Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

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Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro, o homem da cobra

Direto ao Assunto no YouTube: Bolsonaro, o homem da cobra

Enquanto bajulador-geral da República, o petista Rodrigo Aras, tentava evitar a ampla, geral e irrestrita divulgação do vídeo da reunião pública em que ele assediou moralmente o então ministro da Justiça, Sérgio Moro, antecipando o arquivamento do inquérito no Supremo Tribunal Federal, o presidente Jair Bolsonaro interpretava seu papel favorito de homem da cobra, o tipo popular que vende mezinhas para curar câncer, calo seco e covid-19. Após ter demitido há 28 dias Luiz Mandetta do Ministério da Saúde, em plena subida do pico do contágio da pandemia que assusta o mundo, levou o substituto, Nelson Teich, a se demitir pelo mesmo erro: recusar-se a autorizar o uso da cloroquina, que comprovadamente não cura a doença e ainda tem perversos efeitos colaterais. Da mesma forma como continua lutando pelo uso da maior picaretagem da história da saúde no Brasil: a pílula do câncer. Ou seja, além dos crimes evidenciados no vídeo, ele também pratica exercício ilegal da medicina. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Direto ao Assunto no YouTube: Estamos de olho, doutor Aras

Direto ao Assunto no YouTube: Estamos de olho, doutor Aras

Convidado pelo ministro do STF Celso de Mello, o procurador-geral da República, Augusto Aras, não foi à sessão em que foi exibido o vídeo-bomba que confirma, aprofunda e contém provas materiais das acusações pesadas feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, que o nomeou para o cargo, desafiando a instituição, que tinha tornado tradição da indicação de uma lista tríplice de candidatos a serem levados ao presidente, o que não foi seu caso. Agora lhe caberá decidir se oferecerá denúncia contra quem o nomeou e, o que é ainda mais grave, sonha com a indicação pelo mesmo do substituto do decano, que se aposentará compulsoriamente em novembro que vem. O Senado, a quem caberá julgar o impeachment, caso passe por maioria de dois terços na Câmara, também poderá afastá-lo do empregão, caso ele contrarie a sociedade, principalmente se o chefe da investigação dos eventuais crimes do presidente liberar totalmente a exibição pública dessas provas.. E a sociedade, depois de ter ciência da absurda reunião de boteco imundo, vulgo ministério, estará de olho em sua decisão, não deixando que passe o pano. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal da Gazeta: Libera o vídeo, Celso

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A possibilidade do Brasil se livrar de um presidente encrenqueiro e mandrião em plena pandemia da covid-19 e às portas da maior recessão econômica da História está nas mãos do decano do STF, Celso de Mello. Dele é a decisão definitiva de liberar o vídeo da reunião do Conselho de Governo com provas materiais de vários crimes cometidos por Jair Bolsonaro. Por favor, mantë-lo secreto, não!

Para ver comentário no Jornal da Gazeta da quarta-feira 13 de maio de 2020, às 19 horas, clique no play abaixo:

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Direto ao Assunto no YouTube: O Brasil nas mãos do decano

Direto ao Assunto no YouTube: O Brasil nas mãos do decano

A salvação da Pátria da enorme vergonha, que atualmente passa nossa Pátria no mundo inteiro, depende da decisão sábia e firme do ministro do STF Celso de Mello, relator do inquérito em que MPF e PF investigam as acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro contra o presidente da República, Jair Bolsonaro. Caber-lhe-á decidir se vai derrubar, ou não, o sigilo de Justiça da gravação em som e imagem da reunião de boteco sujo do desgoverno na qual o acusado disse alto e bom som que precisava substituir o superintendente da PF do Rio para proteger sua família e seus amigos. Essa confissão explícita de um crime de advocacia administrativa, que por si só cai como uma bomba sobre a reputação do político mais poderoso do Brasil, já é suficientemente grave para inspirar ao decano a decisão certa. Mas o presidente e seus asseclas, em particular seus ministros generais, deram mais um motivo agora quando do nada inventaram uma narrativa mentirosa de que ele na verdade se referia à segurança institucional à família do presidente. Resta uma explicação a dar: e os amigos, hein? Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Direto ao Assunto no YouTube: A bala de prata de Moro

Direto ao Assunto no YouTube: A bala de prata de Moro

Quem viu o vídeo da reunião do Conselho de Governo de 22 de abril ontem em Brasília contou o que pode vir a ser a bala de prata do ex-ministro Sérgio Moro nas denúncias que fez contra o presidente Jair Bolsonaro depois da demissão do diretor-geral da PF de então, Maurício Valeixo, que provocou seu imediato pedido de demissão. Perplexa, a platéia presente viu e ouviu o chefe do Poder Executivo dizer aos berros e disparando palavrões que não podia deixar a família exposta a perseguições e, por isso, precisava por alguém de confiança na superintendência da polícia judiciária no Estado que chama de seu, o Rio de Janeiro. Diante disso, não vai ser fácil para o procurador-geral da República, Augusto Aras, continuar passando o pano para aquele que o indicou para o topo da carreira e de quem espera ser indicado para a vaga do decano Celso de Mello no Supremo. Nas mãos deste está o cumprimento da transparência democrática autorizando divulgar o vídeo-bomba. Direto ao assunto. Inté. Só a verdade nos salvará.

Para ver vídeo no YouTube clique no play abaixo:

 

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Comentário no Jornal da Gazeta: Militar é cidadão comum

Comentário no Jornal da Gazeta: Militar é cidadão comum

Há aí uma reclamação generalizada de bolsonaristas sobre a convocação pelo decano do STF, Celso de Mello, para generais palacianos – Braga Netto, Augusto Heleno e Luiz Ramos – deporem no inquérito aberto para investigar acusações de Sérgio Moro contra Bolsonaro. Não sei por quê. Afinal, os fardados, porventura, seriam cidadãos de classe especial, que não respondem por seus atos?

Para ver comentário no Jornal da Gazeta da segunda-feira 11 de maio de 2020, às 19 horas, clique no link abaixo:

Para ver no Blog do Nêumanne, Políltica, Estadão, clique aqui.

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