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Nêumanne entrevista Fernando L. Schüler

Nêumanne entrevista Fernando L. Schüler

Para professor, Moro será fiador

para Bolsonaro andar na linha

Cientista político Fernando L. Schüler, do Insper, acha que todos saem ganhando com a decisão de Bolsonaro de nomear Moro ministro da Justiça e este aceitar

“Moro funciona como um fiador a mais da ordem constitucional e da sociedade de direitos. Agora teremos uma experiência diferente. É preciso estar vigilante, manter o espírito crítico, mas é preciso tolerar o grupo que pensa diferente. É simples assim. Quem não entender isso não compreende como funciona uma democracia”, diz o professor gaúcho de Ciências Políticas Fernando L. Schüler, da Cátedra Insper Palavra Aberta. Protagonista desta semana da série Nêumanne Entrevista neste blog, ele argumentou ainda contra a opinião dos que temem surtos autoritários do presidente eleito, Jair Bolsonaro, por causa da retórica de direita dele: “Nossas instituições são sólidas e não há sinal de que os militares queiram se afastar de seu papel constitucional. Qualquer líder político, hoje em dia, no Brasil, precisa andar na linha. É o que fará Bolsonaro”.

Foto Schüler2: Sobre gestão Bolsonaro, Schüler previu: "penso que será um governo instável, com previsíveis tensões com o Congresso, mas dentro da normalidade democrática." Foto: Acervo pessoal

Sobre gestão Bolsonaro, Schüler previu: “penso que será um governo instável, com previsíveis tensões com o Congresso, mas dentro da normalidade democrática.” Foto: Acervo pessoal

Gaúcho de Porto Alegre, Fernando L. Schüler é cientista político e professor do Insper. Tem doutorado em Filosofia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com pós-doutorado pela Universidade Columbia. É titular da Cátedra Insper Palavra Aberta, voltada para a reflexão sobre a liberdade de expressão e de imprensa. Foi diretor da Fundação Iberê Camargo e tambémdo Ibmec (no Rio de Janeiro) e é colunista da Band News e da Rádio e TV Bandeirantes.

Nêumanne entrevista Fernando Schüller

 

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Nêumanne entrevista Joice Hasselmann

Nêumanne entrevista Joice Hasselmann

Joice diz que PT se mostrou uma quadrilha, não um partido

 

Para deputada  federal mais votada da História do Brasil, STF tem dívida eterna com povo brasileiro, que não suporta mais sustentar privilégios da casta do funcionalismo público

 

Nêumanne entrevista

 

A mais votada deputada federal na História do Brasil, Joice Hasselmann (PSL-SP) não tem papas na língua quando o assunto é PT: “Eles mentiam durante a campanha, mentiam na imprensa, mentiam para o mercado, mentiam para o povo e faziam negócios usando o governo como um inesgotável balcão. Defendi ininterruptamente a extinção do PT, que se mostrou uma quadrilha, e não um partido”. Protagonista da série Nêumanne Entrevista no blog, ela também rasga todas as sedas para Sergio Moro, que biografou, e policiais e procuradores federais sob a égide dele: “A Lava Jato tirou as escaras dos olhos do povo e provou que ninguém, nem mesmo o presidente de um país, está acima da lei”. Aécio Neves, que será seu colega na Câmara, recebeu dela diagnóstico duro: “Ninguém decente e com autoridade moral sai de uma campanha presidencial com 50 milhões de votos, assiste às aves de rapina voltarem ao poder e resolve ‘tirar férias’ a partir daí. Aquela postura do Aécio me parecia muito mais que fraqueza, preguiça, frouxidão. Quando ele apareceu sujo com a mesma lama em que o PT chafurdava, tudo fez sentido”. Prometeu ajudar na Câmara dos Deputados o projeto reformista de Bolsonaro, caso ele passe pelo teste definitivo das urnas. Segundo ela, “o povo não aguenta mais esse engessamento, esse monte de mentiras, essa ostentação cafona dentro da política”.

Para Joice, "sem a Lava Jato nosso país permaneceria nas mãos da quadrilha petista." Foto: Acervo pessoal

Para Joice, “sem a Lava Jato nosso país permaneceria nas mãos da quadrilha petista.” Foto: Acervo pessoal

Eleita deputada federal pelo PSL de São Paulo com 1 milhão e 78 mil votos, Joice Hasselmann é a mulher mais votada da história da Câmara. É e promete continuar sendo jornalista, colunista de política e economia, ativista contra a corrupção e escritora. Foi eleita em 2017 e em 2018 a principal influenciadora do Brasil na web,levando o Prêmio Influenciadores Digitais. Também  considerada pelo instituto ePoliticScholl (ePS) uma das personalidades mais influentes e notórias do País nas áreas de política e economia. Hoje tem o mais jovem e maior canal de política nacional e o único do mundo no YouTube feito por mulher e dedicado ao tema política. Tem também uma página no Facebook com mais de 1 milhão e 700 mil curtidas e com alcance de até 23 milhões de pessoas por semana. Seu canal no YouTube dispõe de mais de 1 milhão de inscritos e mais de meio milhão no Instagram. Foi âncora de Os Pingos nos Is, na Jovem Pan, depois de ter idealizado e sido âncora daTVeja, a primeira TV com grade fixa na internet, criada nas eleições de 2014. Também comandou veículos como CBN, Bandnews FM Curitiba, e as áreas políticas do SBT Paraná e Record Paraná. É autora da biografia de Sergio Moro, de Delatores, lançado em 2017, e outro livro sobre Ascensão e Queda da Esquerda na América Latina, para uma editora americana. Recebeu 12 prêmios de jornalismo, entre eles um da ONU, em 2011, batizado de Parceiros da Paz e Sustentabilidade.

 

Nêumanne entrevista Joice Hasselman

 

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Nêumanne entrevista Janaína Paschoal

Nêumanne entrevista Janaína Paschoal

Janaína prega extinção do fundo partidário e candidaturas avulsas

Para a deputada mais votada na História do Brasil, esta eleição, de que foi protagonista, não derrubou apenas o PT, mas também todos quantos acreditaram que podiam tudo

A professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP) Janaína Paschoal entende que uma reforma política de verdade se apoia em dois pilares: o fim do financiamento de campanhas com dinheiro público e a permissão de candidaturas independentes. De acordo com a lente da Faculdade de Direito da USP, que ajudou os colegas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior no projeto de impeachment de Dilma Rousseff, “não foi só o PT que caiu” na eleição que a consagrou. “Caíram muitos daqueles que acreditavam que podiam tudo. Aqueles que se julgavam deuses. O povo está mostrando que só há um Deus. Os que conseguiram se manter, espero, aprenderão a respeitar quem dá a palavra final”, disse na edição desta semana da série Nêumanne Entrevista neste blog. Ela lembrou que Michel Temer “assumiu porque Dilma o convidou a compor a chapa com ela. Simples assim”. E ponderou: “Mesmo com todos os problemas surgidos, digo com tranquilidade que faria tudo de novo. Acredito, verdadeiramente, que o impeachment foi a melhor coisa que aconteceu ao nosso país. Ali se iniciou a cultura da responsabilização de quem precisa ser responsabilizado”. Tendo recusado ser vice do candidato favorito à eleição presidencial, Janaína observou: “Bolsonaro tem muito apoio popular, penso que poderá valer-se disso para fazer as reformas necessárias. O grande cuidado que ele precisa tomar é ter sempre em mente que ele está sendo eleito por uma pluralidade e para essa pluralidade deve governar – brancos, negros, pobres, ricos, homossexuais, heterossexuais, mulheres, homens, até as crianças dizem votar nele”.

Em 31 de agosto de 2016, Janaína beija a bandeira após o impeachment de Dilma passar por 61 a 20 no Senado: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em 31 de agosto de 2016, Janaína beija a bandeira após o impeachment de Dilma passar por 61 a 20 no Senado: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Janaína Conceição Paschoal, nascida em São Paulo em 25 de junho de 1974, é advogada e professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo de São Francisco, na qual obteve o grau de doutora em Direito Penal em 2002, sob orientação de Miguel Reale Júnior, tendo defendido a tese “Constituição, Criminalização e Direito Penal Mínimo”, e se especializado em pesquisa do Direito Penal Econômico. Tornou-se nacionalmente conhecida como uma das autoras do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, juntamente com seu orientador e outro colega das Arcadas, o promotor Hélio Bicudo, fundador do PT, tendo participado ativamente na tramitação do processo na Câmara dos Deputados e no Senado. Na eleição de 2018, ela obteve mais de 2 milhões de votos para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a maior votação de deputado, seja federal ou estadual, da História do Brasil, superando  Eduardo, filho de Jair Bolsonaro, que foi na mesma eleição o deputado federal mais votado da história. O total de seus votos também superou os números obtidos por 10 dos 13 governadores eleitos no primeiro turno, entre eles Paulo Câmara, de Pernambuco, com 1.918.219 votos, e oito dos 13 candidatos à Presidência da República: Cabo Daciolo (Patriota), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL).

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Nêumanne entrevista Ipojuca Pontes

Nêumanne entrevista Ipojuca Pontes

Cineasta atribui sucesso de Bolsonaro à urgência de reerguer o Brasil

Ipojuca Pontes diz que Lula e o PT, da organização criminosa internacional  Foro de São Paulo, transformaram o Brasil no pior saco de excrementos do mundo ocidental

“Bolsonaro, pelo que investiguei, sempre foi um rebelde, faltava a causa”, diz Ipojuca Pontes.“E quer causa mais justa do que se indignar – e enfrentá-las – com as comanditas que exploram miseravelmente o Brasil? Tenho a impressão de que ele se fez político quando percebeu que uma boa parte da população consciente se lançou  contra o establishment esquerdista. Quero dizer, aprendeu, corajosamente, a navegar a favor da maré nacionalista, patriótica e cristã que distingue a nossa população. Deu no que deu!”. Na edição desta semana da série Nêumanne Entrevista, neste blog, Ipojuca, que foi secretário nacional da Cultura no governo Collor, disse que, “para o político profissional, as bruxas podem devorar a grana saqueada do bolso do contribuinte, mas ele tem medo pânico de mexer na cova do serpentário petista. (E olha que o lema dos terceirizados do PT continua sendo o ‘Fora Temer’.) A luta para soerguer o gigante adormecido levará anos, ou décadas. Mas é urgente começar a tarefa – e Bolsonaro representa um bom e necessário começo”.

Para Ipojuca, o Brasil tem futuro, desde que coloque a hidra em seu lugar, e o que importa é se manter vivo e combater o bom combate. Foto: Wilton Júnior/Estadão

Para Ipojuca, o Brasil tem futuro, desde que coloque a hidra em seu lugar, e o que importa é se manter vivo e combater o bom combate. Foto: Wilton Júnior/Estadão

Ipojuca Pontes, jornalista e cineasta, nasceu  em João Pessoa, Paraíba, e trabalhou em vários jornais e revistas do Brasil, entre os quais  o Correio da ParaíbaDiário CariocaTribuna da ImprensaMancheteJornal da Tarde e O Estado de S. Paulo, escrevendo sempre sobre cultura e política. No cinema, fez dez filmes, entre os quais Os Homens do CaranguejoPoética Popular,Cidades HistóricasRendeiras do NordestePortrait of VaqueroGuerrilha de Tiro Fijo e os longas-metragens CanudosA Volta do Filho Pródigo e Pedro Mico, com Pelé e Tereza Rachel, todos premiados nacional e internacionalmente nos Festivais de Berlim, Nova Délhi, Tessalonica, Mar del Plata, Cannes, Lajes, Cartagena, Gramado e Brasília. Também escreveu os livros Cinema Cativo – Reflexão sobre a Miséria do Cinema NacionalPoliticamente CorretíssimosCultura e Desenvolvimento A Era Lula – Crônica de um Desastre Anunciado, ensaios, e as peças teatrais A Manha do Barão e Brasil Filmes S/A, baixa comédia premiada em Concurso Nacional de Dramaturgia, do SNT. No teatro, produziu as peças Um Edificio Chamado 200O Homem de La Mancha, com Paulo Autran e Bibi Ferreira, Um Bonde Chamado Desejo e Encontro no Supermercado, ambos com Tereza Rachel, e dirigiu Os Emigrados, Prêmios Molière para os atores Sebastião Vasconcelos e Rubens Corrêa, espetáculo que compartilhou no campo teatral com o processo de anistia em curso no final dos anos 1970 no Brasil. Em 1990,  foi secretário nacional da Cultura do governo Collor. No momento, Ipojuca escreve a biografia da atriz de cinema, teatro e televisão Tereza Rachel.

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Nêumanne entrevista Márcia Cavallari

Nêumanne entrevista Márcia Cavallari

Ibope constata que política brasileira está muito desacreditada

 

Márcia Cavallari, CEO do Ibope Inteligência, diz que brasileiros acham que os políticos trabalham mais em seu próprio benefício do que para a sociedade, mas escolhem parlamentares conhecidos e no poder

“Após o atentado houve um fortalecimento da candidatura de Jair Bolsonaro e um aumento nas intençõesde voto nele. A campanha de Jair Bolsonaro começou bem antes do ano eleitoral nas redes sociais, ele tem uma militância espontânea entre seus eleitores. E isso faz com que o seu voto seja consolidado, uma vez que ele é o candidato que apresenta a menor diferença entre a pergunta espontânea, sem apresentação dos nomes dos candidatos, e a pergunta estimulada, em que os candidatos são apresentados ao eleitor” disse Márcia Cavallari Nunes, CEO do Ibope Inteligência. Na série Nêumanne Entrevista, a especialista constatou uma contradição na série de levantamentos feitos pelo instituto na eleição a ser disputada neste domingo, 7 de outubro. De modo geral, observou ela, “a política brasileira está muito desacreditada, 79% concordam com a frase de que os políticos trabalham mais em seu próprio benefício do que para a sociedade. Outros 64% acreditam que a política brasileira impede que apareça um líder honesto e comprometido com mudanças para o povo”. Mas esta constatação contradiz outra conclusão que ela permite definir na entrevista: “Aparentemente, também não teremos uma grande renovação no Congresso, de acordo com nossas pesquisas de intenção de voto parasenador e deputado, os eleitores estão escolhendo, novamente, parlamentares já conhecidos, muitos deles no poder.”

Para Márcia, antecipação da campanha nas redes sociais tornou voto em Bolsonaro mais convicto. Foto: Acervo pessoal

Para Márcia, antecipação da campanha nas redes sociais tornou voto em Bolsonaro mais convicto. Foto: Acervo pessoal

Márcia Cavallari Nunes, atual CEO (chief executive officer) do Ibope Inteligência, é responsável pela direção-geral da empresa, além de se envolver diretamente na coordenação de projetos específicos/especiais. Formada em Estatística pela USP, tem mestrado em Ciências Políticas com ênfase em Pesquisa de Opinião Pública pela Universidade de Connecticut. No Ibope desde 1982, já ocupou, entre outros cargos, o de diretoraexecutiva e de gerente nas áreas de opinião pública e de estatística. Tem 36 anos de experiência em pesquisa de mercado e opinião, com atuação em projetos qualitativos e quantitativos. É vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep) e faz parte do Conselho do Centro de Estudos de Opinião Pública(Cesop) da Unicamp. Além disso, lecionou no curso de Pesquisa de Mercado, Mídia e Opinião com ênfase na Gestão da Informação da ESPM e no Curso de Extensão de Opinião Pública, Mídia e Estratégias de Comunicação Política do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). E coautora de diversos livros sobre pesquisa eleitoral.

Nêumanne entrevista Márcia Cavallari Nunes

 

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Nêumanne entrevista Rubens Figueiredo

Nêumanne entrevista Rubens Figueiredo

Achar injusta prisão de Lula é uma insanidade, diz sociólogo

Rubens Figueiredo teme pelo futuro da democracia, pois os candidatos desdenham do que ela tem de mais nobre e generoso e chegam ao ponto de por eleição sob suspeita

O professor Rubens Figueiredo, bacharel e doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), protagoniza esta semana a série Nêumanne Entrevista no blog, lamentando o protagonismo de Lula na atual campanha eleitoral. Para ele, “um cidadão que não pode disputar a eleição não poderia, por consequência, dar apoio a ninguém. Está impedido por lei de disputar a eleição, preso, mas aparece nas rádios e TVs o dia inteiro e tem grandes chances de eleger um apaniguado? Qual a lógica disso?”. Em relação a Jair Bolsonaro, do PSL, o “anti-Lula” da eleição, comentou que seus eleitores “não suportam a incompetência e a corrupção da esquerda, o governo dos amigos, têm ojeriza aos rios de dinheiro canalizados para sindicatos e ONGs, rejeitam  a apologia da diversidade, a exaltação dos direitos humanos, as cotas à frente do mérito, o elogio às famílias que não são formadas por heterossexuais, e por aí  vai. O discurso de  Bolsonaro cala fundo ao heterossexual, empregado, pai de família, batalhador e que não aguenta mais a violência. Por isso sua popularidade”. O especialista em marketing político também diagnosticou a crise profunda pela qual passa o Brasil como resultado do esgotamento de duas agendas. Uma, a do modelo social-democrata, para ele, “se materializa no generosíssimo volume de benefícios sociais inscritos na Constituição de 88. Esse modelo não para em pé”. A outra é a intervencionista-desenvolvimentista, que, segundo ele, “fracassou miseravelmente”. Pois, esclareceu, “gerou desajustes na economia que levaremos anos para ajustar.”

Para Rubens, "a credibilidade das instituições políticas está no fundo do poço e a crise econômica é gravíssima, mas ninguém foi à rua protestar". Foto: Acervo pessoal

Para Rubens, “a credibilidade das instituições políticas está no fundo do poço e a crise econômica é gravíssima, mas ninguém foi à rua protestar”. Foto: Acervo pessoal

Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e pós-graduado em Ciência Política pela mesma instituição, Rubens Figueiredo é diretor do Cepac – Pesquisa e Comunicação S/C Ltda. É ainda consultor da Fundação Espaço Democrático e integrante de Coselhos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). É autor, coautor e organizador de vários livros, como Junho de 2013: A sociedade enfrenta o Estado, Para onde vamos? – Política, economia, segurança pública e relações internacionais no mundo contemporâneoCidades nota 10 – Vida inteligente na administração pública brasileira ,Marketing político em tempos modernos, Empresariado Brasileiro – Política, Economia e SociedadeA era FHC: um balanço,O que é opinião pública, entre outros. Integrou o Conselho de Comunicação do presidente Michel Temer e a consultoria dapresidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Proferiu palestras sobre pesquisas, administração pública, marketing político e eleições  na  Alemanha, na Argentina, no Chile, na Espanha, na França, no México, em Moçambique, no Peru e naVenezuela. Escreveu, em parceria com Fernando Henrique Cardoso, o paper  Reconciling capitalists with democracy: the Brazilian Case, apresentado em Seminário Internacional na Itália.

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