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Comentário no Jornal Eldorado: O “anjo Gi”

Comentário no Jornal Eldorado: O “anjo Gi”

Na correspondência do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, preso e condenado a 27 anos de prisão por cartel e fraude em licitação, a PF achou carta de filha queixando-se de “favor” de Aloysio Nunes Ferreira, que teria sugerido ao pai contratar outro advogado, contando com piedade de Gilmar Mendes, do STF. Os amigos de Paulo Preto tinham como certa sua delação, hipótese que tirava sono de maiorais do PSDB, especialmente o ex-chanceler e o senador José Serra, que o contrataram para o emprego, graças ao qual juntou uma fortuna de R$ 130 milhões entesourados na Suíça. O ministro, segundo a PF, foi citado no diário do réu como “anjo protetor Gi”, o soltou, mas ele foi preso de novo.

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Assuntos para comentário da sexta 1 de março de 2019

1 – Haisem – A constatação de que Paulo Vieira de Souza tem influência política e prestígio tem relação com a decisão da juíza Maria Isabel do Prado a condená-lo  a 27 anos de prisão por cartel e fraude em licitação?

2 – Carolina – Por que Paulo orou para ter habeas corpus  encaminhado pelo STF a Gilmar Mendes, a quem chamou de “anjo protetor Gi”?

3 – Haisem – Que resultados prático terá a perícia contratada pela defesa de Lula e encaminhada ao STF para anular a sentença condenatória no processo da propina para reforma do sítio de Atibaia?

4 – Carolina – Há de fato razões jurídicas para mandar a Polícia Federal investigar o caso das laranjas  do PSL em Minas, protagonizado pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio?

5 – Haisem – Qual é a verdadeira intenção da Câmara ao tentar enfiar o jaboti da lei do abuso de autoridade no pacote anticrime de Moro?

6 – Carolina – Você acha que jê é hora de Bolsonaro recuar na reforma da Previdência, baixando a idade mínima das mulheres de 62 para 60 anos, antes mesmo de enfrentar fogo na Câmara nas votações?

7 – Haisem – Por que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, teve seu carro  atacado por militantes do MST e do PCO?

8 – O que deve haver de interessante na biografia de seu amigo Fagner, escrita por Regina Echeveria, já disponível em versão virtual e prometida para abril nas livrarias?

Comentário no Estadão Notícias: As veredas da impunidade

Comentário no Estadão Notícias: As veredas da impunidade

O ministro Nefi Cordeiro, do STJ, mandou soltar oito funcionários da Vale que foram presos sob a acusação de culpa no arrombamento da barragem do Córrego do Feijão da empresa em Brumadinho. Neste ínterim, uma análise feita por técnicos da Fundação SOS Mata Atlântica, coordenada por Malu Ribeiro, atestou a morte do Rio Paraopeba. Isso ocorre três anos depois do assassinato do Rio Doce pela lama que desceu da barragem do Fundão da Samarco em Mariana, nas mesmas Minas Gerais, sem que até hoje ninguém tenha passado um dia na cadeia nem pagado um centavo de multa para reparar a ignomínia. Então, as veredas da impunidade são mais longas do que o trajeto da lama. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 28 de fevereiro de 2019.

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Comentário no Jornal Eldorado: Não foi fatalidade, não

Comentário no Jornal Eldorado: Não foi fatalidade, não

A colisão entre dois trens de subúrbio da Super Como incêndios no Museu Nacional e no CT do Flamengo e arrombamentos das barragens de Minas, colisão de trens da SuperVia na estação de  São Cristóvão, no Rio, não foi fatalidade, mas tem culpadosia, que transitavam na direção de Marechal Deodoro na movimentada estação de São Cristóvão na manhã de quarta-feira, 27 não pode ser definido como uma fatalidade a exemplo do que já tem acontecido com incidentes similares, como os incêndios do Museu Nacional e do CT do Flamengo, todos no Rio. Da mesma forma como o arrombamento das barragens da Samarco em Mariana e da Vale em Brumadinho, a morte do maquinista Rodrigo Assunção não resultou de um acidente natural, mas, sim, de incúria, desleixo e incompetência da empresa, cuja acionista majoritária é a Odebrecht, comprometida no escândalo de corrupção devassado pela Lava Jato.

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Assuntos para o comentário da quinta-feira 28 de fevereiro de 2019-02-28

 

1 – Haisem – O que há de comum entre a colisão de trens de subúrbio da Supervia na Estação de São Cristóvão no Rio ontem, os incêndios do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista e do CT do Flamengo e os arrombamentos da Samarco e da Vale em Minas?

 

2 – Carolina – O que ainda dizer da revelação feita pelo jornal O Globo de que a OAS pagou 125 milhões de reais de propinas a 21 políticos, entre os quais Rodrigo Maia, José Serra, Jaques Wagner, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral?

SONORA_CABRAL 2802 B

 

3 – Haisem – Em mais um recuo, o Ministério de Educação desistiu de pedir às escolas que filmassem crianças cantando o Hino Nacional. Você diria que o ministro Vélez Rodríguez tem convicções tênues ou está a fim de causar, seja qual for o motivo?

 

4 – Carolina – A agência de risco Moodys rebaixou a nota da avaliação da Vale por causa do desastre de Brumadinho, o STF mandou soltar os funcionários da Vale que estavam presos e a SOS Mata Atlântica divulgou o atestado de morte do Rio Paraopeba. O que há de comum entre essas notícias?

 

5 – Haisem – Qual é a pedra de toque da entrevista da semana no Blog do Nêumanne com o jornalista e poeta baiano Fernando Coelho?

 

6 – Carolina – Enfim, há algo a comemorar na economia, o lucro de 28 bilhões de reais da Petrobrás após 4 anos de prejuízo?

 

7 – Haisem – O que há de mais errado na notícia de que o candidato do PSDB apoiado pelo PT à presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Cauê Macris, repassou 266 mil reais do dinheiro arrecadado para a campanha para uma empresa da qual é acionista?

 

8 – Carolina – Por que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo trancou ação contra Fernando Haddad por corrupção e lavagem de dinheiro pelo pagamento de dívidas de campanha com caixa 2?

 

Comentário no Jornal Eldorado: Cabral bagunça o coreto

Comentário no Jornal Eldorado: Cabral bagunça o coreto

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral, réu confesso da Operação Lava Jato, confessou os próprios crimes e arrastou na mesma rede instituições e personagens que antes pareciam imunes à grande devassa. Ao delatar Sérgio Fichtner, que ele chamou de seu “primeiro ministro”, expôs o flanco de um ilustre membro do topo do Judiciário, o cunhado de Fichtne Marco Aurélio Bellize, promovido ao Superior Tribunal de Justiça, e abriu a temporada de caça a morcegões daquele Poder. E, ao denunciar pagamento de propina na reforma do Maracanã pela Odebrecht, expôs o flanco, que já tenho aqui denunciado, das “omissões premiadas”, pois nenhum dos 78 delatores da empreiteira tocou no assunto na delação.

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Assuntos para comentário de quarta-feira 27 de fevereiro de 2019

1 – Haisem – O que há de mais revelador no que foi revelado da confissão espontânea que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral fez ao Ministério Público

SONORA CABRAL 2702 D

2 – Carolina – O que há de novo no que Cabral revelou sobre Régis Fichtner, de quem você tem falado bastante já há algum tempo e o que isso pode trazer de novo nas investigações sobre corrupção no Brasil

3 – Haisem – Quais são os objetivos de Cabral com essa inesperada confissão

4 – Carolina – Lula negou que incitou invasão do triplex no Guarujá de que é acusado de ser proprietário, apesar da gravação de uma frase explícita num discurso

5 – Haisem – Manchete do Estadão hoje: “PF vai apurar vazamento de investigações da Receita”. O que isso tem a ver com telefonema de Bolsonaro a Gilmar Mendes, um dos investigados

6 – Carolina – Que mitos, a seu ver, foram desfeitos depois dos episódios do último fim de semana nas fronteiras da Venezuela com Brasil e Colômbia

7 – Haisem – Como o ministro da Educação, Vélez Rodríguez, está se saindo depois de ter sugerido filmagens repetindo slogan de Bolsonaro na campanha

8 – Carolina – De que adianta o ministro da Educação Véloez Rodríguez se desculpar por ter chamado brasilei9ros que viajam para o exterior de canibais

SONORA VELEZ 2702A

Comentário no Estadão Notícias: Um trapalhão na educação

Comentário no Estadão Notícias: Um trapalhão na educação

O ministro Ricardo Vélez Rodríguez deu mais uma pincelada no autorretrato de trapalhão na educação, ao produzir a enésima batatada na condução de uma pasta que demanda competência no desempenho e postura serena num governo que se propõe a corrigir os erros cometidos no passado pela militância esquerdista do PT. Ele mandou um e-mail a escolas públicas e privadas do País sugerindo que seus diretores e servidores reunissem os alunos em fila diante da bandeira para cantar o Hino Nacional e depois gravassem mensagens em vídeo para encaminhar aos burocratas que ele nomeou para o ministério tecendo loas ao Brasil “novo” e recitando slogan de campanha de Bolsonaro. Depois, recuou. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quarta-feira 27 de fevereiro de 2019.

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Comentário no Jornal Eldorado: O lado certo da História

Comentário no Jornal Eldorado: O lado certo da História

Ao contrário do que tem sido repetido pela esquerda da resistência e alguns isentões de plantão, na crise da tentativa frustrada da oposição venezuelana de fazer entrar no país alimentos e remédios da ajuda humanitária internacional, a posição do Brasil, manifestada em excelente discurso em castelhano do vice Mourão, está no “lado certo da História”. Com prudência, sensatez e firmeza, o Brasil participou do movimento do Grupo de Lima para manifestar repúdio ao tirano bolivariano Nicolás Maduro, sem, contudo, se comprometer com aventuras levianas e arriscadas, como invasão do território soberano do país vizinho nem arroubos militaristas. O próprio chavista encarregou-se de se desprestigiar.

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Assuntos para o comentário da terça-feira 26 de fevereiro de 2019

 

1 – Haisem – Que avaliação é possível fazer da posição brasileira sobre a crise na Venezuela, manifestada ontem pelo vice-presidente Hamilton Mourão em Bogotá?

SONORA_MOURÃO 2602

 

2 – Carolina – Qual é a experiência histórica da Venezuela com eleições democráticas livres, golpes de Estado e ditaduras militares longevas?

SONORA_GUAIDÓ 2602

 

3 – Haisem – Nicolás Maduro tratou de formas bem diferentes Donald Trump e o governo brasileiro, embora sem citar Bolsonaro. Existem razões para isso nas experiências bilaterais recentes entre os três países?

 

4 – Carolina – O que sustenta a ditadura bolivariana no poder mesmo estando o povo venezuelano em situação tão miserável com o fracasso de sua economia depois da prosperidade produzida pelo petróleo, principalmente nos últimos 20 anos de administrações chavistas?

 

5 – Haisem – Que razões a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, tem para reclamar do governo e da Vale ação mais efetiva para tranquilizar as populações com barragens de rejeitos minerais a montante de suas casas e plantações?

 

6 – Carolina – Qual você acha que é a estratégia de Sérgio Cabral ao resolver de repente contar tudo o que andou aprontando no Rio de Janeiro?

 

7–Haisem – O que você acha do pedido que o Ministério da Educação fez para que as crianças sejam filmadas cantando o hino e recitando mensagens do governo?

 

8 – Carolina – O que tem impedido a Polícia Federal de apresentar aos chefes Moro e Bolsonaro resultados mais confiáveis da investigação do atentado a faca que o presidente sofreu em 6 de setembro em Juiz de Fora?

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