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Direto ao Assunto

Direto ao Assunto no YouTube: 1 trilhão de provas contra Lula e Lulinha

Direto ao Assunto no YouTube: 1 trilhão de provas contra Lula e Lulinha

Com ordem judicial à mão, a PF foi até a sede da Telemar/Oi no Rio de Janeiro com mandado de busca e apreensão e apreendeu um HD com 1 terabyte (1 trilhão de bytes) do chefão da telefônica, Eurico de Jesus Teles Neto, e em sua caixa de entrada teve acesso a e-mails revelando ilícitos de toda ordem entre a empresa e o grupo “empresarial” dos sócios Luís Lula da Silva, Lulinha, Jonas Suassuna, Fernando e Kalil Bittar. Os agentes da Operação Mapa da Mina, 69.ª fase da Lava Jato, tiveram acesso a provas cabais da movimentação de R$ 130 milhões da ex-supertele verde-amarela com as firmas do quarteto furta bytes: G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, Gameorpo, Editora Gol, Goi Mídia, Gol Mobile, Goal Discos, Coskin, PJA Empreendimentos e FDI. Encontrou também informações sobre dívida feita, não paga e cobrada da Gol Mobile com a Oi no valor de R$ 6.818.080,40. Ou seja, falar de falta de provas a esta altura é medalha de ouro em mentira. Direto ao assunto. Inté. Só a verdade nos salvará. 

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Comentário no Jornal Eldorado: O computador que entregou Lulinha

Comentário no Jornal Eldorado: O computador que entregou Lulinha

A sede da Telemar/Oi, no Rio de Janeiro, foi vasculhada pela Operação Mapa da Mina, 69.ª fase da Lava Jato, e lá foi apreendido um HD com 1000 gigabytes.No computador os agentes da PF encontraram registros de e-mails entre funcionários da telefônica e da Gol Mobile, do grupo de Lulinha, Jonas Suassuna, Fernando e Kalil Bittar. Na caixa de entrada do CEO da Oi, Eurico de Jesus Teles Neto, a PF afirma que ‘foi identificada uma sequência de e-mails, ocorrida entre o final do ano de 2011 e início de 2012, que visava regularizar a situação dessa Gol Mobile, uma vez que este fornecedor não executava uma “prestação de serviço tradicional”’.

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Assuntos para comentário da quarta-feira 5 de fevereiro de 2020

1 – Haisem – Que novidades relevantes a Policia Federal descobriu sobre a relação entre o filho de Lula Fábio Luiz, o Lulinha, e a empresa telefônica Oi em e-mails obtidos por mandatos de busca e apreensão

2 – Carolina – Lula quer adiar interrogatório para ver papa – registra notícia publicada na página A 8 do Estadão de hoje. Em sua opinião, um bate-volta ao Vaticano seria causa justa para adiar um depoimento à Justiça numa ação penal

3 – Haisem – Que resultados maléficos poderão trazer para o governo de Jair Bolsonaro o inquérito penal aberto pela Polícia Federal a partir da denúncia da Folha de S. Paulo sobre atitudes tidas como pouco republicanas de seu secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten

4 – Carolina – União paga pensão a 52 mil filhas solteiras – diz título de chamada de primeira página do Estadão hoje. O que justifica esse tipo de postura pública ainda resistir ao tempo numa época de crise como a atual

5 – Haisem – TJ-RJ mantém quebra de sigilo de Flávio – Até quando vai rolar esse vaivém jurídico em torno da investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre eventual rachadinha no gabinete do primogênito do presidente Bolsonaro à época em que ele era deputado estadual no Rio

6 – Carolina – Por que persiste, a seu ver, a controvérsia sobre o resgate de brasileiros que vivem na província de Uhan na China, assolada pelo novo coronavírus, para uma quarentena em Anápolis, no interior de Goiás

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7 – Haisem – O que motivou seu artigo publicado na página 2, de Opinião, do Estadão de hoje, sob o título Supremo reduzido a moeda de troca na briga eleitoral

8 – Carolina – O que justifica, em sua opinião, o silêncio das feministas de esquerda sobre as ofensas brutais proferidas pelo ator de novelas da Globo Zé de Abreu contra sua colega Regina Duarte e a reação da ex-presidente Dilma Rousseff à crítica de Pedro Bial ao documentário de Petra Costa que concorre ao Oscar

 

 

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Nesta quarta-feira no Estadão: Supremo reduzido a elemento da briga eleitoral

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Moro no STF pode ser a solução para Bolsonaro,

Centrão e esquerda o afastarem das urnas

A dois anos e meio da campanha eleitoral em que o sucessor de Jair Messias Bolsonaro será eleito pela maioria dos cidadãos aptos a votar e a três do começo do futuro governo, a sucessão em questão está introduzindo no debate uma novidade insólita e maligna. Pela primeira vez na História cada vez mais insana desta República, uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) poderá ser preenchida por interesses eleiçoeiros. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, entra no páreo não mais para preencher a condição de jurista de notório saber e reputação ilibada, como exige a ordem constitucional vigente. Mas por poder representar eventual empecilho a seu chefe e ser, com certeza, disparado favorito na disputa contra qualquer adversário.

Durante o ano inteiro de 2019, primeiro da nova legislatura e também do mandato presidencial, os condenados, acusados, denunciados e suspeitos de corrupção na cúpula dos três Poderes da República fizeram das tripas coração para reduzir seu poder. E, se possível, desalojar do cargo de primeiro escalão o ex-juiz federal que comandou a mais bem-sucedida e popular operação de combate à corrupção no País. Congressistas sabotaram, primeiro, suas dez medidas contra o furto levadas ao Legislativo por procuradores. Em seguida, fizeram o diabo para desidratar as sugestões que o agora chefe da pasta lhes encaminhou oficialmente sob o nome genérico de fantasia “pacote anticrime”. Nesse afã, introduziram no texto projeto soprado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes e adotado por Margarete Coelho (do PP de Paulo Maluf no Piauí governado por Wellington Dias, do PT), presidente da comissão instalada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Nada disso, contudo, reduziu em um mísero ponto porcentual a popularidade de quem pretendiam atingir.

A esquerda, que atribui a Moro a liderança da conspiração para excluir da disputa eleitoral seu ídolo Lula, recorreu para tanto a um expediente em que misturou delito com cavilação. Um grupo de estelionatários habituados a crimes virtuais, hackers de Araraquara (daí o neologismo genial da colega Cora Rónai, “arararraquers”) invadiu os diálogos de cerca de mil autoridades, entre as quais o inimigo comum, no aplicativo russo Telegram. E neles encontrou – em alguns casos, inseriu – diálogos com os quais tentaram insinuar que o magistrado que condenou seu líder na primeira instância comandou as ações do Ministério Público em relação ao réu. O resultado, divulgado pelo site The Interecept Brasil, passou a ser a bola sete para desmoralizar a Lava Jato.

A conspiração, comandada pelo próprio Lula na chamada sala “de estado-maior” da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, contou com a ajuda da candidata a vice na chapa do poste 2 do ex-metalúrgico, Manuela d’Ávila, e os serviços do americano Glenn Greenwald. Este deixou no condado de Nova York, onde vivia, um rastro de participação em pornografia numa empresa em que era associado de seu então companheiro e uma prática pouco recomendável de sonegação de impostos.

O conta-gotas de ácido venenoso usado no estratagema, efetuado em parceria com a Folha de S.Paulo, a Band News e a revista Veja, também em nada atingiu o objetivo do truque empregado. Recentes pesquisas de opinião, inclusive da Datafolha, de uma das empresas parceiras, revelam, ao contrário, a alta dos índices de popularidade do ministro da Justiça, superando os do chefe e dos empenhados em derrubá-lo.

O fiasco da invasão criminosa das mensagens telefônicas – nunca submetidas a perícia – e a constatação de que o inimigo continua fora do alcance de suas punhaladas parecem ter levado os desafetos políticos do juiz paranaense a alterar a tática. Isso inclui a mudança de planos do próprio presidente da República para a indicação do sucessor do decano do STF, Celso de Mello, em dez meses. É público e notório que ele há muito havia desistido de indicar Moro para a vaga, sob a falsa alegação de que o Senado não aprovaria. E já anunciou nomes para essa cadeira e para a que será desocupada no ano que vem por Marco Aurélio Mello.

Para a primeira Bolsonaro sacou do colete o advogado-geral da União, André Mendonça, bajulador de Lula e de Dias Toffoli. Para a outra já foi anunciado o ex-major da PM Jorge Oliveira, “Jorginho” para o clã presidencial, secretário-geral da Presidência e bacharel em Direito há 13 anos. A razão para a nomeação foi dada sem subterfúgios pelo deputado Eduardo Bolsonaro: ele é de todos os pretendentes o mais leal a Jair Messias Bolsonaro.

As duas eventuais indicações seriam o apanágio da decadência do STF. Mas o próprio chefe do governo já parece ter entendido o recado dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia, de que o herói do populacho em justiça seria aprovado na sabatina pelos senadores.

Conselhos de interlocutores palacianos parecem ter convencido o capitão a se livrar e deixar os chefões partidários liberados da disputa talvez inglória com a eventual presença do nome de Moro na urna eletrônica em 2022. O custo dessa operação “salve-se quem puder” poderá ser uma quarentena de seis anos sem disputa nas urnas para o ministro. Será a confirmação de que Deus escreve certo

José Nêumanne Pinto. Jornalista, poeta e escritor

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Comentário no Jornal Eldorado: Toffoli não faz o que diz

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Na abertura do ano judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF, ministro Dias Toffoli, afirmou em discurso que é normal haver “divergências” entre os ministros e ressaltou que o objetivo do Poder Judiciário é “gerar confiança, previsibilidade e segurança jurídica”. Trata-se de uma declaração pública de evidentes cinismo e hipocrisia sem igual. Pois o dito pletório excelso é uma feira de vaidades que chega a tais extremos que não falta quem diga que não há um, mas 11. E o chefe do Judiciário é o primeiro a açular essa discórdia desprezando as decisões colegiadas e enfrentando colegas dos quais discorda com decisões monocráticas assumidas em plantões de férias, como no caso do juiz de garantias. Ou dirigindo votações coletivas que desprezam jurisprudências recentes como no episódio da segunda instância.

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Assuntos para comentário da terça-feira 4 de fevereiro de 2020

1 – Haisem – Que contribuição você acha que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, tem dado à previsibilidade e à segurança jurídicas, que ele pregou como grandes virtudes da instituição

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2 – Carolina – Quais são os bastidores da verdadeira guerra que o presidente da Câmara dos Deputados está movendo contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ultimamente

3 – Haisem – Qual a diferença da pauta do governo este ano que o presidente da República, Jair Bolsonaro, mandou o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, levar ontem ao Congresso na abertura do ano legislativo

4 – Carolina – Coronavírus faz governo decretar emergência – é o título de uma chamada na primeira página. O que teria levado, a seu ver, as autoridades federais a tomarem essa atitude

SONORA MANDETTA 0402 A

5 – Haisem – Alcolumbre dá prioridade a mudanças no Supremo – registra manchete que abre a edição de Política do Estadão na página A 4. O que você acha que levou o presidente do Senado a tomar essa atitude

6 – Carolina – Bolsonaro se une a Skaf para enfrentar Doria – é o título da Coluna do Estadão na edição de hoje. O que pode ter levado o presidente a vir a São Paulo celebrar essa aliança inesperada, em sua opinião

7 – Haisem – Cabral afirma que Pezão ajudou a montar o esquema – é o título forte da página 5, também da Política, na edição do Estadão de hoje. Qual é a possibilidade que você vê nessa delação do ex-governador do Rio ser verdadeira ou não passar de mera tentativa de dividir responsabilidades

8 – Carolina – Por que você misturou Bob Dylan com BNDES e Oi no título de seu artigo semanal no Blog do Estadão, que publicou no Portal de nosso jornal ontem à noite

 

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Comentário no Jornal Eldorado: A assessoria jurídica de Lulinha

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Lula e o BNDES são alvos de novas delações premiadas. A abertura da caixa preta do BNDES não tarda por esperar. Sem Monezano e o contrato milionário de R$ 42,7 milhões da Cleary Gottlieb, a caixa preta já aberta pela justiça será escancarada por novas delações premiadas. A delação das delações, a bala de prata no Lula, está a caminho e vai colocar Lula, Lulinha, Gamecorp, Supertele e seus maestros e cúmplices mais enrolados na Justiça. Marco Schroeder, ex-executivo da Oi, fechou acordo de delação premiada, A tele remunerava a empresa do filho do ex com uma verba corporativa contabilizada como assessoria jurídica.

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Assuntos para comentário na segunda-feira 3 de fevereiro de 2020

1 – Haisem – O que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal têm feito em suas investigações que pode inutilizar a tentativa do presidente do BNDES, Gustavo Montezano, de manter fechada a caixa preta do banco

2 – Carolina – Qual é a nova delação que está sendo feita e pode por em palpos de aranha Lula, Lulinha, a Gamecorp, a Supertele e outros protagonistas da corrupção no Brasil e que ainda não foi revelado

3 – Haisem – Por que, a seu ver, mesmo esvaziado depois da dupla demissão em três dias de seu número dois, José Vicente Santini, o chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, mantém a tradição de levar a mensagem presidencial para abertura do ano legislativo

4 – Carolina – Que motivos teria tido, a seu ver, o citado ex-secretário-geral da Casa Civil para fazer um périplo por sete outros lugares no mapa mundi aproveitando viagem para Davos e Nova Délhi

5 – Haisem – Que motivos você acha que a deputada estadual paulista Janaína Paschoal tem para pregar o fim das propagandas oficiais de governos gastando dinheiro público apenas para a própria promoção

6 – Carolina – O que, na sua opinião, inspira o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do DEM, em teoria um partido de direita que fez oposição aos governos do PT, boicotar a CPI sobre financiamentos públicos do Brasil à ditadura esquerdista dos irmãos Castro em Cuba

7 – Haisem – O que você está achando da série sobre a guerra pela água no Brasil que o Estadão publicou ontem e hoje

8 – O que você tem a dizer sobre a reportagem de página inteira que a Folha de S.Paulo editou ontem sobre declarações falsas e distorcidas feitas por Lula desde quye saiu da sala de Estado-Maior da Polícia Federal em Curitiba

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Direto ao Assunto no YouTube: Toffoli, cínico e hipócrita

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O presidente do STF, Dias Toffoli, chegou de férias e discursou na abertura do ano judiciário pregando as três virtudes capitais de sua instituição: confiança, previsibilidade e segurança. É de morrer de rir ou de chorar. A cúpula do Judiciário em geral e em particular as cortes que ele preside – STF e CNJ – merecem da cidadania um voto majoritário de desconfiança justamente por que são imprevisíveis e não dão segurança nenhuma. O maior responsável é ele, não apenas por ser o presidente das suas, mas também porque faz parte de colegiados que primam pela desconfiança, pelo descrédito e pela insegurança recíprocas. São, na prática, 11 Supremos, e não um só, como deveria ser. Tudo isso se deve muito a uma prática que em nada condiz com o pronunciamento de benemerência que fez na fala. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.
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