Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

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Nêumanne Entrevista Luiz Henrique Mandetta

Nêumanne Entrevista Luiz Henrique Mandetta

Mandetta prevê vacinação aos soluços

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta diz-se muito triste com a desastrada logística do general Pesadelo, intendente incompetente da imunização na abertura de seu fictício e atemporal plano nacional de vacinação. O protagonista da série Nêumanne entrevista da semana teme que, com atrasos nas entregas de insumos para a produção da coronavac no Butantã e o envase da Astrazeneca/Oxford na Fiocruz, a aplicação do imunizante ocorra aos soluços: chegam doses, são aplicadas, faltam doses, para tudo até novos fornecimentos forem feitos. O ex-deputado federal matogrossense revelou fatos imiportantes do início da luta contra a pandemia, que esclarecem os episódios mais recentes. Contou, por exemplo, que Bolsonaro, sua famiglia e outros radicais de dirfeita impuseram obstáculos a suas boas relações com chineses e indianos para facilitar a compra de máscaras e testes produzidos pelos sócios no Brics. Numa dessas ocasiões foi proibido de receber o embaixador da China em Brasília pelo ex-chefe. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará

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Direto ao Assunto no YouTube: Aras sugere a Boisonaro autogolpe na pandemia

Direto ao Assunto no YouTube: Aras sugere a Boisonaro autogolpe na pandemia

1 – Cumprindo seu sujíssimo papel de capacho disponível, o procurador-geral propôs ao presidente decretar estado de defesa para dar autogolpe aproveitando-se da pandemia, que mata mais de mil brasileiros por dia. 2 – Os indianos se vingaram do papelão do Brasil, que os traiu na luta pela quebra de patentes da indústria farmacêutica na OMC e, por isso, negaram entrega de vacina comprada. 3 Após insultos preconceituosos da famiglia Bolsonaro, a China também faz corpo mole e não entrega IFA ao Butantã. 4 – “Graças a Deus, ainda há Anvisa em Brasília” é o titulo de meu artigo na página de Opinião do Estadão de hoje. 5 Biden e Harris tomaram posse, e Trump – ufa – não passa agora de mais um ex- presidente dos Estados Unidos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Nesta quarta-feira no Estadão: Graças a Deus, ainda há Anvisa em Brasilia

Nesta quarta-feira no Estadão: Graças a Deus, ainda  há Anvisa em Brasilia

José Nêumanne

Por 5 a 0 agência de vigilância sanitária

resgatou vida e ciência e recusou culto à morte

Devotos do apóstolo Tomé, que exigiu ver o Cristo ressuscitado e tocar nas chagas da crucifixão para crer, tinham sérias razões para duvidar que a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizasse o uso emergencial da Coronavac, do laboratório chinês Sinovac e do Instituto Butantan, paulista. Seus cinco diretores foram indicados pelo presidente Jair Bolsonaro, que chama o imunizante de “vachina” e fez o possível e impossível para sabotar sua utilização na “campanha nacional de vacinação”, de ainda duvidosa existência, fiel à condição de artilheiro matador e a sua estúpida negação da ciência.
Tal dúvida tinha precedente a motivá-la. O diretor-presidente da agência, contra-almirante Antônio Barra Torres, apesar de médico, prestigiou, ao lado do chefe do Executivo, ato antidemocrático na Esplanada dos Ministérios, sem máscara nem distanciamento social, em 15 de março de 2020. Ficou claro na ocasião seu apoio aos golpistas bolsonaristas, expostos na ocasião em palavras de ordem, cartazes e faixas de ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Congresso Nacional. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, foram os nomes mais criticados pelos manifestantes. Em cartazes, parlamentares eram chamados de chantagistas. Um deles defendia fogo e álcool combinados para enfrentar o “vírus” do Supremo Tribunal Federal (STF). “Bolsonaro se aproximou dos manifestantes, fez selfies com o rosto colado e tocou nas mãos das pessoas. Em alguns momentos da transmissão do encontro, Torres apareceu filmando os cumprimentos entre Bolsonaro e os apoiadores presentes”, conforme relato dos repórteres do Estadão Jussara Soares e Mateus Vargas.

Imensa, portanto, foi a surpresa de telespectadores que, em audiência de transmissão de decisão futebolística, acompanharam a decisão histórica esperando o pior, caso do autor destas linhas, ao ouvir a abertura de Torres endossando as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à pandemia: distanciamento social, uso de máscaras e higienização obsessiva. Estas foram adotadas pelo primeiro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e pelo governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, que, há dez meses, proibiu aglomerações. As recomendações dos técnicos deram o pontapé inicial nas dúvidas que ainda pairavam no ar sobre a votação.

A relatora, Meiruze Freitas, foi indicada pelo corpo técnico da Anvisa, com estabilidade garantida pela Constituição (conforme destacou o penúltimo diretor a votar), e indicou caminho similar ao dos apóstolos de Cristo na estrada de Emaús: aprovação da Coronavac com a garantia de acompanhamento da segurança pelos fornecedores e pela própria agência. Romison Mota e Cristiane Gomes, também nomeados pelo capitão cloroquina, acompanharam a relatora.

O quarto voto merece destaque. Foi de Alex Campos, que começou homenageando, de forma emocionante, os mortos por covid e seus entes queridos enlutados. Numa demonstração de coragem e gratidão, citou o ex-ministro Mandetta, em cujo gabinete serviu e por quem foi indicado ao presidente para preencher o cargo. E, last but not least, elogiou a independência no trabalho dos meios de comunicação, que, a seu ver, o servidor público deve respeitar. Sem perder em momento algum a sobriedade, deu uma aula de civilidade e responsabilidade e, garantida a maioria, afastou o fantasma do negacionismo, que pareceu fugir da sala.

No último voto, o presidente Torres jogou a pá de cal nas pretensões de quem o indicou para o posto e apostou na mortífera tentativa de desqualificação da imunização. Na sessão, de mais de cinco horas, o brado de independência foi: “Vá e vacine”. E só imunizar não deterá o avanço do contágio do novo coronavírus. A cereja do bolo foi a condenação explícita do “tratamento precoce”, codinome da devastadora hidroxicloroquina, que o charlatão-mor da República quer impor a médicos e hospitais do País.

A Anvisa deu o primeiro passo. Os secretários estaduais de Saúde se disseram no limite com o ainda chefe do governo. Em entrevista ao canal do autor deste artigo no YouTube, o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior disse que há mais motivos para impeachment agora do que quando participou do de Collor e foi coautor do de Dilma. O próprio capitão de milícias não se fez de rogado ao comentar a goleada de cinco a zero sofrida: “Não tem o que discutir mais”. E eximiu-se do dever de ofício de apoiar a imunização.

Isso faz lembrar a fábula do moleiro ao comentar a vitória sobre Frederico II, “sacro imperador da Prússia”, que tentou desapropriar seu moinho: “Ainda há juízes em Berlim”. Sim. Em Brasília há a Anvisa. Resta saber se ainda existirão no cerrado seco representantes do povo no Congresso e ministros da cúpula judiciária à altura de seus cargos para fazer o que urge: depor o capitão da morte Jair Bolsonaro por meios constitucionais. Isso já devia ter sido feito. Mas sempre será tempo de mudar e fazê-lo, como o fez Barra Torres. Agora, não. Já! Se qualquer dia for perdido, mais de mil brasileiros serão condenados à morte por omissão e inépcia de um governo assassino.

*Jornalista, poeta e escritor

Direto ao Assunto no YouTube: Insultada por Bolsonaro, China nega insumos pra vacina

Direto ao Assunto no YouTube: Insultada por Bolsonaro, China nega insumos pra vacina

1 – Indignada com insultos proferidos pela famiglia Bolsonaro e pelo chanceler Ernesto Araújo, chineses dificultam entrega de insumos para vacinas coronavac e da AstraZeneca, o que impede Pàzuello de marcar datas do fictício plano de vacinação contra covid na resposta cobrada pelo STF. 2 – Fiocruz não produziu uma só dos 160 milhões que o Ministério da Saúde diz que Brasil comprou da vacina da AstraZeneca/Oxford, de fato produzida no laboratório indiano Serum. 3 – Ministro da Saúde espera entrega de 2 milhões de doses em Mumbai, mas Brasil fica fora da lista dos países para os quais a Índia anuncia exportação da vacina. 4 – Por tudo isso e algumas notícias mais comemoração da imunização aqui é só marketing político. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.
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Direto ao Assunto no YouTube: Goleado na Anvisa, Bolsonaro ataca Doria

Direto ao Assunto no YouTube: Goleado na Anvisa, Bolsonaro ataca Doria

1 – Ao aceitar registro emergencial da coronavac, agência tornou possível a presença do tucano na primeira vacinação contra covid-19 no País e levou presidente a alfinetá-lo, dizendo que: “vacina é do Brasil, não de nenhum governador”. 2 – Ministro Lewandowski, do STF, reitera ordem descumprida pelo intendente incompetente da Saúde, general Pesadelo, de informar datas do cronograma de vacinação, enquanto este não consegue entregar doses na hora certa aos governadores. 3 – Anvisa desautoriza uso de hidroxocloroquina, mas logístico sem lógica disse que a mezinha receitada pelo charlatão-mor da República nada tem que ver com “tratamento precoce”. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Direto ao Assunto no YouTube: Coronavac 5, 0 Bolsonaro xô!

Direto ao Assunto no YouTube: Coronavac 5, 0 Bolsonaro xô!

Os cinco diretores da Anvisa, todos nomeados pelo capitão sem noção, Jair Bolsonaro, autorizaram o uso emergencial da Coronavac, parceria do Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, desprezada por ele com o apelido de “vachina”. E mais: todos insistiram que, além de atender à convocação da saúde pública a se vacinar, todo cidadão tem a obrigação de seguir as orientações da OMS de manter distanciamento social, usar máscara e higienizar obsessivas e demoradamente as mão. É o que se chama de cabelo, barba e bigode, gíria de que o “atleta” da barriguinha de chope já deve ter ouvido falar. Na sessão histórica da Anvisa, o diretor Alex Campos, além de se solidarizar com as vítimas do novo coronavírus, elogiou o trabalho dos meios de comunicação, com os quais todo servidor público tem o dever de conviver pacificamente. O presidente, Barra Torres, abdicou de sua condição negacionista e também negou o negacionismo presidencial. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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