, Michel Temer, hoje conselheiro-mor de papai Jair Messias, Edilson registrou: “O atual ministro da Defesa, Braga Neto, já foi comandante de uma intervenção militar do Exército durante quase um ano no Estado do Rio. Nunca realizou incursão contra as milícias na cidade do Rio. Contra o tráfico as incursões foram cinematográficas”.

Não será inútil lembrar que, na véspera do massacre, Bolsonaro visitou o anspeçada do filho Flávio, Cláudio Castro, no Palácio Guanabara. Pode ter sido mera coincidência, mas não deve ser omitido. De vez que manchetes diversionistas serão sempre bem-vindas em momentos de tensão como os ora produzidos no Palácio do Planalto pela CPI da Covid no Senado.

O ex-secretário nacional de Segurança Pública Luiz Eduardo Soares lembrou: “Com o Jacarezinho, a depender da reação do STF, se legitimará, preparando o próximo passo, o lance final contra a democracia: a institucionalização definitiva da autonomia policial, de que o excludente de ilicitude será um (funesto) detalhe”. A esse respeito, o fecho do editorial Com todas as palavras, deste jornal, vaticina “‘O recado está dado’, advertiu Bolsonaro. Seria imprudente ignorá-lo”. É isso aí.

*Jornalista, poeta e escritor

(Publicado na página A2 do Estado de S. Paulo da quarta-feira 12 de maio de 2021)

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Comentário no Jornal Eldorado: Orçamento secreto do Bolsolão para o Centrão

Comentário no Jornal Eldorado: Orçamento secreto do Bolsolão para o Centrão

Metade do orçamento secreto de R$ 3 bilhões criado pelo presidente Jair Bolsonaro para aumentar sua base de apoio no Congresso foi direcionada para pavimentação asfáltica. Além das compras de tratores acima da tabela de referência, como revelou o Estadão, o grupo político beneficiado pelo esquema reservou R$ 1,6 bilhão para asfaltar ruas e estradas em seus redutos eleitorais. Documentos a que o jornal teve acesso indicam que parte do orçamento secreto deve bancar contratos de asfaltamento cujas licitações foram consideradas irregulares pela área técnica do TCU. Os indícios foram identificados num pente-fino da Corte em pregões da Codevasf nos dois últimos meses de 2020. O pior é na pandemia, usada como pretexto, um escândalo grave como esse se perca num pântano de explicações grotescas e cinismo atroz.

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Assuntos para comentário na terça-feira 11 de maio de 2021

1  – Haisem – Orçamento secreto banca obra de pavimentação sob suspeita -´Esta é a manchete da edição impressa do Estadão desta terça-feira. Qual é o limite que uma informação da relevância desse furo pode ter, na sua opinião, sem produzir graves conseqüências para os evidentes responsáveis

2 – Carolina – Moeda Política – Após perder a eleição devolveu o trator – Este é o título de chamada de primeira página de mais um aspecto do escândalo do orçamento secreto, denunciado pelo jornal. Que conseqüência punitiva você espera dessas revelações que não podem passar despercebidas

3 – Haisem – Lotadas e improvisadas, UPAs registram 22 mil mortes – Este é o título de outra chamada de primeira página do Estadão do dia. Quando esse noticiário apavorante terminará, conforme você prevê, com a punição e a substituição dos responsáveis por esse descalabro geral

4  – Carolina – Bolsonaro não é um ponto fora da curva – Este é o título do artigo semanal de sua autoria publicado no Blog do Nêumanne do Portal do Estadão. Qual é o principal enfoque do seu texto

5 – Haisem – Busca pelo imóvel próprio faz financiamento bater recorde – Este é o título de mais uma chamada de primeira página do jornal de hoje. Em que a quarentena imposta nos últimos 14 meses por causa da pandemia da covid-19 colaborou para aquecer o mercado imobiliário

6 – Carolina – Hamas lança foguetes e Israel responde com ataques aéreos – Este é o título de outra chamada de primeira página do Estadão do dia. Em plena tragédia mundial do contágio do novo coronavírus você acha que teremos de nos preparar para ver o mundo conviver com o recrudescimento do conflito milenar no Oriente Médio

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