Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Diversos

Nêumanne Entrevista Andrea Matarazzo (4)

Nêumanne Entrevista Andrea Matarazzo (4)

O candidato do PSD à Prefeitura de São Paulo, Andrea Matarazzo, recorre a seu currículo de serviços prestados ao município de maiores orçamento e população no Brasil como subprefeito da Sé, secretário de subprefeituras e vereador, tendo sido ainda secretário da Cultura do Estado, orgulhando-se, por isso, de conhecer minuciosamente seus problemas e de apresentar um elenco de propostas para eles com o trabalho que realizou na Câmara e nas gestões de José Serra e Gilberto Kassab. Na quarta entrevista da série Nêumanne entrevista neste canal garantiu que cumprirá o mandato de quatro anos integralmente, pois não pretende fazer da gestão municipal trampolim para outras disputas eleitorais em qualquer nível. Para ele, uma vitória eventual de sua chapa puro sangue, com a deputada Marta Costa de vice.será o ápice de sua carreira, pois, aos 63 anos, pretende retirar-se da vida pública e “gozar merecido descanso” após o cumprimento integral da missão. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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No YouTube: Nêumanne Entrevista Walter Maierovitch

No YouTube: Nêumanne Entrevista Walter Maierovitch

O desembargador aposentado Walter Maierovitch protagonizou o terceiro vídeo da série Nêumanne Entrevista, inaugurada com Paulo Marinho e Modesto Carvalhosa. Em nossa conversa, ele fez comentários críticos tendo como base sua experiência como juiz na área criminal, que se especializou no combate à corrupção, exercendo por conta dela a presidência do Instituto Giovanni Falcone, mártir da Operação Mãos Limpas na Itália. Fez duras críticas às intervenções monocráticas de Gilmar e Lewandowski na concessão indiscriminada de habeas corpus no STF, em especial algumas que ora se encaminham para anular sentenças de Moro a Lula, podendo levar à liberação da candidatura do ex-presidente petista e até a uma eventual condenação por parcialidade do magistrado que o condenou. Também analisou a desmoralização da PGR desde que Bolsonaro ignorou a lista tríplice e indicou para chefiá-la Aras, que atua como despachante do clã presidencial. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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No YouTube: Nêumanne entrevista Modesto Carvalhosa

No YouTube: Nêumanne entrevista Modesto Carvalhosa

No segundo vídeo da série Nêumanne entrevista, o professor da USP Modesto Carvalhosa disse que desde o governo Sarney o Centrão de políticos corruptos governa o Brasil, à exceção dos breves governos de Collor e Itamar. Afirmou ainda que Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade perdendo a compostura e ferindo o decoro ao pedir ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que recebesse seu advogado, Frederick Wassef, que representava interesses da JBS, e agradecer ao procurador José Adonis Callou pelo mesmo motivo. O jurista também condenou o STF por ter virado uma fábrica de habeas corpus de políticos e grã-finos gatunos. Direto ao assunto, inté. E só a verdade nos salvará.

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Estreia! Nêumanne entrevista: Bolsonaro não se reelegerá, diz Marinho

Estreia! Nêumanne entrevista: Bolsonaro não se reelegerá, diz Marinho

O empresário Paulo Marinho, em cuja casa foram produzidos os programas da campanha de Jair Bolsonaro à Presidência em 2018 e que, recentemente, deu dois depoimentos ao MPF sobre um aviso dado por um policial federal da existência do relatório do Coaf sobre transações ilícitas do faz-tudo da famiglia presidencial, Fabrício Queiroz, na Operação Furna da Onça, acha que o presidente não será reeleito. A declaração foi dada em entrevista exclusiva a este meu canal no YouTube, na qual ele também contou que o sistema informal de “inteligência” do presidente, revelada na reunião do Conselho de Governo em 22 de abril, véspera do pedido de demissão do ex-juiz Sérgio Moro do Ministério da Justiça, existe desde a campanha. Na entrevista, Marinho disse que policiais eram os apoiadores com os quais o então candidato se comunicava com mais intimidade nas recepções em aeroportos para seus comícios. A entrevista abre a série Nêumanne entrevista no canal do YouTube.

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entrev

Nêumanne entrevista Oriovisto Guimarães

Nêumanne entrevista Oriovisto Guimarães

Senador prefere Moro

candidato em 2022

a ministro do STF

Para Oriovisto, sua PEC para limitar STF foi arquivada por PT, Centrão, Renan e Bolsonaro e há pacto entre presidente, Maia, Toffoli e Alcalumbre

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) disse que, se dependesse da sua vontade, “Sergio Moro não iria para o Supremo Tribunal Federal, ele seria candidato à Presidência da República e faria um bem muito maior a este país”. Protagonista da série Nêumanne Entrevista desta semana, ele atribuiu a derrota de uma emenda constitucional de sua autoria reduzindo o poder autocrático de ministros do Supremo Tribunal Federal, e dando-lhes prazo para concluir pedidos de vista, a uma fantástica e inusitada aliança. “Pela primeira vez eu vi o PT, o Renan Calheiros e o Bolsonaro trabalhando juntos, unidos com o mesmo propósito, para a derrubada da PEC 82/2019. Foi muito interessante ver o líder do governo, senador Fernando Bezerra, dizer: ‘O governo Bolsonaro recomenda o voto contra’. O PT também orientou todos os seus senadores a não votarem. E ainda ver o senador Renan Calheiros fazendo discursos enfáticos contra a PEC, defendendo a tese de que era uma interferência de um Poder sobre o outro”. E afirmou ainda: “O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nas Páginas Amarelas da revista Veja que esse acordo entre os três Poderes existe. Destacou que é o grande conciliador e construiu um pacto de governabilidade. Se esse pacto de governabilidade é contra o interesse público ou não, os próximos meses e anos é que vão dizer. Por enquanto, fica por conta da nossa maldade antever o resultado desse pacto, mas que ele existe, ele existe”.

Nascido na cidade de Batatais, no interior de São Paulo, Oriovisto Guimarães se mudou ainda criança, com sua família, para Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná. Os estudos e o trabalho desde cedo estiveram presentes em sua vida. Aos 17 anos, independente da família, Oriovisto mudou-se para Curitiba. Prestou vestibular para Ciências Econômicas e Engenharia Civil na Universidade Federal do Paraná e foi aprovado em ambos os cursos. Na universidade, Oriovisto já ganhava a vida dando aulas particulares de Matemática e Física nos cursos preparatórios para vestibulares.

Oriovisto apresentou emenda constitucional para limitar poder tirânico do STF, mas não conseguiu três quintos para sua aprovação. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Oriovisto apresentou emenda constitucional para limitar poder tirânico do STF, mas não conseguiu três quintos para sua aprovação. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Anos depois, formou-se em Economia. No momento, viu a oportunidade de abrir a própria escola. Em 1972, com colegas professores, fundou o Curso Positivo. O projeto educacional foi ampliado com a criação de escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio. Nos anos 80, Oriovisto fundou a Universidade Positivo e foi o primeiro reitor, cargo que ocupou durante 11 anos. Na mesma década o grupo expandiu-se e fundou a Positivo Informática, a maior indústria brasileira de computadores.

Em 2006 foi homenageado com a cadeira de número 6 da Academia Paranaense de Letras. Em 2012 deixou a presidência do grupo. Em 2018, aos 72 anos, filiado ao partido Podemos, assumiu um novo desafio: trabalhar pela transformação da forma como a política é feita no País. Foi eleito senador pelo Estado do Paraná com 2.957.239 votos.

Oriovisto com o colega senador e ex-governador do Estado do Paraná (que ambos representam) Álvaro Dias., líder do Podemos, pelo qual ele se elegeu Foto: Assembleia Legislativa do Paraná

Oriovisto com o colega senador e ex-governador do Estado do Paraná (que ambos representam) Álvaro Dias., líder do Podemos, pelo qual ele se elegeu Foto: Assembleia Legislativa do Paraná

Oriovisto quer, sobretudo, que os políticos não tenham privilégios como aposentadorias especiais; regalias absurdas, foro privilegiado e, principalmente, que os congressistas deixem de negociar seus votos em troca de cargos em empresas estatais e cumpram seu papel essencial de fiscalizar o governo e simplificar a legislação que regula a vida dos brasileiros. As reformas tributária, da Previdência, do Judiciário e política são atualmente seu foco do mandato.

Nêumanne entrevista Oriovisto Guimarães

Nêumanne – A seu ver, os 11 votos que impediram a aprovação de sua PEC do Visto e da Liminar, que reduziria o poder do Supremo Tribunal Federal (STF), evitarão para sempre, sempre, amém, a aceitação pelo Senado Federal da necessidade de algum tipo de controle sobre a dita suprema Corte, que não exerce a autonomia, mas a tirania de seu poder?

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Nêumanne entrevista Chico Pereira

Nêumanne entrevista Chico Pereira

Artista prefere Brasil

na traseira do Primeiro Mundo

a na frente do Terceiro

Artista plástico Chico Pereira acha que seria interessante ver Europa protestando contra devastação do ambiente por China, Rússia, Índia e EUA

“O Brasil está numa encruzilhada para decidir se vai ser um país de frente do Terceiro Mundo ou se vai estar na  traseira do Primeiro. Escolheria este último”, dispara Chico Pereira, diretor do Museu de Arte Popular da Paraíba, em Campina Grande. Sobre a polêmica atual entre Macron e Bolsonaro, provocou: “Seria interessante ver a França e o resto rico da Europa liderando protestos contra a China e a Rússia, e também a Índia e os Estados Unidos, que juntos formam uma imensurável onda de devastação da atmosfera e dos biomas, centenas de vezes maior que a causada pelos incêndios das florestas e matas brasileiras”. Protagonista da semana na série Nêumanne Entrevista, ele falou de tudo um muito e arriscou: “A capacidade brasileira de se expandir para o centro-oeste e para a Amazônia criou uma marca e uma força incontrolável porque cresceu independentemente de governos e de ideologias. Um Brasil paralelo que se impôs pela força da sua produção, à frente da indústria nacional. Arranjou dois inimigos: internamente, o obscurantismo da agricultura socialista e toda a cadeia política à sua disposição, e externamente, os competidores que não conseguem produzir com a mesma eficiência e o mesmo preço, incluindo aí a produção destinada ao etanol. Essa guerra ambientalista entrou nas sutilezas de interesses vários, cujas performances se passam atrás de tênues cortinas, entre elas, também, aquelas de certezas científicas e até da boa vontade franciscana”.

Identidades estudantis de Chico do admissão à universidade, do pré golpe militar à direção do Museu de Arte de Campina Grande. Foto: Acervo pessoal

Identidades estudantis de Chico do admissão à universidade, do pré golpe militar à direção do Museu de Arte de Campina Grande. Foto: Acervo pessoal

Francisco Pereira da Silva Junior, o Chico Pereira, nasceu em Campina Grande (PB) 1944. Artista plástico com atuação desde os anos de 1960, participou da instalação do Museu de Arte Assis Chateaubriand, criado pela Campanha Nacional dos Museus Regionais, inaugurado em 1967, do qual foi diretor entre 1969 e 1974. À frente desse órgão participou ativamente dos movimentos para estabelecer uma política nacional de museus voltados para a educação e a formação de público. Foi membro da diretoria da Associação Nacional dos Museus de Arte do Brasil e professor do Departamento de Artes e Comunicação da Universidade Federal da Paraíba. Nesta instituição participou da criação e da coordenação do Núcleo de Arte Contemporânea. Foi coordenador de Extensão Cultural e da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários. Atualmente aposentado, por duas vezes foi vice-presidente executivo do Conselho Estadual de Cultura e subsecretário executivo de Cultura da Paraíba. Tem ocupado cargos e funções em instituições nacionais e internacionais de arte e arte-educação. Publicou obras nos campos das artes, do folclore e da geo-história, entre eles o livro Paraíba, Memória Cultural, em que registra a evolução cultural desse Estado desde a conquista do Rio Paraíba aos dias atuais. Foi pró-reitor de Cultura da Universidade Estadual da Paraíba e atualmente está à frente do Museu de Arte Popular da Paraíba. É membro da Academia Paraibana de Letras.

Nêumanne entrevista Chico Pereira

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