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Direto ao Assunto

Comentário no Jornal Eldorado: Primeiro, filhos e amigos

Comentário no Jornal Eldorado: Primeiro, filhos e amigos

O vídeo com a reunião do Conselho do Governo em que o presidente Jair Bolsonaro ameaçou demitir o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, caso este não aceitasse a troca sem motivação do diretor-geral da Polícia Federal, escancara a preocupação do presidente com um eventual cerco da polícia judiciária a seus filhos e amigos, que não identificou. O presidente justificou a necessidade de trocar o superintendente da corporação no Rio de Janeiro à defesa de filhos e amigos alegando que sua família estaria sendo ‘perseguida’. O presidente aparece no vídeo chamando a superintendência fluminense da PF de “segurança do Rio”, segundo relatos. O chefe do Executivo fez varredura antes de entregar o vídeo, que será submetido à perícia e depois saiu dizendo que tratava de segurança institucional, e não de eventuais inquéritos.

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Assuntos para comentário na quarta 13 de maio de 2020:

1 – Haisem – Em vídeo, Bolsonaro liga troca na PF à proteção de sua família – diz manchete de primeira página do Estadão de hoje. Afinal, terá sido esta a famosa bala de prata que Moro guardou para disparar na hora certa contra a reputação do presidente da República

2 – Carolina – Que tipo de conseqüência jurídica terá a afirmação do presidente da República, Jair Bolsonaro, de que, ao se referir à família, não falava da Polícia Federal, mas da segurança dos filhos, que não está na área do Ministério da Justiça, mas sob a pasta da Segurança Institucional

3 – Haisem – O que você tem a comentar sobre o desempenho dos três ministros generais do Palácio do Planalto no inquérito do STF que investiga as acusações de Sergio Moro contra Jair Bolsonaro por ocasião da crise gerada pela demissão do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo

4 – Carolina – De que problema institucional específico você trata em seu artigo na página de Opinião do Estadão hoje, intitulado Democracia ameaçada na república dos poltrões

 5 – Haisem – AGU diz que entregou os exames de Bolsonaro ao STF – noticia hoje o Portal do Estadão na internet. O que a revelação do resultado do teste a que o presidente se submeteu para saber se foi, ou não, infectado pela covid-19 no Hospital das Forças Armadas, agora nas mãos do ministro do STF Ricardo Lewandowski

6 – Carolina – Qual será, a seu ver, o destino do ministro da Saúde, Nelson Teich, completamente isolado justamente no momento em que o País está chegando ao pico da pandemia causada pelo novo coronavírus

Comentário no Jornal da Gazeta: Libera o vídeo, Celso

Comentário no Jornal da Gazeta: Libera o vídeo, Celso

A possibilidade do Brasil se livrar de um presidente encrenqueiro e mandrião em plena pandemia da covid-19 e às portas da maior recessão econômica da História está nas mãos do decano do STF, Celso de Mello. Dele é a decisão definitiva de liberar o vídeo da reunião do Conselho de Governo com provas materiais de vários crimes cometidos por Jair Bolsonaro. Por favor, mantë-lo secreto, não!

Para ver comentário no Jornal da Gazeta da quarta-feira 13 de maio de 2020, às 19 horas, clique no play abaixo:

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Direto ao Assunto no YouTube: O Brasil nas mãos do decano

Direto ao Assunto no YouTube: O Brasil nas mãos do decano

A salvação da Pátria da enorme vergonha, que atualmente passa nossa Pátria no mundo inteiro, depende da decisão sábia e firme do ministro do STF Celso de Mello, relator do inquérito em que MPF e PF investigam as acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro contra o presidente da República, Jair Bolsonaro. Caber-lhe-á decidir se vai derrubar, ou não, o sigilo de Justiça da gravação em som e imagem da reunião de boteco sujo do desgoverno na qual o acusado disse alto e bom som que precisava substituir o superintendente da PF do Rio para proteger sua família e seus amigos. Essa confissão explícita de um crime de advocacia administrativa, que por si só cai como uma bomba sobre a reputação do político mais poderoso do Brasil, já é suficientemente grave para inspirar ao decano a decisão certa. Mas o presidente e seus asseclas, em particular seus ministros generais, deram mais um motivo agora quando do nada inventaram uma narrativa mentirosa de que ele na verdade se referia à segurança institucional à família do presidente. Resta uma explicação a dar: e os amigos, hein? Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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Direto ao Assunto no YouTube: A bala de prata de Moro

Direto ao Assunto no YouTube: A bala de prata de Moro

Quem viu o vídeo da reunião do Conselho de Governo de 22 de abril ontem em Brasília contou o que pode vir a ser a bala de prata do ex-ministro Sérgio Moro nas denúncias que fez contra o presidente Jair Bolsonaro depois da demissão do diretor-geral da PF de então, Maurício Valeixo, que provocou seu imediato pedido de demissão. Perplexa, a platéia presente viu e ouviu o chefe do Poder Executivo dizer aos berros e disparando palavrões que não podia deixar a família exposta a perseguições e, por isso, precisava por alguém de confiança na superintendência da polícia judiciária no Estado que chama de seu, o Rio de Janeiro. Diante disso, não vai ser fácil para o procurador-geral da República, Augusto Aras, continuar passando o pano para aquele que o indicou para o topo da carreira e de quem espera ser indicado para a vaga do decano Celso de Mello no Supremo. Nas mãos deste está o cumprimento da transparência democrática autorizando divulgar o vídeo-bomba. Direto ao assunto. Inté. Só a verdade nos salvará.

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Comentário no Jornal Eldorado: Valeixo confirma Moro

Comentário no Jornal Eldorado: Valeixo confirma Moro

O delegado Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da Polícia Federal, em depoimento no inquérito do STF que apura denúncias de Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro, disse que não tinha nada ‘contra a sua pessoa’, mas queria no comando da PF alguém com quem tivesse mais ‘afinidade’. Valeixo disse ainda que foi demitido por telefone e que não pediu para sair do posto. E Bolsonaro faz o que pode para evitar a divulgação do vídeo da reunião do Conselho de Governo em que ameaçou demitir Moro se este não substituísse Valeixo na direção-geral da PF. O presidente acha que o vídeo é de caráter privado e apenas o trecho da conversa com Moro deveria ser publicado para tirar dúvidas. Mas todo brasileiro tem direito de ver a gravação histórica. Se isso prejudica Bolsonaro, não é culpa nossa.

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Assuntos do comentário de terça-feira 12 de maio de 2020:

1 – Haisem – Bolsonaro queria alguém com ‘afinidade’, diz ex-diretor da PF – é a manchete de primeira página do Estadão de hoje. Em que você acha que essa afirmação confirma a hipótese de que o presidente da República queria intervir politicamente na Polícia Federal

2 – Carolina – Sem vôos da FAB, presidente gastou 59% mais no cartão – é o título de uma chamada no alto da primeira página do Estadão. O que essa informação revela de relevante a respeito do conceito de público e privado do fundador da “nova política”, Jair Bolsonaro

3 – Haisem – Força e UGT propõem corte de salário como política para crise – É outra chamada no alto da primeira página do Estadão hoje. A proposta mostra realismo inédito das centrais sindicais. Será suficiente, a seu ver, para evitar um índice muito alto de falência das empresas e de desemprego de trabalhadores

4 – Carolina – Governo põe salões de beleza na lista de essenciais – Este é o título de outra chamada de primeira página no Estadão. E o ministro da Saúde, Nelson Teich, se disse surpreendido com a medida. Você diria que Jair Bolsonaro continua fiel a suas obsessões, mesmo que contrarie a realidade dos fatos, ou realmente está empenhado em garantir emprego

5 – Haisem – Quais são as novidades que traz seu artigo semanal no Blog do Nêumanne, intitulado Nostálgicos da ditadura, desde ontem publicado no Portal do Estadão

6 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a notícia de que o Ministério Público de São Paulo mira manifestantes que participaram de ato contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes em frente à casa dele

Comentário no Jornal da Gazeta: Militar é cidadão comum

Comentário no Jornal da Gazeta: Militar é cidadão comum

Há aí uma reclamação generalizada de bolsonaristas sobre a convocação pelo decano do STF, Celso de Mello, para generais palacianos – Braga Netto, Augusto Heleno e Luiz Ramos – deporem no inquérito aberto para investigar acusações de Sérgio Moro contra Bolsonaro. Não sei por quê. Afinal, os fardados, porventura, seriam cidadãos de classe especial, que não respondem por seus atos?

Para ver comentário no Jornal da Gazeta da segunda-feira 11 de maio de 2020, às 19 horas, clique no link abaixo:

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