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Comentário no Jornal Eldorado: Às favas com a cidadania

Comentário no Jornal Eldorado: Às favas com a cidadania

Seis ministros do STF atenderam a pleitos de impunidade de quem os nomeou para o ápice da carreira e mandaram as investigações do passado, do presente e do futuro de caixa 2 em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro com benefícios em campanhas da Justiça Federal para a Eleitoral, que funciona de, com e para políticos profissionais. E o presidente do STF, Toffoli, aboliu República de 1889 para criar o império absolutista da “Suprema Corte”, com seus 11 membros e suas nobres famílias protegidas da língua do povo por inquérito sigiloso sob total controle dos togados, acima de devassas de corrupção da Receita e de policiais, procuradores e juízes federais da primeira instância e críticas.

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Assuntos para o comentário da sexta-feira 15 de março de 2019

1 – Haisem – O que levou o Supremo Tribunal Federal decidir por 6 a 5 que todos os processos criminais de caixa 2 sejam mandados para a Justiça Eleitoral quando o crime for cometido nas eleições

SONORA_MARCO AURÉLIO 1503

2 – Carolina – Além dos políticos criminosos que já estão sendo ou serão processados por caixa 2 essa decisão também poderá retroagir em favor dos que já foram condenados e até de quem está cumprindo pena

3 – Haisem – Qual será o alcance desse inquérito determinado pelo presidente do STF, Dias Toffoli, e a ser relatado por Alexandre de Moraes para proteger ministros da Corte e seus parentes da língua do povo

4 – Carolina – Em que a votação e a decisão de Toffoli de ontem no STF poderão influir no pedido de impeachment de Gilmar Mendes protocolado no Senado Federal pelo jurista Modesto Carvalhosa

5 – Haisem – Você ainda teria alguma coisa a comentar a respeito da ominosa chacina dos estudantes da escola Raul Brasil em Suzano

6 – Carolina – Será que ainda há muita coisa a investigar sobre o atentado dos ex-alunos da escola que tem Brasil no nome

SONORA_RUI FERRAZ 1503 A

7- Haisem – Que efeitos práticos na economia e na gestão pública terá a decisão do presidente Jair Bolsonaro de demitir 21 mil funcionários comissionados não concursados

8 – Carolina – Que impacto poderá ter nas hostes bolsonaristas a entrevista dada pelo site francês Mediapart a respeito da falsificação da conversa gravada da repórter do Estado Constança Rezende.

Comentário no Estadão Notícias: O reino unido dos togados

Comentário no Estadão Notícias: O reino unido dos togados

Antes de comandar a reunião do STF em que foi decidido que o Brasil voltará aos anos da impunidade total dos mandatários, o presidente da Corte, Dias Toffoli, proclamou a extinção da República tal como a conhecemos desde 1889 e instaurou o império absolutista dos nobres de sua grei. Após tecer encômios à liberdade de imprensa, Sua Excelência instaurou inquérito sigiloso, sob relatoria do parceiro Alexandre de Moraes, para proteger os 11 membros do colegiado e todos os seus familiares, que passaram a constituir a corte em si, contra qualquer coisa que se lhes pareça notícia fraudulenta, calúnia, injúria e difamação contra a nova categoria suprema dos inimputáveis. A frasista Cármen Lúcia, que calou sobre o despautério, deverá ter consagrada no brasão do novo reino supremo sua bela proclamação: “Cala boca nunca mais”. E assim se estabelecerá o primado do “quem pode mais chora menos”. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de sexta-feira 15 de março de 2019.

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Comentário no Jornal Eldorado: Um minuto de luto, pelo menos

Comentário no Jornal Eldorado: Um minuto de luto, pelo menos

As vítimas inocentes do massacre executado por dois colegas de péssimo comportamento na Escola Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, mereciam pelo menos um dia de luto dos políticos oportunistas, assim como os jogos da Libertadores na quarta-feira foram abertos com um minuto de silêncio. Mas, da mesma forma que os assassinos, essa chusma não respeita nada nem ninguém. Gleisi Hoffmann liderou a ladainha da esquerda atribuindo a chacina à “liberação” do uso de armas. E o senador Major Olimpo solou o coro da direita dizendo que ninguém teria morrido se funcionários do estabelecimento de ensino estivessem armados. Armas não evitam surpresa e as usadas não eram legais.

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Assuntos para comentário de quinta-feira 14 de março de 2019

 

1 – Haisem – O que de fato motiva chacinas planejadas por um ano e meio, como foi o caso da acontecida na escola Raul Brasil em Suzano ontem

SONORA ALUNO

 

2 – Carolina – Quando é que os políticos vão aprender que ninguém ganha com suas tentativas desumanas de explorar a dor humana como neste caso do massacre na Grande São Paulo

SONORA COZINHEIRA

 

3 – Haisem – Qual é sua opinião sobre a decisão tomada pelo pleno do Supremo Tribunal Federal a respeito da competência da Justiça Eleitoral no lugar da Federal em crimes que envolvam qualquer eleição

 

4 – Carolina – Por que o delegado Giniton Lages foi trocado na segunda fase da investigação da execução de Marielle Franco e Anderson Gomes e qual será a consequência da decisão dos dois acusados pela polícia civil e pelo Ministério Público do Rio de não fazerem delação premiada, anunciada ontem por advogados deles

 

5 – Haisem – Doria diz que danos causados pela chuva não foram causados por falhas na estrutura. O que, então, os poderá ter causado

 

6 – Carolina – O que resulta do vaivém da Justiça brasileira decidindo prender e soltar executivos da Vale responsabilizados pelo arrombamento da usina do Córrego do Feijão, em Brumadinho

 

7 – Haisem – Quais são as chances de sucesso da ação movida pelo jurista Modesto Carvalhosa pedindo ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a votação do impeachment do ministro do STF Gilmar Mendes

 

8 – Carolina – Que chances restam à primeira ministra britânica, Thereza May, de se sair bem nessa novela da saída ou permanência do Reino Unido na Comunidade Europeia

 

Comentário no Estadão Notícias: Desprezo à vida

Comentário no Estadão Notícias: Desprezo à vida

O massacre da escola Raul Brasil em Suzano revela um profundo desapreço pela vida humana, seja a dos outros, seja a de si próprios, o que justifica a atitude dos dois jovens atiradores que mataram oito pessoas e depois se mataram. Este é um fenômeno dos nossos tempos no mundo todo, no Brasil e particularmente em cidades dormitórios de grandes centros urbanos, como é o caso de São Paulo. Esses assassinos parecem inspirados na frase profética do genial dramaturgo francês Jean-Paul Sartre em Hui Clos (Entre Quatro Paredes): l’enfer sont les autres (“o inferno são os outros”). E tal desprezo também ocorre em relação à própria vida, o que explica o ato final dessas chacinas desumanas: o suicídio. Este é  meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 19 de março de 2019.

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Comentário no Estadão Notícias: O crime compensa, sim!

Comentário no Estadão Notícias: O crime compensa, sim!

A investigação da polícia do Rio sobre a execução da vereadora Marielle Franco, do PSOL, e o motorista Anderson Gomes, embora tenha sido limitada até agora aos executantes, sem a identificação dos mandantes, já nos dá a conhecer terríveis aspectos estruturais da influência da delinquência na vida rotineira da sociedade civil e honesta no Brasil. A descoberta de um espantoso arsenal na casa de um amigo do acusado de ter atirado nas vítimas, cuja atividade criminosa já era de conhecimento notório pelas autoridades policiais, dá bem a dimensão da facilidade com que os assassinos têm acesso a armas pesadas para cometerem seus delitos. E o fato de um sargento reformado da PM ter condições para morar num condomínio de luxo na praia, o mesmo onde o presidente da República, que até o ano passado, era deputado federal, tem uma casa revela como o crime compensa financeiramente no Rio e no País. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quarta-feira 13 de março de 2019.

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Comentário no Jornal Eldorado: A voz da morta

Comentário no Jornal Eldorado: A voz da morta

Ainda não se sabe quem mandou matar Marielle Franco, segundo passo da investigação da operação que reúne a polícia civil e o Ministério Público do Rio, que garantem terem encontrado e prendido os executantes da execução dela e do motorista Anderson Gomes, o sargento reformado da PM Ronnie Lessa e o ex-PM expulso Élcio Queiroz. Mas, se houve mesmo mandante, o que ainda é dúvida, a esta altura ele deve estar sabendo que, se sua pretensão foi calar a militante dos direitos humanos e vereadora pelo PSOL, esse cruel objetivo não foi alcançado, pois hoje a voz da morta ecoa muito mais do que quando era viva, revelando poder de fogo e vida confortável de ex-PMs que viram bandidos.

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Assuntos para comentário da quarta-feira 13 de março de 2019

1 – Haisem – Quais são os perfis dos policiais militares e ex-militares que foram presos ontem pela policia civil do Rio pela execução de Marielle Franco e Anderson Gomes?

SONORA_GINITON C

2 – Carolina – Preocupa a informação de que o resultado da investigação deste crime brutal foi antecipado por que vazou a informação a respeito disso?

3 – Haisem – O que levou o presidente Bolsonaro a afirmar que o crime deve ter mandante e o governador Wilson Witzel prever a possibilidade de delação premiada dos presos?

SONORA_BOLSONARO 1303 A

4 – Carolina – O presidente da República também disse que gostaria de saber quem mandou Adélio matá-lo. É uma pergunta capital e certamente o laudo entregue pela defesa à Justiça hoje não a responde em nada

5 – Haisem – Por que o ministro da Educação, Vélez Rodríguez, demitiu o número 2 de sua gestão, Luiz Antônio Tozi. Será que agora as coisas andam na pasta, que é de alta relevância para o Brasil

6 – Carolina – A decisão do STF sobre a competência da Justiça Federal ou da Eleitoral em casos que digam respeito a eleições é importante como reclamam os procuradores ou irrelevante como disse o relator, Marco Aurélio Mello

7 – Haisem – Qual sua expectativa sobre outra discussão importante no STF, ou seja, aquela que reduz os prazos de prescrição dos crimes, também capaz de afetar o combate à corrupção no Brasil

8 – Carolina – Por que o Supremo Tribunal Federal bloqueou 1,6 milhões dos bens de Aécio e de sua irmã Andréa Neves, relativos a propina delatada pelos executivos da JBS

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