Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

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Comentário no Jornal da Gazeta 2: Truques de “coroné”

Comentário no Jornal da Gazeta 2: Truques de “coroné”

Cangaciro apronta e tenta sair da encrenca apontando para terceiros

(Comentário no Jornal da Gazeta 2 quinta-feira 26 de julho de 2018)

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Comentário no Jornal da Gazeta 1: Bem que Moro avisou

Comentário no Jornal da Gazeta 1: Bem que Moro avisou

Apoio de Centrão a tucano revela que eleição não acabará corrupção

(Comentário no Jornal da Gazeta 1 quinta-feira 26 de julho de 2018)

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Comentário no Estadão Notícias: Malas, meias e cuecas

Comentário no Estadão Notícias: Malas, meias e cuecas

Nem as agências criadas para proteger o cidadão do poder econômico, empresarial e político escapam do criminoso aparelhamento pelos ocupantes do poder. A invasão começou em 2002 como resultado de um tête-à-tête de José Dirceu e Valdemar Costa Neto e ainda está em plena vigência com o célebre Boy fazendo parte da entourage mais próxima da candidatura do tucano Alckmin à Presidência: dos 40 dirigentes das oito agências em atividade, 35 foram indicados pelos partidos e sob seus olhos fechados desfilam bilhões de reais de dinheiro sujo em malas, meias e cuecas. Não se trata de incompetência, é corrupção mesmo. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar no Portal do Estadão desde as 6 horas da sexta-feira 27 de julho de 2018.

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No Blog do Nêumanne: O Congresso é dos marajás

No Blog do Nêumanne: O Congresso é dos marajás

Com um quarto dos deputados e o presidente da República servidores, lobby dos marajás do serviço público manda no Congresso, impede as reformas e escraviza os pobres brasileiros, incluídos barnabés

Quando o presidente da Constituinte, da Câmara e do partido no governo, o então PMDB e hoje MDB, Ulysses Guimarães, batizou a Constituição de “cidadã”, o velho timoneiro não se referia à cidadania em geral. Mas a brasileiros de primeira classe, detentores de privilégios no Estado estroina dos marajás. Desde sua promulgação pelo Congresso, que não fora eleito para produzir uma Carta Magna na qual todos os brasileiros fossem iguais perante a lei, o documento, aguardado à época da ditadura militar como se pudesse vir a ser a panaceia universal dos problemas nacionais, dividiu a Nação em duas bandas. De um lado, os que podem tudo e, do outro, os que sobrevivem do que podem, quase sempre pouco, muitas vezes nada.

Esta realidade, paradisíaca para os mandatários dos Poderes Executivo e Legislativo e os potentados apadrinhados do Judiciário, vem ao longo do tempo restaurando a escravidão, desta vez multirracial. Nela o Brasil real sustenta o outro, um país oficial insensível, corrupto e impune, à custa de sangue, suor e lágrimas. Tudo isso acaba de ser revelado numa crua e muito corajosa iniciativa do jornalismo brasileiro: a série Eleições 2018. Os donos do Congresso, do Estadão/Broadcast, iniciada com a reportagem intitulada, na manchete de primeira página deste jornal de domingo 22 de julho de 2018, Servidores têm maior e mais poderosa bancada na Câmara. Essa casta, e não a massa dos funcionários antigamente chamados de “barnabés”, que pertencem à banda espoliada, acaba de enterrar as votações das reformas propostas pelo governo, em particular a da Previdência, e de patrocinar o assalto de R$ 100 bilhões das pautas-bombas no Congresso.

Segundo reportaram Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli, da sucursal de Brasília, “a bancada do funcionalismo público na Câmara age sem alarde, mas é considerada atualmente o lobby mais poderoso do País”. Seu poder é inusitado: “dos 513 deputados, 132 são servidores – um em cada quatro”. E não servem: servem-se!

Já na primeira página o leitor deste jornal foi informado de que esse lobby voraz e implacável está longe de obedecer a qualquer proporcionalidade do conjunto da sociedade: ele “representa 11,5 milhões de pessoas, ou 5,5% da população”, revela a reportagem. E em nome do amplo espectro ideológico da política, “do PT ao PSDB, passando por PSOL e DEM”, dinamitou, além da reforma da Previdência, as tentativas de salvar as contas públicas de sua sanha com a reestruturação das carreiras, que limitaria o salário inicial da maioria das corporações que o mantêm. Une políticos e burocratas suspeitos de grossa corrupção e juízes que a combatem, mas não abrem mão de auxílio-moradia e outros absurdos.

Ninguém tem peito para enfrentá-lo. Um exemplo claro disso percorre o noticiário político desde sempre e particularmente nestes dias em que se disputam eleições gerais, principalmente a que levará ao trono presidencial o novo ungido do povo e é vendida como a solução final do voto legítimo.

Assim como a esdrúxula, enxundiosa e monstruosa Constituição de 1988, que consagrou a nova nobreza, espera-se que dela surja alguém que evite a dilapidação do erário com uma varinha de condão que elimine a necessidade urgente de rolar até a eternidade uma dívida que se torna impagável. Há uma miríade de pretendentes ao cargo de mago da Corte. Mas nenhum deles ergueu um dedo para recriminar os agentes dessa enfermidade institucional de gravidade mortal que aumentou as despesas do Orçamento sem apontar a fórmula mágica para pagá-las.

Lula, favorito nas pesquisas, está preso e é inelegível, mas nenhum “supremo” magistrado do império do faz de conta bate o martelo para pôr fim à farsa de sua pretensão. Bolsonaro, o deus ex machina dos nostálgicos da ditadura militar, faltou às sessões da derrama fiscal alegando que tinha mais o que fazer em palanques.

O tucano Alckmin mandou às favas não apenas os escrúpulos, como dizia o coronel Passarinho, corneteiro da fanfarra armada, mas o discurso com que seu partido disputou a última eleição presidencial, fingindo combater a corrupção enquanto se lambuzava no melado jogado pelos adversários aos cães. Em troca de pratos de lentilhas, a serem servidos no horário nada gratuito no rádio e na TV, trocou alianças com condenados do mensalão, Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson, e suspeitos do petrolão, Kassab, Paulinho da Força e o time de Temer, o presidente mais impopular da História. É o mal lavado compartilhando o cocho dos sujos.

Entre os expulsos da comilança, Marina esgueira-se nas sombras, pretendendo ser lembrada assim que for esquecida. Meirelles, favorito de Lula do PT e queridinho do mercado, parece disputar votos na Tailândia, escondido numa caverna. E Ciro, o coronel de Pindamonhangaba e do Ceará, investe contra o “baronato”, insulto a que os verdadeiros barões do Estado podre apelam para confundir e, com isso, assumir o que ainda restar de migalhas do queijo em decomposição.

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), dos poucos porta-vozes assumidos da bancada dos mandarins de estatais e autarquias, disse que “talvez o governo a tenha subestimado”. Temer, que, aliás, é funcionário público e nessa condição goza das benesses da aposentadoria de luxo paga pelos pobretões e desempregados, entre outras vítimas, inventou uma intervenção militar na Segurança do Rio apenas para não herdar o ônus desse desengano.

Nada podemos fazer nós outros, que pagamos as contas dos furtos da Petrobrás, da merenda escolar e da máfia dos vampiros e o mico de não escaparmos de ver o maganão petista José Dirceu, torso nu ao sol, sem algemas nem tornozeleiras, numa praia baiana, mercê de ex-serviçal que ainda lhe serve na cúpula da Justiça (?). Dormimos indignados e acordamos omissos, definiu, sem felicidade nenhuma, o político Eduardo Jorge. E o que mais?

Jornalista, poeta e escritor

(Publicado na Pag. 2A do Estado de S. Paulo da quarta-feira 25 de julho de 2018)

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Comentário no Estadão Notícias: PT com Ortega

Comentário no Estadão Notícias: PT com Ortega

Não se pode, de fato, esperar um resultado positivo da pressão que o governo brasileiro tem feito em Manágua para obter esclarecimentos que são necessários e até urgentes das autoridades da Nicarágua a respeito da morte da médica pernambucana Rainéya Lima, fuzilada quando dirigia o caso de volta para casa, mas é preciso que aja com firmeza protestando e pressionando. O presidente Temer age corretamente quando diz que o Brasil não descansará enquanto não for informado das circunstâncias do atentado e a sociedade chocada com a brutalidade do episódio e com o cinismo do tiranete Daniel Ortega, cujo governo é contestado no país e fora, está chocada com o apoio dos aliados do PT. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde as 6 horas da quinta-feira 26 de julho de 2018.

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Comentário no Jornal Eldorado: O que é isso, coroné?

Comentário no Jornal Eldorado: O que é isso, coroné?

Em entrevista a rádio de Alagoas o candidato do PDT que Brizola fundou, mas do qual Luppi é dono, Ciro Gomes mostrou que não está disposto a se enquadrar no império da lei, pois garantiu que, se eleito, vai tira juízes e promotores da “caixinha” e mandará soltar Lula. Para tanto não bastará ganhar a eleição: precisará dar um golpe e promover ruptura no Estado de Direito, que segue os velhos preceitos, prescritos por Montesquieu, da autonomia dos três Poderes, na qual o Executivo executa leis do Legislativo e o Judiciário julga se leis e decisões cumprem, ou não, o que manda a Constituição. O que é isso, coroné?

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na quarta-feira 25 de julho de 2018, às 7h30m)

Para ouvir, clique no play abaixo:

Ou clique no link abaixo:

https://soundcloud.com/jose-neumanne-pinto/neumanne-2507-direto-ao-assunto-1

Para ouvir Pega Ladrão, de e com Gabriel Pensador, clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=KPgs45B6AaI

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Abaixo, assuntos do comentário da quarta-feira 25 de julho de 2018

SONORA Pega ladrão Gabriel Pensador

https://www.youtube.com/watch?v=KPgs45B6AaI

1 – A manchete do Estadão hoje é um espanto: “Ciro fala em pôr Judiciário na “caixinha” e soltar Lula”. A intervenção do Executivo, mesmo por um presidente da República eventualmente eleito, não seria uma ruptura do Estado de Direito, ou, falando claramente, um golpe? Nas atuais circunstâncias, isso pode, Nêumanne?

SONORA_CIRO LULA

2 – Em que os manifestantes que jogaram tinta vermelha na entrada do prédio onde funciona o Supremo Tribunal Federal na Esplanada dos Ministérios do Brasil pode facilitar os trâmites para libertar Lula?

3 – Será que a promessa feita por Lula em carta ao presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner de Freitas, de que ele vai criar o dia do Volto, numa referência direta ao Fico de Dom Pedro I nos tempos de Brasil Colônia, tem alguma chance de ser realmente realizado, como pretendem o ex-presidente e seus fiéis devotos?

4 – O Itamaraty agiu corretamente ao convocar o embaixador em Manágua por causa da morte da médica brasileira Raynéia Lima, cujo carro foi metralhado em Manágua, capital da Nicarágua, onde ela vivia com o marido no clima de violência no qual vive aquele país centro-americano?

5 – Existe alguma semelhança entre o fenômeno Fernando Collor de Mello e o desempenho atual do deputado Jair Bolsonaro que possa estimular os apoiadores do militar da reserva a imitar o exemplo do ex-presidente?

6 – Que razões assistem a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a pedir que o Supremo Tribunal Federal julgue a eventual candidatura do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho na eleição deste ano?

7 – Alguém no mundo ainda tinha alguma perspectiva de que Neymar Jr. poderia repetir seu feito nos últimos 11 anos e figurar entre os melhores de futebol na escolha da Bola de Ouro da Fifa que, neste tempo inteiro, ficou ora com Lionel Messi e ora com Cristiano Ronaldo?

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