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Comentário no Estadão Notícias: Reforma divide governo Bolsonaro

Comentário no Estadão Notícias: Reforma divide governo Bolsonaro

Os dois principais ministros anunciados pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Paulo Guedes, do provável superministério da Economia, discordam publicamente da necessidade de votar ainda este ano a reforma da Previdência. O primeiro é um dos divulgadores da lenda urbana de que não há déficit no setor, pois para fechar suas contas bastaria, segundo ele e muitos seguidores da teoria à esquerda e à direita, cobrar as dívidas de grandes empresas. O segundo argumenta que, para evitar que não haja dinheiro para pagar as aposentadorias ainda na primeira metade do governo, urge aprovar o remendo de urgência proposto pelo presidente Temer. E aí? Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de quarta-feira 31 de outubro de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: Reforma só se for sem privilégios

Comentário no Jornal Eldorado: Reforma só se for sem privilégios

Aproveitando a notícia de que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, faz muito bem em ir a Brasília semana que vem para conversar com o presidente Michel Temer sobre a aprovação antes de sua posse da reforma da Previdência tal como foi proposta pela excelente equipe econômica do atual governo, aproveito para dar um aviso aos dois. Não adianta ficarem chovendo no molhado com reformas que mudam a superfície e mantêm a mesma substância, que é jogar a conta nas costas do trabalhador. O povo só aceitará reforma quando esta acabar de vez com privilégios das castas, sejam lá quais forem – militares, juízes, promotores, marajás, etc. Só no dia em que a igualdade for exigida, aí sim, ela será aprovada.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na terça-feira 30 de outubro de 2018, às 7h30m)

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Assuntos para comentário da terça-feira 30 de outubro de 2018

 

1 – Haisem –  Manchete do Estadão hoje diz que “Bolsonaro quer votar reforma da Previdência este ano”. Você acha que é produtiva a viagem do presidente eleito, Jair Bolsonaro a Brasília semana que vem para conversar com o presidente Michel Temer para cuidar disso?

 

2 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a notícia de que a Polícia Federal reforçou a segurança para o presidente eleito Jair Bolsonaro, que passa a ter status de chefe de Estado neste particular?

 

3 – Haisem – Você acha que foi boa a ideia  de Jair Bolsonaro de dar a notícia de que pretende nomear o juiz Sérgio Moro ministro da Justiça ou do Supremo Tribunal Federal a esta altura do campeonato?

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4 – Carolina – Por que o candidato do PT, Fernando Haddad, demorou um dia para cumprimentar o adversário vencedor, Jair Bolsonaro, e não o fez pessoalmente ou por telefone, mas, sim pela rede social, Twitter?

 

5 – Haisem – Que motivos você acha que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, teve para lançar a ideia de um pacto nacional entre os três Poderes da República e voltar a se por à disposição de Jair Bolsonaro na ocasião em que o cumprimentou pela vitória na eleição presidencial?

 

6 – Carolina – Quais são os motivos para os conflitos registrados em vários câmpus universitários do Brasil, agora que a eleição já aconteceu e não há mais o que discutir sobre a sucessão presidencial?

 

7 – Haisem – Que motivos o coordenador da campanha de Fernando Haddad, derrotado na disputa da Presidência da República, e ex-presidente da Petrobrás á época do grande escândalo do petrolão, José Sérgio Gabrielli, tem para indicar o nome dele para liderar a oposição a Bolsonaro e ainda tentar desqualificar Ciro Gomes?

 

8  – Carolina – O telefonema no qual o ex-governador e candidato derrotado à Presidência da República pelo PSDB Geraldo Alckmin cumprimentou seu ex-pupilo e agora desafeto João Doria Jr., é um sinal de paz ou uma mera formalidade social?

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Comentário no Estadão Notícias: Papo de pacto é furado

Comentário no Estadão Notícias: Papo de pacto é furado

Dois dias antes da eleição, o presidente do STF, Dias Toffoli, sugeriu um pacto entre os três Poderes pela governabilidade do Brasil e voltou ao assunto no cumprimento que fez ao presidente eleito, Jair Bolsonaro. Isso é que é jogar papo fora. Ao votar majoritariamente no candidato do PSL, o povo brasileiro manifestou seu desprezo por acordos entre chefões políticos de forma explícita. O que os presidentes dos Poderes precisam fazer é cumprir seus deveres sem alarde. Cabe ao Legislativo fazer as leis que regem o convívio da cidadania em sociedade. O Executivo governa cumprindo essas leis. E o Judiciário tem apenas de julgar se está tudo nos conformes da Constituição. Nada mais. Este é meu comentário no Estadão Notícias, desde 6 horas no Portal do Estadão na terça-feira 30 de outubro de 2018.

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Rádio Eldorado. Cobertura do segundo turno das eleições 2018. A vitória dos sem mandato

Rádio Eldorado. Cobertura do segundo turno das eleições 2018. A vitória dos sem mandato

O deputado Jair Bolsonaro, mesmo pertencendo ao baixíssimo clero da Câmara, obteve a vitória com dez milhões de votos a mais que o adversário do PT, Lula/Haddad, por ter sido escolhido por cidadãos sem mandato que não exerceram até esta eleição o princípio constitucional do poder emanado do povo e em seu nome exercido. Depois da posse, em 1.º de janeiro de 2019, para cumprir o que esse eleitorado que o batizou de mito exige, ele precisará fazer reformas que restaurem o erário com fim dos privilégios de castas do funcionalismo público, além de extinguir os entulhos das ditaduras partidárias, tais como o Fundo Eleitoral bilionário, a propaganda obrigatória das campanhas no rádio e na TV e revogar a proibição de candidaturas avulsas. Este foi meu comentário na cobertura do segundo turno das eleições gerais de 2018 na Rádio Eldorado – FM 107,3 – no domingo 28 de outubro de 2018, às 19 horas.

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Comentário no Jornal Eldorado: A astúcia do capitão Bolsonaro

Comentário no Jornal Eldorado: A astúcia do capitão Bolsonaro

Os chefões das organizações ditas partidárias pensaram que tinham fechado todas as portas eventuais para a conquista do poder pelo povo brasileiro e terminaram perdendo a eleição presidencial deste ano porque não contaram com a astúcia do capitão Jair Bolsonaro, que teve apenas quatro votos na eleição para presidente da Câmara, ou seja, é membro do baixíssimo clero. Não se lembraram que o PSL repetiu, de certa forma, desempenho do PRN, legenda pela qual Fernando Collor foi eleito em 1989, com a diferença de que o PSL, agora com um só deputado, elegeu neste pleito uma bancada de 52. A diferença com Jânio Quadros é que ele, egresso do PTN, foi eleito com o apoio da grande UDN.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na segunda-feira 29 de outubro de 2018, às 7h30m)

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Comentário no Estadão Notícias: E Lula perdeu

Comentário no Estadão Notícias: E Lula perdeu

A profecia sinistra de Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo, de que a ausência de Lula na eleição para presidente deste ano convulsionaria o Brasil não se confirmou. O que ocorrei foi o contrário: o ex foi processado, condenado e preso e a cidadania brasileira promoveu uma escolha sem grandes atropelos, da qual a democracia foi a grande vencedora, e exerceu sua soberania de maneira altiva e soberana, impondo ao lulismo e à velha politica, na qual o líder petista foi criado e cevado, derrota da qual não restou dúvida alguma. O vencedor, Jair Bolsonaro, por outro lado, também tem a corrigir a insistência com que previu que a eleição seria fraudada e a própria vitória o desmentiu. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar desde 6 horas da segunda-feira 29 de outubro de 2018.

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