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Comentário no Jornal Eldorado: Paulo Preto, amigo de Gilmar

Comentário no Jornal Eldorado: Paulo Preto, amigo de Gilmar

A notícia da Lava Jato da transferência de US$ 400 mil de uma conta na Suíça de Paulo Vieira de Souza, Paulo Preto, tido como operador de propinas do PSDB, serve para marcar algumas iniciativas fora da curva do ex-vice-presidente da Dersa, atualmente preso. A primeira delas é que, ao contrário dos petistas e outros associados do clube da propina, os tucanos usaram e abusaram de seu fac totum técnico. A segunda é que Gilmar Mendes, do STF, tão rigoroso quando trata de procuradores da Lava Jato e do ministro da Justiça, Sergio Moro, nunca se declarou suspeito quando soltou engenheiro, que conheceu no Planalto no governo FHC, quando era advogado geral da União e o outro, assessor do secretário-geral da Presidência, Aloysio Nunes. E mais: Tacla Duran, advogado que denuncia ex-juiz, é sócio desse réu.

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Assuntos para comentário da terça-feira 25 de junho de 2019

1 – Haisem – A que conclusões você chega ao tomar conhecimento da notícia de que o tido como operador tucano Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, transferiu US$ 400 mil de uma conta na Suíça para uma offshore de Hong Kong, que atuava em conjunto com o operador Rodrigo Tacla Duran

2 – Carolina – Daria para você explicar porque o ministro Gilmar Mendes pediu vista do recurso da defesa de Lula à Segunda Turma do STF em dezembro, devolveu o processo um dia depois da divulgação das denúncias do Intercept Brasil e desistiu de fazê-lo hoje

3 – Haisem – Quem tem razão: Bolsonaro que incluiu o tucano João Doria na disputa eleitoral da presidência em 2022, ou o governador de São Paulo que respondeu dizendo que não é hora de eleição, mas de gestão

4 – Haisem – Por que motivo o presidente Jair Bolsonaro se dispôs a vetar o dispositivo da nova lei que regulamenta a gestão das agências regulatórias obrigando-o a escolher seus presidentes numa lista tríplice

5 – Haisem – Que razões pode ter a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para negar extradição de adversário de Ercep Erdogan, ditador da Turquia, preso no Brasil a pedido da Turquia

6 – Carolina – Que novo ângulo você nos traz sobre a recuperação judicial de quase R$ 100 bilhões conseguida pela Odebrecht, protagonista do maior caso de corrupção da História do Brasil

7 – Haisem – Qual é sua opinião sobre a liminar concedida pelo ministro do STF Luís Roberto Barroso que, a pedido dos partidos de esquerda PT e PDT, suspende a transferência da remarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura

8 – Carolina – Que correções você nos traz a respeito do noticiário sobre as revelações lançadas em conta-gotas pelo site The Intercept Brasil extraídas de mensagens do aplicativo russo Telegram em celulares de agentes do combate à corrupção no Brasil

Comentário no Estadão Notícias: Intercept não é jornal, mas panfleto

Comentário no Estadão Notícias: Intercept não é jornal, mas panfleto

Há tantas impropriedades cometidas em relação à divulgação do resultado da invasão do aplicativo russo Telegram usado exclusivamente por autoridades encarregadas do combate à corrupção no Brasil que até valeria a pena publicar um vade mecum a respeito. De qualquer maneira, é possível apontar para os mais flagrantes. Glenn Greenwald  não é um jornalista ou um repórter, mas um ativista político, um militante partidário de um lado específico. E reportagem sem outro lado nunca é bom jornalismo, mas mero panfleto. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da terça-feira 25 de junho de 2019.

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Comentário no Jornal Eldorado: Os golpes do Congresso em Bolsonaro

Comentário no Jornal Eldorado: Os golpes do Congresso em Bolsonaro

Bolsonaro ficou irritado ao ler texto de lei aprovada pela Câmara modificando critérios para nomeação de dirigentes das agências regulatórias e perguntou se não estaria sendo reduzido ao papel de “rainha da Inglaterra”. De fato, antes disso, o Congresso tem dado vários exemplos de como tem reduzido o poder do chefe de Executivo a ponto de retirar completamente seu papel de definidor da lei mais importante da República, a que define o Orçamento anual. Os parlamentares argumentam que o presidente desrespeita a democracia ao não dar ao Congresso o devido valor, mas a verdade é que o eleitor que o escolheu para cumprir determinado programa de governo tem sido extorquido da prerrogativa de governar e logo pelo Poder que, em teoria, representa o cidadão. A questão que fica é: e agora fazer o quê?

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Assuntos para comentário da segunda-feira 24 de junho de 2019
1 – Haisem – Ao comentar a lei votada na Câmara alterando a gestão das agências reguladoras, o presidente Bolsonaro questionou a tentativa de o Congresso o estar querendo tornar uma espécie de rainha da Inglaterra. Ele tem razão ou estaria exagerando

SONORA_BOLSO A 2406

2 – Carolina – Por que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, recorreu ao célebre poema satírico do poeta romano Horácio sobre o parto da montanha para definir a parceria entre o site The Intercept Brasil, a Band News e a Folha de S.Paulo

3 – Haisem – Será que o colega Elio Gaspari faz bem ao criticar a tentativa de debilitar e desmoralizar o ex-juiz Sérgio Moro utilizando a tática do conta-gotas, que investiu no domingo no apoio da Lava Jato a Moro em momento em que ele era questionado no STF

4 – Carolina – Que razões você acha que o jornal O Globo teve para pedir desculpas ao leitor na correção da notícia que deu sobre afastamento que não houve de procuradora do processo sobre o tríplex do Guarujá, a partir de informações sobre vazamentos de mensagens de Telegram

5 – HaisemHais – Será que as críticas divulgadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito do BNDES sobre eventuais irregularidades cometidas em financiamentos de obras no exterior pelo banco público poderá ter o condão de ressuscitar a demanda de sua chamada caixa preta

6 – Carolina – Você considera que a informação publicada pelo colega Lauro Jardim em sua coluna no Globo de que os advogados que defendem Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou Bolsonaro em Juiz de Fora em setembro de 2018, encerra definitivamente o caso

7 – Haisem – Quais são as chances de o ex-governador do Rio Sérgio Cabral conseguir, enfim, a delação premiada, que pleiteia, ao insistir sete vezes perante o Ministério Público de que se dispõe a dar mais informações sobre atuações ilícitas de políticos, burocratas e empresários

8 – Carolina – Qual é o spoiler que abre a semana sobre sua entrevista no Blog do Nêumanne, que pode ser encontrada no Portal do Estadão agora

Comentário no Jornal Eldorado: Cadê a bomba, Glenn?

Comentário no Jornal Eldorado: Cadê a bomba, Glenn?

Divulgação de mensagens, que não se sabe se são autênticas, contendo observações (e não mais do que isso) sobre a participação da procuradora federal Laura Tessler num processo da Lava Jato, foi reproduzida por Reinaldo Azevedo na rádio FM Band News. Mas não teve o impacto com que contavam a defesa de Lula e os inimigos da Lava Jato diante dos fatos de as revelações não terem sido até agora atestadas como verídicas e por não haver correspondência da versão com o fato. O site O Antagonista definiu a tentativa como “pastel de vento” requentado e Glenn Geenwald ainda está por apresentar a bomba com que pretende demolir a reputação de Moro.

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Assuntos para o comentário da sexta-feira 21 de junho de 2019-06-20

1 – A divulgação pelo blogueiro Glenn Greenwald de que Conselho do Ministério Público criticou a procuradora do processo de Lula por críticas do ministro da Justiça, Sergio Moro, feitas pelo aplicativo telefônico russo Telegram

2  O que você acha que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o novo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, podem fazer a respeito do prejuízo dos bancos públicos no caso da recuperação judicial da empreiteira Odebrecht

3 – Você acha que o presidente Jair Bolsonaro agiu corretamente ou cometeu um erro ao demitir o general Juarez Cunha da presidência dos Correios e nomear o general Floriano Peixoto para o lugar, provocando a segunda troca em menos de seis meses na Secretaria de Governo

4 – Segundo manchete do Estadão de hoje, “Bolsonaro contraria discurso de campanha e admite reeleição”. Isso muda alguma coisa de essencial na democracia brasileira hoje?

SONORA BOLSONARO REELEIÇÃO 2106

5 – Que avaliação você faz da participação do senador Renan Calheiros no interrogatório do ex-juiz Sérgio Moron na CCJ do Senado

6 – Quem teve razão no debate entre o ministro da Justiça e o senador Jaques Wagner, que cobrou um paralelo entre o hacker que invadiu celulares de autoridades que atuam no combate à corrupção e a queda do sigilo telefônico do presidente Lula em chamada à ex-presidente Dilma

7 – Por que, na sua opinião, o ministro da Justiça repreendeu o senador petista Rogério Carvalho, que criticou uma eventual troca de mensagens entre Moro e a oitava turma do Tribunal Federal Regional da 4.ª Região que teria influído na condenação de Lula em segunda instância

8 –O que, a seu ver, destoou no comportamento dos senadores governistas na reunião do CCJ, que, de um modo geral, conseguiram dar um socorro antes não registrado a membros do governo no Congresso

Comentário no Jornal Eldorado: Moro cala pistoleiro e petroleiro

Comentário no Jornal Eldorado: Moro cala pistoleiro e petroleiro

Durou menos de nove horas a ilusão dos senadores interessados em abalar Moro da condição de ministro da Justiça na sessão de sua CCJ em que o questionaram a respeito dos vazamentos publicados pelo site The Intercept Brasil, de Glenn Greenwald, de suas conversas com procuradores da Lava Jato, especialmente Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa. Fantasias do pistoleiro Renan Calheiros e do petroleiro Jaquinho Wagner foram dissolvidas pela forma calma com quem Moro demoliu com fatos e números a tentativa de desmoralizar o combate à corrupção no Brasil e libertar o presidiário mais célebre do País, Lula, da cela de estado maior em Curitiba. O depoimento, apoiado por senadores governistas e presidido por Simone Tebet, justa e implacável, reverteu os papéis do juiz interrogado por seus réus.

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Assuntos para comentário na quinta-feira 20 de junho de 2019

1 – Haisem – Moro diz que deixa cargo se acharem alguma ilegalidade – é a manchete do Estadão de hoje. A afirmação contradiz o que você tem dito sobre a opção que o ministro da Justiça fez pela disputa política no futuro

SONORA MORO INVASÃO

2 – Carolina – A que, a seu ver, se deve, o fato de o depoimento do ex-juiz da Lava Jato ter durado nove horas e haver transcorrido num clima de paz e tranqüilidade, incomum em casos críticos como ele

3 – Haisem – Por que você acha que o presidente Jair Bolsonaro se sentiu na obrigação de garantir que, se depender dele, o subordinado não deixará o cargo de alta relevância

4 – Carolina – Que motivos Bolsonaro teve para afastar o chefe da Casa Civil, parlamentar experiente Onyx Lorenzoni, da articulação política, passando-o para o general Luiz Eduardo Ramos, que substitui outro general, Santos Cruz, na Secretaria de Governo e o encarregando de coordenar o Plano de Parceria de Investimentos (PPI), ou seja privatização, alvo da cobiça do Ministério da Economia

5 – Haisem – Bloqueio pelo TCU de 1 bilhão de reais dos bens ativos da família Odebrecht é, afinal, o castigo esperado para a empresa que se destacou por uma história de corrupção no Brasil e no mundo

6 – Carolina – Relator da fraude sobre voto misterioso para a presidência do Senado, deputado Roberto Rocha, do PSDB do Maranhão, enfim, conclui apuração do fato. E daí e daí

7 – Haisem – Você ainda acredita que a reforma da Previdência poderá ser votada em junho, como prometeu o relator, deputado Samuel Moreira, do PSDB de São Paulo

SONORA MOREIRA 2006

8 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a morte de nosso colega Rubens Ewald Filho, que se tornou uma marca registrada nas transmissões do Oscar

Comentário no Estadão Notícias: Moro à vontade na política

Comentário no Estadão Notícias: Moro à vontade na política

Senadores acusados, processados, achacadores e suspeitos acharam que poderiam usar sua velha manha política para acuar e desmoralizar  seu carrasco, o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, na CCJ, cujos trâmites conhecem bem demais. Qual não foi sua surpresa, contudo, quando, com calma olímpica e frieza, a vítima reincorporou sua posição original, não mais como julgador, mas como futuro competidor. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de quarta-feira 19 de junho de 2019.

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