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Nêumanne entrevista Celso Lafer

Nêumanne entrevista Celso Lafer

Lafer quer no Brasil governo para todos brasileiros

Ex-chanceler prega moderação e tolerância e não aceita polarização e intolerância na disputa eleitoral nem na formação, conduta e gestão do presidente a ser eleito

O professor emérito da USP Celso Lafer confessou ter “uma preocupação salutar com o futuro que faz velar e ingressar no combate político, o que, no meu caso, significa afirmar a moderação da tolerância e sustentar a inaceitabilidade das polaridades extremistas.” Na edição desta semana da série Nêumanne entrevista, o ex-chanceler citou seu colega na USP e na Academia Paulista de Letras, José de Souza Martins, entrevistado na semana passada, “tanto no conturbado processo eleitoral como no futuro governo, que deverá ser um governo para todos os brasileiros.” Lafer lembrou ainda que, ao insistir na versão não confirmada pela realidade da perseguição de polícia, Ministério Público e Justiça a Lula, “o uso abrangente, mesmo instrumentalizado, desses recursos legais patenteia que em nosso país, como cabe numa democracia, verifica-se a plenitude do respeito ao devido processo legal e do direito à ampla defesa e ao contraditório, que a Constituição assegura. É um mérito político da democracia brasileira e do papel que nela desempenha o Poder Judiciário.”

Hoje Celso Lafer se propõe a afirmar a moderação da tolerância e sustentar a inaceitabilidade das polaridades extremistas” (Foto: Estadão)

Hoje Celso Lafer se propõe a afirmar a moderação da tolerância e sustentar a inaceitabilidade das polaridades extremistas” (Foto: Estadão)

Celso Lafer (São Paulo, 1941) presidiu a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) 2007 a 2015. Éprofessor emérito da Universidade de São Paulo (USP), de sua Faculdade de Direito e de seu Instituto de Relações Internacionais. Foi, até a sua aposentadoria em 2011, professor titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP, na qual estudou (1960-1964) e lecionou Direito Internacional e Filosofia do Direito. MA (1967) e Ph.D. (1970) em Ciência Política pela Cornell University (EUA); livre-docente em Direito Internacional Público (1977) e titular de Filosofia do Direito (1988) na Faculdade de Direito da USP. É membro da Academia Brasileira de Ciências (desde 2004), da Academia Brasileira de Letras (desde 2006) e da Academia Paulista de Letras (desde 2015). Integra desde 2002 a Corte Permanente de Arbitragem Internacional de Haia. Foi ministro das Relações Exteriores (1992, 2001-2002) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (1999). Embaixador, chefe da Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio (OMC) em Genebra (1995-1998). Na OMC, foi presidente do Órgão de Solução de Controvérsias (1996) e do Conselho Geral (1997). É doutor honoris causa das Universidades de Buenos Aires, Córdoba, Três de Febrero, Jean Moulin Lyon 3, Haifa e Birmingham. Recebeu em 2001 o prêmio Moinho Santista, da Fundação Bunge, na área de Relações Internacionais. Suas últimas publicações incluem A Internacionalização dos Direitos Humanos – Constituição, Racismo e Relações Internacionais, Barueri, SP: Manole, 2005; Norberto Bobbio – Trajetória e Obra, São Paulo: Perspectiva, 2013; Um Percurso no Direito no Século XXI – Vol. 1 – Direitos Humanos, Vol. 2 – Direito Internacional, Vol. 3 – Filosofia e Teoria Geral do Direito, São Paulo: Atlas, 2015; Lasar Segall: Múltiplos Olhares, São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2015; Hannah Arendt, Pensamento, Persuasão e Poder, 3.ª edição, revista e muito ampliada, Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2018.

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Nêumanne entrevista José de Souza Martins

Nêumanne entrevista José de Souza Martins

Polarização de extremos será rejeitada pelo eleitor, diz sociólogo

O professor José de Souza Martins acha que candidatos indicam que “o mesmo de sempre prevalecerá”, mas o eleitor rejeitará polarização entre extremistas

“A enorme competência teatral de Lula acobertou a incompetência política do partido para se sobrepor a interesses que contrariavam sua ideologia e seus compromissos com as bases populares”, disse o sociólogo José de Souza Martins, protagonista da série Nêumanne Entrevista da semana. Para ele, “o PT se empenhou em dividir o Brasil até o ponto extremo de dividir famílias, destruir amizades, inviabilizar harmonias, até mesmo distanciar pais e filhos. No Brasil do PT, hoje, só existe lugar para quem subscreve tanto a ideologia quanto os atos do PT e do petismo”. Por outro lado, o ex-docente da USP que lecionou em Cambridge, Universidade da Flórida e Lisboa, constatou que “não houve um gesto do governo Temer que de fato se orientasse para a prática da justiça social, a começar do enquadramento, no mesmo rigor que vitimou quem trabalha, dos privilegiados dos três Poderes”. E previu que, com a rejeição aos extremistas nas urnas, haverá “uma reproposição do centro-esquerda como eixo do processo político brasileiro”.

José de Souza Martins em lançamento de livro de Celso Lafer, seu colega na Academia Paulista de Letras. Foto: Silvana Garzaro/Estadão

José de Souza Martins em lançamento de livro de Celso Lafer, seu colega na Academia Paulista de Letras. Foto: Silvana Garzaro/Estadão

José de Souza Martins é doutor em Sociologia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, de que foi docente e professor titular. Foi professor visitante da Universidade da Flórida (EUA) e da Universidade de Lisboa. Em 1992 foi eleito professor da Cátedra Simón Bolívar da Universidade de Cambridge (Inglaterra) para o ano acadêmico de 1993-1994 e fellow do Trinity Hall. Membro da Junta de Curadores do Fundo Voluntário da ONU contra as Formas Contemporâneas de Escravidão (Genebra, 1996-2007). Coordenador pro bono da Comissão Especial da Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, em 2002, que elaborou o Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo. Membro da Academia Paulista de Letras. Entre outros livros, é autor de A Política do Brasil Lúmpen e Místico (Contexto) e de Do PT das Lutas Sociais ao PT do Poder (Contexto). É colaborador semanal do suplemento Eu & Fim de Semana, do jornal Valor Econômico.

osé de Souza Martins ministra aula prática, de rua, para os alunos do Curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia da USP, na vila ferroviária de Paranapiacaba, no Alto da Serra (SP), em 1999. Foto: Acervo pessoal

José de Souza Martins ministra aula prática, de rua, para os alunos do Curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia da USP, na vila ferroviária de Paranapiacaba, no Alto da Serra (SP), em 1999. Foto: Acervo pessoal

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Nêumanne entrevista Mary Del Priore

Nêumanne entrevista Mary Del Priore

Somos todos culpados pelo incêndio do museu, acusa historiadora

Autora de 41 livros sobre História do Brasil, Mary Del Priore pergunta: “o que esperar de uma corja de ladrões incompetentes que nunca pisaram num museu?”

Emocionada com o trágico incêndio que devorou a coleção insubstituível do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, domingo, no Rio, a historiadora Mary Del Priore, disparou: “a pergunta devia ser: o que fazemos com a nossa indiferença?” Em sua opinião, “ao buscar “culpados” pelo incêndio, raramente pensamos que os culpados somos nós, o povo. Qual a parede que não está pichada? Qual o busto ou placa de bronze que não foi derretido? Quantos casarões coloniais não viraram estacionamento? Quantos pais levam filhos aos museus, em vez de levá-los ao shopping? E pior, quantos se incomodam com que isso aconteça? Passamos com absoluta insensibilidade diante das perdas de nosso patrimônio. Afinal, ele é ‘público’. A preocupação com o bem público não faz parte da mentalidade da grande maioria.” E não perdoou a chamada elite na série Nêumanne entrevista: “Nossos ‘ricos’ preferem um apartamento em Miami ou uma quinta em Portugal a ajudar o País. Quanto às autoridades públicas, com raras exceções, o que esperar de uma corja de ladrões incompetentes que certamente nunca pisaram num museu?”

Autora do sucesso de crítica e vendas História da Gente Brasileira entende que solução da crise brasileira passa pela melhora radical da educação. Foto: Acervo pessoal

Autora do sucesso de crítica e vendas História da Gente Brasileira entende que solução da crise brasileira passa pela melhora radical da educação. Foto: Acervo pessoal

Mary del Priore é autora de 51 livros sobre História do Brasil, ganhadora de mais de 20 prêmios literários nacionais e internacionais, entre os quais, três Jabutis. Pós-doutorada pela École des Hautes Études em Sciences Sociales, de Paris,  lecionou nos Departamentos de História da FFLCH-USP e da PUC-RJ  e atualmente ministra aulas na pós-graduação da Universidade Salgado de Oliveira. Colabora com periódicos científicos e não científicos nacionais e internacionais, anima o programa Rio de Histórias, da Rádio CBN-RJ, é consultora de cineastas como Daniela Thomas, Beto Amaral e Estevão Ciavatta, sócia do IHGB, do IHGRJ, PEN Clube do Brasil e membro da Academia Carioca de Letras, entre outras academias internacionais, como a Real Academia de Espanha.

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Nêumanne entrevista Cláudio Porto

Nêumanne entrevista Cláudio Porto

Fim da crise depende da certeza do fim da impunidade, diz economista

Para Cláudio Porto, da Macroplan, somente punição exemplar de corruptos trará verdadeira economia do mercado e a saída da crise em longo processo de maturação

“As operações anticorrupção desmantelaram em parte essa engrenagem que gerou mensalão e petrolão, mas como ela não é  uma máquina, e sim uma construção social, rapidamente se reorganizou, adaptou e criou vários mecanismos de sobrevivência que passam desde o Congresso e o Poder Judiciário até boa parte das candidaturas que hoje (2018) estão postas ao eleitor”, disse o economista Cláudio Porto, fundador e operador da Macroplan. Nesta edição semanal de Nêumanne entrevista no Blog do Nêumanne, Politica, Estadão, ele disse ainda que “não será nada fácil trazer a corrupção brasileira para os patamares ‘normais’ de uma democracia madura”. Nesse campo a aposta do especialista em planejamento “é de longo prazo: a abertura de nossa economia e a nossa exposição à competição global,  quando  vierem, nos revelarão que a corrupção não é um bom negócio para o desenvolvimento de um capitalismo competitivo e inclusivo no Brasil.” Porto se baseia num exemplo próximo, o Plano Real, que “só se viabilizou depois que (quase) chegamos à hiperinflação e de dois ou três planos econômicos anteriores fracassados. A seu ver, talvez tenhamos de aturar mais quatro anos de recessão e de políticas erradas para acertar o passo mais adiante.”

Cláudio Porto nasceu, cresceu e estudou Economia em Campina Grande, na Paraíba. Lá fez política estudantil, primeiro como secundarista, depois na universidade. Na época era de esquerda, integrante da Ação Popular (AP). Foi preso no Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna, em 1968. Desejava ser político, sua geração era diferente de hoje – a maioria tinha princípios e ideais. A ditadura militar bloqueou esse caminho. Mudou o foco para consultoria em organização, planejamento e estratégia.  E também de lugar: trabalhou e empreendeu por 20 anos em Recife. Redirecionou sua energia da política para a prática profissional e empresarial, associada a muito estudo: mergulhou fundo, primeiro nas teorias de sistemas e da complexidade e depois na economia política. Foi pioneiro na construção e aplicação, no Brasil, do método de construção de cenários e prospecção de futuros. Por isso o mercado, em 1989, via Petrobrás, o levou para o Rio de Janeiro e o projetou para o Brasil. No Rio (cidade que divide seu coração com aquela onde nasceu) fundou a Macroplan, empresa especializada em análise prospectiva, estratégia e gestão, que no próximo ano fará 30 anos de mercado, entregando resultados com visão de futuro. E integridade total.

Para Cláudio, "talvez tenhamos de aturar mais quatro anos de recessão e de políticas erradas para acertar o passo mais adiante.” Foto: Acervo pessoal

Para Cláudio, “talvez tenhamos de aturar mais quatro anos de recessão e de políticas erradas para acertar o passo mais adiante.” Foto: Acervo pessoal

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No Blog: Nêumanne entrevista Paulo Melo

No Blog: Nêumanne entrevista Paulo Melo

Chega de Lula!

Para cineasta e ex-analista do CNPq, petista “já deu o que tinha de dar”, está muito rico e agora deve submeter ao julgamento da História seu legado de recessão, desemprego e inflação

O cineasta e ex-analista do Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) Paulo Melo disse que “o grande esforço nacional seria no sentido de esquecer Lula, por um simples e prosaico motivo: ele já deu o que tinha a dar”. Segundo o assistente de direção do filme Menino de Engenho, de Walter Lima Jr., “bem ou mal, que a História, no seu tempo devido, o julgue, que diga realmente em que importaram para o Brasil seu poder e sua glória. Quanto à fortuna, se é o caso da financeira, essa ele já tem usufruído de há muito”. Na série Nêumanne Entrevista, publicada semanalmente neste blog, Melo afirmou ainda que, “de toda essa confusão armada pelo PT, nada indica de que Lula possa vir a fazer algo de significativo para o País, se que é verdadeiramente chegou a fazer, haja vista o legado de recessão, desemprego e inflação que ele deixou. Em causa própria, inteligente e esperto como poucos, fez até demais. Deixou até de ser uma pessoa para se tornar uma ideia”.  E mais: “Nessa podridão em que está envolvida a classe política, e num país sem partidos políticos verdadeiros, o fato de ele ter cometido crimes e por eles estar cumprindo pena pouco importa, até o ajuda, pois para muitos, em especial no nosso irremediável Nordeste, ele é mesmo um preso político, quem sabe um mártir e talvez até mesmo um santo”,ponderou Melo.

Paulo Melo: "Estamos engalfinhados em discussões radicalizadas de uma nota só e desafinada, que só levam a um febril culto à personalidade" Foto: Acervo pessoal

Paulo Melo: “Estamos engalfinhados em discussões radicalizadas de uma nota só e desafinada, que só levam a um febril culto à personalidade” Foto: Acervo pessoal

Paulo Melo nasceu em João Pessoa (Paraíba), em maio de 1943. Graduado em Filosofia pela UFPB, com especialização em administração cultural pela UnB/OEA. Diretor da Divisão de Documentação e Cultura (1968-9), do Teatro Santa Roza (1970-5) e do Departamento de Assuntos Culturais/Diretoria Geral de Cultura (1975/79), órgãos da Secretaria de Cultura do Estado da Paraíba, diretor das quatro primeiras edições do Festival de Areia (1976-1979) e diretor da Editora da Universidade Federal da Paraíba (1979-1980). No CNPq, em Brasília, assumiu as funções de coordenador editorial (1980-6) e secretário dos Órgãos Colegiados (1991-2013), incluindo diretoria executiva (redação da ata de 364 reuniões) e conselho deliberativo (organização e secretaria executiva de 128 reuniões). Foi assessor especial da Secretaria de Cultura da Presidência da República (1990-1), gestão de Ipojuca Pontes. Participou de 11 filmes: foi assistente de direção em Menino de Engenho (1965), de Walter Lima Jr.; Onde a Terra Começa (1967), de Ruy Santos; Fogo Morto(1976), de Marcos Farias, e Soledade (1975) e Batalha de Guararapes (1977), ambos de Paulo Thiago; produtor executivo de O Homem de Areia (1980), de Vladimir Carvalho; co-roteirista e autor da pesquisa em Poética Popular (1970), de Ipojuca Pontes, e Incelência para um Trem de Ferro (1973), de Vladimir Carvalho; e diretor dos curtas-metragens Contraponto sem Música (1968), com Virgínius da Gama e Melo, Paraíba, prá seu Governo (1969), e A Última Chance (1973). Escreveu na imprensa de João Pessoa no período de 1959-1980.

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Nêumanne entrevista Augusto Nunes

Nêumanne entrevista Augusto Nunes

Augusto deixou Roda Viva por não aceitar interferências políticas

Jornalista conta que decidiu não renovar contrato com TV Cultura quando presidente da emissora deixou claro que não haveria independência neste ano político

“Houve um ataque em pinça ao jornalismo independente que sempre orientou a trajetória do Roda Viva”, contou Augusto Nunes, que era mediador do programa semanal de entrevistas mais importante da TV Cultura, para explicar sua inesperada saída do programa. Segundo ele, “as interferências indevidas da presidência da TV Cultura se tornaram mais frequentes. E se intensificaram as pressões do grupo hoje majoritário no Conselho Curador da fundação, liderado por Augusto Rodrigues, Jorge Cunha Lima e Belisário dos Santos Jr.”. Esses conselheiros acreditam que é preciso “ampliar o espaço ocupado ‘por gente de esquerda’, tanto no conjunto de entrevistados quanto nas bancadas de entrevistadores”, continuou. O desentendimento, descrito para a edição desta semana da série Nêumanne Entrevista, deu-se da seguinte forma: “Eles argumentam que a Cultura deve espelhar o ‘clima de polarização existente no Brasil, que se reflete nas redes sociais’”. E mais: “Documentos distribuídos entre os funcionários da TV Cultura, em sua essência, sustentam que a programação da Cultura, sobretudo o Roda Viva, deve entrar no clima de Fla x Flu vigente na internet. Eu penso o contrário: é preciso combater a radicalização dos confrontos políticos”.

Segundo Augusto, desgaste começou quando presidente e diretor de jornalismo da TV Cultura passaram a fazer a pauta do programa. Foto: Jair Magri

Segundo Augusto, desgaste começou quando presidente e diretor de jornalismo da TV Cultura passaram a fazer a pauta do programa. Foto: Jair Magri

Augusto Nunes da Silva, 69 anos, casado, duas filhas, começou a escrever no Nosso Jornal, em sua cidade natal, Taquaritinga, no interior de São Paulo. Estudou na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e, em 1970, transferiu-se para a Escola de Comunicação e Artes da USP, cujo curso de Jornalismo também não concluiu. Em 1971, foi revisor nos Diários Associados e, no ano seguinte, passou a atuar como repórter no jornal O Estado de S. Paulo. Em 1973 foi para a revista Veja, na qual chegou a editor de Política. Lá ficou até 1986, quando assumiu pela primeira vez a mediação do Roda Viva. Dirigiu as revistas VejaÉpoca e Forbes (edição brasileira) e os jornais O Estado de S. PauloJornal do Brasil e Zero Hora. Em 2010, voltou como debatedor fixo do Roda Viva. Nunes venceu quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo e foi incluído numa seleção dos seis mais importantes jornalistas do Brasil, feita pela Fundação Getúlio Vargas(FGV). Em 2009 voltou à Veja, na qual mantém desde então uma coluna. Em 2013 voltou a comandar o Roda Viva, de que saiu em março deste ano conduzindo entrevista com Sergio Moro, que bateu recorde de audiência. Desde 2016 Augusto Nunes trabalha na Rádio Jovem Pan, primeiro no matutino Morning Show e, depois, participando do vespertino Pingos nos Is.

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