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Nêumanne entrevista Deonísio da Silva

Nêumanne entrevista Deonísio da Silva

Conversa clara e prosa justa

com Deonísio da Silva

 

Professor, escritor e colunista sobre origem das palavras na revista Caras, Deonísio celebra invasão dos currais e libertação de eleitores de votos de cabresto

O escritor catarinense Deonísio da Silva, ganhador do prêmio Casa das Américas com o romance Avante, Soldados: Para Trás, comemora a eleição na qual “o Brasil enfim se politizou por meio de um recurso inesperado, o recurso digital. Ninguém o previu com as vestes democráticas com que irrompeu este novo recurso, que tornou possível invadir os currais e libertar aqueles que votavam pelo cabresto”. Para ele, isso era necessário e urgente, porque “nossa elite política perdeu a visão de nação, seus representantes pensam apenas em si mesmos e formaram dinastias familiares para os saques ao erário”. Por causa disso, o acadêmico diz, brincando, que depende das autoridades educacionais um câmpus universitário não se tornar “câmpus de concentração”, protagoniza o Nêumanne entrevista da semana no blog, em que constata: “O Brasil se mediocriza sem parar”. E dispara um petardo contra a primazia da ideologia de gênero no lugar da seleção pela excelência dos candidatos ao ensino superior. “Os autores de certas perguntas no Enem incorrem num equívoco de raiz: querem enganar os trouxas com artimanhas pueris. Citam Guimarães Rosa e Graciliano Ramos para poder enfiar excertos de obras e de autores fora da casinha. Os alunos nem foram ensinados a consultar um dicionário, mas são obrigados a conhecer certos verbetes de Aurélia, a Dicionária da Língua Afiada, de expressões gueis. Os culpados não são os autores desse curioso minidicionário. São aqueles que usam o  Estado – isto é, o dinheiro dos impostos: quanto custa cada Enem? – para impor a indefesos um conteúdo confuso, um norte desbussolado. Assim, prejudicam a todos, incluindo as autoridades às quais servem e pelas quais foram designadas”.

Deonísio: "a prosa política, em seu sentido mais sólido, a participação nos destinos da pólis, está na ordem do dia e vai reordenar o Brasil". Foto: Acervo pessoal

Deonísio: “a prosa política, em seu sentido mais sólido, a participação nos destinos da pólis, está na ordem do dia e vai reordenar o Brasil”. Foto: Acervo pessoal

O catarinense Deonísio da Silva é professor federal aposentado  e professor titular visitante da Universidade Estácio de Sá, onde atualmente dirige o Instituto da Palavra. Integrante da bancada brasileira na Academia das Ciências de Lisboa e respeitado escritor, por sua independência intelectual, é doutor em Letras pela USP e mestre em Letras pela UFRGS, mas não destaca esses títulos, e sim o que aprendeu no ensino médio em colégios de padres. “Obter um doutorado na USP não é para quem quer, é para quem pode, mas passar num exame de Latim do cônego Germano Peters ou confessar-se com o padre espiritual, investigando a própria alma, ou uma vez ao ano com o bispo diocesano dom Anselmo Pietrulla, era só para quem fosse antes orientado por Wilson Volpato e evitasse os escrúpulos”, diz ele, em sua habitual prosa bem humorada, um pouco antes de responder às perguntas que seguem, lembrando um de seus melhores amigos daqueles verdes anos, hoje setentão como ele. Deonísio é autor de 35 livros, entre os quais romances como Goethe e Barrabás, Lotte e Zweig (sobre o famoso suicídio tratado por ele como duplo assassinato, já publicado na Itália, com capa da artista plástica Arlinda Volpato), Teresa DÁvila (premiado pela Biblioteca Nacional e a ser levado ao teatro pela segunda vez por Carlos Vereza) e A Cidade dos Padres. Mas a referência solar de seus romances é Avante, Soldados: Para Trás (1992), no Brasil em 10.ª edição, já publicado em Cuba, Itália e Portugal, depois de receber o Prêmio Internacional Casa de las Américas, em júri integrado por José Saramago. Na mídia, faz um trabalho muito relevante em Etimologia, tal como se vê no livro De Onde Vêm as Palavras, reunião de suas colunas nas revistas Caras. Mantém colunas semanais também no http://portal.estacio.br/instituto-da-palavra, na Veja online, no blog de Augusto Nunes e na Rádio Bandnews Rio., com Ricardo Boechat.

A seguir, Nêumanne entrevista Deonísio da Silva

 

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Palestra do Nêumanne no Enacon/Secovi: Nem Jesus nas calças…

Palestra do Nêumanne no Enacon/Secovi: Nem Jesus nas calças…

Nem Jesus Cristo conseguiria realizar completamente a missão de tirar o Brasil do atoleiro, que a maioria dos eleitores atribuiu ao deputado Jair Bolsonaro, apesar de ele também se chamar Messias e de ter colocado Deus não apenas em suas orações e até no slogan da campanha presidencial, tão complexa e ingente ela é. A grande esperança é que o Senhor ajude seu súdito fiel a desmontar a máquina de moer corpos, corações, mentes e almas montada pela elite política dirigente, que tem conduzido historicamente os destinos da Nação com uma mão no bolso do contribuinte para lhe furtar todas as economias conseguidas com o suor do trabalho e a outra no próprio bolso para evitar ser pilhado surrupiando. Esta foi, em resumo, a conclusão da palestra que o jornalista José Nêumanne Pinto fez na manhã da quarta-feira 7 de novembro de 2018 no Encontro Nacional das Administradoras de Condomínios (Enacon) no auditório da sede do Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais), em São Paulo.

 

S. Paulo, 7 de novembro de 2018. Palestra do Nêumanne: Panorama político e econômico. Enacon. DEBATE: Na foto, à esquerda o presidente do Secovi, Huberto Gebara.

S. Paulo, 7 de novembro de 2018. Palestra do Nêumanne: Panorama político e econômico. Enacon. DEBATE: Na foto, à esquerda o presidente do Secovi, Huberto Gebara.

 

S. Paulo, 7 de novembro de 2018. Auditório da palestra do Nêumanne: Panorama político e econômico. Enacon.

S. Paulo, 7 de novembro de 2018. Auditório da palestra do Nêumanne: Panorama político e econômico. Enacon.

S. Paulo, 7 de novembro de 2018. Palestra do Nêumanne: Panorama político e econômico. Enacon.

S. Paulo, 7 de novembro de 2018. Palestra do Nêumanne: Panorama político e econômico. Enacon/Secovi SP.

Nêumanne entrevista Fernando L. Schüler

Nêumanne entrevista Fernando L. Schüler

Para professor, Moro será fiador

para Bolsonaro andar na linha

Cientista político Fernando L. Schüler, do Insper, acha que todos saem ganhando com a decisão de Bolsonaro de nomear Moro ministro da Justiça e este aceitar

“Moro funciona como um fiador a mais da ordem constitucional e da sociedade de direitos. Agora teremos uma experiência diferente. É preciso estar vigilante, manter o espírito crítico, mas é preciso tolerar o grupo que pensa diferente. É simples assim. Quem não entender isso não compreende como funciona uma democracia”, diz o professor gaúcho de Ciências Políticas Fernando L. Schüler, da Cátedra Insper Palavra Aberta. Protagonista desta semana da série Nêumanne Entrevista neste blog, ele argumentou ainda contra a opinião dos que temem surtos autoritários do presidente eleito, Jair Bolsonaro, por causa da retórica de direita dele: “Nossas instituições são sólidas e não há sinal de que os militares queiram se afastar de seu papel constitucional. Qualquer líder político, hoje em dia, no Brasil, precisa andar na linha. É o que fará Bolsonaro”.

Foto Schüler2: Sobre gestão Bolsonaro, Schüler previu: "penso que será um governo instável, com previsíveis tensões com o Congresso, mas dentro da normalidade democrática." Foto: Acervo pessoal

Sobre gestão Bolsonaro, Schüler previu: “penso que será um governo instável, com previsíveis tensões com o Congresso, mas dentro da normalidade democrática.” Foto: Acervo pessoal

Gaúcho de Porto Alegre, Fernando L. Schüler é cientista político e professor do Insper. Tem doutorado em Filosofia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com pós-doutorado pela Universidade Columbia. É titular da Cátedra Insper Palavra Aberta, voltada para a reflexão sobre a liberdade de expressão e de imprensa. Foi diretor da Fundação Iberê Camargo e tambémdo Ibmec (no Rio de Janeiro) e é colunista da Band News e da Rádio e TV Bandeirantes.

Nêumanne entrevista Fernando Schüller

 

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Nêumanne entrevista Joice Hasselmann

Nêumanne entrevista Joice Hasselmann

Joice diz que PT se mostrou uma quadrilha, não um partido

 

Para deputada  federal mais votada da História do Brasil, STF tem dívida eterna com povo brasileiro, que não suporta mais sustentar privilégios da casta do funcionalismo público

 

Nêumanne entrevista

 

A mais votada deputada federal na História do Brasil, Joice Hasselmann (PSL-SP) não tem papas na língua quando o assunto é PT: “Eles mentiam durante a campanha, mentiam na imprensa, mentiam para o mercado, mentiam para o povo e faziam negócios usando o governo como um inesgotável balcão. Defendi ininterruptamente a extinção do PT, que se mostrou uma quadrilha, e não um partido”. Protagonista da série Nêumanne Entrevista no blog, ela também rasga todas as sedas para Sergio Moro, que biografou, e policiais e procuradores federais sob a égide dele: “A Lava Jato tirou as escaras dos olhos do povo e provou que ninguém, nem mesmo o presidente de um país, está acima da lei”. Aécio Neves, que será seu colega na Câmara, recebeu dela diagnóstico duro: “Ninguém decente e com autoridade moral sai de uma campanha presidencial com 50 milhões de votos, assiste às aves de rapina voltarem ao poder e resolve ‘tirar férias’ a partir daí. Aquela postura do Aécio me parecia muito mais que fraqueza, preguiça, frouxidão. Quando ele apareceu sujo com a mesma lama em que o PT chafurdava, tudo fez sentido”. Prometeu ajudar na Câmara dos Deputados o projeto reformista de Bolsonaro, caso ele passe pelo teste definitivo das urnas. Segundo ela, “o povo não aguenta mais esse engessamento, esse monte de mentiras, essa ostentação cafona dentro da política”.

Para Joice, "sem a Lava Jato nosso país permaneceria nas mãos da quadrilha petista." Foto: Acervo pessoal

Para Joice, “sem a Lava Jato nosso país permaneceria nas mãos da quadrilha petista.” Foto: Acervo pessoal

Eleita deputada federal pelo PSL de São Paulo com 1 milhão e 78 mil votos, Joice Hasselmann é a mulher mais votada da história da Câmara. É e promete continuar sendo jornalista, colunista de política e economia, ativista contra a corrupção e escritora. Foi eleita em 2017 e em 2018 a principal influenciadora do Brasil na web,levando o Prêmio Influenciadores Digitais. Também  considerada pelo instituto ePoliticScholl (ePS) uma das personalidades mais influentes e notórias do País nas áreas de política e economia. Hoje tem o mais jovem e maior canal de política nacional e o único do mundo no YouTube feito por mulher e dedicado ao tema política. Tem também uma página no Facebook com mais de 1 milhão e 700 mil curtidas e com alcance de até 23 milhões de pessoas por semana. Seu canal no YouTube dispõe de mais de 1 milhão de inscritos e mais de meio milhão no Instagram. Foi âncora de Os Pingos nos Is, na Jovem Pan, depois de ter idealizado e sido âncora daTVeja, a primeira TV com grade fixa na internet, criada nas eleições de 2014. Também comandou veículos como CBN, Bandnews FM Curitiba, e as áreas políticas do SBT Paraná e Record Paraná. É autora da biografia de Sergio Moro, de Delatores, lançado em 2017, e outro livro sobre Ascensão e Queda da Esquerda na América Latina, para uma editora americana. Recebeu 12 prêmios de jornalismo, entre eles um da ONU, em 2011, batizado de Parceiros da Paz e Sustentabilidade.

 

Nêumanne entrevista Joice Hasselman

 

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Nêumanne entrevista Janaína Paschoal

Nêumanne entrevista Janaína Paschoal

Janaína prega extinção do fundo partidário e candidaturas avulsas

Para a deputada mais votada na História do Brasil, esta eleição, de que foi protagonista, não derrubou apenas o PT, mas também todos quantos acreditaram que podiam tudo

A professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP) Janaína Paschoal entende que uma reforma política de verdade se apoia em dois pilares: o fim do financiamento de campanhas com dinheiro público e a permissão de candidaturas independentes. De acordo com a lente da Faculdade de Direito da USP, que ajudou os colegas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior no projeto de impeachment de Dilma Rousseff, “não foi só o PT que caiu” na eleição que a consagrou. “Caíram muitos daqueles que acreditavam que podiam tudo. Aqueles que se julgavam deuses. O povo está mostrando que só há um Deus. Os que conseguiram se manter, espero, aprenderão a respeitar quem dá a palavra final”, disse na edição desta semana da série Nêumanne Entrevista neste blog. Ela lembrou que Michel Temer “assumiu porque Dilma o convidou a compor a chapa com ela. Simples assim”. E ponderou: “Mesmo com todos os problemas surgidos, digo com tranquilidade que faria tudo de novo. Acredito, verdadeiramente, que o impeachment foi a melhor coisa que aconteceu ao nosso país. Ali se iniciou a cultura da responsabilização de quem precisa ser responsabilizado”. Tendo recusado ser vice do candidato favorito à eleição presidencial, Janaína observou: “Bolsonaro tem muito apoio popular, penso que poderá valer-se disso para fazer as reformas necessárias. O grande cuidado que ele precisa tomar é ter sempre em mente que ele está sendo eleito por uma pluralidade e para essa pluralidade deve governar – brancos, negros, pobres, ricos, homossexuais, heterossexuais, mulheres, homens, até as crianças dizem votar nele”.

Em 31 de agosto de 2016, Janaína beija a bandeira após o impeachment de Dilma passar por 61 a 20 no Senado: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em 31 de agosto de 2016, Janaína beija a bandeira após o impeachment de Dilma passar por 61 a 20 no Senado: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Janaína Conceição Paschoal, nascida em São Paulo em 25 de junho de 1974, é advogada e professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo de São Francisco, na qual obteve o grau de doutora em Direito Penal em 2002, sob orientação de Miguel Reale Júnior, tendo defendido a tese “Constituição, Criminalização e Direito Penal Mínimo”, e se especializado em pesquisa do Direito Penal Econômico. Tornou-se nacionalmente conhecida como uma das autoras do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, juntamente com seu orientador e outro colega das Arcadas, o promotor Hélio Bicudo, fundador do PT, tendo participado ativamente na tramitação do processo na Câmara dos Deputados e no Senado. Na eleição de 2018, ela obteve mais de 2 milhões de votos para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a maior votação de deputado, seja federal ou estadual, da História do Brasil, superando  Eduardo, filho de Jair Bolsonaro, que foi na mesma eleição o deputado federal mais votado da história. O total de seus votos também superou os números obtidos por 10 dos 13 governadores eleitos no primeiro turno, entre eles Paulo Câmara, de Pernambuco, com 1.918.219 votos, e oito dos 13 candidatos à Presidência da República: Cabo Daciolo (Patriota), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL).

Nêumanne entrevista Janaína Paschoal

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Nêumanne entrevista Ipojuca Pontes

Nêumanne entrevista Ipojuca Pontes

Cineasta atribui sucesso de Bolsonaro à urgência de reerguer o Brasil

Ipojuca Pontes diz que Lula e o PT, da organização criminosa internacional  Foro de São Paulo, transformaram o Brasil no pior saco de excrementos do mundo ocidental

“Bolsonaro, pelo que investiguei, sempre foi um rebelde, faltava a causa”, diz Ipojuca Pontes.“E quer causa mais justa do que se indignar – e enfrentá-las – com as comanditas que exploram miseravelmente o Brasil? Tenho a impressão de que ele se fez político quando percebeu que uma boa parte da população consciente se lançou  contra o establishment esquerdista. Quero dizer, aprendeu, corajosamente, a navegar a favor da maré nacionalista, patriótica e cristã que distingue a nossa população. Deu no que deu!”. Na edição desta semana da série Nêumanne Entrevista, neste blog, Ipojuca, que foi secretário nacional da Cultura no governo Collor, disse que, “para o político profissional, as bruxas podem devorar a grana saqueada do bolso do contribuinte, mas ele tem medo pânico de mexer na cova do serpentário petista. (E olha que o lema dos terceirizados do PT continua sendo o ‘Fora Temer’.) A luta para soerguer o gigante adormecido levará anos, ou décadas. Mas é urgente começar a tarefa – e Bolsonaro representa um bom e necessário começo”.

Para Ipojuca, o Brasil tem futuro, desde que coloque a hidra em seu lugar, e o que importa é se manter vivo e combater o bom combate. Foto: Wilton Júnior/Estadão

Para Ipojuca, o Brasil tem futuro, desde que coloque a hidra em seu lugar, e o que importa é se manter vivo e combater o bom combate. Foto: Wilton Júnior/Estadão

Ipojuca Pontes, jornalista e cineasta, nasceu  em João Pessoa, Paraíba, e trabalhou em vários jornais e revistas do Brasil, entre os quais  o Correio da ParaíbaDiário CariocaTribuna da ImprensaMancheteJornal da Tarde e O Estado de S. Paulo, escrevendo sempre sobre cultura e política. No cinema, fez dez filmes, entre os quais Os Homens do CaranguejoPoética Popular,Cidades HistóricasRendeiras do NordestePortrait of VaqueroGuerrilha de Tiro Fijo e os longas-metragens CanudosA Volta do Filho Pródigo e Pedro Mico, com Pelé e Tereza Rachel, todos premiados nacional e internacionalmente nos Festivais de Berlim, Nova Délhi, Tessalonica, Mar del Plata, Cannes, Lajes, Cartagena, Gramado e Brasília. Também escreveu os livros Cinema Cativo – Reflexão sobre a Miséria do Cinema NacionalPoliticamente CorretíssimosCultura e Desenvolvimento A Era Lula – Crônica de um Desastre Anunciado, ensaios, e as peças teatrais A Manha do Barão e Brasil Filmes S/A, baixa comédia premiada em Concurso Nacional de Dramaturgia, do SNT. No teatro, produziu as peças Um Edificio Chamado 200O Homem de La Mancha, com Paulo Autran e Bibi Ferreira, Um Bonde Chamado Desejo e Encontro no Supermercado, ambos com Tereza Rachel, e dirigiu Os Emigrados, Prêmios Molière para os atores Sebastião Vasconcelos e Rubens Corrêa, espetáculo que compartilhou no campo teatral com o processo de anistia em curso no final dos anos 1970 no Brasil. Em 1990,  foi secretário nacional da Cultura do governo Collor. No momento, Ipojuca escreve a biografia da atriz de cinema, teatro e televisão Tereza Rachel.

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