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Comentário no Jornal Eldorado: Dever de decano é liberar vídeo

Comentário no Jornal Eldorado: Dever de decano é liberar vídeo

A divulgação parcial do vídeo que compromete o presidente Jair Bolsonaro e prova materialmente que acusações que o ex-ministro Sérgio Moro significa tirar do contexto, como dizem, aliás, os bolsonaristas. Qual seria o trecho a ter aberto o sigilo, se Bolsonaro garante que não falou as palavras polícia federal e superintendências ao longo da reunião e não se referia explicitamente ao assunto tratado, mas à segurança institucional sobre a qual não há nenhuma acusação ou polêmica? Que assuntos de segurança nacional podem ter sido abordados numa reunião de 30 pessoas neste momento de pandemia trágica e pandemônio administrativo? E que lei obriga o Estado a dar segurança a “amigos” do presidente, citados genericamente? O melhor é Celso de Mello liberar o vídeo todo e permitir ao cidadão ver todos os contextos.

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Assuntos para comentário de quinta-feira 14 de maio de 2020:

1 – Haisem – Você acha que há alguma razão objetiva para o decano do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, autorizar a quebra do sigilo da reunião de 22 de abril do Conselho de Governo apenas para a parte referente à acusação contra Bolsonaro a respeito da Polícia Federal

2 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a opinião do chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Augusto Heleno, que quem acha que a divulgação integral do vídeo deve ser integral é impatriota

3 – Haisem – A que conclusões você chegou ao tomar conhecimento dos depoimentos de delegados da Polícia Federal e da deputada federal Carla Zambelli no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura as acusações do ex-ministro de Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro

4 – Carolina – General “se equivocou” no depoimento, diz presidente – diz notícia de primeira página no Estadão de hoje. Quem você acha que falou a verdade sobre Jair Bolsonaro ter pronunciado as palavras Polícia Federal na reunião do Conselho de Governo: ele ou o general Luiz Eduardo Ramos

5 – Haisem – Bolsonaro entrega exames com codinome e resultado negativo – diz a manchete da edição do Estadão de hoje. O que você acha desse episódio todo, dp fato noticiado à longa batalha judicial durante a pandemia e na expectativa da maior recessão da História do Brasil

6 – Carolina –  Cidade de SP já tem 80% dos leitos de UTI ocupados – este é o título de chamada no alto da primeira página do Estadão de hoje. O que esta constatação assustadora revela a respeito da insistência do presidente Jair Bolsonaro em defender o tal do isolamento vertical como o fez ontem

Comentário no Jornal Eldorado: Primeiro, filhos e amigos

Comentário no Jornal Eldorado: Primeiro, filhos e amigos

O vídeo com a reunião do Conselho do Governo em que o presidente Jair Bolsonaro ameaçou demitir o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, caso este não aceitasse a troca sem motivação do diretor-geral da Polícia Federal, escancara a preocupação do presidente com um eventual cerco da polícia judiciária a seus filhos e amigos, que não identificou. O presidente justificou a necessidade de trocar o superintendente da corporação no Rio de Janeiro à defesa de filhos e amigos alegando que sua família estaria sendo ‘perseguida’. O presidente aparece no vídeo chamando a superintendência fluminense da PF de “segurança do Rio”, segundo relatos. O chefe do Executivo fez varredura antes de entregar o vídeo, que será submetido à perícia e depois saiu dizendo que tratava de segurança institucional, e não de eventuais inquéritos.

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Assuntos para comentário na quarta 13 de maio de 2020:

1 – Haisem – Em vídeo, Bolsonaro liga troca na PF à proteção de sua família – diz manchete de primeira página do Estadão de hoje. Afinal, terá sido esta a famosa bala de prata que Moro guardou para disparar na hora certa contra a reputação do presidente da República

2 – Carolina – Que tipo de conseqüência jurídica terá a afirmação do presidente da República, Jair Bolsonaro, de que, ao se referir à família, não falava da Polícia Federal, mas da segurança dos filhos, que não está na área do Ministério da Justiça, mas sob a pasta da Segurança Institucional

3 – Haisem – O que você tem a comentar sobre o desempenho dos três ministros generais do Palácio do Planalto no inquérito do STF que investiga as acusações de Sergio Moro contra Jair Bolsonaro por ocasião da crise gerada pela demissão do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo

4 – Carolina – De que problema institucional específico você trata em seu artigo na página de Opinião do Estadão hoje, intitulado Democracia ameaçada na república dos poltrões

 5 – Haisem – AGU diz que entregou os exames de Bolsonaro ao STF – noticia hoje o Portal do Estadão na internet. O que a revelação do resultado do teste a que o presidente se submeteu para saber se foi, ou não, infectado pela covid-19 no Hospital das Forças Armadas, agora nas mãos do ministro do STF Ricardo Lewandowski

6 – Carolina – Qual será, a seu ver, o destino do ministro da Saúde, Nelson Teich, completamente isolado justamente no momento em que o País está chegando ao pico da pandemia causada pelo novo coronavírus

Comentário no Jornal Eldorado: Valeixo confirma Moro

Comentário no Jornal Eldorado: Valeixo confirma Moro

O delegado Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da Polícia Federal, em depoimento no inquérito do STF que apura denúncias de Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro, disse que não tinha nada ‘contra a sua pessoa’, mas queria no comando da PF alguém com quem tivesse mais ‘afinidade’. Valeixo disse ainda que foi demitido por telefone e que não pediu para sair do posto. E Bolsonaro faz o que pode para evitar a divulgação do vídeo da reunião do Conselho de Governo em que ameaçou demitir Moro se este não substituísse Valeixo na direção-geral da PF. O presidente acha que o vídeo é de caráter privado e apenas o trecho da conversa com Moro deveria ser publicado para tirar dúvidas. Mas todo brasileiro tem direito de ver a gravação histórica. Se isso prejudica Bolsonaro, não é culpa nossa.

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Assuntos do comentário de terça-feira 12 de maio de 2020:

1 – Haisem – Bolsonaro queria alguém com ‘afinidade’, diz ex-diretor da PF – é a manchete de primeira página do Estadão de hoje. Em que você acha que essa afirmação confirma a hipótese de que o presidente da República queria intervir politicamente na Polícia Federal

2 – Carolina – Sem vôos da FAB, presidente gastou 59% mais no cartão – é o título de uma chamada no alto da primeira página do Estadão. O que essa informação revela de relevante a respeito do conceito de público e privado do fundador da “nova política”, Jair Bolsonaro

3 – Haisem – Força e UGT propõem corte de salário como política para crise – É outra chamada no alto da primeira página do Estadão hoje. A proposta mostra realismo inédito das centrais sindicais. Será suficiente, a seu ver, para evitar um índice muito alto de falência das empresas e de desemprego de trabalhadores

4 – Carolina – Governo põe salões de beleza na lista de essenciais – Este é o título de outra chamada de primeira página no Estadão. E o ministro da Saúde, Nelson Teich, se disse surpreendido com a medida. Você diria que Jair Bolsonaro continua fiel a suas obsessões, mesmo que contrarie a realidade dos fatos, ou realmente está empenhado em garantir emprego

5 – Haisem – Quais são as novidades que traz seu artigo semanal no Blog do Nêumanne, intitulado Nostálgicos da ditadura, desde ontem publicado no Portal do Estadão

6 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a notícia de que o Ministério Público de São Paulo mira manifestantes que participaram de ato contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes em frente à casa dele

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro, terrivelmente perverso

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro, terrivelmente perverso

Na reunião a ser exibida hoje a representantes da Presidência da República, da PGR, do DPF e da defesa do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro o presidente Jair Bolsonaro reclamou de uma nota de pesar divulgada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), instituição vinculada à pasta da Justiça, na época chefiada por Moro. No comunicado, a PRF lamentou a morte de um funcionário por covid-19. O presidente se queixou e disse, conforme relatos de quem estava no local, que a corporação deveria ter falsificado a causa da morte, conforme relatou a repórter do Globo Bela Megale. O episódio mostra o grau terrível de perversidade do chefe do Poder Executivo e também sua obsessão em tentar desqualificar cientistas, governadores, prefeitos e governantes do mundo inteiro que levam a sério a crise sanitária da pandemia.

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Assuntos do comentário da segunda-feira 11 de maio de 2020:

 1 – Haisem – Do que foi revelado neste fim de semana sobre o vídeo da reunião do governo citado como prova eventual pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro o que mais lhe chamou a atenção, além da interferência política desejada pelo presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal

2 – Carolina – Que conseqüências você espera que poderão advir, se o ministro Celso de Mello tornar público o vídeo integralmente, dos insultos à China pelo chanceler Ernesto Araújo, divulgador do neologismo criado no gabinete do ódio do Palácio do Planalto comunavírus

3 – Haisem – Há nos vazamentos da reunião, inevitáveis pela presença nela de 30 pessoas, algo que você acha ser particularmente delicado nas relações entre os poderes da República, que já anda bastante tenso

4 – Carolina – Repercute muito mal nas redes sociais o fato de a Secretaria de Comunicação da Presidência da República ter usado numa peça de publicidade oficial uma frase que lembra o lema inscrito pelos nazistas no portão de entrada do campo de concentração de Aschwitz. Você acha que essa crítica procede

5 – Haisem – Compras sem licitação por covid-19 são investigadas em 11 Estados – Esta é a manchete de primeira página da edição do Estadão de hoje. A que conclusão você chega após a leitura desta grave notícia

6 – Carolina – A que você atribui a queda de adesão da população ao isolamento social adotado por governadores e prefeitos apesar do avanço da covid-19 e do colapso já noticiado do sistema de saúde para combatê-lo, apesar de medidas rigorosas como o rodízio de veículos entre dias pares e ímpares

 

Comentário no Jornal Eldorado: A insensata marcha midiática

Comentário no Jornal Eldorado: A insensata marcha midiática

Caravana para STF na quinta-feira 7 lembra  marchas em que Mao assumiu o comando dos comunistas e começou a tomar o poder na China e Mussolini instalou a ditadura fascista na Itália. Tudo foi uma encenação midiática, transmitida ao vivo por redes sociais e baseada em mentiras, tais como a de que as associações de empresários presentes representavam 45% do PIB e a indústria estava se recuperando antes da pandemia. É verdade que piorou muito, mas antes nada tinha melhorado. Nela, empresários e Bolsonaro não se referiram à pandemia que tinha chegado na ocasião a 9 mil mortes no País, repetindo a tragédia da grande fome sob Stalin na URSS e dando a Toffoli, que teve seu gabinete invadido, chance de lhe passar um troco lembrando ao presidente que ele é quem deve comandar o País no combate à convid-19.

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Assuntos para comentário na sexta-feira 8 de maio de 2020:

1 – Haisem – Bolsonaro faz caravana ao STF em pressão contra o isolamento – é a manchete do Estadão hoje. Você encontrou alguma razão de interesse público, além da óbvia descortesia social mínima do presidente da República invadindo a casa de seu amigo e presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, com convidados inesperados

2 – Carolina – Você acha que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, reagiu à altura à falta de educação de Jair Bolsonaro ou deveria ter tomado atitude mais drástica

SONORA TOFFOLI 0805 B

3 – Haisem – Uma reunião ministerial com ameaça e palavrões – este é o título de uma chamada no alto da primeira página do Estadão hoje a respeito da reunião do governo citada como prova de suas acusações contra o presidente Bolsonaro pelo ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. O que há a dizer sobre essa notícia

4 – Carolina – Você se surpreendeu com a entrevista da secretária da Cultura, Regina Duarte, minimizando a tortura e mortes na ditadura e justificando seu silêncio sobre mortos ilustres das artes em sua gestão

5 – Haisem – 5 – Haisem – Qual a importância da notícia do indiciamento pela Polícia Federal do deputado Aécio Neves, do PSDB, por superfaturamento na Cidade Administrativa de Minas Gerais

6 – Carolina – Você quer comentar a eventual antecipação de voto do presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, sobre o sigilo mantido pelo presidente da República sobre os verdadeiros resultados de seus testes de contágio da covid-19

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro adota toma lá dá cá

Comentário no Jornal Eldorado: Bolsonaro adota toma lá dá cá

Sob pressão de aliados e após sofrer sucessivas derrotas políticas no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro começou na quarta-feira, 6 de maio, a distribuir cargos aos partidos do Centrão, em troca de votos no Congresso, ressuscitando a velha prática do “toma lá, dá cá”. No casamento de papel passado, a primeira legenda a ser contemplada foi o PP de Paulo Maluf, símbolo máximo da corrupção na política, que nomeou um indicado de Arthur Lyra para o dirigir o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), autarquia com orçamento de R$ 1 bilhão neste ano. Assim, traiu eleitores aos quais prometeu uma nova política sem barganha de cargos públicos por apoio no Legislativo, o capitão da “nova política” restaurou a indústria das secas, que começou a funcionar há 100 anos na gestão do paraibano Epitácio Pessoa.

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Assuntos para comentário da quinta-feira 7 de maio de 2020:

1 – Haisem – Centrão recebeu cargos e já vota com o governo – diz título de chamada no alto da primeira página do Estadão de hoje. Que movimento fez o presidente da República, Jair Bolsonaro,  para assumir esta volta explícita à República de coalizão e que conseqüências ele terá em seu capital eleitoral

2 – Carolina – Bolsonaro dá aval e Congresso libera reajuste para servidor – esta é a manchete da edição de hoje do Estadão. Em que esta notícia contraria a política econômica liberal do governo e confronta o lema eleitoral do mais Brasil e menos Brasília da tal da nova política

3 – Haisem – Qual é sua opinião sobre o discurso do presidente Dias Toffoli abrindo a sessão ordinária do Supremo Tribunal Federal de ontem desagravando a imprensa três dias depois das agressões de domingo a repórteres fotográficos e motorista na cobertura do ato antidemocrático com participação do presidente Jair Bolsonaro de domingo passado

4 – Carolina – Com 4.552 registros a mais, total de mortes em casa aumenta 14% no País – O que esta manchete do Portal do Estadão de hoje revela, a seu ver, sobre as conseqüências da indiferença do presidente Jair Bolsonaro em relação ao contágio do novo coronavírus no Brasil

5 – Haisem – O governo alega ‘assuntos sensíveis’ e pede para não entregar vídeo da reunião – O que, a seu ver, esta notícia publicada em primeira página no Estadão de hoje revela sobre a disposição do governo federal em ajudar ou atrapalhar o inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal para investigar acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro

6 – Carolina – Brasil põe região em risco, diz Argentina – É título de outra chamada de primeira página no Estadão hoje. Que conseqüências práticas terá essa afirmação do presidente argentino, Alberto Fernández, sobre o cotidiano do cidadã9o brasileiro depois que passar a tempestade perfeita da pandemia e das crises econômica e política sob a égide de Jair Messias Bolsonaro

 

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