Site oficial do escritor e jornalista José Nêumanne Pinto

Fortuna Crítica

Palestra na Academia Paraibana de Letras

Palestra na Academia Paraibana de Letras

No último sábado 25 de agosto, José Nêumanne Pinto realizou palestra  na Academia Paraibana de Letras sobre Augusto dos Anjos. Na foto, entre Jairo César e Thiago Germano, debatedores. De gorro, de costas, Carlos Aranha.

No blog João Pessoa 

(Transcrição)
“Toda forma de manter o Augusto (dos Anjos) vivo é uma forma de manter a poesia e parte da própria língua portuguesa viva”. Este foi um dos elementos abordados pelo jornalista, poeta e escritor José Nêumanne Pinto, durante a palestra que marcou o segundo dia do “Augusto das Letras”, uma homenagem do Projeto Agosto das Letras ao centenário da publicação do livro “Eu” àquele que é considerado o maior poeta paraibano, na Academia Paraibana de Letras, neste sábado (25).

A programação do evento, que teve início nessa sexta-feira (24), vai até o dia 31 de agosto, apresentando ao público desde apresentações artísticas, shows musicais, recitais e exposições de esculturas até palestras e debates com especialistas. Eleito paraibano do século, Augusto dos Anjos teve o projeto Agosto das Letras, anualmente promovido desde 2007 pela Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), repaginado em sua homenagem como o Augusto das Letras.

“Augusto dos Anjos era um poeta popular e produzir eventos em sua homenagem é uma forma de manter a literatura e a própria língua portuguesa viva. Precisamos manter ele vivo como uma maneira de manter uma referência cultural”, destacou o escritor e membro da Academia Paraibana de Letras, José Nêumanne Pinto que, ao lado do poeta Jairo César e do jornalista Thiago Germano, debateram sobre o autor do “Eu”.

A realização do projeto é da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e tem como palco diversas locações, como a Academia Paraibana de Letras, Usina Cultural Energisa, Casarão 34, Casa de Musicultura, Livraria do Luís e Praça de Eventos do Shopping Tambiá.

Participação – O Augusto das Letras conta com a participação de consagrados representantes da literatura brasileira, a exemplo de Carlos Heitor Cony, Bráulio Tavares e Antônio Carlos Secchin. O evento também contará com a presença de músicos como Oliveira de Panelas, Chico da Viola e Gustavo Magno.

Augusto dos Anjos – Nascido no Engenho Pau d’Arco, em 20 de abril de 1884, Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos tem em seu único livro “Eu”, lançado em junho de 1912, uma das obras mais lidas do país, fazendo o paraibano ser aclamado postumamente pela crítica.

 

Foto Andrea Gisele

 

 

Poema de José Nêumanne no “Amar verbo atemporal”. Convite

Poema de José Nêumanne no “Amar verbo atemporal”. Convite

Celina Portocarrero teve a idéia de fazer uma antologia com 50 poemas de amor de autores mortos consagrados e mais 50 inéditos de poetas (23 mulheres e 27 homens) em atividade, nascidos entre 1936 e 1989 em todas as regiões do País. Amar, verbo atemporal, 100 poemas de amor, editado pela Rocco, será lançado segunda 6 de julho na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio, e terça 14 na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, na Vila Madalena, em São Paulo. O da página 111 é de José Nêumanne Pinto:

NOTURNO

Um relâmpago rasga a noite
qual navalha afiada na pedra,
a batucada da chuva no asfalto,
ao som de motores que roncam
e de pneus patinando em poças.
A vida não é muito mais do que isto:
uma treva úmida e renitente
com brilhos e ruídos de repente,
o sorriso cúmplice na fotografia
e o cheiro da mulher amada no lençol.

Violência contra jornalistas. Audiência na Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Violência contra jornalistas. Audiência na Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Durante audiência pública para discutir a violência contra jornalistas, o presidente da Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Efraim Filho (Democratas-PB), defendeu a fixação de punições severas para esses tipos de crimes. “Não podemos ser permissivos. A pena tem que ser dura e a lei deve ser aplicada”, afirmou nesta terça-feira (3). A audiência trouxe integrantes da Polícia Federal, Ministério das Relações Exteriores e representantes dos jornalistas.

Assista ao vídeo:

O deputado relatou a preocupação da Comissão de Segurança em aperfeiçoar a legislação para combater de forma mais dura a violência contra a imprensa. Ele lembrou casos mais recentes de assassinatos a repórteres do Maranhão e Ponta Porã (MT) que engrossam uma estatística alarmante. De acordo com a ong suíça Campanha Emblema de Imprensa (PEC, sigla em inglês), o Brasil é o segundo país mais perigoso do mundo para os profissionais de imprensa, atrás apenas da Síria. Segundo a entidade, 42 jornalistas foram mortos entre 1982 e 2007 e, em 2012, quatro foram assassinados no País.

“O que a Câmara dos Deputados se preocupa também é que impunidade é pior que o próprio atentado. Há um sentimento de insegurança que toma conta de forma epidêmica da sociedade”, destacou Efraim Filho. O parlamentar ainda criticou a posição do governo por meio da polícia federal que alega não ter condições de investigar a fundo esses crimes. “Hoje você tem uma polícia federal com diversas atribuições, um quadro restrito e sem perspectiva de amplia-lo. É um misto de impunidade e falta de condições para uma investigação profunda”, acrescentou.

O jornalista José Nêumane Pinto, que participou da audiência, concorda com democrata. “O Estado brasileiro é omisso e não tem uma política de segurança pública. O Estado não pode alegar que não tem condições proteger o jornalista. O Estado democrático funciona a partir do direito a liberdade. Se você não tem condições de garantir o direito à liberdade, é Estado, mas não é democrático e nem de direito”, protesta o jornalista.
Categoria:
Notícias e política

Nêumanne entrevistado em Goianésia pelo Jornal Correio Goiano

Nêumanne participa de seminário promovido pelo SEBRAE em Goiás

Nêumanne participa de seminário promovido pelo SEBRAE em Goiás

Leia a notícia e assista ao vídeo:

Sebrae traz jornalista José Nêumanne Pinto para palestra em Goianésia sobre Economia

Jornal Correio Goiano

Da Redação – Túlio Menezes

Atualizado em 29/05/2012 às 23:48

O jornalista, escritor e comentarista do programa de TV, SBT Brasil, e da Rádio Jovem Pan de São Paulo, José Nêumanne Pinto, visitou Goianésia na noite desta terça-feira, 29, onde realizou palestra para acadêmicos, empresários e comunidade em geral dentro do ciclo de seminários promovido pelo SEBRAE, responsável por atender a região centro-norte de Goiás.

Dentro do programa “Horizontes para Gestão” do SEBRAE Goiás, as palestras são realizadas em Goianésia, Uruaçu e outras cidades, como Ceres e Porangatu. A diretora Regional do SEBRAE,Sandra de Paula, falou com o Correio Goiano e explicou o objetivo do ciclo de palestras. “O programa Horizontes pra Gestão foi criado no ano passado e o objetivo é trazer temas para a classe empresarial, bem como para toda a sociedade, onde inclusive contamos com a parceria do CDL”.

O gestor de projetos do SEBRAE, Eder José, também conversou com o Correio Goiano e falou da palestra ministrada pelo jornalista e escritor José Nêumanne Pinto. “Trouxemos aqui para Goianésia para essa palestra uma pessoa que conhece bem do assunto e que vive o assunto”, disse.

O palestrante da noite, José Nêumanne Pinto, explicou os assuntos que foram apresentados à sociedade de Goianésia, conversando com o Jornal Correio Goiano.

 

Entrevista ao Jornal Goiano

“O que sei de Lula”, na revista Savoir Faire

“O que sei de Lula”, na revista Savoir Faire

O jornalista, comentarista de rádio e TV, escritor e poeta José Nêumanne Pinto conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975, pouco depois de este haver assumido a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Desde então, tem mantido contato profissional e pessoal – de início, mais estreito, depois limitado ao noticiário – com o personagem que ele considera o maior líder político do Brasil em todos os tempos.

Nos últimos meses do segundo mandato do ex-dirigente sindical e do Partido dos Trabalhadores na Presidência da República, Nêumanne resolveu escrever seu testemunho, com o qual pretende esclarecer o que fez dele o primeiro representante autêntico do homem do povo no poder mais alto. O que sei de Lula relata episódios inéditos, como a reunião de Lula com um emissário do Planalto no governo Figueiredo, o major Gilberto Zenkner, que tinha montado a rede de espionagem do Exército contra a guerrilha do PCdoB no Araguaia, no apartamento do jornalista Alexandre von Baumgarten, vítima de um atentado em alto mar, cuja autoria foi atribuída à chamada “comunidade de informações”. E acompanha a trajetória do menino retirante do sertão de Pernambuco à Praça dos Três Poderes à luz de fatos reais, e não da poeira mitológica com que se tentou cobrir, ao longo dos últimos 36 anos, a verdade histórica, posta a serviço da doutrinação ideológica.

O Lula que emerge das páginas deste livro não é o socialista que trocou a revolução pela carreira política de sucesso na democracia, mas sim um gênio da comunicação que conseguiu falar diretamente à alma e ao coração do homem comum, com sua experiência de convívio com a fome, a humilhação e o desemprego. Admirador declarado de Mahatma Gandhi e de Adolf Hitler, como confessou a um entrevistador à época em que liderava os metalúrgicos do ABC em greves que ajudaram a derrubar a ditadura militar no Brasil, tornou-se amigo de revolucionários como o cubano Fidel Castro e chegou a ser publicamente elogiado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, que o chamou de “o cara”.

O texto deste livro acompanha as mudanças da “metamorfose ambulante”, expressão inspirada na canção do roqueiro Raul Seixas que o próprio líder adotou para se definir, que começou se negando a participar da campanha pela anistia dos exilados, proposta pelo general Golbery do Couto e Silva, e terminou levando ao poder um dos mais notórios deles, o ex-líder estudantil José Dirceu. “Nêumanne escreve porque esteve lá, diante do evento que estava sendo gerado. É irretorquível, portanto, o caráter conservador de Lula e de sua turma. Não dá, depois das páginas deste livro, para tagarelar em ‘esquerdês’ no caso do gárrulo presidente”, escreveu o filósofo e professor de ética Roberto Romano.

O profissional de televisão José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, definiu o livro como “fascinante na forma de narrar, no conteúdo sólido e na construção precisa e detalhada do personagem. Transcende ao Lula. É uma aula de política brasileira”. Segundo o cientista social Leôncio Martins Rodrigues, “neste livro, Nêumanne nos dá uma contribuição extraordinária para entendermos as idas e vindas de quem se definiu como metamorfose ambulante.

Revista  Savoir Faire, 3 de maio de 2012.

Página 3 de 612345...»
Criação de sites em recife Q.I Genial