Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Fortuna Crítica

Poema de José Nêumanne no “Amar verbo atemporal”. Convite

Poema de José Nêumanne no “Amar verbo atemporal”. Convite

Celina Portocarrero teve a idéia de fazer uma antologia com 50 poemas de amor de autores mortos consagrados e mais 50 inéditos de poetas (23 mulheres e 27 homens) em atividade, nascidos entre 1936 e 1989 em todas as regiões do País. Amar, verbo atemporal, 100 poemas de amor, editado pela Rocco, será lançado segunda 6 de julho na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio, e terça 14 na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, na Vila Madalena, em São Paulo. O da página 111 é de José Nêumanne Pinto:

NOTURNO

Um relâmpago rasga a noite
qual navalha afiada na pedra,
a batucada da chuva no asfalto,
ao som de motores que roncam
e de pneus patinando em poças.
A vida não é muito mais do que isto:
uma treva úmida e renitente
com brilhos e ruídos de repente,
o sorriso cúmplice na fotografia
e o cheiro da mulher amada no lençol.

Violência contra jornalistas. Audiência na Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Violência contra jornalistas. Audiência na Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Durante audiência pública para discutir a violência contra jornalistas, o presidente da Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Efraim Filho (Democratas-PB), defendeu a fixação de punições severas para esses tipos de crimes. “Não podemos ser permissivos. A pena tem que ser dura e a lei deve ser aplicada”, afirmou nesta terça-feira (3). A audiência trouxe integrantes da Polícia Federal, Ministério das Relações Exteriores e representantes dos jornalistas.

Assista ao vídeo:

O deputado relatou a preocupação da Comissão de Segurança em aperfeiçoar a legislação para combater de forma mais dura a violência contra a imprensa. Ele lembrou casos mais recentes de assassinatos a repórteres do Maranhão e Ponta Porã (MT) que engrossam uma estatística alarmante. De acordo com a ong suíça Campanha Emblema de Imprensa (PEC, sigla em inglês), o Brasil é o segundo país mais perigoso do mundo para os profissionais de imprensa, atrás apenas da Síria. Segundo a entidade, 42 jornalistas foram mortos entre 1982 e 2007 e, em 2012, quatro foram assassinados no País.

“O que a Câmara dos Deputados se preocupa também é que impunidade é pior que o próprio atentado. Há um sentimento de insegurança que toma conta de forma epidêmica da sociedade”, destacou Efraim Filho. O parlamentar ainda criticou a posição do governo por meio da polícia federal que alega não ter condições de investigar a fundo esses crimes. “Hoje você tem uma polícia federal com diversas atribuições, um quadro restrito e sem perspectiva de amplia-lo. É um misto de impunidade e falta de condições para uma investigação profunda”, acrescentou.

O jornalista José Nêumane Pinto, que participou da audiência, concorda com democrata. “O Estado brasileiro é omisso e não tem uma política de segurança pública. O Estado não pode alegar que não tem condições proteger o jornalista. O Estado democrático funciona a partir do direito a liberdade. Se você não tem condições de garantir o direito à liberdade, é Estado, mas não é democrático e nem de direito”, protesta o jornalista.
Categoria:
Notícias e política

Nêumanne entrevistado em Goianésia pelo Jornal Correio Goiano

Nêumanne participa de seminário promovido pelo SEBRAE em Goiás

Nêumanne participa de seminário promovido pelo SEBRAE em Goiás

Leia a notícia e assista ao vídeo:

Sebrae traz jornalista José Nêumanne Pinto para palestra em Goianésia sobre Economia

Jornal Correio Goiano

Da Redação – Túlio Menezes

Atualizado em 29/05/2012 às 23:48

O jornalista, escritor e comentarista do programa de TV, SBT Brasil, e da Rádio Jovem Pan de São Paulo, José Nêumanne Pinto, visitou Goianésia na noite desta terça-feira, 29, onde realizou palestra para acadêmicos, empresários e comunidade em geral dentro do ciclo de seminários promovido pelo SEBRAE, responsável por atender a região centro-norte de Goiás.

Dentro do programa “Horizontes para Gestão” do SEBRAE Goiás, as palestras são realizadas em Goianésia, Uruaçu e outras cidades, como Ceres e Porangatu. A diretora Regional do SEBRAE,Sandra de Paula, falou com o Correio Goiano e explicou o objetivo do ciclo de palestras. “O programa Horizontes pra Gestão foi criado no ano passado e o objetivo é trazer temas para a classe empresarial, bem como para toda a sociedade, onde inclusive contamos com a parceria do CDL”.

O gestor de projetos do SEBRAE, Eder José, também conversou com o Correio Goiano e falou da palestra ministrada pelo jornalista e escritor José Nêumanne Pinto. “Trouxemos aqui para Goianésia para essa palestra uma pessoa que conhece bem do assunto e que vive o assunto”, disse.

O palestrante da noite, José Nêumanne Pinto, explicou os assuntos que foram apresentados à sociedade de Goianésia, conversando com o Jornal Correio Goiano.

 

Entrevista ao Jornal Goiano

“O que sei de Lula”, na revista Savoir Faire

“O que sei de Lula”, na revista Savoir Faire

O jornalista, comentarista de rádio e TV, escritor e poeta José Nêumanne Pinto conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975, pouco depois de este haver assumido a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Desde então, tem mantido contato profissional e pessoal – de início, mais estreito, depois limitado ao noticiário – com o personagem que ele considera o maior líder político do Brasil em todos os tempos.

Nos últimos meses do segundo mandato do ex-dirigente sindical e do Partido dos Trabalhadores na Presidência da República, Nêumanne resolveu escrever seu testemunho, com o qual pretende esclarecer o que fez dele o primeiro representante autêntico do homem do povo no poder mais alto. O que sei de Lula relata episódios inéditos, como a reunião de Lula com um emissário do Planalto no governo Figueiredo, o major Gilberto Zenkner, que tinha montado a rede de espionagem do Exército contra a guerrilha do PCdoB no Araguaia, no apartamento do jornalista Alexandre von Baumgarten, vítima de um atentado em alto mar, cuja autoria foi atribuída à chamada “comunidade de informações”. E acompanha a trajetória do menino retirante do sertão de Pernambuco à Praça dos Três Poderes à luz de fatos reais, e não da poeira mitológica com que se tentou cobrir, ao longo dos últimos 36 anos, a verdade histórica, posta a serviço da doutrinação ideológica.

O Lula que emerge das páginas deste livro não é o socialista que trocou a revolução pela carreira política de sucesso na democracia, mas sim um gênio da comunicação que conseguiu falar diretamente à alma e ao coração do homem comum, com sua experiência de convívio com a fome, a humilhação e o desemprego. Admirador declarado de Mahatma Gandhi e de Adolf Hitler, como confessou a um entrevistador à época em que liderava os metalúrgicos do ABC em greves que ajudaram a derrubar a ditadura militar no Brasil, tornou-se amigo de revolucionários como o cubano Fidel Castro e chegou a ser publicamente elogiado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, que o chamou de “o cara”.

O texto deste livro acompanha as mudanças da “metamorfose ambulante”, expressão inspirada na canção do roqueiro Raul Seixas que o próprio líder adotou para se definir, que começou se negando a participar da campanha pela anistia dos exilados, proposta pelo general Golbery do Couto e Silva, e terminou levando ao poder um dos mais notórios deles, o ex-líder estudantil José Dirceu. “Nêumanne escreve porque esteve lá, diante do evento que estava sendo gerado. É irretorquível, portanto, o caráter conservador de Lula e de sua turma. Não dá, depois das páginas deste livro, para tagarelar em ‘esquerdês’ no caso do gárrulo presidente”, escreveu o filósofo e professor de ética Roberto Romano.

O profissional de televisão José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, definiu o livro como “fascinante na forma de narrar, no conteúdo sólido e na construção precisa e detalhada do personagem. Transcende ao Lula. É uma aula de política brasileira”. Segundo o cientista social Leôncio Martins Rodrigues, “neste livro, Nêumanne nos dá uma contribuição extraordinária para entendermos as idas e vindas de quem se definiu como metamorfose ambulante.

Revista  Savoir Faire, 3 de maio de 2012.

“O que sei de Lula”, por Arnaldo Jabor na rádio CBN

“O livro de José Nëumanne Pinto é fundamental não apenas porque mostra os detalhes da personalidade desse fenômeno teatral [Lula], mas também porque lendo-o vemos o que está em volta, o contexto em que tudo isso aconteceu, vemos o Brasil que cercava seus atos que nos cerca. Além de mostrar Lula sem véus, mostra-nos o verdadeiro Brasil.” Arnaldo Jabor na rádio CBN.

Na mídia: Arnaldo Jabor na rádio CBN

 

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